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Poemas, frases e mensagens de RoseaneFerreira

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de RoseaneFerreira

Alguém que investiga seu próprio coração, porém sem amarras ele parte sempre como um animal que não se doma... dono do seu próprio caminhar...

Eu...nós...

 
Eu... Nós...

Sou um poema solto, errante.
Na chávena sou um verso fumegante,
Sou letras sem parcimônias,
Chego e me aconchego em dias de sol escaldante.

Feita fui de harmonia,
Sou simétrica, simetria,
Na noite sou prata e nostalgia,
Trago na pele grafado o vôo livre da alegria.

Não sou de me anunciar, mas se o faço en_canto,
Entro logo pé ante pé, mais flutuo do que ando,
Na oficina do peito construo, sou operária do riso e do pranto.
Não prenuncio rimas, extraviando estofes, sigo di_versificando.

Simbolicamente traço,
Arranjo filas de sílabas perdidas,
Componho e conto, dou ordem faço cantigas,
Há um rito peculiar, uno no traço que faço.

Será que sou de encantar?
Ou feita de leves cantos?
Sou eu num poema a morar?
Ou mora em mim o versejar?

Não sei, nem quero entender,
Mistério e fascínio a nos intrigar
Afeitas que somos uma a outra,
Eu e a poesia, entranhadas, viscerais...
Ambas, além do mero compreender...

Roseane Ferreira

POL de 13/07/10, mote: Poesia, fascínio e mistério
 
Eu...nós...

Saudades - trova!

 
Saudades

Tu te fostes há tão pouco
Coração já te reclama
De saudade quase louco
A toda hora te chama.
 
Saudades - trova!

AÇAÍ poético!

 
AÇAÍ Poético

Alimentas meus desejos despertos
Suprindo ânsias: de ti de poesia
Por isso a ti oferto meus versos
Quero dizer da tua inegável magia...

Tua cor, ah como atrai
Linda, forte, vibrante
Vinho vivo, cor alegre
AÇAÍ, que cor marcante...

E a textura? Cremosa!
Sumo grosso, consistente!
Sorvo-te, te como, contente
Fruta esperta e formosa...

Teus caroços são lindos
Gostosa tua polpa é
A população nutrindo
De qualquer jeito é bem- vindo!

Aqui no Norte te deliciamos
Com peixe frito, carne-seca
Pirarucu, camarão, degustamos
Farinhas d’água ou tapioca, cá estamos!

Teu sorvete é divino, especial
Lá no Sudeste é só sucesso
Mas bom mesmo é te ter puro
Depois atar a rede, no quintal!

Confesso por ti meu gosto
Aos teus atrativos me entrego
É fruto de mil encantos
Sou louca por ti, não nego!

AÇAÍ fruta imensamente rica
Alimento, sabores e alegrias
Do povo a fome sacias
Quem te toma por aqui fica!

# Um poeta daqui falou: Quem vai ao Pará parou! Tomou açaí, ficou!
 
AÇAÍ poético!

Faroeste Caboclo - Resenha do Filme

 
[font=Impact]Faroeste Caboclo- O Filme- Resenha

No filme Faroeste Caboclo diversos elementos nos aprisionam a trama do início ao fim. Um longa metragem brasileiro que repercute bem o momento social e político atual e surpreende também na inovação por apresentar um gênero dramático, pouco comum entre os filmes produzidos no país, e que perpassa o policial e o western, cuja trama é baseada no sucesso homônimo de Renato Russo - Faroeste Caboclo composta em 1979 e lançada apenas em 1987.
Como trama central os antagonistas, João de Santo Cristo e Jeremias disputam o coração da menina de classe abastada, Maria Lúcia, e os revezes da sociedade onde predomina o tráfico de drogas e de influência, corrupção, alienação, discriminação e preconceito. No contexto exibem sentimentos os mais complexos, como os de João, que fazem com que o personagem embrutecido transfira o ódio que sente por Jeremias para cada um dos espectadores que se emocionam e sofrem com tantas atrocidades e injustiças cometidas. Entre outras nuances, é uma grande história de amor, fadada a tragédia esperada do final, no filme uma cena de faroeste que arrebata.
O filme não é a transcrição exata da canção, mas transita através dela e nos oportuniza licenças do diretor estreante René Sampaio que incrementam toda a história. Na película o aflorado lado poético, religioso e exotérico de Renato Russo, impresso nas canções, é suprimido, e o sofrer do personagem João de Santo Cristo é visto ali às claras, e juntamente com ele seguimos a via crúcis até o final, em silêncio, com aquele nó na garganta que a violência, a truculência nos impõe.
Inicia no sertão da Bahia, na cidade de Santo Cristo, mas Brasília é o palco principal, as cenas na maioria são em tons terrosos, ocorre em uma ambientação bastante envolta a poeira, barro, como nos velhos faroestes. Cenas projetadas do ponto de vista do olhar do protagonista, também nos remetem ao cerne de um temível desejo de vingança, contido nos antigos filmes western. No mais se vê Brasília entre luzes das festas regadas ao branco e exagerado pó da cocaína.
Há cenas em que são tocadas e mostradas músicas da época como “Tédio e Até quando esperar”, da Plebe Rude. Mas o Hit “Faroeste Caboclo” é o prêmio do final quando é executada na íntegra durante os créditos, vez que o filme tem vida própria e se desenrola magistralmente sem precisar da música homônima ao fundo.
É de fato um presente aos apreciadores dos bons filmes, uma estreia do diretor René bastante festejada, um grande avanço para o cinema brasileiro, uma realização digamos assim de um desejo de Renato Russo que quando compôs a música a escreveu em forma de roteiro, para o futuro. Um final arrebatador, para uma película que se propõe mostrar a dura história de João de Santo Cristo (Fabrício Boliveira), Maria Lúcia (Ísis Valverde) e Jeremias (Felipe Abid), personagens da canção que viveu e vive até hoje no imaginário coletivo do povo brasileiro.

Digno de ser apreciado. Até o final quando rolam os créditos e ficar escutando a canção inteira, pensando, refletindo, chorando...
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Faroeste Caboclo - Resenha do Filme

Quando o coração escolhe

 
Quando o coração escolhe - INDRISO

Quando escolhe o coração
Nada vê, sequer segue a razão.
Não para nem pensa, não tem vaidade...

Um coração pleno de vontade
Deseja ardentemente, de verdade.
Ao pensar, é feito de emoção.

Às vezes se engana um amoroso coração.

Ama, e ao amar erra. Sofre as agruras da Paixão.
 
Quando o coração escolhe

trovas

 
I

Azul no céu dos meus dias
Todo encantar permitido
Presente nas horas vazias
Amor meu anjo querido

II
Menino és pura doçura
Poeta que alenta minha alma
Traços de afeto e ternura
Para meu viver trás calma.

III
Sei me tem amor sincero.
Dou-te então muitos beijinhos
Fazer-te feliz eu quero
Cuidar de ti, dar carinho.
 
trovas

Entre cinzas, negros, amarelos e lilás

 
Entre cinzas, negros, amarelos e lilás

Decidi revolver a terra dos vasos. Troquei o amor-perfeito, carecia de lugar mais amplo. É maior. Pus numa antiga cerâmica, qual um tacho de tons laranja amarelados que guardavam um grande arranjo de azuis que empoeirados, nunca morrem.
No pequeno alpendre da varanda bate vento, e um feixe de sol da à cor principal um amarelo mais dourado com nuances lilás em contorno. O tacho as flores e o batente azul desbotado, envelhecido do alpendre fazem tudo ser uma verdadeira pintura. Tal é a sensação mais crível quando é azul lá fora então há um fundo vivo com direito a algumas generosas porções de algodão.Infinita e radiosa beleza.

Ontem acordei febril e com tosse, tomei um chá e atei minha rede no meio da varanda era de lá que vivia a obra de arte que são os meus lindos amores- perfeitos. Aos poucos pesam os olhos e os cerro lentamente. Tomo-me em viagem e descanso.

Vejo dois distintos jardins um em cores outro em negras fagulhas, flores carbonizadas, fuligem, metros entre o preto e o cinza. Caminho meio as flores, muitos Girassóis que volteiam conforme ando como que coreografado, seguem-me em movimentos procuro então dele a saída e num repente as flores amarelas roubam-me o ar, sem gás empalideço, eles roubam-me o sangue. Quase desmaio, lívida olho em frente e uma pequena passagem me sorve daquele mal sentir.Sinto o aspirar recobrado, estou meio ao jardim dissipado. Caminho por entre cinzas, mas meus pés permanecem limpos e confortáveis. Um ar salutar não condiz com a falta de vida, viço. Mas é lá que respiro. Em quilômetros entre os frangalhos, indistintas flores destruídas, vejo um pequeno destaque em amarelos e lilás. Caminho até ele encontro ali meio as cinzas o meu tacho de amores-perfeitos, vivos, orvalhados em buliçosas cores, aroma doce destilando. Ao aproximar desapareço,ele e eu somos um, nos confundimos.Mas uma certeza, é ali que queremos ficar.

Quase as vinte acordo em suores, já estou bem, a febre se foi. Olho em volta, percebo ser noite, há um forte aroma imperturbável de flores no ar. Pareço que voltei, retornei não sei ao certo.Olho meus pés, e surpreendentemente estão sujos, completamente negros como que houvessem pisado carvão.
Sem muito entender olho em volta, esfrego os olhos, minha flor está lá. Mas bem abaixo de minha rede, como um presente, está deitado um lindo e vivo Girassol.

A terra queima, mas há uma flor no coração daqueles que crêem no partilhar, no preservar, quer sejam flores, frutos ou belos sentimentos, como o amar verdadeiramente.
Agora sim. Posso dormir desta vez envolta e aconchegada em muita paz, muitos tons de amarelos e lilás.
 
Entre cinzas, negros, amarelos e lilás

Poeta e Poesia - Homenagem ao Dia Mundial da poesia!

 
Fazer POESIA: viajar ao inusitado e indecifrável de cada um, e trazer, na volta versos...

POESIA! A voz da alma!

POESIA: Dizer em versos rimas o que o coração quer exprimir. Dar vida a Alma! Materializar em verso sentimentos!

POESIA: Traduzir através dos versos, o que o coração pressente. A fala mais completa e perfeita do indizível da Alma humana!

POETAS: Tradutores, porta-vozes de alegrias ou tristezas, seres que encontram a forma exata da expressão quando algo ou um sentimento precisa ser dito exposto.

POETAS donos das palavras, ditas, escritas, cantadas, versejadas, proseadas, com rimas ou não,metrificadas ou não, falam a cada um de nós, e nos emocionam, abalam, engrandecem, fazendo-nos refletir.

POETAS: Artista das comoções, escultor das palavras, mágico da criação, pintor de delírios e desejos, operário das letras, sensível formatador de idéias, moldando invisíveis afetos.
 
Poeta e Poesia - Homenagem ao Dia Mundial da poesia!

Basta!!

 
Basta! (EC)

Chega!
Meu coração contraindicou!
Determinou!
Sem ressalvas!
Sem oportunidades!
Baixou Lei, pregou Alvará, escreveu Bula!
Agora é regra e sem exceção!
Cumprimento rigoroso da receita!
Horários obedecidos com rigidez!
Assim apregoou e afixou a luz de todos os olhos:

É PROIBIDO me fazer infeliz.
É DETERMINANTE que haja imenso prazer, ainda que num pequeno toque ou beijar...
É rigorosamente CONTRAINDICADO:
Amores enganosos,
Beijos sem sabor,
Cheiros se não aromáticos.
Ficar só por ficar.

É até passível de ADVERTÊNCIAS:
Palavras bobas e inúteis,
O belo que desilude,
O frasco vazio, só enfeite...
Grandes invólucros, ocos, só casca.

Tem que ter:

Café quentinho no bule,
Linha que perpasse a agulha,
Polpa tenra e saborosa na fruta,
Vaso cheio de flores,
Copo com água límpida,
Tudo simples, mas honestíssimo.

Compreendo que o coração cansado,
Tomou decisão de ser feliz.
CONTRAINDICANDO todo e qualquer desamor,
Dor que recrudesça,
Mal que permaneça,
Tudo que com genuíno amor não se pareça.

É completamente CONTRAINDICADO amor que não seja azul,
Que não cheire saborosamente qual orvalho e paixão,
E não encante tanto quanto é encantador o próprio amor.

*****
Este texto faz parte do Exercício Criativo - Contraindicação
Saiba mais, conheça os outros textos:
http://encantodasletras.50webs.com/contraindicacao.htm
 
Basta!!

Cruzamento inevitável - Nanoconto

 
Cruzamento inevitável - Nanoconto
 
Cruzamento inevitável
Dia desses bateu de frente com a solidão, não fora um simples baque, mas um acidente, com vítima fatal...
 
Cruzamento inevitável - Nanoconto

O Poeta e as Palavras

 
O poeta e as palavras

Expressão intensa de todo sentir,
O poeta planta as palavras,
E as cultiva em seus férteis solos,
E em cascatas as expõe.
Compondo ricamente a pintura do universo.

Costura o poeta os dizeres advindos do coração,
Formaliza os verbos,
Formaliza em verbos, falados, escritos, cantados...
Os sentimentos pulsados no peito,
Grafa e grafando tatua, eterniza,
Por gerações seu contar a alma fará vibrar.

Tem o poeta o condão do exprimir,
A exata tradução, a sensibilidade,
Apondo na língua universal da poesia
Os anseios dos que amam: amor e desamor,
Risos e lágrimas, emoção que quer falar,
Mas não sabe dizer...
Vem o poeta e diz, fala, simplesmente.

É infinda a palavra do poeta,
Segue, cruza o tempo, fronteiras e oceanos,
Caminha, quer lenta ou veloz,
Repercute junto às estrelas...
È acolhedora e complacente,
Acalanto aos olhos mente e espírito...

É humana a palavra do poeta,
Revestem de afetos, os dias vãos,
Acresce a humanidade de cada ser,
E faz crer, faz valer,
Valer viver,

Poeta e Palavras:
Fundamentais,
Dispensáveis dizeres...
Expressão do mundo,
Ambos,
Essenciais...
 
O Poeta e as Palavras

Saudade - TAUTOTRIX

 
SAUDADE ( TAUTOTRIX)
Sutilmente sentida
Suavemente sorvida
Sem saber, sou solidao.
 
Saudade - TAUTOTRIX

Na (s) pressa (s) -Sensualtrix

 
Na pressa I

Tropeças
Arrancando
As peças...

Na pressa II

O fecho atrapalha
A mão se embaralha
Desejo desagasalha...

Na pressa III

O fecho escancara
Expondo
Flor desabrochada...

Na pressa IV

Afoito arranca
Desnudando a seda
Tela descortinada.
 
Na (s) pressa (s) -Sensualtrix

Abatido Coração

 
Abatido coração

No teu campo minado me achei,
Não era concedido tempo de recuar,
Não havia como desarmar,
Pisei armadilhas, granadas detonaram...

Atirei-me em defesa,
Indefesa me estilhaçei.
Foram barricadas, estratégias, tramas...
Em plena guerra me encontrei,

Perdi-me,
Meu coração feito alvo,
Aberto em bombardeio,
Fragmentado, multi esfacelado...
Sucumbi...

Atirar-me a reconstrução?
Fragilizadas fagulhas
Agonizando...

Cremado coração...

Na lápide em tons gris é escrito:

“ Amou sem domínio do medo,
Amou de armas postas,
Fez do amor sua entrega maior,
Seu sangue, seu ar,
Amor pleno de eternidade...”
 
Abatido Coração

Presença//Pulsátil //Persistente // Pertinaz-Roseane Ferreira//Denise Severgnini // Karinna*// Mardilê Fabre

 
Presença//Pulsátil //Persistente // Pertinaz

Presente//Permanente posição //Pacienciosas Palavras... // Pomposas personagens
permeiam pensamentos//Pulsam peitos // Produzem poemas // Perseguem poesia
pressinto paixão... //Predigo pacificação!// Procuro predestinada paz... // Percorro plácidos planaltos...

Roseane Ferreira//Denise Severgnini // Karinna*// Mardilê Fabre
 
Presença//Pulsátil //Persistente // Pertinaz-Roseane Ferreira//Denise Severgnini // Karinna*// Mardilê Fabre

FIB ( com Acróstico no Texto.)

 
FIB ( com Acrostico no Texto.)

Ser

sombrA
sUtil
sem sentiDos
sondAr sentimentos.
Sem seDE sentindo solidao...
 
FIB ( com Acróstico no Texto.)

Dia do Meio Ambiente

 
DIA

Desastre
Devastação
Destino, derrubadas

DO

Desertificar
Drama, destruição
Das densas dores.

MEIO

Meta mensurar
Mata modificada
Morte, mitigar.

AMBIENTE

Abrandar a ambição
Acervo: água, ar, abrigo.
Agravado aquecimento
 
Dia do Meio Ambiente

Traídos pelo ponto de vista - Microconto

 
Traídos pelo ponto de vista - Microconto
 
Traídos pelo ponto de vista - Microconto


Para ele foram apenas parênteses. Para ela insuportáveis lacunas, finalmente preenchidas com um justo ponto final.
 
Traídos pelo ponto de vista - Microconto

Indrisos Subliminares- Inspiração “Um certo alguém – Lulu Santos”

 
Indrisos Subliminares- Inspiração “Um certo alguém – Lulu Santos”
I

QUIS não ter em mim o fixo do teu olhar
EVITAR seria essa a minha exata salvação
TEUS castanhos abissais, razão do meu naufragar.

OLHOS de imensidão, razão de toda paixão,
MAS nas águas caudalosas perdi-me inevitavelmente.
NÃO pude me desfazer, e de certo assim não quis.

PUDE forjar resistência, mas quem dita regra é o coração.

REAGIR? A quê? Se o que quero é a perdição?

II
FICO aqui, completamente tua refém,
À mercê dos desejos e beijos teus,
VONTADE maior que tenho maior que eu...

ENTÃO que o devaneio se realize,
ACHO que os olhos se falam a língua da emoção,
QUE traduzem o que mais anseiam, dizem do íntimo querer.

É loucura contestar, lutar contra quê?

BOBAGEM querer dizer não, se sim é o verdadeiro desejar.

III
A quem pertence à razão?
MANIA de amar tanto assim
DE se perder e se achar.

FINGIR que nada é ruim
NEGANDO seguir amando
A alma implora, rogando.

INTENÇÃO que seja louca

E faça a vida valer, sem nada regrar...

IV
E QUANDO amar for total, plena loucura
UM CERTO perder-se em tempestade
ALGUÉM além do mero especial.

DESPERTA o melhor do existir, do ser...
O SENTIMENTO que abunda e se derrama,
É MELHOR amar simplesmente,

NÃO RESISTIR, só sorrir.

E SE ENTREGAR, completamente.

# Vi pela primeira vez na Escrivaninha da Fernandinha Xerez, daí me encantei.
Brigada Fernandinha, pela permissão de poder fazer parecido!
 
Indrisos Subliminares- Inspiração “Um certo alguém – Lulu Santos”

Frações do coração

 
Frações do coração (EC)

Ferida- Poetrix
Chaga que lateja,
Sem saída,
Só o tempo remedia...


Ferida - Acrostrix
FEz doer, dói sem saber.
RIma quebrada, partida.
DA pele o sangrar, da alma o lacerar...

Aldrávia RS nº38

Na
Alma
Sombria
Ferida
Cortante
Lancinante...



Sextilha Real nº 7 - Feridas

Parti. E o pesar carrego comigo
Comigo vai de ti um tanto
Nada de alegre, nada de canto,
Resta saudade, solidão, desabrigo.
Sangro, e na carne sinto o fel da partida.

Não voltarei! O que sou? Crua ferida...




Trímono Gabaldísta
Ferida do coração

Quando tu foste, eu senti.
No coração dor que não se conta
Lágrimas em profusão desaguadas por ti

Ferida que no coração desponta...





Ferida-Trova
Procura em mim o sorrir?
Onde está acaso a alegria?
Foi-se logo ao teu partir
Restando só nostalgia


Em mim apenas ferida
Fruto de tanto sofrer
Desalentos cruéis da vida
Mudam o rumo do viver




*****

Este texto faz parte do Exercício Criativo - Ferida
Saiba mais, conheça os outros textos:
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Trimono gabaldista, Sextilha Real, Poetrix, Acrostrox , trovas;Aldráias
 
Frações do coração

[size=large]Citando:
A felicidade é branca... O amor tem matizes que nos fazem ver o infinito..
.

O desejo de escrever persiste, por vezes em tons felizes, vibrantes cores, outras em tons pastéis. cor de pérola, mas o que importa é que não há r...