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Desvio da Partida

 
Desvio da Partida
 
Navega acuada entre rumos incertos
A morte peleja enfeitada no Porto que a aguarda
Os marujos contentes cantam suas alegrias
E o tempo passa, os homens bebem as tristezas.
Os pássaros voam diretos aos frutos do norte
No barco que flutua, rodopiam mares e destinos.
Os corpos vivem lembranças eternas conjugadas
O amor cobiça beijos e carícias, desfilam na mão.
Há posse na observação da paisagem e mulheres choram.
O córrego do amor transpassa por florestas e montanhas.
E ao atracar, cede à imagem, na cega visão.
O corpo tomba entre os arbustos e sossegos eternos.
Vejo-a como estrela cadente que brilha colorida.

Poema em homenagem a minha cunhada Elisabeth.
Rio de janeiro 12 de junho de 2009


Diana Balis

 
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DianaBalis
 
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Enviado por Tópico
visitante
Publicado: 12/06/2009 17:47  Atualizado: 12/06/2009 17:47
 Re: Desvio da Partida
Diana muito triste um desvio unido a uma partida. acabei ficando apenas com a imagem, uma cena na cabeça. bj

Enviado por Tópico
VónyFerreira
Publicado: 12/06/2009 19:28  Atualizado: 12/06/2009 19:28
Membro de honra
Usuário desde: 14/05/2008
Localidade: Leiria
Mensagens: 9702
 Re: Desvio da Partida
"O córrego do amor transpassa por florestas e montanhas.
E ao atracar, cede à imagem, na cega visão.
O corpo tomba entre os arbustos e sossegos eternos.
Vejo-a como estrela cadente que brilha colorida."

Diana, o poema que dedica à sua cunhada é muito bonito.
Poema de extrema beleza e sensibilidade.
Vóny Ferreira