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Poemas, frases e mensagens de sisnando

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de sisnando

A vida
Deve ser vista
Como uma sobremesa
Para ser degustada
Com paixão

Deixo-vos um abraço
Sem principio nem fim
E um beijo envolvido num laço
Mais suave que o cetim

Sou Escravo de Um Amor (inédito)

 
Sou escravo de um amor
Que se entranhou na minha pele
Conquistou-me com o seu calor
Ser-lhe-ei sempre fiél

A sua raça e paixão
Arrebatou a minha lealdade
E como o amor por um irmão
Perpectua-se pela eternidade

Sport Lisboa e Benfica
A sua real designação
A àguia personifica
O espirito de uma inteira NNação

(poema registado na "Maison des Auteurs" bruxelas.
 
Sou Escravo de Um Amor (inédito)

Adoro este cheiro

 
Adoro este cheiro
Que te sai do intestino
Alimenta o mundo inteiro
Traça o destino

Pompa pompa
Preciso de respirar
Tira ate que rompa
Pior e ter de parar

Pompa pompa
Nao os deixes a sufocar
A evoluçao nao se desconta
Nem tem numero par

Pompa pomba
Essa materia que tudo faz girar
A nova ainda nao tem conta
E a esta ja nao e preciso se habituar
 
Adoro este cheiro

A Minha Origem

 
A minha origem
E de regiao demarcada
Nao sei se alguma das partes era virgem
Mas deveria ter sido uma enorme cavalgada

E passei por tanta vertigem
Ate encontrar a entrada
Mas agora ja nao me atingem
Sou dono e senhor desta coisa aveludada

E foram precisos 9 meses para que vissem
Uma uva um pouco ensanguentada
Embora os braços se abrissem

Mas no rabo deram-me porrada
E enraivecido gritei para que todos ouvissem
Que nao tinha feito tudo, por nada
 
A Minha Origem

Dívida

 
São caminhos sinuosos
Aqueles que o povo caminha
Quem governa não os sente dolorosos
Nem tem de ter apetite para a espinha

Espinha que se dobra
Cada vez mais
E o que sobra
São dívidas colossais

Colossais ou eternas
E para elas iremos sempre trabalhar
E mesmo já sem força nas pernas
Obrigam-nos a continuar

Continuar um guerra
Que não decretamos
Continuamos a escalar uma serra
Na qual nos afundamos.
 
Dívida

De me menina

 
De me menina o prazer
De contemplar o vosso calcanhar
Faça me nele escrever
De forma eterna no verbo amar

Porque nesse pequeno grande pormenor consigo ver
Um mundo que faz um homem sonhar
E ai sim consigo tecer
Versos dignos de vos colocar num altar

Onde esperarei calmamente para vos ter
E com humildade me inclinar
A vossa silhueta capaz de enlouquecer

Ao vosso coraçao que nao para de me tentar
E nem imagina o quanto sofro para conter
Este fogo que nao ve a hora de vos abraçar
 
De me menina

Corto 1 pedaço de Ternura

 
Corto um pedaço de ternura
E divido-o em dois
Faço um refugado de loucura
A sobremesa fica para depois

Afogo o vinho com doçura
Rumo a ti e depois
Aos poucos deixas de ser dura
E desejas-me debaixo dos lençóis

E a alimentação é coisa pura
Quem se perde nos anjóis
O peixe olha com amargura

E o Homem sonha com sóis
Mas quando o amor se entrega com postura
Até óleo verte dos girassóis !!!
 
Corto 1 pedaço de Ternura

Assenta-se

 
Assenta-se a estabilidade na imagem
Que um mundo tem para vender
Mas quem trabalha nao e paisagem
Pois so e acompanhado para ver

Sobe ou desce um centesimo e aparece logo a chantagem
Aquando do aparelho acender
Talvez seja o sistema em derrapagem
Porque ja nao consegue empreender

Vive-se num teatro que talvez perdeu a engrenagem
De como fazer acontecer
Faz-se de tudo para passar uma mensagem

Que os do costume ainda conseguem manter
Mas o ar porta uma nova aragem
Provavelmente novas formas de viver
 
Assenta-se

Aqui Fafe

 
Meu amor
Minha terra
Na alegria ou na dor
Na paz ou na guerra
Aqui Fafe

Esculpida no seio de verdejantes montanhas
Vestida a rigor pelo granito
Lavada por aguas rumo ao infinito
Assim se apresenta as gentes estranhas
Aqui Fafe
Falem de mim

Sala de visitas do Minho
Tem como bastiao a justiça
Suas gentes e quem a iça
E quem vier por bem nunca esta sozinho
Aqui Fafe

Meu amor
Minha terra
Na alegria ou na dor
Na paz ou na guerra

A guerra é a emigração que dilacera a nossa cidade e concelho
 
Aqui Fafe

Todos os dias sou violentado (inédito)

 
Todos os dias sou violentado
Uma violencia psicologica
Perpetuada por inergumenos sem logica
Nem sei qual é o lado

Desejam a minha loucura
Nao é facil manter a calma
Ferem e muito a armadura
Mas aguento esta cama

Nao sei quem ma fez
Provavelmente alguém pequeno
Mas a vida tem muitos quez

Hoje bebo o seu veneno
Amanha pode ser que haja revez
E parta o filho da puta para o inferno
 
Todos os dias sou violentado (inédito)

Que pesado este manto

 
Que pesado este manto
Que nao deixa respirar
Reza-se a um e outro santo
E continua esta falta de ar

Ser remendado nao da espanto
Da insegurança ao andar
Quase tudo e um pranto
Sente-se no caminhar

E quando a cabeça levanto
Sonho que a igualdade e par
Mas necessidades o quanto

Condicionais este mar
Que vos sentem em cada canto
Que vos vestem a chorar
 
Que pesado este manto

Sinto-me Esgotado

 
Sinto-me esgotado
Sem vontade de existir
Sinto-me cansado
Não me importa o que está para vir

Não me apetece ir a algum lado
Nem tenho vontade de me imiscuir
Espero que seja mais um mau bocado
E reapareça aquela vontade de sorrir

Ser um aliado
Da fome de descobrir
Sentir o dia à dia perfumado

Com um esplendoroso elixir
Aquele que deixa o homem extasiado
Com uma inesgotável vontade de sentir
 
Sinto-me Esgotado

Un de ces jours

 
Un de ces jours
J´ai vu un gamin qui piss
Ils l´ont appeler
Le maneken piss

Je pouvais même pas
Croire a mes yeux
Mais celui-lá
Presque des oeufs

Un de ces jours
J´ai vu un enfant qui piss
Son nom est maneken piss

Il a des des costumes
Pour toutes les coutumes
Il porte les fardes
De toutes les gardes

Le maneken
Le maneken
Piss
 
Un de ces jours

Sport Lisboa e Benfica

 
O Sport Lisboa e Benfica
É como uma mulher
Sabe bem aquilo que lhe fica
Mas só oferece quando quer

Os momentos de glória
Esses sabe vive-los com classe
E não existe memória
Que brio lhe faltasse

E então quando sofre
Mostra sempre a sua elegância
Que nos prende o ser
E nos torna um elo da sua fragrância

Aos amantes
Sabe bem o que pedir
Não mendiga por diamantes
Apenas para nunca desistir

É capaz de seduzir
Embriagar de paixão
É impossível lhe resistir
Arrebata todo e qualquer coração
 
Sport Lisboa e Benfica

Schizofrenia

 
The silence and i hear
All alone and i feel
Eyes closed and i see
Schizofrenia dont be rude to me
Schizofrenia dont be mad to me
 
Schizofrenia

O serviço nacional de meteorologia (Inédito)

 
O serviço nacional de meteorologia
Preve para os próximos dias
Tempestades jamais sentidas

Teremos sismos elevadissimos
De afecto e de carinho
Nas pessoas mais necessitadas

Tsunamis de beijos
Praticados essencialmente
Na zona da face

Terramotos de amor
Que se sentirao
Um pouco por todo o lado

Por tudo isto,pede-se aos cidadãos
Que abandonem os seus abrigos
Para um melhor efeito das mesmas

Porque passado este vendaval
Espera-se que o mundo
Tenha um sorriso maior!!!

Poema registado na "Maison des Auteurs"Bruxelles.
 
O serviço nacional de meteorologia (Inédito)

Faço um retrato escrito

 
Faço um retrato escrito
Dum corpo feminino
Com a imaginação dispo-lhe o fato
Tento captar o seu olhar felino

Mesmo que deseje elaborar algo de abstrato
Acabo por ficar perturbado com aquele quadro divino
Com quem a perfeição fez um pacto
E ao qual húmildemente me inclino

E são sempre escassas as linhas que gasto
Visto não possuir o ensino
Que as faça viver mais do que um acto

Acto que tantas vezes descortino
Procurando o click exacto
Que dê côr a esta tinta com a qual assino!!!
 
Faço um retrato escrito

Foi um sonho que me veio visitar

 
Foi uma simples ida ao supermercado
E algo reteve-me o olhar
Nao era um produto novo ou rebuçado
Era uma deusa sem par

Era portadora de um rosto adocicado
E um corpo de encantar
A voz deixou-me apaixonado
Com uma cadencia dificil de explicar

Acho que fiquei com cara de aparvalhado
E ate com falta de ar
Queria acordar todos os dias a seu lado

Mas a timidez nao me deixou arrancar
No fim dessa ida tudo somado
Foi um sonho que me veio visitar
 
Foi um sonho que me veio visitar

Abandono

 
Vejo o tempo que passa
Nesta rua sem fim
Sou eu quem se arrasta
Sinto-me parasita de mim

Possuo uma mente devassa
Que nao se livra de mim
E esta dor amordaça
Com um toque de cetim

E eu nao encontro o fio que traça
A felicidade que fugiu assim
Ficou presa numa outra carcaça
Onde a lua se riu de mim

E o vento esse passa
A historia com um fim
Um drama sem graça
Que me sugou o marfim
 
Abandono

Um Cidadão

 
Um cidadão com insatisfação
Desce á rua para mostrar
Que o bater do seu coração
Não é para cortar

Incorpora-se então numa manifestação
Com o intuito de abraçar
Uma espontânea união
De gente que não quer parar

Porque trabalho digno dá satisfação
E prazer ao caminhar
Juntos criam uma enorme mão

Que se levanta com um majestoso ar
Porque ser número não é condição
Na dita era de Humanizar
 
Um Cidadão

Bom Dia (inédito)

 
Bom dia vida
Boa tarde sorte
Boa noite morte

E sempre com orgulho
Que vos saudo
Entre vos mergulho
De corpo despido

Apraz-me lidar
Com as sensaçoes
Que voces conseguem dar
Ah! Como aumentam as pulsaçoes

Bom dia morte
Boa tarde vida
Boa noite sorte

Voces mostram
A nossa vulnerabilidade
E nao cessam
De nos mostrar a realidade

A fragilidade
Do nosso corpo e alma
Que por vezes sem dignidade
Perde a calma

Bom dia sorte
Boa tarde morte
Boa noite vida

Obrigado por existirem
Por estarem presentes
E nunca partirem
De entre os dementes

Bom dia vida
Boa tarde sorte
Boa noite morte

(poema registado na "Maison des Auters"bruxelas)
 
Bom Dia (inédito)

Unu Saccio