Poemas, frases e mensagens de GabrielSS

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de GabrielSS

Viva sem mim

 
Lembro-me bem,quando ela recebeu aquela messagem:
-Amor,vamos fazer um teste?
Ela respondeu a seu querido:
-Que teste??
-Você fica 1 mês sem mim ver,sem mandar mensagem,sem nada!
-Vai ser dificil,mas sim,quem não conseguir para pizza pro outro!
-Ok!!
Ela ficou doida,rondava de um lao pro outro...
[...]
Um mês depois foi para casa do namorado anuciar-lhe que cada um tinha conseguido a meta...
Ao abrir a porta tomou um susto...seu coração disparou...a lagrima começou a rolar!
A cena foi esta:seu namorado em cima da banquinha(com uma caneta na mão uma caneta,na outra um papel escrito:
´´Conseguiu amor,quando chegar é capaz de eu não ter folego de vida agora...``ela começou a chorar e continuou a ler´´...ficou um mês sem mim,você vai conseguir agora ficar o resto da vida,eu desenvolvir um câncer no pulmão,que se desenvolvel mais,e o medico disse que não passaria deste mês...BOA SORTE NESSA VIDA!! SEMPRE TE AMAREI!!``

Gabriel Santos Soares
(releitura de uma postagem que vi no facebook)
 
Viva sem mim

As estrelas!

 
As estrelas
As estrelas são belas
Nós as admiramos
Elas por sua vez
Oferecem sua beleza
Ilumina a noite escura
E pura com sua luz
Faz-nos nelas fixarmos nossos olhares
Para a elas admirarem
Com muita bondade inspira-nos
E faze-nos saber
Que um pontinho, que brilha,
No universo, muito grande para ela
Que pode a muita gente inspirar

As estrelas são exemplos que,
Com muita coragem
Com grande bondade
E força e vontade
Podemos a muita gente e coisas conquistar
As estrelas
As estrelas são belas
Nós as admiramos
Elas por sua vez
Oferecem sua beleza
Ilumina a noite escura
E pura com sua luz
Faz-nos nelas fixarmos nossos olhares
Para a elas admirarem
Com muita bondade inspira-nos
E faze-nos saber
Que um pontinho, que brilha,
No universo, muito grande para ela
Que pode a muita gente inspirar

As estrelas são exemplos que,
Com muita coragem
Com grande bondade
E força e vontade
Podemos a muita gente e coisas conquistar

Gabriel Santos Soares
 
As estrelas!

O que somo!

 
Somos o que escolhemos ser!
Temos escolhas entre o bem,mas tambem nos assombra o mal!
A escolha de plantar para colher,ou nos sentar e esperar que auguem o faça!
Temos a escolha entre ser grande ou pequeno!
Escolha!
 
O que somo!

A vida!

 
A vida nada mais é que uma historia.
Feita por escolhas.
Então escreva a sua!

Gabriel Santos Soares
 
A vida!

As novas crônicas

 
As novas crônicas

Cap. 1 - Reerguendo um país

Após milênios com a Terra Maravilhosa sem seu devido rei, irmãos gêmeos , Gabriel e Lucas assumem, os herdeiros que sobraram do trono após a grande guerra,batalhas...estes guerreiros,que ate então estavam escondidos na grande floresta, voltam para assumir o seu lugar como reis supremos da Terra Maravilhosa! Gabriel, o Guerreiro e Lucas, o Bravo!
Ao assumirem o trono rebeldes batalham para reconquistar o controle,mas os herdeiros tinham poucos homens ao seu dispor,uns 1.000,contra milhares de rebeldes,a população temia, soldados fugiam para não ir a combate, porém após o primeiro confronto de 1.000 soldado contra 7.000 rebeldes a população criou uma auto-estima ,estava pronta a luta, para temerosas batalhas, e pouco a pouco soldados voltavam ao exercito após fugirem,a população voltava a luta! Soldados reerguiam suas espadas, homens entrevam no exercito, a marcha de 15.000 homens mais ou menos marchando,ótima imagem!De que esse pais,de que nós nos reerguimos! A bandeira estava levantada,barcos prontos para velejar na crosta do mar!Sabia que estávamos preparados,mas sabia que a diferencias numeral entre o nós e eles eram muito grande, e o pior eles levavam vantagem, e eu sabia que nossa única chance era ataques surpresas nas bases que eles espalham por todo o pais,mas qualquer passo errado,seria...já sabemos,algo desastroso,e vamos lá!
Oas reis fazem o anuincio de que não era mais um reinado, mas sim um imperio,e o concfeito de nação nasceu naquele país!

Cap. 2 - A Grande de Festa

Em comemoração a Gloria que estava se firmando, antes de ir a batalha, foi deita uma grande e majestosa festa! Taças de ouro, cortinas de linho fino, banquetes e iguarias caricimas... os convidados,grandes empresarios(donos de terra, de gado,donos de manifaturas...) e claro os herois (os soldados que serviam ao imperio), todos os senadores, pretores... estavam presentes.
Os Imperadores Supremos o Imperio, pronucia que o País não mais se chamaria A Terra Maravilhosa, mas sim Azulandia(em referencia ao rio que corta a capital do Imperio, de aguas azuiz-cristalisnas)e a musica começa a tocar, os conviuados a se agitar, uma festa prevista para uma semana!

Cap. 3 - O insulto ao Imperio

No meio de toda aquela alegria da festa, estávamos alegres quanto as novas noticias do Imperio, mas em meio aquela alegria, do teto do castelo pulavam rebeldes, que estavam atacando em meio a festa, as pessoas presentes foram massacradas, nós estavamos assombrados, corriamos parea escapar, poucos de nós conseguiram, os ricos presentges foram mortos, mas o exercito chegou, mas ja tarde, e os rebeldes fuigiram pelas janelas, os Imperadores sobreviveram, e falaram aos presesntes (os que sobreviveram do massacre),
- Não ficará impune tais malfeitores, isso será considerado um insulto aos imperaores e ao Imperio!
E uma massa a população estava descontente com o Imperio!

Cap.4 - O começo da Grande guerra

Os rebeldes,estavam se disperçando dentro da população,se disfarçando de camponeses,enquanto produziam armas,e estavam fazendo aliança com rebeldes de outras nações,o Imperio também continuava a crescer,já são 1 milhão de pessoas alistadas no exercito,os rebeldes já sabiam que o exercito iria crescer,estavam se preparando!
(3 meses depois)
250 barcos de rebeldes estavam chegando a crosta o Imperio,rebeldes que estavam despeços ao campo atacaram aldeias como sinal que uma guerra começaria,ou melhor...começou!

Cap.5 - A guerra continua!

O Imperio estava com 1,5 milhoes de pessoas em seu exercito,mas os rebeldes,superavam em numeros,com os 250 mil barcos que chegos a crosta,cada um com cerca de 5 mil homens dentro...
A primeira batalha acontece,o Imperio perdeu 500 mil homens!E chama ajuda de outros paises,oferecendo-lhes ouro em troca de homens prontos para luta!

Cap.6 - O novo rumo da guerra!

Com o alistamento de homens de outros paises o Imperio vai a batalha contra os outros rebeldes,que se dividiram ao longo de 6 meses,fazedo varias bases ao longo o país,parecia que o Imperio estva perdido,derrotado,mas a chegada dos paises aliados deu um novo rumo a Guerra,após vairias batalhas,estava evidente um certo empate,quem irá vencer?

Cap. 7 - Um desfecho inesperado...

Apezar da ajudea de outros paises,o Imperio perdeu seu territorio para os rebeldes,após varios confrontos,dezenas de batalhas,recuou para as ilhas do norte!

Cap. 8 - A ilha Magica!

Entre varias ilhas,o Imperio se refugio na Ilha sombria,que segundo a lenda,apenas pessoas especias escolhidas pela ilha(e pelo destino) poderiam entrar,sabendo disso,e vendo que o caminho para ilha tinha se aberto o Imperio logo se refugiou lá pois sabia que seus inimigos não poderia lhes pegar, enquanto isso treinavam seus homens...

Continua...
(após um tempo colocarei um desfecho para essa historia,se as pessoas gostarem e postarem comentarios positivos,se você gostou fique ligasdo no perfil o usuario GabrielSS)

Gabriel Santos Soares
 
As novas crônicas

Negro

 
Negro
Oh! Que raça bela!
Com seus fortes rapazes,
E suas lindas donzelas.

Encanta,
Tantas nações com sua garra!
E lhes admiram por suas conquistas!

Sua beleza é como o céu,
Escuro, puro...
Ah! E os seus olhos,
Como a lua!
O seu brilho, inigualável,
Inestimável!

Sua cultura,
Com um toque gracioso
Com suas riquezas
E grande beleza
Sua musica, cativa corações
Sua fala, atinge multidões.

Suas conquistas...
Incontáveis!
Chegam a ser estimado cantor,
Talentoso jogador,
Até presidente!

Vão muitas coisas ainda conquistar,
Já não dá pra contar...
Imagina...

Gabriel Santos Soares
Fiz este poema para que nós venhamos observar a importancia e beleza do NEGRO!!
 
Negro

Tempestade!

 
Tempestade

Em tempestade,
O barco balança
O mar castiga sem piedade

Também assim é a vida,
Que de vez em quando há tempestade
E nos castia sem piedade
 
Tempestade!

O amor!

 
O amor!
Nada mas é que uma atração!
Mas será?
O que na verdade é amar?

Sera que e loucura?
A loucura de amar!
Ou cegueira?
Augo sobre natural?

Porque o coração acelera?
O que é essa sençação?
De querer proteger!
Mesmo quando a uma decepção!

O que será?
Essa senssação de amar!
Um pai, uma mae!
Um irmão!
Amigo ou paixão!

Deixa 'pra' lá!
Não quero saber o que é!

Só quero amar!
 
O amor!

Por quê?

 
Por que, a vida sempre nos da uma razão para um ‘porque’?
O porquê do choro?
O porquê da alegria?
Por que dessa fobia?

Por quê?
Eu lhe pergunto, o por quê?
De tudo!
Alguém pode me responder?

Por que o sol nasce para se por novamente?
Por que a lua brilha... se é escuro?
Por que a beleza do mar e das grandes florestas?

Sabe o por quê?
Porque sim!
Simplesmente assim!
 
Por quê?

O menininho dos doces

 
Em uma noite escura, um menininho andara o dia sem parar, a anuciar que vendia cigarros, charutos, doces.
Estava sem camisa, com chorte desfiando.
Saira, andara, percorrera a cidade em busca de um cliente, com o rosto sujo de graxa, os olhos brilhantes,azuis, cheio de esperança, um cabelo liso. Mais nem ligava para sua beleza, diante de um trabalho escravo e infâtil, que ainda hoje temos uma batalha contra.
Fugira de carroças que passavam sem parar, e sempre um insulto contra ele.
E, quando a noite caira, com ela veio uma nevasca, o menininho até pensara em voltar para casa, mas porém deciu não, medo de sua maldosa e gananciosa madrasta, que sempre convencera seu pai a fa ser coisa de seu interrece e se voltae contra ele, seu pai se via sem saida quando olhava nos olhos impnotisantes de sua esposa, e por causa das duras punições que sua maldosa madresta convencia seu pai lhe dar, aquele que já havia sido um pai bom, mais ao acontecer a terriveu catastrofe com sua mãe, e do seu casamento com aquela mulher se, foi aterrado ne um solo da maudade que aquela mulher fizera.Por isso não voltara para casa!
E a cada minuto aumentava a neve, a pior nevasca naquela cidade na marca de dez anos, refugiara-se em um beco escuro, mas pois encontrara ali um lugar com uma temperatura favóravel, e velhos jornais que lhe servira como cobertor. Chegou o tempo nas exatas 8:30 aquela noite, até naquele beco tornara-se a temperatura fria.
E aquele pobre menininho não tinha mais força para se mexer, seus olhos estava tornando-se pesados, mas resistira até o fim para não os fecha-los, com os olhos abertos, uma lagrima e de tristesa descia e seu rosto, ao chega ao lado de sua boca congelara.
No frio da noite, sabia ele que estava morrendo, e pensou nos momentos bons de sua vida, que sertamente foi pouco, ou melhor, pouquissimos, pensara em sua mãe, sua avó... que sempre elas tentaram o corrigir, dar o maior carinho possivel, viu ele pois que deveria ter aproveitado mais os momentos que lhe foi concedido com sua avó e principalmente, sua amorosa mãe.
Não aguentava mais o frio que vinha sofrendo desde o cair do sol, e agora já era 2:30 da manhã, olhou direcionando seus olhos para o relogio da esquina, e viu as horas,2:30 da manhã e pensou que iria esperar so mais um pouquinho para o sol raiar, penssou que aguentaria.
Sim, tinha aguentado até agora, com suas buxechas já palidas, sua visão embaraçando, ficando tudo escuro, a ultima coisa que viu com clareza foi um floco de neve, que caiu na sua mão, e ao fecha-las sentiu uma agua descendo, sabia que ali era aquele floco de neve, e que o que aconteceu com aquele floco, era o mesmo que aconteceria com ele.
Fechou os olhos, e viu uma luz clara.Era dois anjos que o pegou pela mão e o levou para um lugar melhor.
E ao ir a noite,foi-se com ela a nevasca.
E ao amanhecer, todos adimiraram, aquele corpo, pois estava morto, mas com um leve sorriso em seu rosto.
E a lagrima que derramara, ao nascer do sol descogelara, e aqueles que adimiravam aquele leve sorriso, não sabia a bela visão que lhe foi concedido ver, os anjos!
 
O menininho dos doces