Poemas : 

Vertigem (182ª Poesia de um Canalha)

 
Lentamente, caio
De asas fechadas
Pensamentos sós
Olho-a de soslaio
Essa e mais vidas
Já cegas sem voz

Apressada s'ergue
Em sua sorte nua
Da Lua tal tristeza
Noutra que segue
Com brilho da tua
Ou de igual beleza

Morro só num dia
Num beco escuro
No rio de mágoas
Breve a travessia
Do lamento puro
De estas trévoas

Lentamente, juro
Que medo d'amor
Dói-se como viver
Louco ou imaturo
Seguia sem favor
O amor sem o ter


A Poesia é o Bálsamo Harmonioso da Alma

 
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Alemtagus
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Enviado por Tópico
Naty
Publicado: 30/07/2026 11:30  Atualizado: 30/07/2026 11:30
Colaborador
Usuário desde: 13/11/2010
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Mensagens: 1476
 Re: Vertigem (182ª Poesia de um Canalha)
Poeta parabéns pela sua poesia.Cumprimentos da Naty


Enviado por Tópico
lsterreza
Publicado: 31/07/2026 15:45  Atualizado: 31/07/2026 15:45
Membro de honra
Usuário desde: 09/02/2017
Localidade: Brasil
Mensagens: 399
 Re: Vertigem (182ª Poesia de um Canalha)
Poema de grande sensibilidade. As imagens criando uma atmosfera melancólica e reflexiva. Gostei muito. Bfds Jorge. ✨

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