| Enviado por | Tópico |
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| Alexis | Publicado: 03/12/2009 12:40 Atualizado: 03/12/2009 12:40 |
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Colaborador
Usuário desde: 29/10/2008
Localidade: guimarães
Mensagens: 7238
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nem que me assustes (assustas-me já),eu quero ouvir a tua história.contas-me?...
beijo, alex |
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| Enviado por | Tópico |
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| HorrorisCausa | Publicado: 03/12/2009 14:15 Atualizado: 03/12/2009 14:15 |
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Administrador
Usuário desde: 15/02/2007
Localidade: Porto
Mensagens: 3833
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não me assusto...conta a tua história, até gosto de sentir a adrenalina do horror, mas promete que a começas por "era uma vez" e a terminas com um "happy end" ...tipo: "e morri feliz para sempre", até que regressas para dar continuídade à saga.
beijo |
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| Enviado por | Tópico |
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| Caopoeta | Publicado: 03/12/2009 20:26 Atualizado: 03/12/2009 20:26 |
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Colaborador
Usuário desde: 12/07/2007
Localidade:
Mensagens: 1988
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creio que seja desta forma que gostaria de iniciar um outro ciclo de vida..
a sensaçao de que já se viveu bastante e muito mais há-de se viver. é bom ter -te por cá Julio. um abraço. |
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| Enviado por | Tópico |
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| Julia_Soares | Publicado: 03/12/2009 20:38 Atualizado: 03/12/2009 20:40 |
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Participativo
Usuário desde: 03/12/2009
Localidade: Dançado ao vento
Mensagens: 48
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Não te assustes, mas ao ler recordei um poema de Alberto Caeiro( Fernando Pessoa )
Quem me dera que a vida fosse um carro de bois Que vem a chiar, manhãzinha cedo, pela estrada E que para de onde veio volta depois Quase à noitinha pela mesma estrada Eu não tinha que ter esperanças-tinha só que ter rodas A minha velhice não tinha rugas nem cabelo branco Quando eu já não servia tiravam-me as rodas E eu ficava virado e partido no fundo de um barranco. Alberto Caeiro |
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| Enviado por | Tópico |
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| Conceição Bernardino | Publicado: 03/12/2009 22:35 Atualizado: 03/12/2009 22:35 |
Usuário desde: 22/08/2009
Localidade: Porto
Mensagens: 3357
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olá júlio,
será que precisas contar a tua história? se vou lendo pedaços dela nos teus poemas, não me assustas porque também já morri várias vezes num olhar de alguém. beijo c. |
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