Poemas : 

devaneios

 
o verso te conta..


traz à mensagem e o aparato(te faz..)
quarto-suposto.
eco e afronta
confraria
o veto
e
a fé.


(e, algo)mais.. até,


além do exercício
carta em plenitude
vaga absorção
(irrisória)
..
carne da minha colheita
obra e dano
profano acto de tintas
às linhas trafegáveis
por um sonho(corpo-todo) teu
ao dia
ao repto inconsequente

vê..


é este contacto-repente
salvaguardado
exposto
em

sopro de fogo..



queima-me. à combustão em lisura dos olhos
dos corpos em fileiras nuas e aos sonhos.
e aos sonhos exilados de ti

próximo-consolo
próxima culpa


essa
indecisão

morada do meu alimento
o exemplo de fartura
e

à fome do teu pão..


a retirar

 
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Azke
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