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AO ABANDONO

 



Quando em coito e
Tremura,
Veia ofendida,
Mãos no garrote,
Braço estendido,
Olho a seringa,
Cessando a convulsão.

Meu corpo é
Um perfeito vazio –
E eu sou aquele
Que deixei de fazer
Sentido,
Na dor e no prazer
Que me comporta,
No sigilo da hora
Abandonada.

Jorge Humberto
04/04/08

 
Autor
jorgehumberto
 
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Enviado por Tópico
deep felling
Publicado: 25/10/2008 19:53  Atualizado: 25/10/2008 19:53
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Mensagens: 143
 Re: AO ABANDONO
è um poema pequeno, mas cheio de qualidade!