"Colocai-a na terra e que de sua bela e imaculada carne brotem perfumadas violetas!"
(Hamlet) Cena I, Ato V
vê. é a parede que te forma o desenho em par abstrato(se for..) assim, ao tempo. e descaso retrátil, em obtuso erro (ao)que te compreende o provocar ao olhos. em leito privado qual, conto. e(este..) fim! vê. esta linha que te devolve à canção inteira de um outro dado/supor (suponha..) às vezes insanas da história mais breve que um dia, te absorveu suponha os teu passos em lados opostos. e livres de si e em derredor queira.. minha linha desfeita ao que te aguarda o exercício queira ocupar-se de gravuras a um. ensaio de presságios qual ímpeto que te (ora/ou-outra..)serviu à luta mais eleita(a: aceita e assim.) ou império.. convulsão e entrevista acima da minha tola/total impressão e conforto seja-te(lei) ao total esboço que(,sim!) darei o exemplo oh minha,
magdalena..
desde ao castelo de ar árido controle deste credo e período suposto se for.. a ser-te. aos poucos minha febre que te desnivela o veto minha boca calada da toda mentira privada que inflama minha letra criada em chamas em queda e lápide de forma que te aprende tal(à) esta
fé..
nada te compara ao lado em outro ponto qualquer (nada! do que te ser/ter em outro corpo, que não