Poemas : 

Impura (147ª Poesia de um Canalha)

 
A pura mente
Ia tua por dó
Flama iriante
E cegamente
Se perdeu só
A lua amante

Lenta foi dor
Outra vez pó
E um sorriso
O doce amor
Do mudo nó
Injusto juízo

Fiel o ventre
Que d'mãe é
Tanto mundo
Vil dementre
O auto da fé
Já furibundo


A Poesia é o Bálsamo Harmonioso da Alma

 
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Alemtagus
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