o verso te conta..
traz à mensagem e o aparato(te faz..)
quarto-suposto.
eco e afronta
confraria
o veto
e
a fé.
(e, algo)mais.. até,
além do exercício
carta em plenitude
vaga absorção
(irrisória)
..
carne da minha colheita
obra e dano
profano acto de tintas
às linhas trafegáveis
por um sonho(corpo-todo) teu
ao dia
ao repto inconsequente
vê..
é este contacto-repente
salvaguardado
exposto
em
sopro de fogo..
queima-me. à combustão em lisura dos olhos
dos corpos em fileiras nuas e aos sonhos.
e aos sonhos exilados de ti
próximo-consolo
próxima culpa
essa
indecisão
morada do meu alimento
o exemplo de fartura
e
à fome do teu pão..
a retirar