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Eterna apaixonada...

 
Eterna apaixonada...
 
 
Serei uma eterna apaixonada,
Abracei-me nas fotos suas,
Penetrei meu olhar no seu rosto(meu),
Quanta falta seu sorriso me faz,
Quanto tempo levei para entender isso(errei).
Serei uma eterna apaixonada(por você)
Viverei para amar você(eternamente)
Quero estar no seu colo, sentir seu cheiro.
No aconchegos dos seus braços
No sabor doce dos seus beijos
No brilho encantador do seu olhar(profundo)
Serei sua eterna apaixonada(te amo).

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Eterna apaixonada...

Chuva de verão

 
             Chuva de verão
 
Caía a chuva.
Como chuva de verão.
Passageira!
Aquele amor também fora avassaladora,
Paixão que terminou rápido,com a duração de uma estação.
Triste chegou o outono com cara de saudade do que ficou para trás.
Amantes do amor fugas .

Nreida
 
             Chuva de verão

Entre o sol brilhante e a lua errante

 
Entre o sol brilhante e a lua errante prolongo esta paixão que me traz em pulgas, e me expõe a cada instante. Entre o nascer e o apagar da luz, arrasto este sentimento que cresce exponencialmente embora em silêncio, abrindo-me um sorriso que ilumina a noite incandescendo. Quando se fará isto que sinto audível em ti, sem sombra de duvida que assuste crianças no escuro, conduzindo teus dedos a meus cabelos rubros, teus lábios a minha pele pintalgada, teu ombro a minha cabeça deitada. Te espero ao amanhecer como quem aguarda o “trem das onze” que o há-de levar a casa. Te aguardo ao anoitecer com a vontade de desarrumar camas e salas, cobrindo-as de peças de roupa soltas, pipocas douradas, e caixas de chocolates recheados acabados. Podes chegar de manhã com um beijo apenas, mas prolonga-o, prolonga-o, prolonga-o. Apenas um, mas que seja longo e goooood.
Ilia Mar
 
Entre o sol brilhante e a lua errante

SILÊNCIO

 
Silêncio
Eu vou começar a escrever
Somente pelo prazer
O que sei e o que não sei
Que leiam ou não leiam
Para mim não tem importância
São palavras sem fragrância
Sem a leitura sequer merecer.

Silêncio,
Quero ouvir os queixumes
De todos os meus ciumes
Que não param de me falar.
Quero ouvir palavras do coração
Daquelas que nos embalam
Mas que de perfume exalam
Das pétalas de uma paixão.

Silêncio
Quero ouvir o doce crepitar
Dos meus lábios ao te beijar
Em plena madrugada
Sentir a tua pele acetinada
No meu corpo se deliciar
Saciando nossos desejos
Conjugando o verbo amar

A. da fonseca
 
SILÊNCIO

Se eu pudesse sonhar...

 
Se eu pudesse sonhar
De encontro ia aos teus braços
No teu coração faria o meu ninho
No teu corpo…o meu porto de abrigo.

Se eu pudesse sonhar
Envolver-te-ia ao meu coração
Sufocava-te de beijos
E morria de paixão.

Se eu pudesse sonhar
E viver em liberdade…
Em ti me saciaria
De tanta felicidade.

Amar em liberdade
É aproveitar ao máximo
Tudo aquilo que a vida nos dá.
 
Se eu pudesse sonhar...

Clauus

 
Clauus
 
Aprecio cada visita ao único espaço em que podes ter ligação
Sei que não me esqueceste no mais alto nível do meu ego
Abençoo a tua felicidade e refugo toda mágoa em meu coração
Que vai evaporando mais rapidamente para meu sossego
Relembro as pétalas vermelhas, a primeira vez em que recusaste
As pernas que temiam como varas verdes, as noites em branco que passaste
O sabor do café com o sabor do álcool, a tristeza contente da simples presença
Pensei ser mais forte que o ser, mais alta que o mundo, respirar o puro
Ter sempre a verdade, ser rainha de todos os reino e tornando-me Jezabel
Pisada por cavalos e comida por cães.
Sinto-me forte e altruísta e nesta utopia me sinto Fénix…Agora!
E renasço das cinzas muito mais sensitiva
Relembrando a tua força de vida que em mim nunca foi esquecida
Ficaremos em silêncio sabendo exactamente o momento certo
Depois de apontarmos armas e recolhermos os feridos
De seguirmos para lados oposto na linha do equador
Penso quantos tempo iremos demorar a dar a volta ao mundo
Ainda que não paremos em lugar nenhum, voltaremos a encontrar-nos de frente.

Cravo
Seu nome provém do latim clauus, que designa prego ou cravo. Essa denominação vem da especiaria cravo, proveniente do botão desta flor, de formato similar ao de um prego. Cravo vermelho significa que você vive para a pessoa amada.
http://naturavendas.wordpress.com/200 ... 6/a-linguagem-das-flores/
 
Clauus

Utopias

 
VIAGEM DO POETA À UTOPIA, SEGU(I)NDO UMA NINFA
(Versão ne varietur, não editada)

Não sei se te beije no forte céltico de Santa Tecla, ou se desça contigo até ao castro e junte a história na tua boca.
Não sei se acompanhe o teu olhar pelo Rio Minho, até ao mar salpicado de rochas, e te diga meu amor, como se o infinito fosse a fronteira.
Não sei se te leve a Muxia e entre contigo no Santuário de La Virgen de la Barca. Ou se colha o teu sorriso das Pedras dos Milagres, esses penedos que nos levam ao mar, ali tão perto.
Mas, se não gostares de barroco, depois de subir à Pedra Abaladoira para ver se estamos sem pecado (se estivermos, ela mover-se-á e produzirá aquele gemido lendário que ainda ninguém soube reproduzir), ou passarmos debaixo da Pedra Cadrises, que me doem as costas, iremos a Laxe. Sentar-te-ás em frente do Cristo medieval, pintado sobre madeira, e descerás comigo ao corpo da igreja de Santa Maria Atalaia.
Quero-te ali, no canto obscuro das tábuas gastas pelo tempo e pela maresia. Arranhando as pedras. Afogando o prazer.
Lerás comigo as inscrições de Noia, sejam elas da neta de Noé - Noela, que ali terá aportado e dado o nome à terra - ou sejam, simplesmente, iniciáticas, misteriosas, como os últimos habitantes da Atlântida, que ali terão sobrevivido.
Subiremos ao Olimpo Céltico, o Monte Pindo. Quero beber o teu sabor, deitada sobre a massa de quartzo cor-de-rosa que se atira sobre o mar.
Ferveremos em lume lento, no caminho de Finisterra.
Quero-te no ponto. Os sucos crepitando devagar. A mão no teu seio, o olhar bem dentro. Porque na Costa da Morte se vive depressa, mas são lentos os prazeres.
Deitemo-nos na Playa Langosteira. Ou dentro de um barco. Estamos sós, ancorados um no outro. E, se uma gaivota cortar o silêncio, deixa. A liberdade escreve-se nestes céus com a simplicidade da natureza cerzida pela lenda. E haverá as majas. Celtas e feias, mas benfazejas para os amantes.
Tenho a certeza de que, enquanto nos apertamos nos corpos, elas estão a apostar para onde iremos a seguir, deitar-nos com os afectos, calar as emoções, vergastar este tesão que se desata da pele, e cresce e se humedece. E me faz mordiscar-te os sussurros.
Onde te levarei?
Em que pedra estenderei o cobertor da paixão?
Em que paisagem te desfrutarei, agora que poderás gritar com ímpeto a entrega, que o vento o elevará à dimensão cósmica da magia?
Pois, a mais risonha das Majas adivinhou. Ela é a madrinha dos momentos inopinados. Dos amores que fervem. Das paixões acicatadas. Mas também dos sonhos. E dos amores impossíveis.
Ela sabe que quero misturar-me contigo em Corme. Que quero completar o ciclo do inexequível. Ela conhece o meu olhar, não se esqueceu de mim, sentado, um dia, no primeiro dos cruzeiros, virado para o mar, à espera que ele me convidasse a saltar no vazio. Foi ela que colocou aquela criança a tropeçar na urze, atrás de mim. E o seu grito acordou-me da tentação pelo abismo, eu que era um abismo à procura do fim.
Sim, é aí. Na Punta do Roncudo. Onde mil sons do mar nos falam de naufrágios, marcados na pedra.
Agasalho-te. Porque, hoje, o meu naufrágio inteiro és tu.
Porque, hoje, o meu porto de abrigo és tu.
Naufrágio, porto, farol, a trilogia que te escrevo no corpo, mas que quero gravar na alma.
Tu serás o último cruzeiro. A última elevação. A última costa, alcantilada e sublime como um ramo de giestas preso na vertente.
Hoje, poderás chamar-me paixão, falar de amor, que só a nortada será cúmplice.
Hoje, podes ser tu. Sereia ou maja, tapete de urze, vaga de sal no meu corpo, brisa, cheiro de infinitos sabores.
Hoje, seremos só nós.
Perco-me no mar dos teus olhos, enquanto um arrepio me traz o voo da maja, e, no meu ouvido, cristaliza a sua sentença: “Só os amores impossíveis são infinitos”.
Reacendes-te. Reacendo-me.
E no mapa das tuas costas eu escrevo o meu nome. Com sal.
E, como Goya, também eu tenho a minha “Maja desnuda”. Ou, como Lucas Cranach, a “Ninfa da Primavera”.
 
Utopias

PÁSSARO FERIDO

 
PÁSSARO FERIDO
 
Ele caiu numa armadilha traiçoeira
Porque não suportou a tentação
Iludiu-se com a beleza passageira
Agora está sofrendo na escravidão

Trocou a liberdade por falsas juras de amor
Tornou se pássaro ferido pelo o engano
Do que era tão belo só restou a dor
O seu coração chora no abandono

Pássaro ferido por que tanto choras?
Sofres por causa de uma mulher covarde?
Olhe ao seu redor onde moras
Há alguém que quer te amar de verdade

Não te deixes levar pelas as aparências
Veja em que estado te deixou a fantasia
Muitas são as lições que nos trazem experiências
E nos FAZ ver a luz de um novo dia

Pássaro ferido ame quem te quer
Alguém que quer curar a sua dor
Dê uma chance para esta simples mulher
Que sempre quis te dar amor

Em silencio ela sempre te amou com ternura
A mesma mulher que você nunca quis
Ela quer voar contigo nas alturas
Para sempre te fazer feliz
 
PÁSSARO FERIDO

A VIRAGEM DAS NOSSAS VIDAS [1]

 
A VIRAGEM DAS NOSSAS VIDAS (1)

Lembras-te quando nos encontramos
E os nossos olhares cruzámos
E deles saía o esplendor do amor?
Quis pedir a tua mão, não consegui
Mas vi que aguardavas o meu pedido
Mas na beleza do teu sorriso
Não tinha palavras, eu me senti perdido.
Aproximamos-nos e murmurei palavras
Que nem eu mesmo compreendi
Mas tu sim, pois que tu esperavas por elas.
Disseste-me mais tarde que não resististes
Porque as minha palavras eram de amor.
Queria pedir a tua mão mas como dizer?
E então num momento de coragem...
Não te pedi a mão mas as duas
Tu me as destes e selamos esse momento
Com demorado beijo e foi a viragem
Das nossas vidas.
Vidas de amor acorrentado
A dois corações apaixonados !

A. da fonseca
 
A VIRAGEM DAS NOSSAS VIDAS [1]

Fundamental mesmo na vida é amar-se

 
Fundamental mesmo na vida é amar-se
 
Fundamental mesmo na vida é amar-se, ninguém distribui pelo mundo o que não tem. As paixões advêm de seres de baixa autoestima, por não terem em si mesmos o suficiente vampirizam outros seres, em busca daquilo que supra suas deficiências afetivas. Aquilo que é sugado de fato não nutre mantendo o ser sempre faminto a vivenciar estados de depressão nos mais variados níveis da existência. Assim o ser que queira viver a beneficie do amor deve travar batalhas hercúleas contra suas paixões, armado do firme propósito de acessar e cuidar das próprias nascentes internas. Há de se levar em consideração que a evolução humana não caminha desvinculada da espiritual, que se recolheu ao plano interno junto com os mestres de alta evolução, portanto hoje tudo é dentro do ser e não fora dele.

O texto citado no comentário é apenas uma amostra do que se diz sobre a baixa autoestima.

Link da imagem do texto acima. nk:http://tratamentodadepressao.org/803- ... -estima-aprenda-libertar/
 
Fundamental mesmo na vida é amar-se