eram sete e meia da
manhã de ontem,
tinhamos pisado o
mosto,
a aldeia acordava
em vagas de calmaria,
com o tempo,
em crescendo,
a caminhar nos
socalcos dos montes
envelhecidos,..
diziamos de nós
os números da noite,
a verdade posta
em cestos de verga,
onde a fruta
perde a luta com a
crueldade do sol,...
e eramos menos,
sempre cada vez menos,
postos em linha,
como se a frase
que restasse,
fosse o silêncio
casado com todos