"Ou será que nos alimentamos da raiz da insanidade que aprisiona a razão?"
(Macbeth) Willian Shakespeare
E essas paredes, ao dançar, agora falam Em cartas e memórias representadas de fins O eterno hábito de crer e sobretudo, assim: Despejando cortes casuais d'onde descartam
O espelho que perdi me conforta sob o fogo Na pele, na regra que esperei mais um pouco Até deixar de me perder e conceder-me descanso Eram só mentiras de minhas palavras, entretanto
E as paredes dançam.. esperando meu único curso Aquele em que me comprometo a pensar e agir Na pendência do exercício por qual serei o uso
Quando me cobram a decisão de impelir, ir e vir Eu aconteci em minhas desesperadas mãos Apenas um esboço do quadro dessa devoção