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Poemas de desilusão

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares da categoria poemas de desilusão

Estou triste, desiludida e cansada 🌹

 
Estou triste, desiludida e cansada 🌹
 
Estou triste, desiludida e cansada
Das dores que me castigam
O corpo e a alma
Das injustiças, de tanta falsidade
E a hipocrisia do ser humano
De ver as pessoas a viver de aparências
De ver tanta desigualdade
Entre ricos e pobres
De ver tanta maldade, que fazem às crianças
De tanta incompreensão no trabalho
Das falsas promessas dos nossos governantes
De conviver com pessoas egoístas
Maldosas fúteis e inúteis
De ver prosperar a impunidade
A nossa justiça é cega
De ver tanto sofrimento, no abandono dos velhos
De tanto desamor, entre pais e filhos
De ver tanta falta de fé e de esperança
De ver portas fechadas para quem mais precisa
Que mundo é este em que nós vivemos?

Lavo a minha alma triste
Num terror latente
De gelado mar de tanta desilusão.

🌻🌹
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
Estou triste, desiludida e cansada 🌹

Esta depressão que me queima a alma 🌺

 
 Esta depressão que me queima a alma 🌺
 
Esta depressão que me queima a alma
Seca-me o sangue, seca-me o coração
Aperta-me o peito contra uma rocha
Fere-me o corpo com a escuridão
Deste castelo que é esta vida
Maldita e bela
Com fome e tudo e nada
Sinto-me gelada
Arder no fogo de um tronco da árvore
Do poço profundo que é a minha alma
Olho para mim e não me reconheço
Já não sei quem sou
Serei um pedaço de carne podre
Sem sangue sem alma
Neste mundo selvagem e feio
Como uma peste de inveja e ódio
Sinto a minha alma gelada e morta
Como se fosse as águas do rio
Choram de amor, choram de frio
Choram por tudo e por nada.

╭•⊰ 🌺

Quando me vi ao espelho
Não reconheci a minha alma
╰⊱♥⊱╮💕╭•⊰ 🌺
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
 Esta depressão que me queima a alma 🌺

Sou uma sereia que anda perdida 🌹

 
Sou uma sereia que anda perdida 🌹
 
Sou como um barco perdido
De um pirata adormecido
Que vive encantado pela sua bela sereia

Que canta nos seus ouvidos e gela-lhe o coração
A tempestade e o vento balançam o navio
Com o seu corpo vazio e sem emoção

Perdido de amor está pela bela sereia
Que não vê que está perdido
Neste mar encantado do seu amor e paixão

Lá vai a sereia perdida anda à deriva num barco
Sem rumo, nesta tempestade de amor e de desilusão
Levando consigo um coração frio, gelado

Com medo das palavras servir, partilhar, verdade
Liberdade, amigo, sorrir, falar, ouvir, dialogar
Compreensão, confiança, compaixão, ternura, amar

Anda à deriva, a nossa sereia neste barco sem rumo
Com medo das palavras fortes que tocam
O coração gelado que derrete com medo

Somos como areia e o mar, juntos e enrolados
Quero amar-te como as nossas bocas sabem amar
Queria ser uma sereia para ver as estrelas do céu

Beijar-te esta noite a saber a sal
Amar-te como os salpicos,de água salgada na tua pele
Encontrar-te no mar e perder-me na areia

Quero amar o cheiro a maçã da tua pele
O brilho dos teus olhos castanhos
O sorriso dos teus lábios da tua boca

A minha pele com a tua, os meus olhos nos teus
Os meus lábios em ti com cheiro a hortelã na tua boca
Sou uma doce sereia que anda perdida no mar.

🌸👒
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
Sou uma sereia que anda perdida 🌹

GRANIZO NA ALMA 🌹

 
GRANIZO NA ALMA 🌹
 
As tempestades de granizo
Que assaltam a nossa alma
E o nosso coração
São como as pessoas
Que nos mentem enganam
E traem, que apunhalam-nos
E deixam em carne viva
As nossas costas e o coração
Sentimo-nos como se estivéssemos
Geladas de desgosto
Como dar ou se dá a outra face
Se elas parecem lobos em pele de cordeiro
Será que não podemos abrir mão das pessoas
Com defeitos e que devemos perdoar?
Elas não veem que a beleza fundamental
Está no interior do coração
Não quero iludir-me umas são do bem
Que trazem amor, mas outras trazem o mal
O ódio, a inveja e o rancor
As tempestades são passageiras
A maldade humana não.

🌹
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
GRANIZO NA ALMA 🌹

Sou um velho diário deitado no lixo 🌻👒

 
 Sou um velho diário deitado no lixo 🌻👒
 
Sou um velho diário
Deitado no lixo
Na areia esquecido
Quando a dor não cabe no peito
Fica na alma e transborda de insónia
Sou um velho diário
De rosto estampado, calor
Fogo, alegria nostalgia e expressão
Sou música, palavras, frases
Um reviver, uma ilusão
Do presente e do passado
O meu diário é um amigo
É uma doce companhia
Pétalas de rosas entre as folhas secas
Numa bela recordação
Mas hoje querido diário será diferente
Vou sorrir e voltar a viver
Deste diário velho deitado no lixo
Que tanto amou deixou saudade.

Escrevo o que o meu coração vê
Mas a minha alma
Sente-se num jardim de belas flores

🌹🌻👒
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
 Sou um velho diário deitado no lixo 🌻👒

Quando a morte chegar as flores serão imortais🌹

 
 Quando a morte chegar as flores serão imortais🌹
 
Quando a morte chegar
As flores serão imortais
Os lameiros verdes e frescos
As fragas estarão escaldantes
Pois quando a morte chegar
O meu coração sentirá paz
Murmurarei uma canção
E as aves levarão a minha solidão
Para longe sem eu saber
E na mão de Deus descansarei
A minha alma
Quando a morte chegar
Sentar-me-ei num palácio encantado
Como numa escada estreita de ilusão
Entre um suspiro tímido de idos adormecidos
Quando a morte chegar
Espero estar pronto para recebê-la
Com a paz das flores na alma
E sem tempestades no coração desta minha partida.

✍ 🌼
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
 Quando a morte chegar as flores serão imortais🌹

Sombra que alberga os mortos 🌹

 
Sombra que alberga os mortos 🌹
 
Sombra que alberga os mortos
Que sozinhos se encontram
Nas páginas escritas do velho livro

Nos sonhos que enfeitam os vivos
Pedras geladas de tantos tormentos
Delírios do mar por se encontrar em terra

Nos cravos perfumados de rosas
A minha alma é um cadáver
Onde pesa-me a dor que sinto no peito

Na lama onde me deito nu
Com as saudades de quem quer estar vivo
Pedras, lama, barro, sombra perfumada

Num belo sonho dos mortos
Sombra perdida deste mundo
Porque dos vivos nada sei nem quero saber.

O Inverno morre despido
Pela intensa neblina
Na serra

🍁ღ🌹
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
Sombra que alberga os mortos 🌹

Óculos escuros, caligrafia ao luar rude de afetos 💖

 
Óculos escuros, caligrafia ao luar rude de afetos 💖
 
Óculos escuros, caligrafia ao luar
Tento escrever para não ter medo
De sofrer, de pensar, de amar
Partir as correntes, que prendem o silêncio
Grito ao vento, para não viver um inferno
O sofrimento que dura momentos
Dança nocturna feita em desenho
Na areia da praia, estratégia da alma
Ferida, magoada, saciada de desejo salgado
Ocultos sentidos de esguios instantes
Promessas alimentadas numa fogueira de cinzas
Rochas plantadas no coração rude infeliz
Sobre os pés de um pobre coitado, abandonado
Braços abertos, loucos de poesia
Sobre o regaço da imensidão
Mente fria, fechada, alheia a tudo
Luz que procria, que prevalece, na lucidez
Chama reflectida nas profundidades
Dos olhos cegos, doentes, disfarçados, massacrados
Nas ventanias do desassossego, arrancadas de dor
Solitária escuridão de um caminho perdido
No tempo esquecido de afectos sentidos de flores
De amores, de emoções, rude talvez de afetos.

💖🍁
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
Óculos escuros, caligrafia ao luar rude de afetos 💖

✿Encontro um silêncio numa fraga*

 
✿Encontro um silêncio numa fraga*
 
Encontro um silêncio incompleto numa fraga
De musgo de tantas saídas sobre os labirintos no trilho
Ausência que se exibe solitária adormece num corpo exposto
Veredas no caminhando de fragas escorregadias na serra
Peregrino sem conseguir ver o mundo a mover
Compasso firme deste caminho estreito da serra
Diante de mim sozinha há um vínculo
Que me prende nesta subida que tento ser neste combate
Uma vencedora, mas não é pela morte que tanto me persiste
Sou como uma fraga nua e crua posso cair porque exijo demais
Emoções que descobrimos encontramos no sossego
Da alma ferida e sentida tem sede de amor, alegria, sorte, desejo
Pensamento que esqueceste e sentiste no afogamento das lágrimas
Procurando um sorriso sem tristeza ou dor feito em harmonia
Hei de escrever-te um poema na ardósia preta dourada
Seara de trigo entre a fraga

👒🌸
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
✿Encontro um silêncio numa fraga*

Cantos da minha pobre alma 👒

 
Cantos da minha pobre alma 👒
 
Este grito que vem das minhas entranhas
Traduz em mim, numa dor tão grande
Alma em suspiros reprimida no peito
Desabafa a saudade em querer viver

Piso a antiga calçada de frias fragas
Com os pés descalços, num caminho
Que é longo, com os anos passados
No eco das frágeis asas com que voa

Já sem força e talvez já sem vontade
Tempo perdido no inverno que é frio
Na própria sombra onde olhamos sem
Conseguirmos sequer olhar para ver

Este mundo infernal que se está a tornar
Entre caminhos solitários que nos leva
De volta à loucura consumada de qualquer
Amor, tempo de diferentes caminhos

De noite já cansada nos cantos de casa
Procuro um ninho para os desejos da alma
Afogada nas lágrimas, balança na imensidão
Procurando nos cantos da minha pobre alma

Os que vivem nas sombras dos que eu já amei.

A dor plantou em mim
um belo jardim de rosas

☘👒🌹

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
Cantos da minha pobre alma 👒

Estou cansada de sorrisos forçados👒

 
Estou cansada de sorrisos forçados👒
 
Estou cansada, triste de sorrisos forçados
Conversas onde ninguém ouve ou quer ouvir
Onde todos queixam-se e ninguém tem razão
De máscaras, de fingimentos, mentiras
Choros paranóicos, de aparências ilusórias
Realidade construída, de sonhos, desilusões
Da crueldade e da curiosidade mórbida alheia
Orgulhoso desmedido sem vergonha
Estou cansada de gente falsa sem sentimentos
Cansada da tanta injustiça de tanta maldade
Que me deixa com um nó preso na garganta
Porque não consigo engolir todo o mal
Sinto-me cansada deste mundo de mentira
Falsidade e intriga, nos dias de hoje é muito difícil
Encontrar alguém que realmente queira o teu bem
É uma deceção, sinto-me cansada, neste mundo
De tanta maldade e futilidade.👒

Benditos sejam
Todos os meus inimigos
Eles pelo menos
Não me conseguem trair.

👒🎀
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
Estou cansada de sorrisos forçados👒

Inverno frio de meu coração

 
Inverno frio de meu coração
 
Fico as vezes sem os momentos, perco-me dos instantes da vida
Como um sombra me padeço na desilusão
Para uma direção os ventos me leva em sonhos
Quem causa tudo isso é você um amor não correspondido
Fico noites sem dormir, te amo tanto, acordo nas madrugadas
Aquele silêncio vazio vivo em espanto
Inverno frio de meu coração, nevoando

Flores de minha boca que choram na primavera
Folhas de outono, caindo em lágrimas no chão
Verão de meus lábios ficam sem o brilhos do sol quando não beijado, minha alma chora
Na desilusão meus olhos triste em lágrimas
Pingam as gotículas em minha dor

Ando pelo mar da vida em busca de ti
Nem o tempo apagará os meus passos
Somente você me completa
Vou pelos caminhos dos teus olhos tentando te encontrar
Você é o meu amar, o meu mar
Por você morro de paixão, hoje sou somente solidão

Autor: martims
JOS´SE CARLOS RIBEIRO
12.08.2015

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Inverno frio de meu coração

Perdi-me nas sombras na chuva 🌺

 
Perdi-me nas sombras na chuva 🌺
 
Perdi-me nas sombras
Molhei-me na chuva
Desci ao inferno
Senti os seus horrores
Sombras perdidas na chuva
Onde abri feridas e rasguei as dores
Olho a janela
As gotas batem nos vidros
Sinto-me exposta aos temores
Perdi os sentidos e todos os amores
Corrói-me com o ácido no corpo
Porque ousei e desejei cheirar as flores
Jardim solto da minha alma
Desci ao inferno, senti os horrores
Perdi-me nas sombras, molhei-me na chuva.

Abra a porta
Para que entre
A luz da felicidade

❤️

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
Perdi-me nas sombras na chuva 🌺

✿A minha doce alma está sepultada*

 
✿A minha doce alma está sepultada*
 
A minha doce alma está sepultada
Esquecida, derrotada, aprisionada
A solidão é tanta
Que a angústia parece sufocar-me
Sufocada numa mente vazia
Que grita para ninguém ouvir
Cativa por medos
Feridas abertas que tardam em fechar
O desespero leva-te ao delírio
E o coração parece parar
As lágrimas que caem dos olhos
Queimam-te a face
Mas que fazer quando se perde o gosto pela vida?
Vou esperar até a tempestade passar
Afinal isto não vai durar para sempre, vou acreditar
Que a minha alma vai voltar a sorrir.

🌸
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
✿A minha doce alma está sepultada*

Há em mim um silêncio╭•⊰ 🌺

 
Há em mim um silêncio╭•⊰ 🌺
 
Há em mim um silêncio
Uma agonia que me afecta
Que se esconde nos instantes
Perdidos dos dias de inquietude
Há em mim uma mágoa que vai ficando maior
Num longo triste e eterno percurso
Onde os meus escritos estão gravados
Na minha própria loucura talvez sã
Livro-me desta demência num velho livro
Já lido e gasto pelo tempo.

A gratidão é agradecer
O pouco que temos.

🍁
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
Há em mim um silêncio╭•⊰ 🌺

ღ Escrevo as cinzas na alma *

 
ღ Escrevo as cinzas na alma *
 
Escrevo que as cinzas do meu rosto
São feitas de letras, palavras escritas
Com os dedos de fogo numa melodia
Entre os lençóis de seda preta de lava

Mordo a escuridão num véu que me cobre
O rosto nas cinzas que voam na escuridão
Alma que a solidão tratou virar do avesso
Corro, fujo, entre as rimas de fúnebre

Sentimento meu, para não me afundar
Neste meu amordaçado sentir retalhado
Escrevo as palavras que o meu coração dita
Na poeira que as cinzas deixam na lareira

Resto de fogo, de luz, na sufocada escrita esta
Que corre nas veias, sangue numa prece muda
Muda de letras, palavras sentidas como um campo
De belas papolias que o vento tenta levar a dançar

Num lençol de letras escritas de momentos nossos
Onde o meu corpo pede o teu, num viril vendaval
De palavras, história de amor escrita num deleite
Mútuo, nas cinzas que nos cobrem o corpo como fogo.

🍂
Isabel Morais 💖 Ribeiro Fonseca
 
ღ Escrevo as cinzas na alma *

Oh morte de longas negras vestes, os lobos ✍

 
Oh morte de longas negras vestes, os lobos ✍
 
Oh morte de longas negras vestes
De garras afiadas, foice na mão
Oh amiga esperança que agarra a alma

Que acelera tão forte o coração
Granito polido, escorrido do céu
Soltam uivos de medo ou escuridão

Entre os lobos que anunciam a morte
Largam suspiros arrancados no peito
Capa sombria que lhe cobre o corpo

Fecundadas mágoas das dores sentidas
Lágrimas soltas caídas nas velhas eiras
Nas pedras frias que já cobrem os ossos.


Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
Oh morte de longas negras vestes, os lobos ✍

✿Nada me pertence nesta maldita terra*

 
✿Nada me pertence nesta maldita terra*
 
Nada me dói mais do que a própria dor
Nada me pertence nesta maldita terra
Nada me afoga nesta areia do deserto
Nada é por culpa deste meu cansaço
Nada é do silêncio da minha pobre alma
Nada me faz sofrer nesta bendita vida
Nada é ou foi deixado ao acaso
Nada é mais doloroso do que a solidão
Nada há de apagar as rugas do meu rosto
Nada se sente, nada se apaga da mente.

🌹🌼
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
✿Nada me pertence nesta maldita terra*

As flores que eu amo secaram🌹

 
As flores que eu amo secaram🌹
 
Estou tão cansada de sonhar
Das flores que eu amo, secaram
Morreram no jardim da saudade
De sentir na alma uma tempestade
Num abrir e piscar de olhos
De uma obscuridade palpável
Em duelos feitos de cúpulas na noite
Refeitos em pérolas, diamantes
Pôr do sol em fluxos turbulentos
Há sempre um demónio que vive entre nós
Mesmo quando o sol se põe no horizonte
Cuja alma pertence ao inferno
Estou cansada dos sonhos que desfalecem
Amar as coisas que não são eternas
De confiar e esperar por novos sonhos
Estou cansada, tão cansada
De todas as lágrimas perdidas, esquecidas.

Isabel Morais💖 Ribeiro Fonseca
 
As flores que eu amo secaram🌹

Dizes-me meu amor que estou gelada e fria👒

 
Dizes-me meu amor que estou gelada e fria👒
 
Dizes-me meu amor
Que estou gelada e fria
Talvez, talvez
Eu apenas não consigo sentir
E dizer os meus sentidos
Sinto frio, frio, mais frio
Não consigo alcançar minha alma
Só consigo sentir tristeza
Quantas mentiras e memórias
Desaparecem e tornam-se verdades
Dentro do vazio da minha alma
Não pararia de correr
Mas eu sou forçada a desistir
É tão difícil, ver o meu rosto
No frio do espelho
Eu só quero saber no que me tornei
Mas, mal posso escrever estas linhas
Na parede das minhas orações
Soando como uma culpa, ouvi e senti
Elas morrem em harmonia
Com a ganância e traição
Quero que sejas meu
E dês vida ao meu coração
Ao meu corpo frio, gelado de dor
Vivo com as memórias
Lançadas em melodias, como eu posso fugir
Fugir desta dor sem fim.

🙏🌻👒
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
Dizes-me meu amor que estou gelada e fria👒