Minhas sinceras desculpas,
por vos ter perdido,
ó versos que incitei,
para serem versos de alguém.
Falavam de um mar profundo,
das luzes e dos matizes,
que dos céus desciam
e nas ondas incidiam.
Prenúncios de estrelas
vagando ao sabor da maré,
com a vaga a empalidecer
num silente entardecer.
Novos mundos a poente,
sob o manto qu’ a tarde estende,
esperando que surja outro dia,
quando o sol era o que mais crescia.
Jorge Humberto
18/09/2026