Poemas, frases e mensagens de apegaua

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de apegaua

Rosa branca.

 
Rosa branca.
Rosa branca.
Lá em cima daquele morro.
Passa boi, passa lagarto.
Lá que com carinho encontrei.
A mais linda de uma flor.
Preferência juro que não tenho.
Mas foi lá que foi plantado.
Simplesmente a das brancas a mais linda do pedaço.
Ativa e serena.
Uma danadinha de pequena.
De quem muitos corações se enamoraram.
E se foi feliz.
Já não tenho certeza.
Pois só o que sei.
É que do lugar.
Nunca o seu cheiro se afastou.
JC.
Cheiro de uma flor.
Caiu raio, caiu chuva.
E o seu cheiro nunca se dissipou.
Passou boi passou lagarto.
E a flor sempre ativa se mostrou.
Dessa história virou lenda.
Que apenas guardo um pedaço.
Pois toda vez que passo por lá.
O seu cheiro tão suave me invade.
Quem quiser que escreva outro.
Sem se esquivar do compasso.
Pois do perfume dessa rosa.
Nem vendo, nem me desfaço.
O uso e pessoal.
E o frasco.
Com todo carinho guardado.
Com muito jeitinho.
pois não existe outro igual
Bom, Bom.
Já mandei o meu recado.
E se as outras rosas com ciúme ficarem.
Saibam que amo todas vocês.
E por se justificar o conteúdo.
E sacramentar a intenção.
Declaro-me um jardineiro ocupado.
Que no embornal não carrega a discórdia.
Mas no coração.
Apinhado de abraços.
JC.
 
Rosa branca.

Se,,,

 
Se.
Um dia a saudade apertar.
Lembre se.
Que tudo fis para ti consolar.
E alheia a todos meus desejos.
Deste- me risadas.
Não contastes com as voltas que o mundo dá.
E hoje por incrível pesar.
Eu e que sorrio.
Ao lembrar-se do meu amor doentio.
Que o tempo conseguiu apagar,,,
JC.
 
Se,,,

Surpreenda me...

 
Como que se num ato desesperado da paixão.
Beija-me, como que se num gesto demorado de satisfação.
Vai, rouba todos os meus instintos.
Arrepiando a minha pele, como que se para mim não mais existisse o perdão.
Vai, desarma minhas defesas.
Como já estou dominado.
Deixo você me invadir.
Penetrando se bem fundo.
No intimo mais gostoso.
Bem no centro de um coração...
Ap.
 
Surpreenda me...

SIMILAR,,,,

 
Similar,,,
Você chegou.
E tão de mansinho entrou na minha vida.
Sem nem ao menos, me dar tempo de pensar.
Ainda que só por pensamentos pudesse ti tocar.
Que não a tenha a qualquer hora.
E as minhas mãos, desse instante estejam fora.
Não posso, não devo me lamentar.
Pois se alguma coisa de você sei consegui.
Foi à amizade.
Mesmo não se falando e quando, se atropelando.
E de direito não se conhecendo.
Sua lembrança me acompanha.
Mesmo não querendo e se ti chamo.
Dormindo ou acordado não entendo.
Mas quem sabe a qualquer momento.
Ou em outra extremidade, não iremos viver.
O amor que nos foi negado.
JC.
 
SIMILAR,,,,

Meus anseios,,,

 
Meus anseios,,,
Tenho medo.
Do sonho se acabar.
E não desfrutar desse sorriso seu.
Soubesse eu que me esperava.
A como tudo seria diferente.
Ti garanto.
Que Por essa ânsia louca.
Que aviva o fogo que aos poucos vai me consumindo por dentro.
Roubando-me os gestos, vontades e desejos.
Tornando-me cabisbaixo.
Esse jeito maroto.
Que só quem ama e quem sabe.
Tenho certeza que você iria me entender.
E não meço distância, tempo nem hora.
Por saber que para o amor não existe barreiras.
Por isso com ou sem medo.
Sem rodeios e que lhe falo.
Não podia.
Mas estou apaixonado...
Apegaua.
 
Meus anseios,,,

Pensamentos de saudades,,,

 
A que se gostar,,,
Para se procurar e dizer.
Grito, ti chamo sem resposta ter.
Amor, onde se escondeu.
Responda, por favor.
Não deixe que morra de tédio e aflição.
Eu um apaixonado.
Venha, corra.
Tire-me dessa solidão,,,
JC.
 
Pensamentos de saudades,,,

Pensamentos de saudades,,,

 
Pensamentos de saudades.
Sou o mesmo que você marcou.
Sem nada acrescentar.
Clamando para não soçobrar.
Nas pegadas em que deixou.
Cravadas em minhas saudades.
JC.
 
Pensamentos de saudades,,,

Tudo que um poeta gostaria de escutar da sua musa,,,

 
Poeta queria ti dizer.
Consegues com arte, enganar meu coração.
Deixas me louca de paixão.
Acaricias-me com palavras.
Que não consigo esquecer.
Aconchega minha alma.
Faz com tanta sutileza.
Que me leva ao prazer.
Sussurras aos meus ouvidos.
Tudo que os apaixonados querem e gostam de escutar.
Apropria-se do meu perfume.
Corrompe o meu odor.
Furta-me os beijos.
Escancarando-me de felicidade.
Alisa-me a pele, viajando com a razão.
Enxuga-me as lágrimas.
Acalmando minha emoção
Como só tu sabes fazer.
Há! Poeta.
Faz isso comigo não.
Diz que sou tua musa.
Navegando em inspiração.
Sou um poema.
Que da sua pena emergiu.
E você é o meu poeta.
O que me fez transparecer,,,
JC.
 
Tudo que um poeta gostaria de escutar da sua musa,,,

Amada senhora liberdade,,,

 
Amada senhora liberdade,,,
Eu um filho do tempo.
Pedaço de um poema.
Rabiscado entre o silencio e a solidão.
E nem se proponha a me perguntar de onde venho.
Pois nem sei para onde vou.
Quem sabe, uma carona.
Numa nuvem vadia.
Que o vento obriga a baixar.
Não resolveria a questão.
Ou será que sou.
Um triste pássaro.
Que preso se contenta em cantar.
Para o seu carcereiro.
Que tem o dom de vender.
Mais nunca o de soltar.
Quiçá só isso me contentasse até seria muito bom a pauta.
Asso segava no meu canto.
Sem mais injurias.
E mataria os meus desejos de.
Se aconchegar.
Na amada senhora liberdade,,,
Apegaua.
 
Amada senhora liberdade,,,

Sede de amar,,,

 
Sede de amar,,,
Daí me desse gole de prazer.
Inebriando de fervor.
Precisa-se for.
Já sou.
Um viciado em você.
Preciso do calor dos seus abraços.
E lhe peço.
Mate minha sede de amar.
Invada-me com o seu frescor.
Cola os seus lábios nos meus.
Chame-me de benzinho.
E faça se de minha mulher.
Mas por favor.
Não negue que me pertenceu.
Pois não admitirei jamais.
E gritarei como um louco para que todos me ouçam.
Que você se fez minha.
Quando fomos uma só pessoa.
Vivendo e deixando viver.
Um sonho que jamais ira morrer.
Apegaua,,,
 
Sede de amar,,,

Pensamentos de saudades,,,

 
Estou,,,
Cercado pelos quatros lados.
Pela solidão.
Num centro de um vazio.
Que me proibi.
De dar nem que seja um passo.
A procura da paixão.
JC.
 
Pensamentos de saudades,,,

Esteja avisada,,,

 
Queria acreditar,,,
Que as coisas não são bem assim.
Quem sabe o culpado não seja o seu perfume.
Pois toda vez que chego junto de você.
Fico embriagado e me vem à vontade de ti beijar.
Muitas das vezes consigo me segurar e retroajo.
Mas vai chegar o dia que não terei forças para fazer.
Parece-me, uma força a dominar todo o meu eu.
Tento e não consigo me livrar.
Por isso, pela nossa amizade, pelo nosso respeito.
Se acontecer, por favor.
Perdoe-me.
Mas esteja avisada,,,
AP.
 
Esteja avisada,,,

Farinha pouca meu pirão na boca.

 
Teste para se saber se o cabra realmente éra um poeta.
Logo na entrada se recebia pena e papel.
E se adentrando por um extenso corredor.
Onde bem no fundo.
Um sujeito sentado numa mesa gritava.
Cuidado poeta, por onde pisas.
Se não. Pode cair num alçapão.
Ressabiado por nunca ter metido a mão em cumbuca.
Em alto brado respondi.
Vocês estão enganados.
Não sou poeta e sim o escriba.
O poeta vem logo atrás.
Farinha pouca.
Meu pirão na boca.
Apegaua.
 
Farinha pouca meu pirão na boca.

Homenagem a amiga poetisa /" Rosa de Saron/"

 
Pitadinha de amor.
Esquece-se, invade a tristeza.
Bobeia-se, esbarro a saudade.
E o que fazer para não sofrer.
Dormir e sonhar.
Que sou feliz e até me esqueço de acordar/
Impossível fugir desse torpor.
Saudade e tristeza, de mãos dadas.
A afligir meu coração/
Só preciso sorrir e lembrar-se de paixão.
Sentimento isolado.
Que agrada um coração/
Já tentei esquecer.
Já tentei não lembrar.
Mas quando a saudade chega.
Só o seu nome me vem à cabeça/
E vou por ai.
Cego de ouvido.
Tropeçando na paixão.
Dando a volta por cima.
E se enroscando em solidão/
Um pobre e triste mortal.
Que precisa de carinho.
Bem antes do natal/
A quem preciso for.
Grátis tem para doar.
Um punhado de tristeza.
Que a domicilio faço questão de levar.
E para não atrapalhar.
A campainha nem toco.
Deixo pendurados na porta.
Muito bem acondicionado.
Tristeza enroladas em papel de seda.
E por conta do entregador.
Acondicionado em papel de ouro.
Deixo uma pitadinha de amor.
JC.
 
Homenagem a amiga poetisa /" Rosa de Saron/"

/" Apegaua & Rosa D Saron/"

 
A força de uma amizade,,,





Tok, tok, tok. Quem é?
Tok, tok, tok. Quem é?
Na porta...
Se baterem é saudade.
Se entrar e solidão.
Maltrata tanto meu pobre coração.
Que quase já não tenho mais forças.
Para agüentar tanta emoção/
Se correr vira saudade.
Se ficar é a própria paixão.
Mas não fico nem corro.
Pois tenho medo da saudade.
E nem ligo pra paixão/
Minha casa e feita de barro.
Toda decorada de amor.
Cercada de carinho.
Protegida com amizade.
Para não entrar.
Nem solidão, nem saudade/
Neste mundo sou sozinho.
Por nem encontrar com amor e nem carinho.
Ando amuado pelos cantos.
Tentando varrer dessa casa.
Tanto solidão como a saudade/
Lá no Céu vai um balão.
E aqui em baixo um coração.
Que sofre um bocado.
Cercado de saudade e solidão/
Não vou atender a porta.
Espiei pela janela e o que vi desagradou meu coração.
Visita de mãos dada.
De saudade e solidão.

Jcosta



Em busca do amor!

Neste dia lindo sai a caminhar

Meu coração solitário

Buscava o amor para abraçar

Ao longe avistei uma casinha

Por fora toda florida

Rosas perfumadas

Que me deixava embevecida

Embriagada

Desejei nesta casinha entrar

Mas a porta estava fechada

Bati suavemente

E uma linda e deliciosa voz

Respondeu perguntando

-Quem é?

Sorri...

- Quem sou eu?

Não sou a saudade

Nem tão pouco a solidão

Também não sou a paixão

Sou a ternura recheada de carinho

Sou o amor colorido de amizade

Em busca de um coração igual

Que seja fiel e leal

Se estiver preparado

Por favor, abra esta porta

Quero adornar a tua casa

Preencher teu coração

Desta doce emoção

E não mais sentirás solidão

E juntos voaremos

Entoando a mesma canção

Nem precisamos de balão.

Nosso amor será eterno

Como eterna será nossa paixão

Não precisaremos de casa

Pois o céu será a nossa mansão!



Rosa D Saron

01/01/2011
 
/" Apegaua & Rosa D Saron/"

Eu juro,,,

 
Eu juro,,,
Que naquele instante em que você me disse adeus.
Como sofri.
Não estando preparado.
Descontrole-me.
Hoje, mais calmo.
Dou risadas de mim mesmo.
Entendi que estava em outro patamar.
Graças a Deus.
Que não perdi toda uma ascensão.
Continuo com o pé no mesmo degrau.
Sem intenção nenhuma de descer,,,
JC.
 
Eu juro,,,

Me chama...

 
Fêmea.
Luz que os meus olhos nunca esqueceram.
Nem se canção de ter.
Coração se envolve.
E o corpo é que paga para ver.
As marcas que sempre sobem.
Pois faltam panos para tapar.
Mas nem ligo.
Pois o bonito, não carece de se esconder.
E ai de você se me chamar.
Sabe por quê?
Eu vou
AP.
 
Me chama...

Poeta elevado ao quadrado,,,

 
Poeta elevado ao quadrado.
Um ser alado.
Que se tivesse asa.
Como voa sua imaginação.
Os anjos teriam que se afastarem do nimbo.
Por conta da reflexão.
Hora triste hora alegre.
Sempre a procura do estado da paixão.
Que bem antes de encontrar.
Já extravasa o direito de eliminar.
Mas se você não e assim.
Aqui fica o pedido de desculpas.
Mas sonde primeiro.
E se turbulências não encontrar.
Poeta tu não é.
Quem saiba um escritor.
Page.
 
Poeta elevado ao quadrado,,,

Sinta se beijada,,,

 
Tantos beijos mandados.
E passo as mãos pelo rosto.
E não sinto as marcas que deixou.
Por isso.
De agora em diante.
Para que se firme o carmim.
Venha me beijar ao vivo.
Pois só assim.
Mato de uma só vez.
Toda saudade acumulada.
Que no peito ficou.
Apegaua.
 
Sinta se beijada,,,

No auge,,,

 
No auge,,,
Morria de medo, só em pensar.
Que minhas mãos percorriam todos os cantos de sua pele.
Deliravas.
Com sussurros excitantes, abafados e descompassados.
Como se a agradecer pelos carinhos proferidos.
Por minha cabeça.
Nuvens toscas a encobrirem.
O pecado que Teimava por se completar.
De um ato de onde não me consentia em sair.
O relógio da parede que silencioso nos fitava.
Feito uma morte fenecida sem nada a dizer.
O tédio me invadiu.
E amassei o travesseiro entre as pernas.
Que se contraiu, feito as suas coxas.
Em um momento libidinoso a zombar do próprio ego.
Ficaram-se seqüelas não me pergunte.
Lavo as mãos.
Por esse poema imundo.
Que no auge do cansaço.
Aconteceu-me.
apegaua.
 
No auge,,,