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Poemas
:
Soneto do Corno Interesseiro
Uma noite o Scopezzi mui contente
(Depois de borrifar a sacra espada
Que traz de rubra fita pendurada
Com cuspo, e vinho, que vomita quente):
Conversava co'a esposa em voz tremente
Sobre a grande ventura inesperada
De ser a sua Plácida adorada
Por um Marquês tão rico, e tão potente:
A velha lhe replica: Isso é verdade;
Enquanto moça for, nunca o dinheiro
Faltará nesta casa em quantidade.
"Mas tu sempre és o tafulão primeiro:
Pois tendo cabrão sido noutra idade,
És agora o maior alcoviteiro!"
Manuel Maria de Barbosa l'Hedois du Bocage
(
✩
15/09/1765 —
†
21/12/1805)
Autores Clássicos no Luso-Poemas
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Bocage
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17/11/2011 20:05:26
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Enviado por
Tópico
visitante
Publicado:
17/11/2011 20:15
Atualizado:
17/11/2011 20:15
Re: SONETO DO CORNO INTERESSEIRO
Este Bocage é o símbolo da língua maldita do vocabulário português...rs Hipocrisia aqui, só no dia de São Nunca...rs
Dá-lhe Bocage!
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