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Poemas, frases e mensagens de Fortunataaradia

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de Fortunataaradia

Serenidade...Aradia Fortunato.

 
Caminhar na serenidade para encontrar o sábio dentro de mim,escutar o vento que me sopra aos ouvidos verdades antigas que nem os maiores pescadores de homens percebem,eis o meu caminho agora!
 
Serenidade...Aradia Fortunato.

Arcanjo Gabriel...Poetisa Aradia Fortunato

 
Arcanjo Gabriel,viajante dos Deuses,
estrela do manto celestial,
senhor dos céus enamorados,
pelos pobres mortais.
Voas ausente estelar,trovador dos anjos,
colírio das ninfas lunares
teus cachos dourados,
Incendeiam as musas,
astrais com pensamentos angelicais.
Nobre cavaleiro celestial,
em Pégaso alado,frontal,
branco turvo seus olhos nacarados mel dos profetas.
Arcanjo dos profetas e dos iluminados.
Arcanjo divino,comendadeiro das estrelas fiandeiras,
do sol trovão,provocas doce iluminação.
Cristal puro do sétimo céu alado.
Arcanjo de Maria de Jesus Anunciado.
Bardo dos anjos,
lamparina de luz divina
Nobre semideus do amor e das rosas em flor,
viajante do deserto errante,
nobre mancebo angelical.
Senhor das asas do linho branco
e brilha em esplendor como um pavão em fogo no firmamento.
Arcanjo Gabriel senhor do amor,
vaso casto da perfeição
veludo dos deuses das asas trovão.
Arcanjo Gabriel,Arcanjo da lua de prata desnudada
Dançarino dos ventos enluados e enamorados,
E do pão e do centeio,que fulge no chão.
Arcanjo Gabriel,Arcanjo destruidor,
Gibril sagrado
senhor da Biblía consagrada,
e do Alcorão abençoado
com vedas em teu peito dado.
Guerreiro da maior conspiração espiritual.
Lute Arcanjo Gabriel Por Deus Adonai universal.
E quando morrer em seus braços de pluma neve quero estar.
Arcanjo Gabriel venha-me buscar no dia do Juízo final.
 
Arcanjo Gabriel...Poetisa Aradia Fortunato

O espantalho...Poetisa Aradia Fortunato.

 
Desprendido ao vento,o espantalho adormece
Cortejador das flore rastejantes
amor,amor,amor,chamo por ti
E só vejo um espantalho de dor.
Navega ao vento,cantor das andorinhas,
serpente alada,veneno astral,
Presença da terra ferida brutal.
E grito em teus braços de palha a minha sina maldita e fatal.
Repousa ventre invejoso da sua natureza astral,
Comedido e atrevido como um passarinho primaveril.
Grita em nua carne sua dor de fel
Não grites pobre espantalho tua posição
pregaram-te os teus braços em ferro no chão
Encheram tua cabeça de serradura e algodão
Esta é apenas a sua confissão
sou um abandonado espantalho,todo queimado,
pelo sol desvairado.
E não podes conter teus mil desgostos,
De palha estrada e olhos bolorentos,
mas sangras vinho e sangue nesta desdita
Agora partes espantalho sacrificado
Suplica dos ventos errantes,
roda triste,ensanguentado,abandonado,
e maltratado,crucificado,bobo da reinação.
Eras um duende palha,da ceara de trigo benfazeja
serrana,e rodas triste na tua altivez,
Tuas lágrimas de fel,as minhas estão no papel.
Encantas os pássaros,viajantes namoradeiros,
quantos casais fazendo a corte em teu fato rasgado de salsaparrilha velha.
E latão estragado,
salpicas as andorinhas com teus soluços fatais,
estás pregado no chão,já não danças mais.
Mas a tua alma pode voar.
E gritas espantalho estou só,
não tenho ninguém com quem falar,
Só me resta fechar os olhos para rodar ao vento meu irmão.
Posso não andar,mas afinal de tudo posso sonhar
 
O espantalho...Poetisa Aradia Fortunato.

Pequeno querubim...Poetisa Aradia Fortunato

 
Pequeno querubim
alma sedosa de mim
navega perdido em mim,doce tentador.
Adorador celestial do meu ser,
pequeno,envolvente e enamorado.
de asas caneladas de encanto e magia.
Voa alto em espírito livre
E me liberta musa torturada da manificante tiara alva.
E dança em meus braços de cerejeira flor,
Rubi enternecido,coroas de esmeraldas do firmamento em nossas mãos.
E qual andorinha dança em meu redor
tragando meu ser
amando minha teia purificada de poder
onde o homem morre,e o amor nasce
para prevalecer sobre toda a tirania humana
E solta o brilho fatal meu doce querubim e ofusca meus olhos.
.Pequeno querubim que lava meu ser,e me faz amar até encontrar tua alma em morte de amor
Doçe cometa celestial,homem querubim,rubi do firmamento,que esventrando toda a maldade,
ama em mim apenas uma menina mulher
e me faz sorrir mulher encantada das tuas doçes penas alvas em meu rosto de criança matreira,
E guerreiro do astral,meu santo pecador,leva-me em teus braços de poder
meu doce querubim fatal.
 
Pequeno querubim...Poetisa Aradia Fortunato

Nobre Cavaleiro...Poetisa Aradia Fortunato

 
Nobre cavaleiro,do meu coração,mortalha divina consagrada
Nobre mancebo,qual pêssego amante em peito ardente,
Deus da madrugada em diamante sereno.
Verdejante esmeralda,de cetim manchado em teu ser assim,
Nobre cavaleiro de marfim,teu dorso Zeus,
Teu coração hércules,teus prazeres Dionísio
e qual Alexandre o Grande sonhando em ser conquistador,
tu lutas pelo meu perverso e doce amor.
Tempestade divina,amante cruel,sedutor embriagado maligno,
choro do meu sedutor Amor.
Alma de cetim,meu corpo em flor de tamanho ardor,
Ver-te e fazer-mos amor.
Até a imensidão da escuridão,quero amar sem parar
a dor do meu corpo do pecado,
desse Deus embriagado
meu nobre cavaleiro alado.
Doce diamante de corpo molhado,sedutor em meu corpo torturado.
Sol e ouro e marfim,chora meu corpo assim.
Nobre cavaleiro de corpo musculado,
teus olhos o paraíso,o ser em mim,
enfim dentro de mim,qual Deus grego da luxúria.
Nobre cavaleiro sedutor teu corpo a cascata da serenidade,
em flor,maduro,homem de prazeres proibidos
senhor da minha vida e iras consumidas da paixão do coração.
Nobre galanteador,senhor dos meus desejos,
dono dos meus ardores.
Alma de prazeres místicos,come o meu espiríto,consome-me enfim dentro de mim
a morte desta derradeira paixão.
teu corpo o vapor,o vulcão dentro de mim
despeja essa lava ardente dentro de um vaso de marfim.
Nobre cavaleiro da perdição,ter-te e amar-te na lagoa da sensação
Meu corpo alado,minha pele de cetim tua morre em mim,
a minha alma ao ver-te assim meu Deus,meu cupido,
meu senhor,meu lucífer do Amor.
Leva-me em teus braços de ferro consumidos,
arde em meu corpo e ser destruídos.
E Serena como Selene minha alma ficou,
Vem meu carinho vamos fazer amor.
Meu nobre cavaleiro da minha tentação em flor,
quero-te tanto meu vulcão de amor.
Despe meu corpo perfume de açafrão,possuí-me e me ama no chão.
Ardendo como lagos de fogo em união
se unindo ao sol,em perfeita comunhão,
meu nobre viril caçador do meu coração.
Rei da primavera em flor
Vem meu carinho,vamos fazer amor.
Élfico Deus,Cernunnos do meu coração,
senhor das minhas fantasias,das jóias aladas,
dás-me doces iguarias refinadas,
de ardente paixão
e como uma explosão saindo da criação,diz-me meu amor
Vamos fazer amor?

Uma poesia feita ao maior Amor da minha vida que já partiu deste mundo a muito tempo,também de eterna saudade desse amor um dia vivido...Meu Amado Peter.
 
Nobre Cavaleiro...Poetisa Aradia Fortunato

Salgueiro Branco...Poetisa Aradia Fortunato

 
Castigado estava o Salgueiro frondoso,
Estava vivo,sem sorrir a sua alma danada
Seus ramos perenes,pentes de Fadas.
Tuas raízes fios de pratas alvas
Do coração das damas verdes.
Teus troncos círios dos anjos,
Fogueira das paixões imortais
consumiram teu ardor em seiva mortal
teu sangue,seiva vinho ambrósia divina,
tua saliva canto dos silfos
Tua dor o grito da terra,
que choras salgueiro branco por ela.
Pobre salgueiro onírico de tanta dor
teus braços já não dançam neste eterno clamor.
 
Salgueiro Branco...Poetisa Aradia Fortunato

Roseira Brava...Poetisa Aradia Fortunato

 
Roseira brava perene,selvagem como uma tempestade em fúria
estourava espíritos em trovão eterno.
A roseira brava como um dia de Carnaval era uma estrela pagã dançarina dos ventos vingativos,
era roseira brava da serenidade e da contemplação da natureza morta em esplendor.
A Roseira brava luta para sobreviver a desfolhada imortal.
Seu corpo frágil na chuva santa dança o tango dos silvos e fadas,
e permanece bela mesmo estando quase morta.
A roseira brava está coberta de lágrimas,
coberta de orvalho ouro puro,e jura que assim vai ficar até o verão a matar.
 
Roseira Brava...Poetisa Aradia Fortunato

Abandonada...Poetisa Aradia Fortunato.

 
Abandonada,alma penada.ferida cortada
Sombra largada,ferida,cruelmente despida,
Abandonada,traída nessa eterna ferida.
Como uma caveira em ira desmedida,noiva largada,
Nua na sombra da sua rainha.
Abandonada,desgarrada escreve escrita amaldiçoada,
Centelha apagada,semente carente
deste poente doente.
Abandonada,deusa sacrificada.
Magoada com o amor da imperfeição
chora deusa magoaram teu coração.
Alma ardente,vestida da dor do cemitério do amor,
purpura,alma vil,violetas dos desesperos mil.
Abandonada,alma mulher cerejeira prata.
Vestida de oiro mortal,teus auguros consumados,
Deusa do nada escreve esta desdita no papel,
Sangue e fel da dor moura
Rainha dourada e apaixonada,perdida em manto amor,
Semente da flor do ágar perturbador,
onde o amor morre em candelabros de vidro anil.
Abandonada,luz da perdição,chora na escuridão.

Fala sobre uma estimada amiga que sofrendo por amor,renasceu de novo.
 
Abandonada...Poetisa Aradia Fortunato.

Princesa dos Morangueiros...Poetisa Aradia Fortunato

 
Princesa dos morangueiros e dedais,
Assustas os ventos com teus gritos mortais.
Sangue da terra trovador,
vento de minas,sangue do amor,
Morangueiros doces,tão mortais,
beijos de ninfas adormecidas em samurais.
Princesa dos morangueiros,em teu regaço dorme Reis imortais.
Adormeces em vinhas frondosas com seios celestiais.
Não chores Deusa dos vinhos e dos mortais,
carcaça dos Deuses,cálice dos imortais.
Chuva doce de primavera que escorre em campos frondosos sem razão alguma.
E dança Elfa divina,neste prado da sensação
e esmaga os morango no coração.
Deusa do doce rubi do caramelo vinagre,
Sedutora espectral,rastejante de folhas mil,
de verde esmeralda,carmim doce como mel de amor
ambrósia da semente fatal.
Princesa dos morangueiros,doce ninfa da perdição,
andarilha dos sonhos dos botões em fruto,doces deste paraíso astral.
Comedida,doce,convidativa,
salvadora dos frutos prosadores
rubi escarlate flamejante.
Apenas de uma sabedoria eterna e fatal,sorves vinho doce ardente e mortal.
Cantam hinos á tua beleza todos os morangueiros no chão.
E morreram todos os morangueiros nesta prosa do coração,
Amaram tanto a princesa,foi essa sua condenação
tinha sangue de morangos e cheirava a flor de açafrão,
quando pisados pela princesa no chão.

Uma poesia feita de sonho e magia em honra de uma amiga que partiu de cancro e adorava morangos,que ela descanse num prado de doces morangos.
 
Princesa dos Morangueiros...Poetisa Aradia Fortunato

Aradia Fortunato.