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Sonetos : 

PEQUENINA

 
Tags:  SONETOS 2016  
 
PEQUENINA

Nem terminantemente lhe proibindo,
Aquela zinha nunca dava ouvidos...
Um espírito livre, de olhos sabidos,
Cujo atrevimento era rude e lindo.

Acostumada a estar sempre sorrindo,
Divertia-se com mal-entendidos.
Pois, de todos os modos conhecidos,
Tornava a novidade algo bem-vindo.

Ardia feito brasa espevitada
Enquanto conduzia pela estrada
Em rancho as raparigas do lugar.

Como se não soubesse de tristezas,
Das criaturas de Deus mais indefesas
Fora a que ninguém pôde controlar.

Inhapim - 02 04 2016


Ubi caritas est vera
Deus ibi est.


 
Autor
RicardoC
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