Sonetos : 

Cápsulas pirulinas

 
As vezes douro cápsulas pirulinas
Na intenção de Miro beber,
Há perigo nas creches, conselhos, esquinas
Verdades que ninguém ousa dizer.

Vejo sempre o homem aranha
Pintando as paredes dos edifícios
No instante que a classe política ganha
Sem pudor ou sacrifício.

Ela me falou de namoro
Servindo café, pão de queijo e bolo
Pra mim com ela é tudo tão incomum,

Sabe bem que me dedico em dobro,
Amar não exige sacrifício algum
Na rádio notícias do fim da escala 6X1.


Mauro A Evaristo

 
Autor
Mauro Antonio
 
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