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Contos : 

Beijo com sabor a sexo

 
Se fosse possível explicar acreditem que Daniel detalhava tudo o que sente.
Há apenas um local que ele e ela se sentem bem, onde mutuamente se perdem.
Ambos conhecem-se bem, tão bem que dentro daquelas 4 paredes era a loucura extrema.
Era necessário somente uma vez sem paragens ou repetições tudo era absurdamente explicito.
Por tudo o que ele sabe que faz sentir e que ela nunca se recusa a concretizar. Volta sempre aquela rua aquele apartamento.
Já faz parte da rotina, eram amigos a alguns anos mas ali eram apenas amantes que amavam pecar.
Não é preciso sonhar se tudo acontece na realidade.
Daniel sente isso quando segura forte no redondo bombom de Beatriz enquanto é recebido com um cremoso beijo.
Mais uma noite acompanhado mas existe algo que a ruíva com roupa de cabedal negra decidiu para os momentos a dois.
Quando Daniel abre os olhos Beatriz já está a indica-lo para se sentar.

Encara a realidade das palavras seguras que saiem da boca borratada de batom carmesim.
- Dani eu hoje quero te propor algo diferente, algo que nos prenda ainda mais neste lençol de prazer. - O rapaz de 25 anos mantém-se atento e sentado no sofá individual.
- Hoje quero te mostrar o quanto terás que pedir, pedir não implorar pelo meu corpo pelo meu prazer... - Continua enquanto as pernas longas com umas leggins pretas bem justas a elas se movimentam.
Ele nunca imaginou que podessem ficar atraido por algo tão banal e tão dominante ao mesmo tempo.
O dia a dia é complicado não ficar mexido quando pensar na noite anterior mas as expectativas alargam-se a cada movimento a cada palavra.
- Hoje tenho algumas coisas aqui, mas gostava que um outro dia juntos fossemos comprar mais objetos divertidos para as nossas noites.
Assente e Beatriz ordena que ele se dispa e espere por ela.
O sentimento impulgante faz-o sentir como uma criança que já não é.
Retira o casaco que faz questão de usar sempre naquelas noites, a sweet-shirt também é retirada do corpo. Enquanto Beatriz espreita pelo espaço apertado da porta.
Daniel termina por retirar os pés das calças amachucadas e tira de uma vez o boxer.
Ela coloca a máscara sobre os olhos e invade a sala.
- Para o quarto. - Ela ordena friamente mas com um sorriso no canto dos lábios.
Os olhos avelãs de Daniel não quis acreditar no que vera, a cama que já fez rasgar os lençóis tinha algo diferente a decoração em geral era diferente. A luz foi apagada por Beatriz e com cuidado acende algumas velas que tinha espalhadas pelo quarto.
Sentado na cama é ordenado a ficar de joelhos no chão aos pés de Beatriz.
Ela coloca o pé sobre a perna nua de Daniel que por sua vez fica flexionada.
- Acaricia-me, faz por merecer a primeira recompensa desta noite.
Sem entender ainda o que tinha que fazer percorre a perna revestida de cabedal fino e cria um mar de beijos. Em seguida desce o fecho da bota e puxa para baixo, a mão quente e suada, estava nervoso por se submeter ao desconhecer. Percorre o pé agora descalço sente o relevo da meia em rede. Beija-o e satisfeita com a concretização coloca o outro pé na outra perna despedida e Daniel volta a repetir.
Mas agora ele quer ir mais além e percorre a perna com o tato e o paladar chegando assim á parte de dentro da coxa. Suspirando Beatriz dá acesso total ao seu interior para que ele sinta o sabor do cabedal.
Por cima do pano ele beija e lambuza todo o espaço.
Em seguida Beatriz diz que pode parar, Daniel senta-se sobre o lençol de cetim ao lado dela e num impulso escaldante Daniel já estava com as costas na cama e de pulsos fixos nas algemas prateadas.
- Relaxa. - Beatriz diz quando termina de fechar a a segunda algema.
Ele admite a si mesmo que tudo é surpreendente para si e que nunca pensou estar tão atraido pelas suas técnicas de sedução.
Uma pena suave e branca acarícia a pele que por onde ela passa fica arrepiada.
Em que por sua vez recebe beijos de um batom que o próprio burratou.
Um cubo de gelo é roubado da taça de champagne e penetrada na pele escaldante do homem, a fricção é notável aos suspiros do mesmo.
- Hoje vais suplicar que te toque.
E uma palmada no seu mais eterno sensivel.
Coloca champagne num copo comprido e retira um morango de uma taça repleta de mais morangos.
Ela beija-o oferece o morango que está dentro da boca dela.
E uma dentada é dado nos lábios dele, bem forte que o faz gemer.
Enquanto ela pensa no que pode acontecer mais Daniel articula:
- De onde tiras-te estas ideias?
- É só o começo. - Ela fala com o copo na mão com ar pensativo.
- Tu sabes do que eu gosto.
Por saber é que com as mãos frias percorre a anca do mesmo e beija de forma quente todo o redor deixando-o desejoso que o tocasse.
Mas não, Beatriz deixa-o sem toque até que ele seja capaz de pedir, pedir imenso que lhe toque do jeito que ele gosta.
- Bia... Hmm- Suspira.
Beatriz já conseguiu controla-lo como quer, tudo está a ser como esperava e Daniel como ela sabia no fundo não a está a desiludir.
Algo nele cresce mas isso não a impede de continuar com o jogo que magicou na sua mente.
- Biaaa... Hm...
Trinca a pele que o faz suspirar mais a cada beijo e ferradela.
- Eu preciso de me entregar. - Articula com os punhos fechados.
- Mais Dani... Mais...
A boca de Beatriz não descola da pele dele enquanto ele está perto de se render á sua boca.
- Eu preciso do teu toque. Preciso que faças o que eu gosto.
Beatriz continua como se ele não tivesse falado.
- Por favor... Eu preciso de ti.
Beatriz continua e coloca a mão direito entre as pernas que estão livres e agarra nos testiculos e aperta-os e puxa-os para a frente e mais um suspiro é libertado.
Beatriz está definitivamente decidida a fazer algo enovador, esta noite inclui a forma como irá mexer no corpo dele.
Ao lado do pénis a boca para e chupa a pele, a provocação é elevada o rapaz pressiona os pulsos presos.
Continua a crescer e Beatriz satisfeita com a sua brincadeira continua maldosa em seus movimentos.
- Bia. Preciso de algo mais úmido, algo mais forte.
Beatriz aperta forte os testiculos e continua a formar o chupão.
Mais pressão é feita nos pulsos presos.
- Mais Bia. Por favor.
Chega á conclusão que ele não precisa de sofrer mais e com a outra mão passa na língua e desliza a mesma nele.
Apenas são ouvidos suspiros.
Beatriz sempre achou esse ato um pouco chato por isso parou e decidiu despir-se e a cada peça deslizava no corpo dele até que ele descobrisse qual seria.
- Corpeto que tinhas vestido. - Soube-o pelo tamanho pousado na sua barriga.
A próxima peça é colocada aos poucos sobre ele dificultando a adivinha.
- As leggins. - Reconhece o toque do tecido.
Não pode tocar com o sutiã porque não o tinha vestido, sempre o recebera assim.
As meias de rede são colocadas sobre o peito dele e só acertou quando os buracos foram precionados.
Por fim o fio dental que foi colocado quase na sua cara, explonde assim o extanse de desejo. Quer sempre mais e mais.
A sua pele hidratada e depilada é deslizada sobre o rosto quando é invadido pela parte pubica feminina.
Provocante, desliza suave os lábios como se o bolo de chocolate nunca mais ficasse cuzido.
Mas nem mesmo ela se conseguiu controlar, teve que se entregar da forma que ambos adoravam.
Sentir-se úmida fazia com que percebesse que ninguém estava a falhar, senti-lo tão intensamente, da forma que se colocara as pernas tremiam as mãos apertavam o beiral da cama.
Os olhos eram pressionados e fechados, a respiração ofêgante era explicita e Daniel apenas tentava se controlar para lhe propor o que melhor tentava propossionar.
Quando satisfeita e Daniel cansado ela sai e senta-se no lado dele tentando recuperar o fôlego.
- Bia enlouqueces-me.
Ela ri mas ainda não recuperou.
Tudo isto é aquilo que ela esperou.
- Vamos foder contigo ainda algemado.
Daniel não similou tais palavras Beatriz também não deu tempo que isso acontecesse.
Montou-o dando orientação ao órgão e cavalgou o mais rápido que pode. Desfazendo as últimas forças que restavam. Deixando-se ficar penetrada até recuperar. De novo e voltar a saltitar uma outra vez e terminar a sua pequena dominação com um beijo cheio de sabor a sexo.


LiliSilva

 
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Lilysilva
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