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Poemas, frases e mensagens de AlexS

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de AlexS

O casaco, o feriado, e o ursinho

 
O casaco, o feriado, e o ursinho

A vitrine da loja coberta por uma fina camada branca de gelo, escondia dos olhos cansados do rapaz, que tentava sem sucesso, olhar através dela, os itens do mostruário. Envolto num casaco de lã, e quase sufocado com um cachecol preto, o rapaz, parecia até mais gordo do que realmente era. Tentando vencer o frio, enfiava as duas mãos enluvadas nos bolsos do pesado casaco; seu hálito saía como nuvens de vapor, e seu nariz estava vermelho como de um palhaço.
O inverno ainda não tinha chegado, mas, o mês de junho já sofria o frio intenso.
Miguel, se aproximou mais um pouco da parede de vidro enevoada, separando por poucos centímetros seu rosto do vidro.
Estreitando os olhos, conseguia enxergar do outro lado um ursinho de pelúcia rosa, abraçado num coração vermelho que trazia na orelha direita o selo de 9,99.
O rapaz contemplava o ursinho, quando, num ranger de dobradiças velhas, a porta se abre, revelando uma moça bela; vestida numa camisa de algodão amarela – uniforme da livraria- e uma calça legging preta; então pergunta, forçando um sorriso, mesmo sentindo as maças do rosto avermelharem pelo frio.
_posso ajuda, senhor?
_Não sabia que vocês estavam vendendo brinquedos? _Disse o rapaz, com o rosto ainda colado no vidro, sem se importar com a vendedora que o encarava.
Apertando os braços contra o corpo, tremula, a garota trocava o peso de um pé para o outro, fitando-o sem entende-lo.
_Não senhor, estamos vendendo apenas os livros _ seus dentes batiam um contra o outro, enquanto a voz saia entrecortada. Direcionando o olhar para a vitrine; lembrou-se das promoções que a loja estava oferecendo.
_Ah, o senhor fala do urso!? Faz parte da promoção; na compra de qualquer livro daqueles – ela apontava para uma pilha dentro da loja - o senhor leva um ursinho desses para a sua namorada.
_Mas o urso está com preço.
_Sim, é verdade. Mas este preço se refere aos livros... espere um momento. _ Entrando de novo na loja, pegou o brinquedo que estava de mostruário e arrancou a etiqueta de sua orelha – agora sim!
_Custa só 9,99 mesmo, né?
Impaciente e tremula de frio a vendedora falou irritadiça.
_Sim, senhor. É claro. O senhor não quer entrar, para ver melhor?
Miguel, sentiu-se um pouco constrangido , ao notar que a moça, lutava para conter os golpes do ar frio daquela tarde, enquanto falava com ele; quis perguntar, o motivo dela não está agasalhada, mas preferiu apenas assentir com a cabeça e segui-la até a loja.
Lá dentro, pilhas enormes de livros, estantes compridas cheias de clássicas obras enfeitavam o ambiente e enchiam os olhos do jovem.
A livraria era a única da cidade, mas era a primeira vez que ele entrava nela para comprar alguma coisa.
Começou a olhar cada titulo que permanecia empilhado no centro da loja.
_Na compra de qualquer um desses livros , o senhor leva um ursinho daquele!
Lá dentro, a vendedora havia perdido a aparencia aflita do rosto; dando lugar ao do alivio por sentir seu corpo se aquecer novamente dentro da loja abafada.
Passando a mão sobre um livro, de capa ilustrada; pegou-o e começou a folheá-lo; Miguel amava aquele autor, e sentiu-se grato por encontrar um titulo dele em promoção.
Vou levar um desses. Disse, com um ar satisfeito.
_Muito boa escolha, machado de Assis é realmente sensacional.
_ Pode se dirigir ao balcão, eu vou pegar o seu brinde. _Miguel, nada disse, mas seguiu para o caixa indicado.
Outra mulher mais velha, de cara emburrada, falava ao telefone, quando o rapaz se aproximou. Ele colocou o livro no balcão e esperou.
_...Escuta aqui, minha senhora, aqui é uma livraria, não a casa da sua vó; se não quer nenhum de nossos livros, então não tenho como ajuda-la; passe bem! Tchau! _O rapaz, pareceu meio desmantelado com a ação da atendente.
_É cada sem noção que liga aqui! _ desabafou a velha _ não sei o que essa gente pensa; onde já se viu, pedir para que eu narre as historias de cada titulo. Francamente. Virei algum Cide Moreira, por acaso?
Antes que o rapaz respondesse alguma coisa, a velha continuou. _ Estou vendo que uma jovem irá ganhar um belo presente hoje. Ótima escolha. Isabelle! Onde está o brinde do rapaz?
Aquela mulher era mesmo uma figura, Miguel, não sabia se ria, ou se sentia-se ultrajado com os modos da Senhora.
Saindo de uma porta que ficava nos fundos da loja, Isabelle trazia um ursinho idêntico ao do mostruário.
_Aqui está, senhor.
Seu rosto, estava levemente corado; Miguel supôs, que talvez fosse constrangimento por causa da velha.
Obrigado! Foi a única coisa que disse, enquanto via a vendedora se afastar. A velha, da mesma forma , fitava Isabelle, enquanto tomava uma ar pesaroso.
_Menina tão boa! _Suspirou.
_Hã?
_Estou falando de Isabelle._a velha parecia irritada com a desatenção do rapaz. _Tão trabalhadora. Gostaria tanto de ver a pobrezinha ganhando algum presente. Talvez um ursinho, assim, como este que o senhor está levando. Mas como ela vai ganhar se nem namorado a coitada tem. Imagina só, toda vez que algum casal entra aqui, e adquire um dos nossos produtos que está na promoção, ela fica suspirando pelos cantos, desejosa por um amor que lhe faça companhia nesse dia dos namorados.
Sem a menor ideia do que dizer, o jovem apenas assentia com a cabeça, enquanto sacava o dinheiro.
_Obrigada._Disse derrotada.
Indo em direção a saída, parou um instante, e encarou a garota que organizava alguns livros numa estante qualquer e se aproximou.
_Fique com o meu casaco. Está muito frio lá fora.
A moça ficou sem reação, mas aceitou o casaco.
E assim o moço desconhecido, se afastou calado e abriu a porta transparente, partindo para o frio do outono.
Caminhando pela rua, Miguel, sentia seu corpo gelar, de tal forma, que nem um pesado exercício iria faze-lo aquecer. Tentava de todas as formas, arrancar da mente o pensamento de ter sido estupido, ao ter falhado no que realmente queria naquela loja. O moletom que usava, não era suficientemente capaz de protege-lo do gelo da tarde, de modo que, ele caminhava pela rua encolhido. Eram quatro horas da tarde, e a cidade continuava movimentada, de vez em quando, topava com algum casal que caminhavam abraçados, indo para algum lugar, afim de comemorarem o dia deles. Miguel, apertou o passo para casa.
Enquanto o jovem se afastava para longe, a garota que se chamava Isabelle, olhava-o ir embora.
Um meio sorriso involuntário surgiu em sua face.
_ Obrigada. _disse baixinho.
E fechando de novo a porta, voltou para dentro, sentindo o forte cheiro do perfume impregnado no tecido. Apertou com força sobre o corpo, sentindo a maciez e a quentura agradável.
Desde a parte da manha, a garota havia se martirizado, por ter ido para o trabalho sem alguma roupa mais pesada, convicta de que o dia seria de calor; pobrezinha, assim que o sol havia alcançado o topo dos prédios, um vento gelado havia soprado com força, trazendo consigo densas nuvens carregadas, que foram suficientes para fazer garoar durante o resto da tarde e mudar radicalmente o clima.
Quando a noite chegou, a bela moça, agradeceu em silencio mais uma vez o rapaz que lhe havia emprestado o casaco, ao mirar a rua, agora vazia e silenciosa, que era tomada por uma fina garoa intermitente. Pensou consigo mesma, se o dono do agasalho iria realmente voltar para pega-lo de volta.
O dia dos namorados estava chegando ao fim, para alguns, havia sido um dia especial, com jantares românticos, luzes de velas, e declarações, mas para Isabelle, era apenas mais um dia qualquer como outro. Caminhava devagar, respirando lentamente, sentindo os pés gelarem dentro das meias. Enquanto fazia seu trajeto, ficou pensando no rapaz, que era bonito de aparência, também ficou imaginando o que a namorada deste, iria dizer ao receber um ursinho de pelúcia enquanto outra havia recebido o próprio casaco do sujeito. Pensando assim, começou a acreditar que seria muito provável o rapaz aparecer no dia seguinte pra buscar sua roupa. Assim, se apressou para casa, perdida em pensamentos.
Quando o dia enfim chegou, Isabelle estava na loja, desta vez, vestida com uma pesada blusa de lã que lhe cobria até o pescoço.
O dia todo ela havia mantido seus olhos sempre atentos para a porta que abria trazendo um cliente novo a cada meia hora, para sua tristeza, nas dezoito vezes que algum freguês entrou, nenhum era o que ela esperava ansiosamente.
Isso se sucedeu durante uma semana, em todas elas, Isabelle acreditava que Miguel iria aparecer para reivindicar o que lhe pertencia. Mas nada aconteceu. No fim das contas, começou a pensar de que o favor que o rapaz havia prestado, deveria ter suscitado alguma briga por ciúmes, entre ele e sua namorada.
Isso a deixou um pouco perturbada, e até mesmo triste, pois jamais desejaria ser o motivo da separação de algum casal, além do mais, no dia dos namorados. Assim, sempre que as horas e os dias passavam, ela desejava que o rapaz aparecesse, para agradecer, e dizer que sentia muito se alguma coisa havia acontecido por causa dela. Mas ele nunca aparecia.
Quando Isabelle, já não estava se importando mais com ele, ou com o casaco, a porta da loja se abriu mais uma vez, era noite de sábado, ela como sempre organizava uma pilha de livros, e uma menina de aproximadamente seis anos, havia entrado.
A moça, meio irritada pelo barulho, virou-se para ver quem era o cliente espalhafatoso, então viu a figura do rapaz que semanas atrás havia sido gentil. A criança, segurava a mão dele e fitava ela com seus olhinhos meigos.
_Olá _ disse ele dando um sorriso.
O coração da garota, de repente pareceu querer saltar pela boca. Nem ela sabia o que estava acontecendo, apenas sentia-se completamente feliz e nervosa em rever aquele homem.
_Olá. Disse meio sem jeito, tentando desfaçar a alegria que lhe corroía por dentro. Até que enfim, ele havia aparecido!
_Eu vi buscar meu casaco. Eu deixei com você há alguns dias atrás...
_... dezesseis dias! _ Interrompeu.
_Que?
_ Eu disse, dezesseis dias. Esse foi o tempo que seu casaco ficou comigo. _ Isabelle, tentava sem sucesso ser carismática, coisa que de fato não era. _ Só um minuto. Vou buscar.
Enquanto corria para dentro da porta que ligava para o estoque, o rapaz, apenas olhou para a pequena menina que segurava sua mão, e deu uma piscadela.
Em minutos, Isabelle voltava, com o escuro agasalho, que ainda tinha o cheiro do perfume dele.
_Tome, aqui está. Ah, e obrigada. Quebrou muito meu galho.
Miguel, olhava no fundo de seus olhos, encarando-a. Parecia admira-la em silêncio, então tomou coragem para falar.
_ Você vai fazer alguma coisa hoje a noite. Gostaria de tomar um café comigo e minha sobrinha?
Foi então que Isabelle, percebeu a presença da linda menina que a encarava com sua aparência ingênua. então começou a compreender, aquele dia em que ele havia passado pela primeira vez lá. Nunca tinha existido nenhuma namorada, o ursinho sempre havia sido para a garotinha, e o livro com certeza ela para ele mesmo. Seu coração acelerado, pareceu pulsar ainda mais forte, um peso enfim tinha saído de suas costas. Pois, então nada de ruim havia acontecido. Nenhuma briga. Nada.Não existia namorada.
_Eu trabalho a poucos metros daqui, e sempre passei nessa rua. Todos os dias eu te via trabalhando, mas nunca tive coragem de te pedir para sair e nos conhecer. Quando enfim, enchi-me de coragem, inventei a desculpa de comprar um livro, aproveitei para ganhar o ursinho que daria para minha sobrinha _ olhou para a menina ao seu lado _ Mas, na hora que ia te convidar, a coragem havia ido embora, então lhe emprestei o casaco, para poder voltar e aqui estou, depois de muitos dias. _ confessou.
Isabelle agora estava de boca aberta.
Miguel, ainda a encarava, seus olhos pareciam duas pedras negras.
Um silencio se propagou no ambiente, quando o rapaz, percebeu que a moça nada iria dizer, deixou o semblante cair.
Me desculpe, eu sou mesmo um idiota. Me desculpe. então começou a se afastar, pegando a sobrinha no colo.
_Espere! _interrompeu a garota. _Eu gostaria muito de poder tomar um café com você, aliás, com vocês.
_verdade mesmo? _ Miguel parecia não acreditar.
_Sim, a verdade é que desde o momento que você entrou pela aquela porta, senti meu coração bater mais rápido!
E assim os dois jovens, com os olhos carregados de alegria, olhavam-se esperançosos, acreditando numa possível historia que se iniciava naquela livraria. A noite então caiu de vez, a loja foi fechada e ambos saíram conversando e rindo muito. Miguel com a sobrinha no colo, e Isabelle ao seu lado.
A velha do caixa, que em nada se intrometia, foi a ultima a sair. Olhando para os dois que se afastavam, disse para si mesma.
_Eu sabia que este rapaz iria voltar. _então trancou a loja e começou a caminhar devagarzinho pela rua, sentido oposto, cantarolando uma cantiga velha que os casais do seu tempo costumavam recitar uns para os outros.

Fim.
 
O casaco, o feriado, e o ursinho

minha cidade

 
Na cidade dos arranha céu
é muito perigoso
só quando o delinquente tá morto
que fica maravilhoso
Na cidade do arranha céu
tambem tem super heroi
tá de farda e de IMBEL
oque vê ele destrói
Na cidade do arranha céu
a justiça nunca falha
protege promotor que
atropela ciclista por nada
Na cidade do arranha céu
Nóis temos a guerra civil
crianças sem estudar
construíndo seu futuro com fuzil
Na cidade do arranha céu
ganhamos em belezas naturais
que serve pra maquiar a
violencia que é demais
Na cidade do arranha céu
eu peço paz e felicidade
Deus proteja esse povo
e que der-lhes orputunidades
 
minha cidade

 
Aí guerreiro levanta a cabeça
siga em frente
não deixa a inveja dele
dominar sua mente.
A sua história
vai ser de conquista
a sua vitória
vai ser merecida
voçê só precisa
acreditar.
Porque Deus tá aqui
e vai de abençoar.
Não se esqueça
a fé move montanhas
o mal não vai conseguir
te deixa na lama.
Mais quando estiver
no topo
não se esqueça de Deus
porque ele é muito
maior que todo dinheiro seu!
 
fé

sonhar é opcional

 
sonhei em não acreditar
num sonho onde não se pode amar
acreditei e lutei
no sonho que não tem rei
respeitei o sonhos seu
então respeite o sonhos meu
maior sonho,só deus pra julgar
respeitar em primeiro lugar
maior sonho só se for sonhar
to jeito que tá
o sonho te resgatará
mais deus em primeiro lugar
se seu sonho se concretizar
a realidade vai melhorar
você precisa acreditar
seu sonho vai ser um sonho
se você não lutar
a realidade é um sonho
pra uns e pesadelos pra outros
mais um pode mudar o sonho de todos.

Alex Sandro

[b]hoje eu sonho
no amanhã
ser melhor.
[/b]
 
sonhar é opcional

ajudar

 
São poucas pessoas
que tem compaixão
mais felizes aquelas
que estendem a mão
que não deixam sequelas
em seu coração.
que perdoa e tem o perdão
que tem disponibilidade pra ajudar
para aqueles que precisar.
No olhar de Deus todos somos imãos
então ajude
ser quer conseguir o perdão.

Alex Sandro 01/04/2011
 
ajudar

Poema inspirado

 
As vezes a criatividade como um pássaro voa e me abandona.
Me deixa a deriva no meio de um oceano de duvidas.
Desalentado, sozinho, perdido em pensamentos, o desespero vem a tona.
Mas minha teimosia, minha inquietude, me traz lembranças devidas.
Então volto a rabiscar o papel amarelado do caderno.
Escrevo pequenas frases desconexas, sem valor.
Mas mesmo tentando, não tenho prazer em meu verso.
No meu celular fito uma imagem, a foto do meu amor.
Os olhos castanhos claros do meu amor me fitam com doçura.
Encho-me então de coragem e avanço nas folhas velhas de papel.
Escrevo...escrevo... com diligencia, e ao mesmo tempo com ternura.
Constato então, ao olhar mais uma vez pr'aqueles olhos cor de mel.
Que o que move o verso, é o amor, verdadeiro e simples, forte para enebriar.
Assim me alegro, pois guardo no meu peito esse ardor que não se explica.
Esse amor que não se mede, não se pesa, apenas sente, apenas ama.
 
Poema inspirado

sono profundo

 
ouço, choro, ouço grito
o meu corpo eu não sinto
ouço gente ao meu redó
mais pareçe que estou só
minha mãe chora por mim
mas porque se estou aqui
nao consigo respirar
me está escapando o ar
me sinto flutuando
me sinto em outro plano
tem muita gente falando
é de mim ou é um engano?
está queimando meu pescoço
agora sinto meu corpo
na mimha mente um flashback
de agora à moleque
vejo a cena
eu arrumando problema
uma bala me acerta
perfurando minha tésta
estou no sono profundo
partindo pro outro mundo.

Alex Sandro
 
sono profundo

há esperança

 
Pai me proteja desse mundo covarde
pra que eu possa sonhar
no que eu vou ser mais tarde
E não acreditar
nessa realidade
aonde eu vejo gente
sem onde morar
Vejo gente
se acabando de chorar
Vejo a desigualdade social
Vejo se espalhando o mal
Vejo o precoceito racial
Só não vejo
pedirem PAZ mundial
Mas ainda há esperança
que o mundo melhore
para o futuro
de nossas crianças
 
há esperança

Não fazem nada

 
nosso país
um dia vai melhorar?
eu acredito que não
num país onde os gorvenantes
são os piores ladrão
e eles ainda fala que é do povo
desculpe falar
mas eles são vagabundos,preguiçoso
eles não querem saber
oque nóis pensa
eles querem pedirem voto pra gente
pela imprensa
eles são os causadores de tanta violencia
o brasil não ver o tanto de
politicos incopetentes, na hora do voto
mais quando o safado ganha
logo aumenta os impostos.
não posso dizer que a populaçao
é culpada.
porque todos os politicos são
ladrões e NÃO FAZEM NADA.

Alex Sandro
 
Não   fazem  nada