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Casebre

 
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Casebre

Se eu passar por aquela serra
Vejo aquele casebre fechado
Era de alguém que foi à guerra
Voltou e viveu só, abandonado

Era uma pessoa bem decente
Que dessa tapera não saía
Mas ajudava lá muita gente
Com os valores que recebia

O seu sobrinho foi lhe visitar
Para com ele poder conversar
Mas o encontrou já inerte

Chorou pelo tio, muito sentido
Que morreu sem ser reconhecido
Quem na guerra foi tão solerte.

jmd/Maringá, 26.08.26.


verde

 
Autor
João Marino Delize
 
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