Letras escondidas num ensejo
Em folhas brancas de saudade
Olhos fechados que se escreviam
Que sonhavam ser silêncios
Qual marionetas sem desejo
Palavras vagas que se diziam
Desdenhar a vida e a vaidade
Ventos tolos e ziguezagueantes
Que reviram terras sem sentidos
Cães que ladram a tantos medos
Que sonhavam ser silêncios
Prostrados sós nos horizontes
Quais guerreiros destemidos
De outras histórias e segredos
A Poesia é o Bálsamo Harmonioso da Alma