como pode um poeta
não saber amar?
suas mil palavras,
pedidos de desculpas
eu não consigo entender
preciso muito saber
de toda e qualquer informação sua
pra me orientar nessa rua
e ver qual é a trajetória
desse simples devaneio
fantasia de amora
que me leva em um passeio
nossa, quantos pólens!
olhe as pétalas!
aquelas setas
atravessam o meu peito
É o ferrão quem perturba a abelha.
Escrito por mim no dia 11/03/2026 em Brasília-DF.