Um certo cantor carioca,
De todos nós tão conhecido,
Dizia que, quem canta chora,
Que a viola solta um gemido.
E vendo o poeta indo embora,
Deste imago mundo partindo,
Eu faço este poema que ora
Para o " amiguirmão" falecido.
Sua voz ecoa, completa.
Sua perda não me consome.
O ciclo jamais se encerra.
Um grito percorre a Terra.
A terra que devora o Homem.
Jamais morrerá o poeta!
Gyl Ferrys