é em um caminho rendado de folhas
onde desenho passos famintos.
o ar cheio de ramos bailarinos
toca-me como quem sempre
soube desenhar almas
um quase‑lugar
um quase‑silêncio
um corpo que se deixa ficar
onde o tempo não corre,
apenas faz-me deitar
e ama-me
como se deve amar
Inconstante...
