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Poemas, frases e mensagens de THOMAZBNETO

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de THOMAZBNETO

Prisioneiro em si

 
A lua timidamente veio até você...
Solicitou de tua rara beleza permissão,
Para que as estrelas brilhassem no manto...
De veludo negro do céu em madrigais!

Vem amor, tocar ditas luzes ribaltas.
Elas necessitam espelhar no brilho
Deste teu suave e encantador sorriso.
Assim como as orquídeas em festas de verão!

Ah! Lembranças que me vem e vão...
Tua presença é forte em meus pensamentos.
Luz de esperança no cativeiro de minha alma.

Faz-me viajar na macia orla do tempo
Navegante mor das perfídias tormentas!
Lembranças secretas de platônico amor...

Baroneto.
 
Prisioneiro em si

Amanhecer

 
Sonhei vagar pelas estrelas.
Num raio de luz em esplendor!
Vaguei universo sem fronteiras.
Transcendi portais como trovador.

Assisti ribaltas de estrelas a cintilar,
Em um céu de inconfundível anil.
Suspirei entre perfumados jasmins...
Juvenil amor no peito a desabrochar!

Vem criança, luz de um novo dia.
Que os raios de sol não as deixas vazias.
Vem junto a esta manhã cristalina,

Quero sonhar o sonho de um menino poeta.
Repousar minha alma na alfombra das aguas calmas,
Véus de cachoeiras a em rio manso a flutuar!
Baroneto.07/01/17
 
Amanhecer

Pingos da chuva

 
Pingos da Chuva.

Não sei o que posso ouvir e ver,
A mão treme e o pensamento pesa,
Queria ver o poeta sorrir, escrever...
Mas ele queda a pena cai silêncio se faz...

Pouco a pouco os pingos da chuva...
Vão-se entornando em bica, fazem rios...
E outros navegam sem brisa ou vento.

A vida vai chegando à estação final...
Navegando nos rios da chuva, talvez?
Então no horizonte defasa-se a neblina
Que outrora foi o manto sinuoso fino.

Invadindo atrevido, mas brando e cativo...
Asas, menestrel furtivo, canto do rouxinol.
Deixou a chuva ser, as frias notas da melodia.

Baroneto.
 
Pingos da chuva

Saudade

 
[i]

Sou da terra um grão.
Do universo uma semente!
Sou do vento o assovio.
Das flores as pétalas caídas.

Sou assim uma voz...
A clamar tua presença.
Sob um sol sem brilho...
Pelo teu amor, andarilho.

Sou lembrança esquecida...
Morrendo lento no vazio da alma!
Longe do brilho dos olhos teus.

Sou aquela estrela que perde a luz,
Folha morta baldia ao vento.
Porem esperança, do retorno teu.[i]

Baroneto.
 
Saudade

PÉTALAS

 
No silencio de minha meditação!
Sonho, a brisa de teu sorriso.
Na liberdade de minha meditação!
Sinto a harmonia de tua presença.

Quisera eu ser uma pétala...
A abrigar-se em teu corpo,
Onde exala o suave perfume...
Da flor chamada mulher!

Não haveria inverno...
Ou qualquer outra estação,
Que me separasse de ti.

Adunar-te-ia em um só coração.
Áurea de gêmeas almas!
Sou o escravo e tu és a minha...
Rosa púrpura em botão.

Baroneto .
 
PÉTALAS

Ombro Amigo

 
Hoje eu queria um ombro amigo,
Só pra um pouquinho desabafar!
Sentir a força da pura amizade,
O calor do carinho num abraço.

Hoje eu queria um ombro amigo,
Mas cada um já tem o seu penar!
Quem sabe se apesar de minha dor...
Eu não seja um ombro a se esperar!

Se hoje não posso ter o ombro amigo...
Quem sabe se amanhã ele aqui não estará!
E os meus tormentos ele irá abrandar.

Se não encontro por aqui este amigo...
Sei que alem imaginação ele estará...
E os teus braços... Nunca há de me negar.

Baroneto.
 
Ombro Amigo

Mãos

 
MÂOS.

Mãos...
Mãos que tocaram teu corpo.
Mãos que te acariciaram.
Mãos que te ofertaram flores.

Mãos que alisaram teus cabelos...
Em suaves toques de paixão.
Mãos que te escreveram poemas.
Mãos que enxugaram as tuas lágrimas.

Mãos que te desenharam em aquarelas...
Nas telas de minha alma apaixonada.
Envolvida na doce áurea de teu sorriso.

Sorriso que não se fez na despedida...
Onde você e eu não nos abraçamos.
E as mãos não acenaram o frio adeus.

Baroneto.
 
Mãos

DOA-SE UM CORAÇÃO

 
DOA-SE UM CORAÇÃO

Estou triste...
Em pedaços um coração!
O vento do desprezo...
Sopra em minha alma!
O brilho das estrelas...
Já não me atraem mais!
O calor do sol tornou-se,
Apenas uma pequena chama!
E a lua então?
Que antes era poesia!
Agora é só uma claridade fria!
O bailado das folhas...
A se soltarem das arvores,
Eram como brisa ao vento!
Hoje são apenas...
Folhas mortas ao relento!
Estação inverno chegou!
Tristeza envolveu meu coração!
Para não congelar...
Na fria angustia de ser só,
Vou doar meu coração!
Quem sabe há alguém,
Assim como eu, esperando!
Um amor desprezado também!



THOMAZ BARONE NETO
 
DOA-SE UM CORAÇÃO

AH! COMO EU QUERIA...

 
AH! COMO EU QUERIA


Queria....
Mas não posso,
Parar de te amar...
Assim como te amo!

Queria...
Mas não posso,
Parar de pensar em ti!
Esquecer, o teu sorriso!

Queria...
Mas não posso,
Viver sem você!

Queria...
Mas não posso...
Morrer nos teus braços!

Queria...
Mas não posso...
Ocultar-me no silêncio!

Queria...
Como queria...
Mas não posso!



THOMAZ BARONE NETO
 
AH! COMO EU QUERIA...

PERDOA-ME

 
PERDOA-ME


Pelos transtornos,
Que lhe causei...
Perdoa-me!

Pelas amarguras,
Que te fiz sentir...
Perdoa-me!

Por eu não saber...
Dar-te carinhos!
Perdoa-me!

Pela minha ignorância,
Em não saber cultivar-te...
Perdoa-me!

Pelo desprezo,
Que por mim;
Fiz-te sentir...
Perdoa-me!

Pela decepção,
Que te causei...
Perdoa-me!

Por tuas lágrimas.
Que choraste por mim!
Perdoa-me!

Por eu mesmo assim,
Perdido, alucinado.
Desesperadamente...
Amar-te!
Perdoa-me!



THOMAZ BARONE NETO
 
PERDOA-ME

O Cantico das Sereias

 
Em céu negro calmo, repousa a lua.
Antes fora aurora ao nascerem estrelas!
Agora rouba das flores noturnas...
O perfume que as noites inspiram!

Banha de prata a superfície, relvas...
Pinga orvalho sereno noturno,
Em pétalas de agrestes flores.
Lágrimas a regar desiludidos amores!

Vem pra mim fragrância de Helena
Sonho debutante juventude, Tróia.
Agasalhada ao vento das aventuras...

Sopram ao vento caricias ternuras,
Em ondas macias, suaves e serenas...
Cânticos das sereias, deusas Atenas.

Baroneto.
 
O Cantico das Sereias

Saudade

 
Sou da terra um grão.
Do universo uma semente!
Sou do vento o assovio.
Das flores as pétalas caídas.

Sou assim uma voz...
A clamar tua presença.
Sob um sol sem brilho...
Pelo teu amor, andarilho.

Sou lembrança esquecida...
Morrendo lento no vazio da alma!
Longe do brilho dos olhos teus.

Sou aquela estrela que perde a luz,
Folha morta baldia ao vento.
Porem esperança, do retorno teu.

Baroneto.
 
Saudade

Rios de iluões

 
Rios de ilusões

Chorei tanto que minhas lágrimas...
Inundaram dos rios seus leitos secos
As marcas de meus tormentos.
Tanto foram que chegaram aos mares.

Minhas amarguras tornaram revoltas
Suas calmas águas cristalinas
No fluxo e refluxo de suas marés...lembranças
Indo e vindo no seio da sofrida alma.

Sofri as perdas de mim...
Em um mundo de incertezas.
Deixei passar aos olhos,
A beleza de seus jardins.

Plantei no leito seco deste rio.
Uma flor, rainha vermelha rosa.
Reguei-a com o sereno meigo...
Das minhas singelas fantasias!

Depositei nas aveludadas pétalas
O orvalho de minhas alegrias.
Para colher na eternidade o sonho...
De ser teu platônico amante.

Baroneto.
 
Rios de iluões

O moço e o velho

 
O moço e o velho.

...Então caminhando pelas estreitas vielas,
Um jovem e um não tão jovem assim vão...
Conversando fervorosamente sobre a humanidade,
A vida entre outros assuntos que borbulhavam,
No seio desta conversa. Em dado momento porém,
O jovem como que por ardil perguntou ao velho.
E que por assim dizer, em sua percepção acreditas mesmo,
Realmente em uma existência após a morte? E que exista...
Uma alma imortal!?. Sereno como o orvalho que beija,
As flores de madrugada com olhar que refletia a luz de...
De sua bondade e fina paciência, responde o velho...
Tu consegue ver o que é a poesia no poema?
Responde de súbito o jovem o poema é o corpo que carrega
A poesia, a poesia é a alma encantada do poema...
Serenamente o velho responde...Pois é ai está a vossa resposta.
O corpo carrega a alma no planeta, a alma carrega a vida na eternidade!

Baroneto
 
O moço e o velho

Querer

 
QUERER.

Quero um abraço apertado...
Um beijo roubado da boca molhada.
Um olhar profundo dizendo coisas...
Que somente a alma pode entender.

O significado das palavras pensadas.
Não ditas ao vento, mas ao coração.
Quero de novo ser criança para entender,
A alegria de sentir a verdadeira felicidade!

Fazer-se inocente sem pecados!
Correr livre pelos caminhos da vida,
Onde o sorriso esperança é a alma...

Sonho profundo de rara beleza.
O espirito repousa em serena harmonia.
E tua lembrança de menina meu ego, acalma!

Baroneto.
 
Querer

Fragilidade

 
FRAGILIDADES.

De todas as flores que cultivei...
Uma me chamou mais a atenção.
Era uma florzinha singela que notei...
Nascida no beiral de minha janela!

Tão miudinha e franzina ela era...
Que jamais se formou dela um botão.
Mas com todo carinho eu a reguei...
Na esperança de vê-la um dia ser flor!

Todas as manhãs um beija-flor curioso,
Ou então malicioso, vinha à florzinha olhar!
Fazia o maior escarcéu para nela chegar,
Mas era tão miudinha que não a podia beijar!

Passaram-se as estações e ela ali estava.
Não se curvou ao tempo nem as tempestades.
Tão pequena e delicada que o orvalho da noite...
Trazia no silencio madrugada, o sereno a venerá-la.

Aurora se fez e uma abelhinha atrevida...
Sugou sem permissão roubou da florzinha o pólen.
Deixando-a agonizante de desejo assim como eu...
Agonizo no desejo de estar nos braços teus!


Baroneto.
 
Fragilidade

OS LOBOS E A ALFA

 
OS LOBOS E A ALFA





Lobos...

Lobos famintos.

Instinto selvagem.

Força e liberdade!



Alfa da matilha...

Ela branca e alva!

Rosna com advertência,

Antes do ataque fatal!



Imponente guerreira,

Líder sem contestação.

Olhos penetrantes...

Instinto animal!



Belo espécime, de raro brilho.

Apocalipse da beleza!

Encanto da natureza,

Deusa das deusas!



Lobos famintos...

Caem sob o seu domínio.

A destreza do macho...

Se rende ao seu chamado!



Pois elas têm a força,

O encanto e o legado.

De ser alfa, rainha...

Do infinito universo,

Onde o lobo não é...

O rei e nem o astro!



Alfa...

Mulher fatal!









THOMAZ BARONE NETO.
 
OS LOBOS E A ALFA

´LÁGRIMAS DE ORVALHO

 
LÁGRIMAS DE ORVALHO


Deixa penetrar em mim,
A essência de teu ser!
Retirando de minha alma...
Todos os detritos da incerteza!

Quero te sentir assim...
Leve, macia e serena!
Como o orvalho noturno,
Que vem depositar em mim...

A chama alucinante da paixão!
Que envolve o ébrio coração...
Que sempre está a palpitar por ti!

As lágrimas de orvalho depositadas
Na alma, me transcende ao éden...
Onde somos o inicio Adão e Eva!





THOMAZ BARONE NETO
 
´LÁGRIMAS DE ORVALHO

A ESCULTURA

 
A ESCULTURA


Um dia no paraíso...
No jardim da criação!
O criador brincando
De escultor, esculpiu...

A mais formosa deusa...
De rara beleza e magia!
Curvas definidas, simétricas!
Olhos claros, brilho do luar!

Movimentos delicados...
Como um manto de plumas!
Sorriso de estrelas cadentes!

Voz, sussurro dos ventos!
Mãos macias de algodão!
Cabelos suaves, soltos!
Selvagens á brisa de verão!

Teu caminhar cheio de graça...
Como uma majestosa felina tigresa!
Flutua doce no tempo espaço!
Saldando a relva macia, a natureza!

Meus olhos ficam, encantados!
Ao sonhar tão bela imagem!
Transpondo-me em todas as leis...
Quero repousar em teus braços!

Deixar a vida navegar solta...
Nos rios de teus carinhos!
Ancorar a minha existência...
Na alma de tua essência!





THOMAZ BARONE NETO
 
A ESCULTURA

OBCENIDADES

 
OBSCENIDADE

Obscenas palavras!
Obscenos atos...
Obscenas razões!
Obscenos pensamentos.

Tudo é obsceno!
Tudo é falta de moralidade.
Tudo é repreendido.
Pela obscena sociedade!

Sei que não é certo.
Posso ser proibido de te ter.
Mas é correto eu te amar!
Porque o sentimento,
Não escolhe hora ou local.
E muito menos a quem dominar!

Alastra como a uma epidemia.
Faz acelerar o coração!
Escraviza o corpo e a alma,
Sem pedir permissão!

Inspira poesias...
Provoca lágrimas,
De tristeza ou paixão!
Fazem da vida o sim e o não!

O meu amor por ti não é certo.
Pela época em que nasceu...
Vivo no meu intimo a duplicidade,
Confrontando com a realidade!
Porém sei que não estou errado
Em viver esta intensa paixão

Amor é o sentimento...
Que não adota negação!
Vivo como a um zumbi,
Enfrentando estas regras...
Quem me diz tudo é obscenidade!
É porque ainda não viveram...
O fervor do verdadeiro, amor...

Baroneto
 
OBCENIDADES

Baroneto