Sentada a mesa
Cabeça um turbilhão de pensamentos
Tento silenciar a mente ao olhar pela janela
Sirvo minha xicara com o café passado pela manhã
Busco meu grimório de pensamentos e deixo aos meus olhos para escrever o que turbilha a
mente
Ao toque esta meus sonhos?
Sim em palavras energeticamente expostas em folhas modestas tão brancas
Debussy toca suavemente suas melodias magicas,
E a xicara entorna derrubando o café em minhas páginas em branco
O desenho a mesa seu líquido escuro
Afasto meu grimório já manchado para o lado
Olho para o café que já não o poderia beber
Como a vida esta representada e poética
Uma vez manchada jamais recuperada
Porem com a experiência do líquido quente e aromático em seu corpo que não é mais o que
era antes.
Áthanys Mouro