Eu já tenho o que esconder,
Deixei fios de corda finos como cabelos,
Embelezei os,
Diria que os entrancei,
E saíram sequências sem nome de palavras bonitas,…
Nomes inocentes efeminados,
E a banharem se num riacho,
O sol,
Fatias de luz saboreadas pelos meninos da felicidade ,
Até a noite,
O que chamo de cubismo disfarçado,
Como desordens de escuridão que vão fazendo mira aos perdidos e desorientados,…
Está tudo guardado no eter,
Titulado sem ordem especifica,
E com um carimbo pretenso de poesia