Poemas : 

Do Ano Ainda Novo (146ª Poesia de um Canalha)

 
E acordou de novo
De chibata erguida
Esse vampiro vilão
Ajoelhou-se o povo
Nesta vida perdida
Sem água nem pão

Dos olhares negros
Nus desses prantos
Nenhumas mágoas
Dos belos alinegros
A retrucar encantos
E reviçando bágoas

Modorrou outra vez
Nos seios da beleza
Esta gleba açoitada
Mãe d'chão que fez
Em lua de incerteza
A tristura sossegada


A Poesia é o Bálsamo Harmonioso da Alma

 
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Alemtagus
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