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Poemas : 

Divagações minhas

 
Não me digas porquê;
Apenas diz-me como;
Será que o destino não vé,
A meses que os pontos da vida somo.

E a meses que escrevo;
escrevo em busca de respostas;
Mas não encontro respostas com relevo;
Parece que perguntas parvas escrevo.

Enquanto escrevo cai uma lagrima;
Fico sentado a espera de um sinal;
Á noite sento-me na cama;
E espero por um sinal vital.

O destino não viu;
O que eu vi;
Logo o destino não consentiu;
Eu logo precenti.

Que a vida é feita de testes;
(Que temos que ultropaxar);
E de pestes;
Que temos k ignorar.

Enquanto escrevo;
Lembro-me de todas as provas;
(afinal para o destino sou um mero servo);
E de todas as lombas.

Penso em todas as amizades feitas;
Nos bons momentos paxados;
e nas amizades desfeitas;
e akeles momentos que pareciam abençoados.

Pressinto a chegada;
de algo amado;
e tambem pressinto a partida;
de algo odiado.


As dificuldades n nos esmagam, fazemo-nos!

 
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Key_JP
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