Poemas, frases e mensagens de solfigueiredo

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de solfigueiredo

Soneto: Encontro de Poetas!

 
Soneto: Encontro de Poetas!
 
Encontro de Poetas!

Ontem, eu fui ao encontro de poetas,
No Brasil, o primeiro do Luso Poemas!
Declamaram e cantaram vários temas...
Vi um lindo coral com canções repletas!

Dizer o melhor momento é um dilema...
Dentre tais apresentações, a predileta,
Nem saberia escolher, sendo correta...
Nem quero resolver esse tal problema!

Foi um programa tão bem elaborado,
Pelo poeta e amigo José da Silveira,
Apresentou então a versão brasileira!

Não vejo a hora de novo encontrar...
Meus amigos poetas já assim amados...
Noutrora advir e mais ainda me encantar!

© SOL Figueiredo
16/07/2012 – às 05:55h

Publicado no Recanto das Letras em 16/07/2012 – às 06:46h

Código do Texto: T3780143
 
Soneto: Encontro de Poetas!

AO AMIGO, POETA E COMPOSITOR, ZÉ SILVEIRA DO BRASIL

 
AO AMIGO, POETA E COMPOSITOR, ZÉ SILVEIRA DO BRASIL
 
AO AMIGO, POETA E COMPOSITOR, ZÉ SILVEIRA DO BRASIL

J osé Silveira, meu querido amigo,
O rgulho-me em estar na tua lista...
S ou tua fã, por esta alma altruísta,
É s especial, vou compor contigo...

S uave brisa toca ao nosso ouvido...
I luminas com a canção, ó sambista!
L uz interior, uma alma de artista...
V ens pra nos encantar, embevecido!

E nergia já está no ar, és meu luar...
I nventas, reinventas o canto,
R ios de palavras, navego em teu mar...

A migo, sem querer mais te deixar...
É s um sonho bom; és feito de encanto...
S im, eternamente, iremos te amar...

SOL Figueiredo – 21 de julho de 2013 – 16h
 
AO AMIGO, POETA E COMPOSITOR, ZÉ SILVEIRA DO BRASIL

Campanha contra Pedofilia: Quem desconstruiu minha menina?

 
Campanha contra Pedofilia: Quem desconstruiu minha menina?
 
Quem desconstruiu minha menina?*

Fizeram de mim uma boneca de pano,
Quando ainda era criança inocente,
Ao invés de pano havia somente gente,
Causando em meu ser tamanho dano!

Fizeram de mim um brinquedo de cordas,
Quando era apenas uma menina pobre e doce,
Fazendo coisas ainda que de forma precoce.
Sim, teu consciente sabe e também não concordas!

Fizeram de mim um parque de diversões,
Quando era ainda muito tenra e serena.
Como foi dura essa horrorosa cena,
Onde sofri as mais pavorosas emoções!

Fizeram de mim um poço de desejos,
Quando havia em mim apenas sonhos,
Sonhos de menina de olhos tristonhos,
Ser feliz era um dos meus ensejos!

Fizeram de mim um ser sofrido,
Quando em todos os momentos
Tão repletos de rejeições e tormentos,
Transformei-me num ser assim fingido!

Fizeram de mim um bloco de gelo,
Quando me tiraram a esperança
A tal doce inocência de criança,
De quem só queria amor e zelo!

Fizeram de mim uma pessoa adulta,
Obrigando-me sê-lo antes da hora,
Embora não o deixe de ser agora,
Com essa dor que nem tempo sepulta!

*Lembrando a dor das meninas que são abusadas todos os dias por seus familiares e pedófilos e, ainda, das pequenas meninas moradoras de rua!

SOL Figueiredo
 
Campanha contra Pedofilia: Quem desconstruiu minha menina?

Sonhei com teu sorriso... -Dueto de SOL Figueiredo e PCoelho

 
Sonhei com teu sorriso... -Dueto de SOL Figueiredo  e PCoelho
 
Dueto Sonhei com teu sorriso! Paulo César Coelho & SOL Figueiredo

Sonhei com teu sorriso... **

Sentei ao sol para ouvir o teu sorriso *
Corei ao sentir o teu calor no meu ouvido **
Busquei na memória uma lembrança tua *
Guardei assim, teu amor o qual eu já preciso...**

Voei bem alto para ofertar-te estrelas *
Sem vê-las, solicitei ajuda para a tal lua **
A lua nua mostrou-me onde tu ainda estavas *
Brilhavas enfim, no medo de perdê-las! **

Fechei os olhos p'ra senti-la, estrela matutina... *
Luz que descortina meu coração com teu amor... **
Calor que só alucina e tanto me enlouquece... *
Em mim entorpece, até parece uma dura sina!**

Autores:
Paulo César Coelho (*)
SOL Figueiredo (**)

© SOL Figueiredo e Paulo César Coelho – 20/07/2012 – 20:54h

Publicado no Recanto das Letras em 22/07/2012 – às 18:23h
Código do Texto: T3791708– Dueto 119
 
Sonhei com teu sorriso... -Dueto de SOL Figueiredo  e PCoelho

Dueto Nesse barro que me esbarro! SOL Figueiredo & Marcos Loures

 
Dueto Nesse barro que me esbarro! SOL Figueiredo & Marcos Loures
 
Nesse barro que me esbarro! SOL FIGUEIREDO e marcos loures

Nesse barro que me esbarro,
Vou sofrida em triste vida,
Modelando máscaras doídas,
Perdida, narro esse escarro!

Cuspo fora a dor da latência,
Cumpro uma missão bem comprida,
Revelo minh’alma já contida,
Sentida, pareço sem clemência!

Esbarro em gente que mente,
Sigo em frente, sou demente,
Finjo contente, com fé na vida!

Sem rumo, já sem semente,
Aturdida, corro na tua frente,
Sim, tu és meu presente da vida!

© SOL Figueiredo - 26/05/2012 – às 06:55h

A vida regurgita a dor enquanto
Meu passo segue além do quanto outrora
Pudesse desenhar o que ora aflora
Moldando com certeza o seu quebranto,

Porém quando envolvido em teu encanto,
A dor que habita na alma não demora,
E o mundo se desenha em rara escora
E mesmo após a queda eu me levanto,

Petardos quando em volta do que um dia
Mostrasse simplesmente uma sombria
Verdade que domina e nos transforma,

Apoios em momentos tão coléricos
Expressam caminhares quase homéricos
Ditando em esperança a nova norma...

© Marcos Loures – 27/05/2012 – às 08:50h

Publicado no Recanto das Letras em 25/07/2012 – às 20:37h

Código do Texto: T3797114– Dueto 87
 
Dueto Nesse barro que me esbarro! SOL Figueiredo & Marcos Loures

Calo-me (Canto II)

 
Calo-me   (Canto II)
 
Calo-me (Canto II)

Calo-me diante do bêbado da esquina,
Pedinte, já querendo tomar uma aguardente!
Calo-me ao ver a dor daquela menina,
Prostituindo-se no meio daquela gente!

Calo-me diante de árvores derrubadas,
Sem ver verdes arbustos, nem lindas paisagens!
Calo-me ao ver tantas crianças maltratadas,
Sofrendo tais abusos e abordagens!

Calo-me diante dos roubos, corrupção...
Sem dizer um não, ou um simples basta...
Sem dizer nada para tal lei que devasta!

Você, eu e toda essa gente,
Gente que ignora, esquece e até mente...
Fingindo até que nada sente!

© SOL Figueiredo
13/07/2012 – às 15:25h
 
Calo-me   (Canto II)

Dueto - Loucura! SOL Figueiredo e Armindo Loureiro (Portugal)

 
Dueto - Loucura!  SOL Figueiredo e Armindo Loureiro (Portugal)
 
Loucura! - Dueto de SOL Figueiredo e Armindo Loureiro

Afinal o que seria a tal loucura?
Seria sonhar acordada contigo,
Te querendo mais que um amigo,
Encantada pela tua doçura!

Mesmo que tão longe estejas,
Fico a imaginar como te teria,
Amar-te a noite inteira, eu queria,
Meu corpo ardendo enquanto me beijas!

Louca por ti estou toda hora,
A desejar-te aqui e agora,
Na minha mente até chegar ao céu!

Sentimentos de dentro pra fora,
Desde que foste daqui embora,
Ora amado, jogaste meu amor ao léu!

© SOL Figueiredo
09/02/2012 – às 22:45h

Estou admirado com o teu mel
Duma doçura a toda a prova
Que ele nunca venha a ser o fel
A alguém que cante uma bela trova

Ou pelo menos, esse alguém não seja eu
Mesmo que tão longe eu esteja
Que essa doçura não fique ao léu
Encoberta de uma forma que não veja

Fico demasiado enlouquecido
Na espera de que isso não me aconteça
E agora até vou ser um pouco atrevido
Mesmo que às vezes tal não te pareça

Mas o que é que importa este sentimento
Que eu mantenho sempre em mim
Já que não se sabe quando vem o momento
Em que tu me amarás dessa forma assim.

©Armindo Loureiro - 10/02/2012

Publicado no Recanto das Letras em 10/02/2012 – às 23:07h

Código do Texto: T3492104– Dueto 8
 
Dueto - Loucura!  SOL Figueiredo e Armindo Loureiro (Portugal)

Meu sonho!

 
Meu sonho!
 
Meu sonho!

Sonho todos os dias, quero ser feliz...
Jogar fora o tal pesadelo medonho,
Arrancando de vez esse ser tristonho,
Talvez, ter uma vida que eu sempre quis!

Parecia que na vida o destino foi o juiz,
Mandando aquele amor embora, até suponho...
Sem dia, nem hora, mesmo assim, ainda sonho...
Nem sei se são bisonhos, se estás, peço bis!

Viver esse sonho de amor é o que proponho...
Um amor por toda vida, sem dores e abandono...
Sei, nem tudo no mundo são flores, sem dono...

Tamanho é esse meu amor que ora componho,
De tanto, tanto, tanto, tu és meu patrono...
Uma linda primavera, depois do outono!


© SOL Figueiredo
21/07/2012 – às 18:10h

Publicado no Recanto das Letras em 21/07/2012 – às 18:51h

Código do Texto: T3790186– Soneto 258
 
Meu sonho!

Camões, se transforma

 
Camões, se transforma
 
Camões, se transforma

L uís de Camões, alma apaixonada,
U m rio de palavras a versejar.
Í dolo dos poetas, a sonhar...
S ob o luar, a amada desejada.
- Qual louco amor por amar tal amada?
D evaneios! (venturas a imaginar)
E m ti, loucura já transformada:
- Quão límpida, naufragas neste mar!
C ios, seios, selas, selos selados...
A mor descompassado, desse jeito
M altrata e até transforma este sujeito!
O rvalhos vêm, caem... Vão molhados...
E nebriante, o amor não se conforma,
S acode a poeira de qualquer forma...

*Acróstico em Homenagem à Luís de Camões.

SOL Figueiredo

Publicado na Antologia Luís Vaz de Camões e seus convidados - Ed. Mágico de OZ - Portugal - Lançamento dia 08 de fevereiro às 15h, no Hotel Regente Golden Tulip - Av. Atlântica, Copacabana - Rio.
 
Camões, se transforma

Dueto À Alma Ardente! Geraldo Facó Vidigal & SOL Figueiredo

 
Dueto À Alma Ardente! Geraldo Facó Vidigal & SOL Figueiredo
 
Soneto à Alma Ardente

Bem ali. Saboreei o primeiro
beijo; e a pele macia sob a blusa.
- Sensações. Retornam, vendo o coqueiro,
qual o teu arrepio, à mão intrusa.

De novo olhando areia, céu e mar
me detenho, sentindo pena e amor.
Pena de mim, vivendo em outro lugar;
Amor, de arder; cenário de calor.

E se memórias te fazem presente,
revivente, febril de juventude;
se te sinto, de novo, assim fremente

_flutua em volta teu sorrir faceiro -
sei ser falso esse anseio, que me ilude.
Mas, Amor, este sei ser verdadeiro!

Geraldo Facó Vidigal

Esse nosso amor há de ser sim verdadeiro,
Não fora assim com o primeiro, não tão ardente...
Mas é evidente e digo-te logo de frente...
Não fora nem há de ser algo aventureiro...

Desde aquele presente, sinto-te na mente,
Certeiro, flechou o coração de primeiro,
E entrego-te esse sentimento por inteiro...
Não haverá nevoeiro que afaste, sentes...

No cenário que revelas o teu amor,
És ator principal, atuas com tal ardor...
A propor amor fatal, que se faz contente!

Intenso, amante, amor por amor sem pudor...
Imenso, ardente, amar por amar sem dor.
Do jeito que for, serei tua eternamente!

© SOL Figueiredo
27/07/2012 – às 18:15h
 
Dueto À Alma Ardente! Geraldo Facó Vidigal & SOL Figueiredo

Estou tão triste que nem sei...

 
Estou tão triste que nem sei...
 
Estou tão triste que nem sei...
Nem sei mais o que pensar, cansei...
Cansei de implorar amor, já dei...
Dei demais de mim, te perdoei!

Perdoei cada dor, só chorei...
Chorei sem rancor, te clamei...
Clamei por teu amor, vacilei...
Vacilei ao te propor, bobeei!

Bobeei por te querer sem lei...
Sem lei, assim te desejei...
Desejei a ti, até almejei!

Almejei ser feliz com meu rei...
És meu rei, amor fora-da-lei...
Ah, fora-da-lei, por fim, te amei!

© SOL Figueiredo
18/07/2012 – às 19:25h

Publicado no Recanto das Letras em 18/07/2012 – às 19:51h
 
Estou tão triste que nem sei...

Decepção!

 
 Decepção!
 
Decepção!

A decepção é um privilégio,
Como uma proteção divina.
Só um amor será o remédio,
A solução que a vida destina!

A decepção não é um lamento.
Um trampolim para fase melhor.
Tal dor assim, tanto sofrimento,
Acabamos aprendendo de cor!

É a hora de “sacudir a poeira”,
Um amor certo para vida inteira,
Quem sabe, iremos juntos envelhecer?

Depois de tamanha decepção,
Nunca mais eu quero sofrer, não!
Eu valorizarei a quem me merecer!

© SOL Figueiredo
In: À Deriva – 1º ed. São Paulo: Grupo Ed. Beco dos Poetas & Escritores, 2012.
 
 Decepção!

Amor da Minha Vida!

 
Amor da Minha Vida!
 
Amor da Minha Vida!

Meu amor, sim és tu e tão somente...
A razão dos meus dias, do meu viver...
Rios de amor a navegar p’ra te ver,
Cios a te desejar só em minha mente...

Ouço-te em mim e vou em frente...
Sigo os teus passos, versos a ler...
Vivo-te em mim, quero me perder...
Manhãs sem fim, estás presente!

Luz dos meus dias, meu amanhecer...
Obrigada por existir em meu ser...
Um sonho que se faz já contente!

Raios de luar a iluminar nos sente...
Enfim o amar, luz permanente...
Sempre juntos nesse renascer!

© SOL Figueiredo
22/07/2012 – às 07:40h

Publicado no Recanto das Letras em 22/07/2012 – às 08:01h

Código do Texto: T3790904– Soneto 259
 
Amor da Minha Vida!

Cada lua em ti!

 
Cada lua em ti!
 
Cada lua em ti!

É difícil de te entender...
De entender esse vosso querer...
Compreender se sou realmente tua...
Tu mudas assim, como muda a lua...

É verdade, a cada lua nova,
Tua mente logo se renova,
Se a lua muda e fica crescente,
Tais enganos surgem na tua mente!

Ao aparecer no céu a lua cheia...
Nada enfim se clareia...
Teu humor logo vai embora!

Assim, a cada dia de lua minguante,
Quem eu só queria como amante,
Num rompante, sai porta a fora!

© SOL Figueiredo
25/07/2012 – às 07:45h
 
Cada lua em ti!

Sentimento em mim ora renova-se!

 
Sentimento em mim ora renova-se!
 
Sentimento em mim ora renova-se!

Cada dia passava, mais parecia amar-te,
Feito idiota, querendo gritar para o mundo...
Sem jeito, o quanto o meu amor fora profundo.
Amor tão maior, quisera enfim entregar-te!

Deixei de viver a vida só para adorar-te,
Louca por ti, viajei no ar por um segundo...
Ó meu coração, como és tão vagabundo,
Fica aí, deixando assim até enganar-te!

Não vês que o tal amor nunca fora para ti,
Deixa de ser tolo, o mal já senti daqui...
Se esse amor te deixou, então reveja-se!

Resista, não queiras nem ver, jamais ouvir...
Esse amor nunca mais vais ter que sentir...
Pois o sentimento em mim ora renova-se!

© SOL Figueiredo
16/07/2012 – às 17:25h

Publicado no Recanto das Letras em 16/07/2012 – às 20:11h

Código do Texto: T3781388– Soneto 252
 
Sentimento em mim ora renova-se!

Soneto para um amigo!

 
SONETO PARA UM AMIGO

P ra mim, tu serás este grande amigo,
A final, nem preciso te dizer...
U m amigo igual nunca hei de ter...
L ugar especial em mim, abrigo...
O ntem, hoje, sempre, estarei contigo...
C anto esse canto p’ra te agradecer...
É s meu luar, um novo entardecer...
S em ti, eu nem sei mais viver... Te digo!
A manhã, vou querer enfim te ver...
R azão do meu amanhecer, já fico...
T oda manhã, a te esperar e suplico...
U m novo rumo nesse meu viver...
É s a esperança, o jeito e a calma. eu fito...
S emelhança de duas almas, um rito!

© SOL Figueiredo
 
Soneto para um amigo!

Meu delicioso vinho de amor!

 
Meu delicioso vinho de amor!
 
Meu delicioso vinho de amor!

Sim, tu és esse meu vinho mais saboroso,
Tão apetitoso, degusto-te devagarzinho...
Nesse teu jeito de assim me fazer carinho,
Para mim, não há ninguém mais delicioso!

Um vinho suave, tal que és doce e gostoso,
Ao te olhar, todas cores tem um certo alinho,
Teu aroma é de um frescor, cheiro de pinho,
Saborear-te em mim, um sabor tão mavioso!

Frágil assim uma taça, ora forte como barril,
Um riscado, ou rosado, de sabores mil...
Gentil, tens a alma de adocicado perfume...

Leve como uma pluma tão logo subiu...
Vinho tinto com espuma de amor, já se abriu...
A dor não me cale, trago o cálice de teu lume!

© SOL Figueiredo
21/07/2012 – às 15:10h

Publicado no Recanto das Letras em 21/07/2012 – às 15:16h

Código do Texto: T3789899– Soneto 257
 
Meu delicioso vinho de amor!

Soneto 65: Desejo a ti!

 
Soneto 65: Desejo a ti!
 
Meu poema publicado:

Desejo a ti!

Transcende em mim essa vontade,
De te ter, todos os dias em que te vejo,
Fica ardendo esse enorme desejo,
De ser então tua, amada de verdade!

Ainda se esse dia está por vir,
Estarei em pensamento contigo,
Mesmo que sejas apenas meu amigo,
Meu coração não pára de te sentir!

À espera de um dia te conhecer,
Meus olhos querem sim te ver,
Minha pele com ardor quer te tocar!

Viver intensamente esse desejo,
Mais do que um simples lampejo,
Querendo docemente te amar!

© SOL Figueiredo
In: Amores d’ versos – Antologia, Rio de Janeiro: Sapere Editora, 2012.
 
Soneto 65: Desejo a ti!

DUVIDO

 
DUVIDO
 
DUVIDO

A minha vida sem ter a ti, dor...
Não sei mais viver; nem tem mais sentido.
Disseste que me amavas, mas duvido.
Duvido que me tenhas mais amor...

Quem ama cuida, dá o seu calor,
Quem ama rega, dá amor florido,
Faz do amor um jardim tão colorido,
Duvido que tu me ames, sim senhor!...

Duvido que no amor tenhas renúncia,
Que seja o coração a tal denúncia:
Um amor pleno, amor assim verdadeiro...

Duvido que me tenhas por inteiro,
Aí por dentro de ti, um amor eterno.
Duvido que a mim tenhas amor terno!...

SOL Figueiredo – 29 de janeiro de 2014 – 10h.
 
DUVIDO

Duelo Tal incêndio consome meu interior! SOL Figueiredo & Marcos Loures

 
Tal incêndio consome meu interior! SOL FIGUEIREDO, marcos loures e SOL FIGUEIREDO

Esse sentimento parece explodir,
Invadiu todo o meu corpo à dentro,
Tu és para mim, o único centro,
Já nem aguento, estás aqui a me consumir!

Queimando-me pouco a pouco, esquento,
Altas labaredas e fagulhas a cuspir,
Um vulcão de larvas em mim a implodir,
Esse sentir, sim, devora-me por dentro!

Nunca e nem ninguém jamais provocou...
Tal incêndio consome meu interior,
Penso e tento ser, enfim, só o teu amor,
Aumenta o tormento, por ti buscou!

Restou a esperança que há porvir,
Sentir nosso amor, por fim, vai fluir!

© SOL Figueiredo - 26/05/2012 – às 12:40h

Fluindo entre diversas tempestades,
O rio se encaminha para o mar,
É nisto que consiste o bem de amar
E nele mansamente agora invades,

Ousar acreditar, rompendo grades,
Tateio pouco a pouco, devagar,
E quando me imagino a divagar
Encontro nos teus olhos, claridades.

Traçando em poucas linhas, num soneto,
Ao quanto se apresenta, eu me arremeto,
E sigo cada rastro que tu deixas,

Embora mal percebas sigo os passos
E mesmo quando enfrento dias lassos,
Jamais escutarás; de mim, vãs queixas...

© Marcos Loures – 28/05/2012 – às 09:59h

Muitos ventos e águas sim passaram...
Em minha vida já tão sofrida,
Aturdida, fiquei então perdida,
Abatida com lágrimas, só aguaram!

Minha alma muito invadida,
Por tormentas e por tal desespero,
Querendo encontrar teu tempero,
Para acalmar essa dor bandida!

Espremida entre quatro paredes,
Fico a sonhar sentida com teu amar,
Procurando teu amor, nessas redes!

Busco uma saída para minha vida,
Somente o teu amor pode sim curar...
Essa alma assim já tão ferida!

© SOL Figueiredo - 28/05/2012 – às 10:20h

Publicado no Recanto das Letras em 05/08/2012 – às 19:20h

Código do Texto: T3815350– Dueto 88
 
Duelo Tal incêndio consome meu interior! SOL Figueiredo & Marcos Loures