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Doravante sigo assim: Beijando essa boca De colorido carmim. Comendo a fruta, Sorvendo o sumo, Saindo do prumo Com limão e gim. Não meço as palavras, Perdi o juízo, E se for preciso Digo até que sim Ao incoerente Que se faz prudente E agora inclemente Se apossa de mim. Deixei de remar Contrário à correnteza, Minha natureza Cansou-se por fim De querer conter O sangue desatado, De querer, a nado, Chegar a Pequim. (Talvez seja viável Se eu, futuramente, Falar mandarim). Por hora me traduzo Nessa “balada de mim”. Passar bem! (Decerto cheguei ao fim).
Frederico Salvo |
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Direitos efetivos sobre a obra. http://pistasdemimmesmo.blogspot.com/
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| Enviado por |
Tópico |
| gabrielas |
Publicado: 07/04/2012 13:42 Atualizado: 07/04/2012 13:42 |
Colaborador   Usuário desde: 03/09/2010 Localidade: Mensagens: 505 |
 Re: "Balada de mim" E eu vim aqui deixar de mim, pózinhos de perlimpimpim, que o poema merece sim. Boas amêndoas. Gabrielas
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