https://www.poetris.com/
 
Acrósticos : 

As trevas diárias

 
Tags:  classicismo  
 
Sigo Ares,
meu mestre de cerimónias,
de espada e elmo erguido,
com sangue inocente nas mãos
dos meus irmãos do quatidiano.

Oh Oceanus!
lava as minhas mágoas e culpa,
no teu santo elemento,
límpido e cristalino sob a insígnia da verdade,
que eu prometo ser teu amante,sob a branca espuma das ondas.

E tal como Atlas,oh meu amigo atlas!
que carregas o peso do Mundo,
eu carrego o peso dos meus remorsos.
Pedindo a Nix nos seus aposentos que no fim do mundo me esconda no seu manto do Cosmos,
pois a minha vida na obscuridade,
é um inferno que se sente á flor da pele,
que se ergue das cinzas no sofrimento mundano da vida.

 
Autor
deep felling
 
Texto
Data
Leituras
506
Favoritos
0
Licença
Esta obra está protegida pela licença Creative Commons
1 pontos
1
0
0
Os comentários são de propriedade de seus respectivos autores. Não somos responsáveis pelo seu conteúdo.

Enviado por Tópico
Gothicum
Publicado: 29/11/2008 20:37  Atualizado: 29/11/2008 20:37
Da casa!
Usuário desde: 21/09/2008
Localidade: Galáxia de Andrômeda
Mensagens: 427
 Re: As trevas diárias
"A matéria mais complicada de se resolver é a vida, pois seus exercícios são longos e complicados de entender."
Rodrigo Ap.B.B.
Excelente alusão a mitologia. Muito bom. Obrigado por escrever e partilhar.