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Poemas -> Surrealistas | beijo de Crisfal | são duros agora o tempo embaciou o espelho onde me via formosa e bela e as sea... |
Enviado por Mel de Carvalho
em 20/01/2010 13:34:39
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Contos | O relojoeiro sem tempo | Eram dele todos os relógios. Não as horas, dizia amiúde para quem o quisesse ouvir. Dizia-o por ... |
Enviado por Mel de Carvalho
em 19/01/2010 15:59:02
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Poemas -> Introspecção | o órgão do mar | por vezes quando caminho sobre as pedras da beira rio que se rasgam sob os passos interrogo a t... |
Enviado por Mel de Carvalho
em 13/11/2009 17:19:03
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Textos -> Crítica | "O seu a seu dono ..." | “O seu a seu dono“, sempre ouvi dizer, mas, neste momento em que os valores da ética e do respeit... |
Enviado por Mel de Carvalho
em 08/07/2009 09:23:43
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Acrósticos | rubro | ainda o rubro. das papoilas, das rosas, das amoras. e das cerejas vindouras. e das telhas lusas... |
Enviado por Mel de Carvalho
em 01/02/2009 21:05:34
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Poemas -> Social | faixa de gaza | Nas janelas os vidro baços e sobre o muro de pedras derrocadas avencas secas no súbito esgar da ... |
Enviado por Mel de Carvalho
em 08/01/2009 10:47:33
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Poemas -> Amor | ... poema perfeito! | um dia hei-de escrever um poema perfeito na inquestionabilidade matura dum raio de sol a dilace... |
Enviado por Mel de Carvalho
em 31/12/2008 11:47:01
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Poemas -> Surrealistas | na hora em que pássaros se levantam | na hora em que pássaros se levantam [dos barros já desgastados e ence... |
Enviado por Mel de Carvalho
em 11/12/2008 10:19:07
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Poemas -> Surrealistas | (de)canto | (de)canto-te em lágrimas albumes de saudades (embrionário alimento) futuros ausentes nas m... |
Enviado por Mel de Carvalho
em 25/11/2008 11:00:36
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Poemas | coreografia de gestos | o Inverno, de mansinho volta, no redemoinhar das folhas amareladas por sobre pedras de calçada e... |
Enviado por Mel de Carvalho
em 18/11/2008 20:21:51
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Poemas -> Social | searas outras ... | claustrofóbica fobia outra que s’ acasala in vítreo ao verbo porfiado em mênstruo de vértebras ... |
Enviado por Mel de Carvalho
em 12/11/2008 14:36:53
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Textos -> Outros | "No Princípio era o Sol", dia 08 Nov., sábado próximo... | Meus amigos, aproxima-se o dia em que o meu novo livro nascerá. (como anunciado aqui: http://www.... |
Enviado por Mel de Carvalho
em 03/11/2008 12:32:24
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Poemas -> Surrealistas | ainda me doem os pulmões que não respiram | ainda me doem os pulmões que não respiram em horas mortas a floresta ainda, em disfagia, tento e... |
Enviado por Mel de Carvalho
em 22/10/2008 11:09:51
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Poemas -> Surrealistas | de magritte | era magritte a escorrer da tela ali ao lado e o rio limpo do meu corpo em espera o mergulho o... |
Enviado por Mel de Carvalho
em 15/10/2008 11:19:08
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Poemas -> Amor | Se do claustro fechado de minhas mãos vazias ... | Se do claustro fechado das minhas mãos vazias brotassem árvores refloridas de espanto; Se, dos ri... |
Enviado por Mel de Carvalho
em 13/10/2008 13:47:33
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Poemas | finitude | tecias (in)finitos em tuas mãos mas as redes estavam rotas e,para as concertar, apenas agulhas q... |
Enviado por Mel de Carvalho
em 10/10/2008 16:16:51
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Contos -> Humor | "Lulu das Tulipas" e outros galãs ... | A noite já ia alta. Bem comidos e bem regados, reuniam-se agora no átrio principal da pequena ald... |
Enviado por Mel de Carvalho
em 05/10/2008 14:30:49
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Poemas -> Surrealistas | repentinamente passam | repentinamente passam as tempestades e os ventos alísios limpos os ventos, nítidos desmaios cir... |
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em 04/10/2008 21:06:00
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Poemas -> Surrealistas | nó górdio | nó gordio este em que se m’enlaçam punições e emoções leves e livres - penas de asas soltas ... |
Enviado por Mel de Carvalho
em 03/10/2008 21:02:16
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Poemas -> Surrealistas | o poema não morde, o poema não fala | o poema não morde o poema não fala o poema rejeita estropios d’alma. as luzes estão apagadas o p... |
Enviado por Mel de Carvalho
em 30/09/2008 21:50:33
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