Poemas : 

Sem Destino (175ª Poesia de um Canalha)

 
Com olhar abandonado
Apressado passo lento
Seguia aí caminho fora
Como o vento cansado
Indo vadio a desalento
D'gente que ia embora

Escondias do Sol em ti
Uma letra escrit'a dois
Por inveja d'novo amor
Noite qu'louco prometi
Mudar o mundo depois
De ti minha eterna flor

A meio da tua metade
Sou a árvore sem raiz
Do céu nu sem estrela
Já morri d'tenra idade
Do que o amor me diz
Ser a morte mais bela


A Poesia é o Bálsamo Harmonioso da Alma

 
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Alemtagus
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