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Poemas, frases e mensagens de Mcris

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de Mcris

Quando se morre...

 
 
As paredes brancas faziam sentido agora
A paz abrandou o peito e fez nascer sorriso em estrelas
Era extremamente claro a presença da luz

...Não é fácil morrer tantas vezes e afundar-se em abismos de lama e terror.
E tantas vezes o mundo nos mata
E quando se morre pelo mundo
morre também a luz.


Os cabelos encaracolados brilhavam vida
Divina paz que exige leveza
E as paredes brancas faziam sentido agora
Pois de toda paz que havia dentro ainda do outro lado via-se muita dor e a impotência de nada fazer.

A paz abrandou o peito e fez nascer sorriso em estrelas, fez germinar na essência a presença de tantos, nunca antes sentida.
Era extremamente claro a presença da luz

E quando se morre...
nem sempre temos uma segunda chance de florir palavras.
 
Quando se morre...

No teu silêncio há um recompor...

 
No teu silêncio, grita a minha dor...
No teu silêncio a minha saudade dilacera
No teu silêncio há um recompor
De vida, de fé e esperança
No teu silêncio há um lado meu criança
Que me faz superar e aceitar
Que no teu silêncio eu vivo pra te amar...

( e tudo dói com a tua ausência)
 
No teu silêncio há um recompor...

A dor que mais dói...

 
Não é um poema...
É apenas uma dor
Que rasga e corrói
É uma perda de um pedaço, de uma história e de uma vida.
Queria que estivesse aqui pai.
Para poder fazer parar de sangrar o peito...
Que dói, que chora...
Dias vazios, lembranças que não dão paz
Dias vazios sem você meu querido pai.
E a poesia chora!
 
A dor que mais dói...

Sobre o amor...Talvez

 
Sobre o amor...Talvez
 
Não sei mais escrever sobre o amor...
Talvez a vida seja esse sonho raso que se planta dentro dessa escuridão
Desilusão!
Tudo sangra, desencanta.
Queria ser teu verso, tua cor, tua luz
Mas sou o reverso, a dor, a desilusão que conduz
Queria que o teu brilho me atingisse, me tingisse de girassóis e encantos
Mas entre as três estrelas que brilham teus olhos 
Eu sou a que vive naquele canto, 
Tão apagada, frágil,perdida
Nessa vida desiludida!
E não sei mais escrever sobre o amor!
 
Sobre o amor...Talvez

11 de Junho

 
Queria vestir o amor de sorrisos
... E quando não sabia mais falar de amor,
O teu beijo caminhou até o céu
Infinito
Secreto
Intenso
Guardado no fundo de um segredo
Desejo!
Que se fez infinito, que se fez instinto.
Que se descobriu em tremores e esperas

E quando não sabia mais falar de amor
A minha boca se encontrou na tua
E foi mágica, e foi sonho e foi Lua
Brilhando alto no olhar que refletia
Esperança aconchegada
Acolhida de abraços
Intensidade de estar apenas
No canto do sonho vivido...

E quando não sabia mais falar de amor...
A tua boca virou poesia!
 
11 de Junho

Longas esperas por ti...

 
São saudades

Cicatrizes
Que fazem-me no decorrer de histórias
No decorrer de memórias expostas (assim)
Cicatrizes que alargam-se
E sangram também

Em algum lugar (eu sei)
Em algum lugar
Haverá suspensa uma alma
Haverá suspensa uma rota
Que cintile no caminho do olhar
Que revolte essa calmaria prevista
Entre sol e luar

Então
Cobrirei meu corpo com as ondas do mar
E em ti repousarei
(eu sei)

São apenas cicatrizes
Que fazem-me nas longas esperas por ti
(amor)
São saudades que rasgam o pensar...
 
Longas esperas por ti...

No teu silêncio perdido

 
De todas as cartas que já te escrevi, dói-me saber que há um silêncio adormecido, cansado de esperar um verso e um sorriso qualquer que responda ao meu amor.
De todas as cartas que já te escrevi, fica uma esperança qualquer descrita nas linhas e nuvens de sonhos fazem-se frente a nostalgia de querer agarrar possibilidades com os dedos.
Que se vão...
E eu não posso mais esperar.
No teu silêncio perdido entre o teu mundo e o meu, eu emudeço, choro , me entristeço.
No teu silêncio perdido eu te amo, como nunca amei...
No teu silêncio perdido eu invento histórias que nunca viverei contigo, mas que estão vivas dentro de mim, que renascem a cada dia renovando uma gota de céu, frente ao mar das ilusões.
No teu silêncio perdido eu te aceito e refaço o meu viver, mesmo que seja apenas meu...
De todas as cartas que te escrevi, esta sangra saudade e sangra ausência, tudo parece tão distante...

(Sem você o mundo me dói)
 
No teu silêncio perdido

Nada é como antes

 
Arde nos olhos uma vontade de esperas
e mesmo as horas tão repetitivas e vazias
tingem-se de verde a vontade do apego
Nada é como antes...
Nada mais...

Os erros condensaram-se na memória
Uma volta do que não volta!

E a vida a passos lentos
sobrevive
e tenta...

e tenta...
 
Nada é como antes

Te amando aprendi a me amar

 
Te amando aprendi a me amar
 
As vezes as rimas ficam faltantes,
Rimar com amor torna-se urgente e necessário.
Rimar com a cor da tua alma, com a cor do teu sorriso...
Sabe quando as palavras ficam pequenas?
Elas ficam diante da grandeza da tua alma.
Te amando aprendi que o céu tem mais estrelas,
Que a vida é mais bela
E que os motivos são tão necessários
Para descobrir que além da tempestade
Vem a força dos teus braços que me acolhe.
 
Te amando aprendi a me amar

Carta I ( ainda sei falar de amor)

 
Amor, escrevo-te para dizer que a luz ainda brilha, ainda cintila no fundo do olhar aquela esperança da felicidade quando penso que as rotas ainda irão se encontrar... Por mais que eu minta, por mais que não admita, pulsa dentro além de todas as razões, todas as convicções que o amor que existe em meu peito é algo mais que perfeito, pois nele você está...

Escrevo-te apenas para que saibas que ainda sei falar de amor quando me encontro no teu riso...
 
Carta I ( ainda sei falar de amor)

Um sorriso entre uma e outra canção

 
“De qual estrela você caiu?
Qual órbita alinhou o teu momento no meu
Como um cometa radiante, seu brilho iluminou meu riso
Não sei por que motivo...
Não sei!
Talvez Deus cansado de ver tristeza, te mandou em pensamento
Para dar ao meu dia mais sentido e à minha vida mais alento”

Ao som da tua voz a música de fundo acalentou o coração,
Um sorriso entre uma e outra canção
E o tempo como um clip num lampejo de cometa voou sobre o olhar
Tão terno, tão profundo além da tela
É tão difícil entender o que se passa nessa busca constante
Rotas distantes...
Passados iguais
E foi num momento de alinhamento do universo
Que a sua alma fez parte do meu verso

Então de qual estrela você caiu?
 
Um sorriso entre uma e outra canção

Poesia para meu bem

 
Além de toda ausência que nos separa
Além de toda dor que desampara
Existe um sentimento profundo
Maior que tudo no mundo

Que vem me falar de amor
Que transforma minha vida em cor
Poesia viva de Deus
Que alegra os dias meus

Você é assim pra mim
Amor imenso sem fim...
Pessoa mais que querida
Que amarei por toda vida!

Meu príncipe encantado
Que faz meu dia sagrado
Minha razão, meu motivo
Minha inspiração, incentivo

Você é mais que perfeito
A Obra que Deus tem feito
Para me transformar
E me ensinar a amar
 
Poesia para meu bem

Teu riso...

 
Infinitos são os risos que ficam eternos na memória, teu riso tão meu!
Tão forte
Tão Eu...

Consagro os meus dias no teu sorriso!
e vou esperando dia após dia o amor se reinventar...
 
Teu riso...

Lírio negro...

 
Na escuridão do verso destaca-se a alma sombria e fria no cair da noite que apetecia...

Ele tinha a alma fria, despida de cor
Tinha nas mãos foices cortantes
Palavras facas que sangravam dentro
Quando falava de amor
Um amor que nunca existia

O punho cerrado, semente vazia
Um terreno árido, apatia em saber-se inteiro
Em saber-se dia...

Mas era noite! Era breu
Era medo e inexistência cruel
Em arrumar o jardim
E plantar sementes de dor,
Promessas de fel
 
Lírio negro...

Flores(SER)

 
Um céu vestido de riso, libertou o medo...
Fez-se segredo entre a loucura e a lucidez!
Um céu de encanto e ternura,
Curiosidade exposta, minha cura!
Um céu de um mundo distante,
Brilho ausente tão iguais,
Tão diferentes...
Dispostos num mesmo verso, num mesmo chão,
Num único universo a não temer
Viver essa paixão...
 
Flores(SER)

Um toque de Deus

 
dias difíceis, ásperos a arder
o corpo que espera redenção
suavidade em sentir alinho
ancorada na luz que sorri do céu
são poemas que chegam
a curar os dias
com o toque de Deus...
 
Um toque de Deus

...Naquele sorriso

 
...Naquele sorriso
 
Há um gosto de paz naquele sorriso
Que faz a alma declamar levezas...

" E o verso se torna morada da grandeza da espera"
 
...Naquele sorriso

Setembro (rotas desenhadas)

 
“O universo aliou-se ao amor e todo desejo se encontrou quando o universo finalmente entendeu e conspirou...”

Setembro, 05/2019 10:49h

Caríssimo Jota .... Lendo sobre todas as teorias, estou tentando entender os efeitos que seu riso provoca no meu dia. E não, não é tão simples entender e reajustar o que se passa aqui dentro. Não é tão fácil entender os efeitos drásticos que a cor da sua aura consegue mudar e ajustar nas rotas da minha vida.
Você já parou para pensar em como a sua presença influencia de forma tão positiva nas minhas ações?
Há um tempo atrás eu mal sabia da sua existência e minha vida assim como um relógio seguia um curso simétrico diante de toda a minha rotina. Seguia passivamente uma rota...
E então o universo conspirou, não sei qual momento a natureza decidiu que nossas almas deviam vibrar, mas ela entendia que naquele mesmo dia, nossas almas se buscavam e te encontrei e o chão tremeu, as águas do mar reviraram e a lua sorriu.
Foi nesse sorriso de lua e universo que meu destino conseguiu visualizar a sua história, sua história e tão minha... tão iguais... tão sentidas... tão expostas na pele e nas marcas de uma lembrança que trazemos dentro que só nós entendemos. Talvez seja esse o propósito da Terra. Nos conectar, nos possibilitar viver uma história no qual fomos separados.
E mesmo lendo todas as teorias elas são complexas, porque nossas almas simplesmente vibram e vibrando se buscam e nessa busca inconsciente num determinado momento da nossa carência elas se alinham... juntam-se... Misturam-se numa intensidade que não se explica. Minha alma é tua! Te respira! Te reintegra!
E a certeza que fica é que a sintonia da tua presença me engrandece e não consigo calcular a imensa vibração que me atrai a você. Minha Alma... Alma minha!
 
Setembro (rotas desenhadas)

A poesia deixou de ser triste...

 
A poesia deixou de ser triste...
 
Tantos mares...
Navegante em profunda ilusão
Passado que revive nas entranhas
Brotando vida, nascendo chão
A poesia deixou de ser triste!
Deixou-se levar
Lavar
Pela calmaria das respostas que vem de um límpido céu
Tão azul...Tão coerente!
E viva o riso aberto
o Coração tranquilo
A alma em paz!
 
A poesia deixou de ser triste...

Frustrações...

 
As vezes a vida é um mar aberto, onde as ondas não tem caminho certo, nosso destino veleja por tranquilidade e também por turbulências, nem sempre escolhemos aquilo que queremos e o barco segue outro curso, fica apenas a frustração, o sonho não realizado, a dor do que podia ser e não foi.
 
Frustrações...