Poemas : 

desordem

 
"Ou será que nos alimentamos da raiz da insanidade
que aprisiona a razão?"


(Macbeth)
Willian Shakespeare







E essas paredes, ao dançar, agora falam
Em cartas e memórias representadas de fins
O eterno hábito de crer e sobretudo, assim:
Despejando cortes casuais d'onde descartam

O espelho que perdi me conforta sob o fogo
Na pele, na regra que esperei mais um pouco
Até deixar de me perder e conceder-me descanso
Eram só mentiras de minhas palavras, entretanto

E as paredes dançam.. esperando meu único curso
Aquele em que me comprometo a pensar e agir
Na pendência do exercício por qual serei o uso

Quando me cobram a decisão de impelir, ir e vir
Eu aconteci em minhas desesperadas mãos
Apenas um esboço do quadro dessa devoção








Lá, da onde não me vejo.





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Azke
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