Poemas : 

Impura (147ª Poesia de um Canalha)

 
A pura mente
Ia tua por dó
Flama iriante
E cegamente
Se perdeu só
A lua amante

Lenta foi dor
Outra vez pó
E um sorriso
O doce amor
Do mudo nó
Injusto juízo

Fiel o ventre
Que d'mãe é
Tanto mundo
Vil dementre
O auto da fé
Já furibundo


A Poesia é o Bálsamo Harmonioso da Alma

 
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Alemtagus
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Enviado por Tópico
Benjamin Pó
Publicado: 16/01/2026 14:21  Atualizado: 16/01/2026 14:21
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 Impura p/ Alemtagus
.
Quando li o teu poema, parecia que ele tinha sido partido ao meio porque a tua métrica habitual é bem mais longa.

E talvez por isso tenha ficado essa ideia de incompletude ao longo do texto, que acho que se concilia bem com o seu conteúdo, assente num fim de ciclo e na solidão.

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