Poemas : 

Vertigem (182ª Poesia de um Canalha)

 
Lentamente, caio
De asas fechadas
Pensamentos sós
Olho-a de soslaio
Essa e mais vidas
Já cegas sem voz

Apressada s'ergue
Em sua sorte nua
Da Lua tal tristeza
Noutra que segue
Com brilho da tua
Ou de igual beleza

Morro só num dia
Num beco escuro
No rio de mágoas
Breve a travessia
Do lamento puro
De estas trévoas

Lentamente, juro
Que medo d'amor
Dói-se como viver
Louco ou imaturo
Seguia sem favor
O amor sem o ter


A Poesia é o Bálsamo Harmonioso da Alma

 
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Alemtagus
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