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Poemas : 

Tempo

 






o tempo afia a espada nas estrias da lembrança
tombada
na fronte crescem fios àsperos e

caiado no estio dos olhos
entornas
amoras inquietas até à boca perplexa de silêncio

da raiz do tempo
caiem
nos ombros sombras de outrora

esculpidas
pela busca que se faz no tempo.







Zita Viegas















 
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atizviegas68
 
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Enviado por Tópico
visitante
Publicado: 26/12/2014 16:38  Atualizado: 26/12/2014 16:38
 Re: Tempo
O tempo é tudo isso minha amiga, amei o final. ......Abraços


Enviado por Tópico
martisns
Publicado: 27/12/2014 00:18  Atualizado: 27/12/2014 00:18
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Localidade:
Mensagens: 29490
 Re: Tempo
O tempo se faz nos destinos que nosso ser é conduzido pelo silêncio que vem dos olhos dos inquietos que se aprofundam nas sombras que se evanescem


Enviado por Tópico
Migueljaco
Publicado: 27/07/2015 15:18  Atualizado: 27/07/2015 15:18
Colaborador
Usuário desde: 23/06/2011
Localidade: Taubaté SP
Mensagens: 9762
 Re: Tempo
Bom dia Zita, o tempo é imutável, logo não serve de referência para o que se alterna, mas o homem em suas inventividades, criou o calendário, para fracionar o tempo, e facilitar suas compreensões, parabéns pelo redundante poema, um abraço, MJ.

Enviado por Tópico
(Namastibet)
Publicado: 27/02/2021 00:21  Atualizado: 27/03/2021 20:17
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Usuário desde: 03/12/2020
Localidade: Azeitão/Setúbal
Mensagens: 468
 O tempo não me define,












O tempo não me define
Aconteço posteriormente
A tudo, volto ao inicio,
Tão "cheio de nada ter"
Como m'rejo p'lo princípio

De ficar vago, vazio meu
Legado aquando for infinito
O momento












































Cheio de nada ter
Verdadeiramente vejo
Tanto quanto a um cego
Seja distinto ao tacto o que
Parece um sussurro,

Sendo minh’alma
A murmurar suave
Suave que outras almas
Silenciam e negam tanto,
Ficando secas sem nada,

Assim com’à minha
Cheia de não ter nada,
De facto sussurro e
Mais parece ser brisa
Ou de verdade seja

Cheio eu de nada ter,
Nest’alma levezinha
Cheia do que sinto,
Tanto quanto um cego
Tem tacto e quanto sente

Assim sente esta cega
Alma e minha …
















Joel Matos (07/2017)
http://joel-matos.blogspot.com