Podem beber,
Autorizam nos enquanto o silencio se sobrepor aos loucos da recitação,
E não houver nem sombra de vitalidade no desespero da memória,
Face ao presente enevoado,....
Aproveitemos,
Nada de brindes,
Nem promessas vãs de entrega ao Nada,
Vejo nos sentados na praça publica de todos os dias,
Com ou sem álcool,
Isso esconde se na irrelevancia,....
Mas alegres,
Como confidentes de uma alegria mediana