E acordou de novo
De chibata erguida
Esse vampiro vilão
Ajoelhou-se o povo
Nesta vida perdida
Sem água nem pão
Dos olhares negros
Nus desses prantos
Nenhumas mágoas
Dos belos alinegros
A retrucar encantos
E reviçando bágoas
Modorrou outra vez
Nos seios da beleza
Esta gleba açoitada
Mãe d'chão que fez
Em lua de incerteza
A tristura sossegada
A Poesia é o Bálsamo Harmonioso da Alma