https://www.poetris.com/

Poemas, frases e mensagens de HSERPA

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de HSERPA

LIÇÃO PARA GANHAR NAMORADOS OU NAMORADAS

 
LIÇÃO PARA GANHAR NAMORADOS OU NAMORADAS

Para quem me conheceu em outros tempos haverá de dizer que eu não seria a pessoa mais apropriada para este ensinamento, mas aprendi tarde o que muitos sofrem na adolescência e conheci cedo o que muitos não vão conhecer, ou mesmo nem devem mesmo conhecer.

Aprendi na vida, olhando lá da frente, de hoje, que todos os estágios que passamos desde a adolescência são importantes para a nossa formação, e se pularmos algum degrau, ele, lá na frente, vai fazer falta e se fará ser notado com toda a força.

Então, não digo que seja necessário em todos os casos, mas conheci casamentos que se findaram, pois lá na frente, com a vida estabilizada, aqueles senhores quiseram conhecer aquilo que não conheceram na época certa. Alguns se casaram muito cedo, sem muitas experiências com outras mulheres, e depois começam a ciscar em terreiro pouco conhecido e acabam por destruir seus casamentos, e até as suas vidas por terem invertido a ordem das coisas.

O caso que tenho mais na memória é o do antigo “rei da soja” que começou a andar com meninas da idade das netas dele e acabou quebrando e sem o dinheiro, claro, lá se foram as "meninas".

Eu comecei com uma amante, não namorada, coisa rara para um garoto de 15 nos anos setenta, apesar de já um pouco viajado, vamos dizer ir até a praia a 100 km de Curitiba, rss, de carona, e com idéias de contracultura, embora fosse meio careta em vista da maluquice dos meu amigos.

Mas a verdade é que a base das paixões se fundamenta muito no sexo e por isso não haver nelas a serenidade do amor sereno e cristalino, que se sustenta não só num vértice e por isso causar tanta frenesi e insegurança, (infelizmente muitos ficam considerando eventuais paixões como o grande amor de suas vidas), mas esta relação que tive era rara naquele período.

Passei a ter esta relação com aquela mulher bonitona de 25 ano, muito mais viajada do que os meus cem km, mas a vida era boa, estava apaixonado, afinal.

O outro personagem da jogada, vamos dizer o mantenedor, apesar dela trabalhar, e eu ainda não, era presença rara na casa, só a entregava vindo do trabalho, e eu não saia mais daquela casa onde tinha mais uma moradora, que me fazia companhia.

Bom, agora você diz, este cara disse que ia me ensinar a arranjar namorada(o) e agora só fica contando histórias, mas é que uma coisa se liga na outra, espera um pouco, pois virei notívago e a acompanhava em festas, sempre como amigo, claro, mas muitas das amigas dela sabiam, mas acontece que este mantenedor ao saber da história, um ano e meio depois, a levou, como num apagar de luzes para longe da minha visão e eu fiquei perdido, e passei a frequentar ambientes onde nem sempre deixavam eu entrar.

Então tinha passado os anos dourados e a minha estampa maluca com cabelo blackpower, magro como um palito e, como todas as mulheres diziam “já te disseram que você tem lindos olhos?" Era a deixa, então eu dava ibope para outros caras que andavam comigo e todos eram mais velhos.

Eu tinha deixado de ser um pirralho, enquanto ainda genuinamente era um, mas então nunca namorei ninguém, de ir buscar em casa, ir ao cinema, almoçar com a família, não passei por essas fases, e ai começa as ligações nesta história.

Chegou uma época que eu já não aguentava “tantas coroas”, tantas mulheres que eu já levava para casa já no primeiro dia, ou elas me levavamo, e coroas no caso, na faixa de 25/30 para mim que tinha vinte, eu sempre estava atrás na idade, então não me aproximava de meninas mais novas e menos experientes.

E ai o nunca ter namorado começou a fazer falta, comecei a ter depressão, a enjoar daquela vida de boemia e sexo farto, mas sem ligação de afeição; não tinha tido nenhuma namorinha antes, e nem eu sabia como era isso, pois o meu hábito já ia queimando etapas e isto começou a mostrar como a minha vida era vazia.

Cheguei ao desespero e como começar a namorar de uma hora para a outra? Via as minhas professoras como eventuais casos, nunca como professoras, inverti a ordem de todas as coisas, então virei um carente afetivo no final.

Fui para o psiquiatra e ele me ajeitou, inverteu os ponteiros eu tinha que sair com as mulheres, mas sem ter sexo, e vi que o tratamento estava dando certo, estava tendo amizade com mulheres, explicava até para elas que estava em tratamento e elas se tornavam minhas cúmplices, mas claro, tinham as malandrinhas, mas deu certo no final e conheci a minha melhor namorada, e que se tornou a minha esposa.

Ai meu amigo vem o ensinamento do namoro:

Um cachorrinho meu amigo, minha amiga, um cachorrinho.

Adquira algum que seja bonitinho, meio agitado e curioso, meio entrão, pois, quando já casado, ganhamos um, que me segue para onde vou, e precisava ir dar a tal da voltinha todo dia e notei como as meninas se chegavam dizendo “mas que cachorrinho mais lindo, como é o nome dele?” E por ai ia, até garotas com namorados a tiracolo vinham brincar com ele.

E quando chegava em casa contava isso brincando para a minha esposa; contava que tinha descoberto o maior segredo para ganhar namoradas, se fosse o caso de novamente ter que ir à luta, não precisava ficar comprando carrão, nem frequentar casas noturnas, o melhor lugar para arranjar casos, mas o pior lugar para arranjar namoradas.

Então lembro que os marmanjos gostam de sair com os seus buldogs, ptibuls, por ai, e não sabem o que estão perdendo ao invés de terem um poodle misturado com chow chow como é o meu.

Então meus amigos, e minhas amigas, cachorrinhos, bonitos cachorrinhos, empreste algum e vá passear em algum lugar movimentado e seguro, depois você me diz; os homens também não deixam de prestar atenção quando as meninas ou mulheres os estão levando para passear, eles também baixam a guarda e se tornam mais receptivos e afetivos como elas.

Cachorrinhos são relaxantes, alem de socializantes, faça o teste, e é mais fácil ainda quando os dois estão levando cachorrinhos, ai não tem como não fazer o contato ajudado por eles, que lutam para se aproximarem; se não arranjarem namorados/namoradas, pelo menos aumentarão as amizades no bairro que poderão levar a elas ou eles.
.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.

"Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de si mesmo" Roselis von Sass – www.graal.org.br
 
LIÇÃO PARA GANHAR NAMORADOS OU NAMORADAS

NA LUTA A ESPERANÇA

 
NA LUTA A ESPERANÇA

TOME MUITO CUIDADO MEU CARO AMIGO
A VIDA É CHEIA DE ESPINHOS E PERCALÇOS
E DE SURPRESAS INUSITADAS NAS ESQUINAS
CUIDADO QUANDO VOCÊ VAI DIZER ALGO
E CUIDADO ATÉ COM O QUE VOCÊ VAI OUVIR

O MUNDO NÃO ESTÁ PARA APRENDIZES
MAS A MAIORIA DE NÓS ASSIM SOMOS
MUITOS NASCEM FEITO FOLHA EM BRANCO
ENQUANTO OUTROS FEITO FOLHA CORRIDA

ENTÃO OS CAMINHOS SÃO ESPINHOSOS
A TODOS QUE MUITO TEM QUE APRENDER
EM ALGUMA OUTRA VIDA DA EXISTÊNCIA
FICOU-SE EM ALGUM CANTO MARCANDO

E AGORA PODE DIFÍCIL O TER QUE LUTAR
E FAZER O BARCO DA ÁRDUA VIDA ANDAR
MAS A FORÇA SE FORTALECE NA REBENTAÇÃO
E DEPOIS NOS LEVARÁ AO AZUL DO ALTO MAR

“Nenhuma criança aprende a andar sem levar muitos tombos, mas quase sempre sorrindo se levanta novamente, até adquirir firmeza nos passos. Assim tem que ser o ser humano no caminho através do mundo.” Abdruschin em Na Luz da Verdade – Cismadores - www.graal.org.br
 
NA LUTA A ESPERANÇA

AMIZADES

 
AMIZADES

MEU SER É UMA CONSTRUÇÃO
SEMPRE A SER FINALIZADA
EM CADA ANDAR UMA VIDA
EM CADA ANDAR AMIZADES

NAS PAREDES DA MINHA ALMA
FICARAM A ESTAMPA DE TANTOS
QUE SOLTOS PELO MUNDO FORAM
DEIXANDO PARTE DELES COMIGO

FICOU MUITO AGRADECIMENTO
POIS FORAM AMIGOS DE VALÔR
EXPOENTES EM SENTIMENTOS
APRENDIZADOS MUITO TIVEMOS

SEGUIRAM À ESTRADA LIVRES
PEITOS ABERTOS PARA TUDO
NUNCA FALTOU CORAGEM
PARA ALGO EXPERIMENTAR

HOJE ESTAMOS AI APRENDENDO
MAS NÃO VIVO DESSE LEMBRAR
NEM DE PENSAR ONDE ANDARÃO
POIS COMIGO SEMPRE ESTARÃO

O NOSSO ELO DE LIGAÇÃO É MAIOR
É INVISIVEL E NUNCA SE ROMPERÁ
POIS FIQUEI PARTE DE CADA UM
E EM CADA UM TEM ALGO DE MIM

"Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de si mesmo” Roselis von Sass – www.graal.org.br
 
AMIZADES

O EXERCITO, A NOSSA PRAIA E A DILMA

 
O EXERCITO, "A NOSSA PRAIA", E A DILMA

Logo depois de terminada o período da nossa ditadura de direita, cabe frisar, pois naquela época alguma ditadura tinha, em países como o nosso ainda em auto afirmação, ou seja, a maioria.

E aqui felizmente dos males o menor, fomos de direita, pois não sobraria nenhum estudante da USP ou de qualquer outra universidade federal do país vivo, pois eles seriam considerados os filhos da burguesia como era a nossa presidenta Dilma, e que realmente todos eram, e seriam fuzilados não muito tempo depois da vitória da revolução que eles queriam, como ocorreu em qualquer ditadura de esquerda.

Che Guevara só sobreviveu a Fidel porque saiu pelo mundo, pois lá não haveria lugar para os dois. Eu cá tenho minhas dúvidas se não foi o próprio Fidel que encorajou o amigo a sair por ai dando tiros.

Em qualquer país de ditadura de esquerda a classe média pensante foi massacrada e em países como o nosso, cuja ditadura foi de direita, foram justamente estes que pegaram em armas e que seriam os primeiros a irem para o “paredão”.

Então parece que eram mazoquistas ou totalmente ignorantes, mas o mais certo é que eram metidos e manipulados. Estavam dando um tiro no próprio pé já que lutavam pró soviéticos e se esqueciam que eram eles próprios os tais boyzinhos da classe dominante, os tais filhos da burguesia.

Como na revolução francesa que um ano depois todos os líderes revolucionários já estavam sendo fuzilado pelos seus remanescentes o mesmo aconteceria com eles.

A briga pelo poder não pararia, assim como aconteceu na própria Rússia onde prevaleceu quem mais traiu e matou, que foi Stalin.

Bom, a história é que logo depois da derrocada do nosso período de exceção lembro-me de ter lido uma entrevista de Delfim Neto onde ele dizia, mais ou menos, que dava dó, pois os militares certinhos como eram, se viam na necessidade de fazer negócios com civis e destes muitos foram criados nas areias de Copacabana, Ipanema e Leblon, portanto sobrava malandragem para estes lidarem com aqueles e que, quando mal intencionados, se aproveitavam das relações.

Para quem serviu no exército, eu servi só por três meses, graças aos esforços da minha mãe que me tirou de lá, deu para entender o que ele quis dizer, pois ficávamos cercados por muros de quase três metros, sem nenhum contato com o mundo exterior durante quase todas as 24 horas do dia, tanto nós soldados, como os oficiais.

Só saiamos para a rua à noite, isto quando dava e às oito da noite, e de qualquer forma tínhamos que estar logo cedo, as seis horas, de volta o que particularmente para mim era um horror, pois nunca me acostumei a acordar cedo.

Lá dentro daqueles muros só se falava, claro, em marcha, disciplina, exercícios, refeitório, etc., mas, engraçado, nunca falavam da revolução que estava a pleno vapor e no final quase todos meus amigos foram expulsos.

Não por serem maus elementos, mas simplesmente por inadequação e espirito libertário.

O fato de não tocarem no assunto "revolução" para os soldados mostra que sabiam separar as coisas e faziamos guarda sem nenhuma preocupação e eu vivia dormindo nas cancelas.

Só pessoal como o da turma da Dilma achavam que estavam fazendo alguma coisa pegando em armas para matar soldados como nós que não sabiamos nada de nada.

Mas enquanto os “mais bem comportados” davam baixa já em Dezembro, meus amigos só saíram lá por marco/abril. Nisso o exercito era esperto quanto mais folgado era o cara mais sofria, e mais tempo ficava lá dentro, e só no final da extensão máxima permitida de permanência é que eram mandados embora.

Uma coisa eu e todos os meus amigos tinhamos consciência:

Lá dentro o mundo era muito lento e chato para nós. Nós não tínhamos nascido para aquilo e pena que serviço não fosse opcional, pois com certeza tinham muitos que gostavam da vida de caserna.

Ninguém é melhor que o outro somos apenas diferentes e com ideais diferentes.

Em um mês de praia aprendiamos mais que em um ano dentro daqueles muros.

Delfim estava certo e errados foram aqueles que não ficaram nem no exercito, nem gostavam de uma prainha, e resolveram pegar em armas.

E eles nem sabem como foi bom para nós o fato de eles terem sido só uns gatos pingados metidos e logo dominados, pois o nosso país não mereceria ver atos terroristas serem praticados contra a nossa gente por um ideário de viés idiota que se provou muito mais sanguinário.

Aqueles "filhinhos de papai" , por influência, nunca pegavam exercito, só o povão, e não tiveram importância nenhuma na derrocada da ditadura ocorrida bem depois.

Em Cuba, por ser uma ilha, e em outros países, o comunismo só se manteve devido às condições de limitações geográficas ou climáticas (a Sibéria que o diga) e que não daria certo num país continental como o nosso, onde poderíamos fugir por todos os lados.

“E a nossa praia oh, iria pro espaço”.

Quem não viu as fotos da nossa presidente com cara de machinha lá nos aparatos da ditadura está conhecendo agora o seu viés autoritário, que não sabe delegar nada, é centralizadora, como são os comunistas, e está se metendo até no plano de voo do avião que a leva para cá e para lá. Coitado do piloto e aparentemente de nós também.

Ela deveria ter pego mais praia, teria feito bem para ela.

www.hserpa.prosaeverso.net

"Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de si mesmo' Roselis von Sass – www.graal.org.br
 
O EXERCITO, A NOSSA PRAIA E A DILMA

NA LUZ SERENA

 
NA LUZ SERENA

NA LUZ DA PRAÇA
(QUE NO SERENO
NADA ILUMINA)
NÃO SE ESGUEIRA VIVA ALMA
NENHUM SER NAS ESQUINAS

NINGUÉM FORA DAS CASAS
FECHADAS BEM TRANCADAS
SÓ PERDIDOS QUE NADA TEM
..PELA RUA ...
VOLTA E MEIA VÃO E VEM

SÃO ALMAS ALGO INQUIETAS
A QUE ALGUMA COISA FALTA
E UMA HORA AQUI OUTRA ALI
PASSAM COM OS SEUS PASSOS
QUE NO SILÊNCIO SE FAZ VER

ENQUANTO FAMILIAS DORMEM
COMO SÓ BASTASSEM NA VIDA
TÃO SÓ O DORMIR E O COMER
PARA ELES SÓ ISTO JÁ NÃO SERVE
SENTEM UM VAZIO A PREENCHER

SÃO BUSCADORES NA INCERTEZA
QUE NA ALMA TEM UM ANSEIO
POIS NO FUNDO SÓ PROCURAM
FORA DAS CASAS E DOS TRILHOS
UMA LUZ QUE OS FAÇA ENTENDER

“Nenhuma pessoa devia esquecer que cada hora e a cada minuto a aproximam mais do momento em que há de deixar a Terra, e que ela mesma cria para si própria, o céu ou o inferno, mediante sua vontade e ações! Roselis vons Sass em “O Livro do Juízo Final” – www.graal.org.br
 
NA LUZ SERENA

A INFLUÊNCIA DA VIDA ANTERIOR NESTA VIDA

 
A INFLUÊNCIA DA VIDA ANTERIOR NESTA VIDA

Na adolescência os amigos sinceros foram seguindo os seus caminhos e ele, devido à fobia social que foi se intensificando, foi cada vez mais se isolando ou sendo mero acompanhante daqueles que ainda o aceitavam no grupo, afinal aquele cara quieto que não participava muito das conversas acabou perdendo qualquer voz ativa com o tempo.

Nesta altura já tinha que guardar as suas opiniões para si, apesar de saber que estava certo, mas já não tinha forças para expô-las e isto lhe fazia um mal danado, pois ficava se remoendo e isto só alimentava a sua já baixíssima autoestima, ainda não entendida como tal.

Na natureza tudo que você não usa vai se atrofiando e nisso também entra o simples fato de começar a guardar as suas opiniões, pois chega um momento que você não consegue mais expô-las. Você ficou à margem do movimento natural do convívio social, assim como não voam mais as galinhas de tanto terem ficado ciscando no chão.

Mas na vida particular ele já era um recluso e andava feito andarilho cada vez mais sozinho, um ser sem compreensão daquele mundo que parecia cada vez mais assustador e da qual ele não se sentia fazer parte.

Chegou ao ponto de se sentir em um buraco anímico de onde espiava a vida, como de uma fresta de um porão da sua alma e mesmo em família, aliás, ali, o ambiente era mais perigoso do que na rua.

O tempo passou, teve que aprender a se virar com estes males perenes, afinal tinha que sobreviver, mas o convívio no trabalho era sofrível, então não parava em emprego nenhum, mas se tornou uma pessoa de rompantes, qualquer coisa que acontecesse pedia a conta.

Apesar de silencioso na aparência começou a sentir um mar revolto dentro de si, se tornando como uma panela de pressão que poderia explodir a qualquer momento.

Mas nunca explodia e tinha que conviver com esta situação antagônica, mutismo de um lado e a vontade de se fazer valer de outro, mas sentia que isto nunca aconteceria de uma forma natural, por isso se continha. Ele tinha que conseguir o equilíbrio antes de se expor.

Era como se a vida em sociedade lhe fosse proibido, quanto mais necessitava de aceitação, mais afastava as pessoas. Então andar era o único caminho, sempre andar para não precisar conversar com ninguém e nem ficar em casa.

Em todos os lugares parecia que todos o estavam olhando e por isso ficava sempre circulando, não parava nunca.

Mas com o tempo foi tendo que encarar estes medos, afinal não era rico e cedo ou tarde ia ter que se virar sozinho, pois se os seus pais morressem, com certeza ele ficaria sem ter aonde morar.

Não se aproximava de meninas de sua idade, mas começou a ter os seus casos e a compulsão por sexo reprimido se pronunciou , sendo mais um problema (a culpa sempre presente criada pelas religiões), mas sem namoros, pois qualquer relação firme e duradoura exporia a sua fragilidade emocional, e não se via saindo de mãos dadas na rua. Era como se isto lhe fosse proibido, como se não tivesse esse direito.

Então de tanto conquistar mulheres na noite a sua autoestima foi melhorando e o sexo começou a ser a sua moeda de troca, além de aumentar a compulsão, pela qual também ficava se punindo.

E a vida foi indo e quando ele já tinha tido centenas de casos sem maior envolvimento emocional, a solidão foi pegando forte e ele viu o quanto ainda era extremamente sozinho e as conquistas, que se tornaram fáceis, foram se tornando um tormento, uma obrigação, como se não pudesse recusar as tantas mulheres que agora apareciam.

Chegou a um ponto que não aguentou mais segurar a barra de viver só e superficialmente, e começou a ansiar por paz, e aquela vida de nunca ter um porto seguro estava lhe derrubando, cansando, lhe deprimindo, mas ele não sabia como mudar.

Ele já estava saindo por sair com elas, já estava perdendo a única moeda de troca, estava cansado de companhias superficiais, mas a fobia por relacionamentos afetivos e diurnos ainda era do mesmo tamanho, ele só tinha aprendido a conviver com ela.

Se tornou articulado e se tornou um homem de sucesso profissional, mas no mundo afetivo e nos momento de lazer ainda era aquele adolescente assustado, aquela pessoa solitária. Vivia mais em função do que os outros gostariam de ver nele, virou um escravo desta dependência e ficava trabalhando até tarde, pois dali não teria outro ambiente para ir. Os finais de semana eram um tormento.

Sentia-se muito mal, mendigava animicamente por aceitação, mas quanto mais queria ser aceito mais parecia que fazia tudo errado. Era um mendigo de afetividade e as bravatas de conquistador, de bom vivente, só camuflavam estes temores, mas não sabia por onde começar a resolver o cerne do problema.

Como é que poderia de uma hora para a outra começar a ser ele mesmo?

Mas quem é ele afinal?

Ele não tem nem ideia mais do que gosta ou não gosta na realidade, pois vive em função dos outros. O mundo nós não conseguimos mudar, então a solução está em mudarmos a forma de vermos este mundo, o que vemos nele é reflexo do que sentimos no nosso íntimo, se temos medo, então ele nos será assustador.

Mas de onde vem esta sensação de medo social? De onde está sensação de ter que agradar todo mundo para pelo menos poder ficar ali por perto? De onde esta vergonha de sair de mãos dadas com namoradas durante o dia?

A noite era o único ambiente, não por escolha, mas era o que sobrava, mas a vida foi evoluindo e ai ele recebeu uma ajuda para entender a confusão que ele tinha no íntimo e entender como é que funciona o passar do bastão de uma vida terrena para outra.

Conheceu um gênio maluco, que deu uma entrevista em um jornal sobre um estudo que estava desenvolvendo baseado na numerologia que seria “a cura pelos números” e que deu o nome de Numeríatria. E ele foi lá e se tornou amigo do cara, que para ele foi muito esclarecedor, ficou sabedor dos motivos de tanta fobia e vergonhas, pois ficou sabendo que tudo o que ele sentia era em função de maus usos do muito poder que tinha tido em uma outra vida.

Foi um déspota, um tirano, que pensando fazer o bem oprimia toda uma coletividade com o seu temido poder religioso e rígido, daí a vergonha de sair na rua com namoradas; nesta outra vida não se permitia isso, em nome de um conceito errado religioso, cujos membros não podiam namorar, nem casar, se comprometendo forçadamente com o celibato, e ele tinha sido rigoroso com isso também, e não levava em conta o direito do livre arbítrio de cada um.

Este poder que dispunha era comum os religiosos terem nas suas regiões a apenas poucos séculos atrás, muitas vezes um poder maior do que o de muitos reis.

E ai o numerólogo foi lhe explicando que agora aquele ser poderoso não tem mais poder, então se sente ameaçado em todo canto que vai, vê perigo em todo lugar, pois não tinha sido uma pessoa justa, longe disso, então se sentia em ambiente hostil agora nesta vida, pois não tinha mais o poder que lhe dava a proteção para os seus desmandos daquele época.

Esta atuação foi tudo em função de conceitos errados que tinha sobre a vida espiritual e que considerava certo e tentava impor a outros.

Então daí vinha a vergonha inconsciente de andar de mãos dadas com uma namorada durante o dia, pois era como se todos o ficassem olhando e dizendo assim agora: “Olha só o cara, era um tremendo de um xarope e agora está ai de mãos dadas como se nada tivesse acontecendo”.

E a vida é baseada no que sentimos no nosso íntimo e quem causou medo aterrador, agora se sente sem defesa nenhuma e não se sente ser aceito por ninguém, pois antes se impunha, não conquistava com afetividade e agora tem a impressão que todos o querem pegar.

“Perdeu o poder e agora está apavorado que o peguem”. Está será a sensação íntima numa próxima vida dos tiranos, pois viveram sem plantar o amor, não era um poder baseado no respeito e afeição, mas no medo.

Hoje ele já superou bastante disso tudo, já não tem vergonha de andar de mão dada com namoradas e não tem mais aquele medo atroz, mas ainda não trabalha bem a não aceitação, mas está a caminho disso, e sabe que vai morrer tendo muito ainda que aprender nesta área de relações sociais e afetivas.

* "Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de si mesmo." Roselis von Sass. E ele, mais do que ninguém, sabe do quanto esta escritora está certa.

Neste início de século XXI tivemos dois exemplos claros de como seria a vida futura de dois tiranos já ainda nesta vida deles agora.
Um foi Saddan Russein do Iraque e o outro Muammar Cadafi da Líbia.

Quem procurar no Youtoub, ainda deve encontrar a expressão de medo de Saddan Roussen quando foi pego e tirado de dentro do buraco onde estava escondido.

O medo medonho estampado no seu rosto será o medo que ele trará na alma na próxima vida, infelizmente, pois devido ao medo que provocou para algumas das etnias do seu povo, encarnará no meio delas, provavelmente, mas não terá mais o poder que tinha hoje e daí virá a sensação de estar em meio ao inimigo.

O convívio social será muito difícil, como foi o da pessoa aqui retratada.

E com este medo que trará na alma ele vai vagar pelas noites, pelas sombras, se escondendo, e não terá remédio nenhum que lhe dará paz, nunca se sentirá bem e nem aceito onde for, embora seja só uma sensação sua, enquanto não procurar dentro de si as razões e procurar se entender e superar.

Na nova vida vai parecer que a qualquer momento será descoberto, mas isto só existirá dentro do seu íntimo, pois ninguém nem vai notar nada do que está acontecendo dentro daquela atormentada alma ali do lado, nem ligar para ela.

Mas para nos sentirmos assim, não precisamos ter sido nenhum “grande” tirano, pois a maioria destes estão no convívio nosso de cada dia, nas empresas, nas organizações, nas famílias.

E este medo já ficará evidenciado imediatamente na vida sem o corpo terreno que acabou de abandonar, o poder ficou com a indumentária do corpo, este poder só existia na Terra, e o medo, o pavor da fragilidade sentida agora, ele continuará sentindo no além e ainda pior quando novamente aqui encarnar.

Saddan, já na saída do esconderijo, mostrava o quanto a falta de poder iria lhe fazer sofrer.

*“Os muitos sofrimentos humanos tiveram início no passado! Hoje cada um colhe apenas aquilo que no decorrer de suas muitas peregrinações terrenas semeou.” “O que o ser humano semeia terá de colher”” já nos dizia jesus".

*Roselis von Sass em “O Livro do Juízo Final” (www.graal.org.br)

www.hserpa.prosaeverso.net
 
A INFLUÊNCIA DA VIDA ANTERIOR NESTA VIDA

"O PELÉ CALADO É UM POETA".

 
"O PELÉ CALADO É UM POETA".

Pele estigmatizou a todos nós dizendo que “o povo brasileiro não sabe votar”.

Ele já deu muitos exemplos confirmando o que Romário disse, com muito mais assertividade, “que calado Pelé é um poeta”.

Eu ouço esta frase “que o povo não sabe votar” ao longo da minha vida e ela sempre bateu na trave do meu tirocínio.

“O povo não sabe votar”, como se fosse possível votar certo nesta bagunça que é o nosso sistema politico.

Eu votei num vereador que dois anos depois virou um deputado estadual.
Quem ocupou o lugar dele como novo vereador? Para onde foi o meu voto? Eu não queria “este novo vereador”.

Votei num senador que virou ministro, quem ocupou a vaga dele? Já não sei, só sei que entrou um suplente sem nenhuma expressão no meu estado.

O Tiririca teve centenas de milhares de votos, tudo bem se ocupasse só uma vaga no legislativo, estaria correto, é um direito dele, mas o erro esta em, devido ao seu elevado número de votos, levar mais quatro ou cinco “raposas” que tiveram quinhentos votos.

No caso do falecido Enéias ele levou para o congresso deputados (+- uns seis) que não tiveram nem quinhentos votos.

Mesmo que eu, você ou aquele outro tenha votado bem, com mais discernimento, este voto fica anulado perante estes quatro ou cinco que entraram pela porta dos fundos.

A voz deste nosso “bom” deputado vai se perder no meio destes que se elegem por meios tão contraditórios.

Pelé faça o que disse Romário: Se torne um poeta.

www.hserpa.prosaeverso.net

"Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de si mesmo' Roselis von Sass – www.graal.org.br
 
"O PELÉ CALADO É UM POETA".

O NOSSO SOL ESTÁ MORRENDO?

 
O NOSSO SOL ESTÁ MORRENDO?

Tudo na vida é merecimento e para muitos as respostas às perguntas existênciais vem naturalmente, já para outros elas tem que serem por muito tempo garimpadas, porém, enquanto isso acontece, vai-se conhecendo todos os segredos e meandros dos descaminhos criados pelo homem e vivenciando-os.

Mas lembro-me do questionamento feito a um professor de astronomia, lá no curso de Filosofia a 40 anos, para ele nos explicar como é que o homem calculava a vida que o nosso Sol, que na época, segundo ele, ainda teria trilhões de anos.

Lembrei desse ocorrido, pois foram recentemente avistados e registrados buracos escuros, ou pontos vazios no nosso Sol, que mostram que ali a atividade interna dele já é quase nula, em relação às atividades das outras partes do nosso Astro Rei.

Sabemos o quanto este campo da astrofísica evoluiu desde aquela época, e a pouco mais de quarenta anos descobrimos mais do que 10x, 100x, o que aprendemos em toda a história humana.

Mas ainda são ditos números muito dispares e como exemplo posso citar o número de estrelas que se diz ter na nossa galáxia. O número mais repetido é de 100 milhões, mas já ouvi de até 500 milhões.

De qualquer forma 100 milhões de estrelas, só na nossa Via Lactea já é um número considerável, mas a imaginação do homem continua sem limites.

Em determinado momento da história recente queríamos criar meios, em algum outro astro, para que a vida se perpetuasse, caso na Terra fosse extinta.

Também foi comunicado a pouco o prêmio que um jovem coreano ganhou por ter descoberto um plano ousado para evitar uma trágica colisão da Terra com algum asteróide, principalmente com um que passará mais perto em 2036.

Esta “descoberta” veio justamente quando o país mais rico do mundo se viu em dificuldade contra uma pequena tempestade que varreu a sua principal cidade e o entorno, ficando sem luz de dois a sete dias, conforme a região, e o homem fica pensando em como evitar uma colisão com um asteróide.

Outro comentário sem base é achar que as ogivas nucleares que já existem no mundo seriam capazes de partir no meio o nosso planeta, caso fossem acionadas ao mesmo tempo.

Com certesa acabaria com toda a vida humana e animal, mas não com a natureza, que começaria imediatamente a sua recuperação.

Mas nós estamos mais vulneráveis é com os eventos naturais que estão se multiplicando, e com esta interdependência digital e superpopulação, um minúsculo vulcão pode fazer um estrago danado, como houve recentemente na Islândia, e que parou milhares de vôos no mundo todo, e a comunicação digital na Europa, por um pouco mais de um dia.

Imagine o que aconteceria se ele continuasse em erupção por um mês inteiro.

Guerra nas estrelas! Como se já não bastassem as que temos aqui em terra mesmo.

Mas o que me levou lá atrás a chegar na obra do escritor Abdruschin que me deu as respostas procuradas, foi um escrito em jornal de uma leitora dele dizendo que o nosso Sol estava morrendo e eu achei a explicação dela bem mais plausível do que à do meu professor.

O trecho tirado do livro “O Livro do Juízo Final” (www.GRAAL.ORG.BR) de Roselis Von Sass, escrito no longínquo ano de 1969, já dizia o seguinte:

"A estrutura física do nosso Sol chegou ao seu ponto crítico!
Os astrônomos e astrofísicos chegaram há muito aos reconhecimento de que no nosso Universo, apesar das inimagináveis dimensões, nada é infinito e nada é ilimitado. O espaço do Universo se expande, sim, visto que continuamente nova matéria, isto é, novos corpos celestes se formam, não obstante sempre existir um limite.

Também a duração de vida de cada estrela é limitada. Onde houve um inicio também terá de haver um fim, de acordo com a lei. Dentro da matéria nada é eterno!

Cada um dos bilhões de sóis e cada um dos planetas chegam a um ponto, para eles previstos, onde se inicia seu estado final. Nosso Sol, pois, chegou a esse ponto final!"

E hoje vemos que estas manchas só vem aumentado e nós até as estamos filmando.

Será que o homem já tem um plano B para o caso de o nosso Sol parar de nos aquecer?

www.HSERPA.PROSAEVERSO.NET
 
O NOSSO SOL ESTÁ MORRENDO?

MEU AMIGO EU TIVE UM SONHO

 
MEU AMIGO EU TIVE UM SONHO

MEU AMIGO SONHEI COM VOCÊ
E VOCE ESTAVA BEM E ME SORRIA
CHAMOU-ME PARA IR NUM LANCHE
NA SUA BELA E ANTIGA MORADIA
ONDE FIZEMOS GRANDES CANTORIAS

REUNIU TODOS OS CHEGADOS
E DISSE QUE LOGO PARTIRIA
IA PARA QUALQUER PANDORA
IRIA VIVER DO QUE CONSEGUISSE
EM QUALQUER PRAIA DO NORTE


IA PARA LONGE DA INQUIETAÇÃO
DOS LENTOS PASSARES DE DIAS
MUITO MAIS DA IGNARA AGONIA
IA PARA LONGE DAS CORRERIAS
QUE PARA LUGARES SÓ PATINOU

IA DAR UMA BELA BOTINADA EM TUDO
E ALI A TODOS MUITO QUE AGRADECIA
SE DESPEDIA COM MUITA PAZ E ALEGRIA
E PARA ESTA LIDA NÃO MAIS VOLTARIA
ENTÃO PARA O ADEUS FINAL NOS QUIZ

IA COMER LÁ SÓ DO QUE COLHESSE
MAS SÓ QUERIA VIVER NA CALMARIA
TER DINHEIRO SEM MUITO DEMASIA
E VIVER UM AMOR QUE LHE APRAZIA
DIZIA QUE A TODOS TINHA NA MÃO

COM MUITO GRATIDÃO NA MEMÓRIA
E BEM DENTRO DO PEITO NOS LEVAVA
MAS QUE DESTA IDA NÃO TINHA VOLTA
VOU PARA A PAZ VOU PARA O SILÊNCIO
O QUE AQUI NA CIDADE NUNCA TINHA


QUERO VIVER SEM TER MÁS NOTICIAS
NEM AS BOAS QUE NADA ME DIZEM
QUERO BATER PAPO TODOS OS DIAS
QUERO VER DE LONGE O RESSURGIR
DA ANSIADA AURORA DE NOVOS DIAS

"A ânsia pela aparência externa criou a “caricatura do ser humano” hoje predominante". Abdruschin em Na Luz da Verdade – A ferramenta torcida - www.graal.org.br
 
MEU AMIGO EU TIVE UM SONHO

COMO O CORRER DAS ÁGUAS

 
COMO O CORRER DAS ÁGUAS

QUE OS PENSAMENTOS SIGAM
COMO CORREM AS ÁGUAS DO RIO
QUE NA NOSSA ALMA NADA MORE
QUE NÃO TRAGA PAZ E ALEGRIA

QUE NOS NOSSOS OLHOS NADA SE FIXE
QUE ESCUREÇA O NOSSO MODO DE VER
QUE NO NOSSO CORAÇÃO MORE O AMOR
MESMO QUE POUCO POSSA SE COLHER

QUE À NOSSA VOLTA TUDO SEJA NATURAL
COMO É IR À FONTE PARA MATAR A SEDE
COMO QUE COM FOME ERA SÓ IR COLHER
QUANDO COM SONO ERA SÓ SE RECOLHER

QUE NO NOSSO ESPIRITO SÓ HAJA VONTADE
COMO COURAÇA A PROTEGER A VERDADE
QUE NOS NOSSOS SONHOS SÓ SE VÁ INDO
NUNCA VOLTANDO PARA REVER OS VALES

QUE O SOL QUEIMANDO A NOSSA PELE
VÁ ILUMINANDO A NOSSA CONSCIÊNCIA
QUE O NOSSO ÍNTIMO VISUALIZE ARCHOTES
EM TONS FORTES PARA GERAR TEMPERANÇA

QUE ÀS MONTANHAS SE VÁ PELOS CAMINHOS
E QUE AS SUBAMOS DESPOJADO DAS MENTIRAS
E VERGANDO A FRONTE NA MEDIDA DO AVANÇO
DEIXEMOS PELO CAMINHO TODOS OS ENGANOS

“Nos seres humanos o espírito somente é envolvido e escurecido através das ambições terrenas que, como escórias, aderem, sobrecarregam e arrastam-no para baixo’. Abdruschin em Na Luz da Verdade. www.graal.org.br
 
COMO O CORRER DAS ÁGUAS

ALGUNS JOVENS NA NOITE ESCURA

 
ALGUNS JOVENS NA NOITE ESCURA

ALGUNS
JOVENS NA NOITE ESCURA
CAMINHAM EM SILÊNCIO
SEM LATIDO DE CACHORRO
E NEM MARIPOSAS NA LUZ

NADA É MAIS SIMPLES
NADA É MAIS SIMPLES

ENTÃO VAGAM EM NOITE FRIA
NÃO IMPORTA QUAL AS HORAS
BUSCAM EM QUALQUER DELAS
ALGUM ALENTO PELAS RUAS

QUAIS SÃO AS RESPOSTAS
QUAIS SÃO AS PERGUNTAS
PARA VOLTAREM A VIVER
NA NOITE COMO NO DIA
EM HARMONIA E ALEGRIA

QUEM SABE UM DIA!
QUEM SABE UM DIA!

"O que mais tem de se modificar antes do Juízo é o próprio ser humano, pois foi só ele que trouxe a confusão à Criação posterior, Dele decorreu, por seu querer errôneo, a desgraça no mundo". Abdruschin em Na Luz da Verdade – O Reino de Mil Anos – www.graal.org.br
 
ALGUNS JOVENS NA NOITE ESCURA

A LÓGICA E A JUSTIÇA DIVINA NAS ENCARNAÇÕES

 
A LÓGICA E A JUSTIÇA DIVINA NAS ENCARNAÇÕES

Muito fala-se de vida após a morte, de reencarnações, de efeito de causa e efeito, de carmas, de céu e inferno, de nirvana, de vida após a morte, ou antes, sem nenhuma base lógica e tantas outras coisas mais relacionados à nossa vida, que de tanto falar aqui e ali, e de tantas contradições e até asneiras ditas pelas religiões, a maioria das pessoas já perdeu a busca por estas informações tão importantes para entendermos o que acontece durante o período terreno, as coisas mais importantes da vida, pois tudo virou um balaio de gato, onde volta e meia entra mais algum gato.

Para a psiquiatria antes tudo se resumia na infância, ou até a vivências no intrauterino para explicar tudo e eu não quero aqui entrar no questionamento de nada nesta área, pois sei que foram úteis em algum período da minha vida, pelo menos para saber que em algum momento, neste caminho não ia encontrar nada, e quando você não sabe o que não está batendo bem em você o melhor caminho é o da eliminação.

Este raciocínio é no mesmo caminho de um mecânico que vai consertar o teu carro e não sabe por onde começar, quem já teve um desses problemas fantasmas em um carro sabe do que estou dizendo.

Na psiquiatria ou psicologia dos anos setenta era a mesma coisa, ou pior, o cara te cobrava o olho da tua cara, para depois de um enorme silêncio simplesmente dizer; “Por hoje encerramos, até a próxima seção”, meu, era loucura aquilo, e a minha família não era rica; está certo que falar um pouco acabava te dando alguma esperança, mas, meia hora depois que você saia de lá, já queria que um caminhão caísse de um viaduto bem em cima da tua cabeça.

Mas a vida continua, esta minha experiência ocorreu quando fui servir o exército e não aguentava aquele convívio e rotina massacrante, mas o problema maior era a aglomeração de pessoas, hoje este distúrbio é chamado de Agorafobia, ou fobia social, mas hoje tudo tem um nome, mas o exército, claro, não sabia o que era isso, muito menos os psiquiatras de então, mas só sei que a minha mãe acabou me tirando de lá, depois de muita luta e eu ter ficado uns dois meses numa Ala de doentes mentais, onde a maioria eram pracinhas que lutaram na segunda guerra e outros piradões que nem eu, daqueles anos setenta, onde nos víamos no filme “Um estranho no ninho” com Jack Nicholson, mas que eram chamados de malandros pelos sargentos e tenentes que ficavam me ameaçando que quando eu voltasse do hospital eu ia ver “o que era bom para tosse” de querer se livrar deles.

Tive amigos que levaram eletrochoques, assim como sei que Paulo Coelho também, e por isso, apesar de não gostar de alguns livros dele, principalmente da mística que ele gosta de criar em torno de si, que é tudo baboseira, pois estas sociedades que se diziam ou se dizem ser secretas são apenas formadas em cima de egos, sem nada de espiritualidade, mas de alguns livros não posso dizer que não gostei e que até me identifiquei, como a busca frenética por respostas em O Alquimista, Onze minutos (sobre o mundo da prostituição, fui um caso de muitas, o namorado fora do expediente) e Veronika Decide Morrer, de pirados como eu fui, que é muito bom e indico, tanto esse como o primeiro, o segundo me mostrou uma realidade que eu conhecia por dentro, mas não sei se é do agrado de outros, mas é real.

A psiquiatria era tão avançada naquela época que fui para o hospital psiquiátrico do exército duas vezes, na primeira quiseram me devolver, mas a minha mãe voltou à carga e voltei para o hospital para ficar mais uns dois meses, e dali sair sem ter falado nenhuma vez com nenhum psiquiatra.

Com o tenente que ficava me ameaçando aconteceu um lance que foi interessante e totalmente sem intenção, eu não tinha e não tenho maldade, mas ele não saiu ileso. Ia ter um marcha especial e todos estavam com o uniforme de gala e eu por estar à paisana, estava fechado no vestuário e sentado numa caixa de engraxar sapato espiando a tropa ali do lado de fora, ainda em formação para o desfile, e depois eu iria embora.

E este tenente entrou e disse: “Bom soldado Serpa, já que estás indo embora dá um último brilho aqui no meu coturno e colocou o pé no lugar apropriado e eu ali sentado, com medo de alguma coisa ainda dar errado no último minuto, peguei o primeiro pano que vi na caixa e comecei a esfregar o coturno do tenente, só que o pano estava sujo e o coturno estava com cadarços branco, pois de gala, e já viu a meleca que deu, mas apesar da babada e escutar que eu não servia para o exército mesmo, acabei atravessando o portão pela última vez.

Dois meses depois estava com um amigo, naqueles tempos de malucos e caretas, e acabei indo preso junto com ele que era chamado Marcos, que depois começamos a chamar de “marcão”, que na época era sinônimo de quem dava vacilo, pois deu uma bobeira de deixar dentro de uma caixa de fósforo uma bagana de maconha, que não dava nem para uma puxada, e fez de nós e mais um outro que estava junto, que era filho de um tenente, por coincidência, virar primeira página de jornal.

“PRESOS COM OS OLHOS ESBUGALHADOS DE TANTA MACONHA”, não tinham melhor assunto provavelmente, e eu que nem gostava daquilo, mas gostava dos amigos, fui “guardado” junto com eles.

Cito isso, pois depois soube pelos meus amigos do exército, que com eles todos formados, os oficiais, com o Jornal na mão, deram uma baita de uma esculachada dizendo que o exército tinha se livrado de um mau elemento da pior categoria, e deixaram no mural o jornal até ficar amarelado para servir de exemplo, quando, coitado de mim, estava pedindo para morrer de tanto chover coco na minha cabeça, e que eles tinham é ficado putos de não poderem mais pôr as mãos em mim; meus amigos foram todos expulsos no final.

Mas a psiquiatria evoluiu muito, hoje há nomes para tudo, e eu não posso falar nada, pois muito me ajudou depois, pois eu só estava começando a minha trajetória de estranho no ninho neste mundão.

Esta história começou a ficar longa, mas o que posso dizer é que o psicólogo mais barato que a minha mãe tinha arranjado era um ex-padre, também professor da PUC do Paraná, e muito conhecido, pois era de família tradicional e muito rica de Curitiba, e tinha programas de psicologia e Filosofia em rádios, possivelmente da família.

Mas quando escutou eu dizer que iria parar com o tratamento, naquela altura era terapia de grupo, pois tinha encontrado uns livros (Mensagem do Graal “Na Luz da Verdade” de Abdruschin) que tinham me dado respostas e que ia me aprofundar nelas, ele não quis abrir mão deste maluco aqui, que incandescia a turma de tanto questionar e falar, e só faltou me dar alguma grana como incentivo, ao invés de receber, pois do pagamento até dispensou, mas para o bem daqueles coitados, que espero que todos tenham ficado bem, eu não fui mais.

No sofrimento de alguém não tem nada de engraçado, mas lembro, antes de ter encontrado os livros de Abdruschin, que saindo um dia de umas destas sessões, entrei em uma igreja que estava vazia, (naquela época ainda não se roubavam igrejas), coisa que desde os meus tenros quatorze anos já não fazia mais e ajoelhei-me e procurei fazer uma prece, a mais profunda possível, mas vi que me faltava força interior, eu só tinha força mental, e que a culpa era só minha por não conseguir a força suficiente para merecer levar uma oração em frente, e sai dali consciente desta incapacidade.

Para a história não ficar sem pé nem cabeça digo que frequentei novamente o consultório de um psiquiatra, desta vez uma psiquiatra, quando já estava no final de um relacionamento de quase dez anos e chorava lá feito um bebe de tanto sofrimento desconhecido na alma, mas a única coisa que aquela psiquiatra sabia fazer era ficar dando umas cruzadas de perna, enquanto eu chorava feito um doido, mas não tão doido a ponto de não observar quais as intenções daquelas cruzadas, pois tinha desenvolvido sexo meio que compulsivo antes daquele casamento e ele foi uma fuga e um esteio por aquele período, mas eu tinha que voltar para a estrada.

Eu ainda estava muito longe para viver dentro dos ensinamentos de Abdruschin que eu considerava e considero inquestionáveis.

Mas para ganhar aquele tipo de pernas eu não precisava pagar tão caro, nunca paguei prostitutas, pois as ganhava de graça, nunca tive pressa e ficava até o final do expediente e iamos comer alguma coisa em grupos e terminar a noite, o que eu queria era companhia, mas fui o protegido de muitas quando jovem, então conhecia bem o meio.

Mas depois de separado, em um coquetel, encontrei uma amigo gerente de uma seguradora tomando guaraná, e ele era um baita de um bebum, perguntei por que, e ele me disse que estava tratando de Síndrome de Pânico e, ainda mais, o diretor dele que também era meu amigo, também estava indo lá no mesmo psiquiatra e quando passou alguns dias e eu apavorado, pois viria um feriadão de carnaval, e eu não sabia se ia aguentar tanto tempo sem falar com ninguém, fui lá e pedi o telefone do profissional.

Fui e o cara era caro, o mais caro de Curitiba, talvez entre os mais caros do Brasil, era de certa idade, tinha sido professor, tinha sido palestrante pelo mundo e já não dava entrevistas para revistas, vi uma vez quando a Veja o procurou.

Eu estava com trinta e oito anos, e em pleno viço profissional, e tinha passado por tudo, então sabia que o cara era bom, haja visto eu e os outros dois conhecidos, figurinhas carimbadas na cidade, estarem se tratando com ele, e ele não queria saber quem foi meu pai nem a minha mãe, nem tocava no assunto, e já foi falando lances e me pondo para relaxar, ensinando técnicas; era como se a minha alma estivesse em carne viva, quando ele falava palavras para me acalmar eu sentia um alivio, ali deitado naquela maca.

O meu amigo dizia que o pé dele fervia quando ele dizia no relaxamento que o dedão dele estava esquentando, esquentando, mas eu não conseguia me entregar tanto no relaxamento, mas fui melhorando. Assim como não tinha conseguido fazer aquela oração, não conseguia também me entregar no relaxamento, e por isso passei a fazer duas vezes por semana, gastaria tudo que tinha ganho, se fosse preciso. Nesta altura o problema principal era uma depressão profunda.

O mundo continuava sempre me assustando muito e criar vínculos afetivos era a minha fobia.

Um dia depois de um acidente que causei, que fechou o centro de Curitiba; eu tinha batido em um taxi e os taxistas fecharam aquela via da cidade, até que tivessem todas as garantias que o amigo deles receberia os prejuízos causados em um acidente tão insólito, pois bati na contra mão embaixo de um viaduto de mão única, mas que ninguém se machucou, felizmente, e que virou conversa e risadas de mais de mês na cidade.

Um amigo que estava comigo no carro na hora do acidente tranquilizou todo mundo, de que eu era boa gente, tinha seguro e que iria pagar tudo, enquanto eu desmaiado fui levado para um pronto socorro, onde só acordei depois da hora do almoço sem saber o que tinha acontecido, mas sem nenhum machucado; o acidente tinha sido às sete da manhã, e teve TV extraordinária e também no jornal do almoço, enquanto eu ainda dormia no banco do hospital sem nem ainda ter sido atendido.

Fizeram um exame por insitência minha para eu poder ir embora, tinha só uma luxação no ombro, e me liberaram, tinha um monte de gente atrás de mim, mas como eu dormi no banco do hospital, não tinha prontuário de entrada e ninguém sabia onde eu estava, eu nunca imaginei que tivesse tantos amigos na cidade.

Liguei para minha irmã e perguntei se ela podia ir me buscar, ela foi e dali fui em busca do meu amigo que tinha guardado os meus documentos e algumas coisas pessoais muito mais importantes que eu tinha comigo no carro, e fui para o hotel onde morava. Lá almocei e li o jornal, onde mais uma vez eu era primeira página, embaixo de uma árvore que tinha numa pracinha em frente do mesmo e ali relaxei.

Passado este momento eu liguei para a minha irmã pedindo se ela poderia me emprestar um carro que eu iria para a praia com uma paquera que eu tinha brigado no início da noite do acidente, e onde alguns amigos iriam alguns dias depois para passarmos o ano novo.

Eu estava tremendamente sensível com tudo o tinha acontecido e sabia que haveriam muitas consequências graves, mas estava tranquilo lá naquela casa sozinho com aquela garota que era tão piradinha e lá, naquele isolamento, eu senti por ela o sentimento que tinha sentido na adolescência e que tanto tinha corrido atrás sem nunca mais ter encontrado e isto me causava tanto sofrimento, e por isso sabia da importância daquele momento e consciente da libertação que eu estava tendo ali , fui para um quarto vazio da casa e prostrado no chão agradeci a Jesus, o Amor de Deus, pela libertação daquele engano, e esta oração eu sabia que era uma oração como deveriam ser todas as orações

Alguns dias depois eu vi que aquilo que sempre procurei, e sofri tanto buscando, era apenas uma tola paixão, ridícula até, e que antes daquele final de ano já tinha passado.

E assim vai a vida indo ao seu desfecho terreno, onde vamos encontrando no caminho as pedras que um dia colocamos em outras épocas, em outras vidas, e que agora vamos encontrando no caminho da volta.

Descobri nas minhas andanças que por conceitos religiosos errados que impus ferreamente a outros, em outros tempos, tinha pecado muito contra o amor, ao não permiti-lo ser natural em mim, e que por isso agora tinha tanta dificuldade de lidar com ele e com as mulheres inicialmente, e o medo social que oprimia a minha alma era por agora me sentir desprotegido sem o poder que tive naquela época e que usei para oprimir tantos.

Nesta vida sempre me senti como se todo mundo estivesse me olhando, me descobrindo por tras da máscara, e este medo era, claro, anímico, mas gutural, e hoje como sou feliz por, simplesmente, poder andar de vota pelas ruas da cidade, sem precisar ser de madrugada.

Quem sofre de amor, um dia pecou muito contra ele, isto eu sabia, e esta é a moral da história e que a psiquiatria nunca iria descobrir, mas me ajudou muito, assim como os ensinamentos do mestre Abdruschin.

Já comentei em outras crônicas algumas das coisas citadas aqui, mas são facetas diferentes da mesma história. Um dia eu fecho todas elas e vou dormir.

www.graal.org.br
 
A LÓGICA E A JUSTIÇA DIVINA NAS ENCARNAÇÕES

A FEIURA NO COMUNISMO E A BELEZA NA DEMOCRACIA

 
A FEIURA NO COMUNISMO E A BELEZA NA DEMOCRACIA

A busca da beleza na sociedade é um produto direto da democracia, da liberdade de expressão e de criação, do livre mercado, e isto nos leva ao desenvolvimento do capitalismo, não tem outro caminho, pois a riqueza é resultado da melhora  do desenvolvimento humano, da criatividade no desenvolvimento das coisas que a mantém, pois democracia sem livre mercado não é democracia, ele é um dos pilares mestres dela, e que por natureza é movido sistematicamente, e por obrigação mercadológica, a nos oferecer sempre coisas novas e mais belas, mais evoluídas, mais elaboradas, mais fáceis de usar, mais fáceis de se comunicar, e assim vai.

Assim como a criação de novos produtos para utilização no lar ou nas empresas procurando facilitar a vidas das pessoas, e permitindo, com isso, que haja desenvolvimento constante, tanto na ciência como na arte, na tecnologia, na música, na comunicação, na cultura, na saúde, na construção civil, nas novas invenções, e em todos os setores da sociedade que você imaginar, e nas que nem se imagina ainda, pois hora pode surgir algo que você nunca imaginava que precisava e que agora facilita tanto a tua vida.

Alguns exemplos vieram da pesquisa espacial para o nosso dia a dia, assim como da Formula Um vieram para os veículos do dia a dia, e tudo isso gera novas riquezas.

E com isso vai-se gerando mais empregos, pois a população mundial não para de crescer, e onde ela cresce, sem ter riquezas sendo criada, acontece o que está acontecendo no Brasil com os seus 12 milhões de desempregados, e em países como Nicaragua, El Salvador, Venezuela, só falando dos aqui por perto, de onde há dezenas de milhares as pessoas procuram fugir da fome, não é em procura de melhor vida mais não, é de comida para comer mesmo, assim como remédios e outros bens de uso básico. Uma geração de pobreza gerada pelo idealismo arcaico comunista tendo Cuba como inspiração, pois o comunismo só se instala onde há pobreza e má educação.

Um exemplo de não se antecipar aos novos tempos que estavam por vir, e por isso quebrar, gerando centenas de milhares de desempregados, foi o caso da Xerox e outras empresas multinacionais do ramo de máquinas de escrever, que não souberam se reinventar e dançaram, muitos vão dizer “imagine quantos não perderam o emprego com isso”, mas não veem que na outra ponta quantos não foram criados na tecnologia que veio no lugar.

O mercado é impulsionado pela concorrência livre que força a cada vez mais a se atentar e atender melhor o interesse dos clientes para manter o seu espaço que é dinâmico e voraz e nunca para, e a beleza dos produtos também faz parte fundamental nesta concorrência e com isso avança o design gerando outros empregos também e assim vai.

O capitalismo vive deste livre mercado, gerando riquezas e cadeias de empregos com as inovações que vão surgindo, portanto o capitalismo não é o problema é a solução.

No comunismo não existe mercado, então não gera nada, só divide a pobreza interna e nada de inovação a não ser a dos armamentos e a culpa das suas mazelas é sempre dos EUA, não deles próprios.

E não podemos esquecer que a população do mundo não para de crescer, então cada vez mais precisa-se gerar novas fontes de empregos e estas não se criam sem a evolução de tudo que existe. 

O capitalismo nunca vai poder ter unanimidade, pois é diferente de país para país, mas em alguns é mais humano que em outros, como nos países escandinavos, como Suiça, Suécia, também na Noruega, Finlândia, Holanda e muitos outros países onde o salário dos dirigentes das empresas é normalmente um tanto x dos operários, mas todos vivem bem, com tudo de bom sendo ofertado e controlado pelo estado incorrupto.

Engraçado, por outro, que quando se fala de ditaduras, só lembramos da de direita, democráticos, e todos caem de pau, mas quando fala-se de comunismo ninguém lembra que também é uma ditadura, das mais violentas, pois para privar a liberdade de um povo só com muito torniquete e muros, e são as mais longevas, e fica por isso mesmo.

Toda reserva de mercado leva ao atraso e foi o que aconteceu na área automobilística no nosso país. A VW, GM, Ford e a Fiat dominavam cada uma com o seu espaço, então a injeção eletrônica que já existia há mais de 30 anos lá fora, não chegou ao Brasil, o Air Bag já existe há mais de 50 anos, o freio ABS agora obrigatório em qualquer automóvel popular, já tinha mais de 50 anos também lá fora; precisou um presidente dizer que nossos veículos eram "perfeitas carroças", e abrir o mercado, para passarmos a ter estes itens que hoje são obrigatórios em qualquer veículo, mesmo nos mais populares. Olha os empregos ai diretos e indiretos.

A VW, que não soube se adequar à abertura do novo mercado, hoje capenga para manter algum espaço e era a líder absoluta antes, foi lenta na sua adequação às mudanças que vieram rápido, e hoje tem montadoras que vieram depois e que já vendem mais do que ela, pagou o preço.

Já no comunismo tudo foi nivelado por baixo, pois, no início do século XX,  os empregados realmente eram explorados, sem carga horária definida, nem dia de descanso tinha em alguns países, então a cultura e informação destes trabalhadores, por isso mesmo, e muito por não sobrar tempo, e a dificuldade de acesso também, não podiam estudar nem ter informação, mas nós, como exemplo, ainda tínhamos mais de 50% de analfabetos antes da década de 50, então todos eram assim, manipulados pelos senhorios e também pelos políticos e isso precisaria ter um fim.

Mas tirá-los do chão de fábrica e levá-los à direção das empresas, como no início do comunismo, ou hoje em dia levar sindicalistas a dirigirem empresas, ou países, é certeza de resultados pífios e corrupção sistemática também, pois, como diz o ditado popular, "quem nunca comeu mel quando come se lambuza", considerando, claro, as naturais exceções, e, principalmente, em  países como o nosso, onde as instituições controladoras não funcionam e que sistematicamente também entram no esquema, então não tem país nesta situação que dê certo, sem antes não evitar os meios e as brechas legais de corrupção de forma enérgica.

Cada pequeno negócio quando fecha gera dois desempregados diretos, o do desempregado propriamente dito, com direito a salário desemprego, FGTS, PIS, indenização por tempo de serviço e o coitado do dono daquela lojinha, que ainda fica com o nome sujo no mercado, não tem dinheiro para fechar a lojinha contabilmente, e sem nenhum direito e destes ninguém fala, pois, afinal eram patrões.

Estes são os mais prejudicados quando uma pessoa incapacitada passa a governar um país e fica perdendo tempo brigando se o termo certo é “presidente” ou presidenta” e fazendo, é claro, a opção errada ou menos simpática. Não tenha quem não tenha observado a quantidade de lojinhas que fecharam nos últimos governos pelas ruas das nossas cidades e nos shoppings também; foi uma catástrofe econômica, e onde trabalhavam a maior parte dos milhões de desempregados de hoje.

Então no passado ao invés do comunismo o que precisava-se fazer para pôr ordem na casa era gerar justiça social, como ocorreu aqui com as leis trabalhistas, repouso remunerado, horas extras limitadas e pagas com acréscimo, férias, décimo terceiro, o que foi bom para aquela época, mas nos dias de hoje realmente tem que haver uma readequação, pois os tempos mudaram e a tecnologia explodiu, então muitos funcionários podem fazer seus serviços de casa, e muitas profissões tem realmente que deixar de existir, cedo ou tarde, com o avanço da tecnologia, como a dos cobradores de ônibus

Só um contraponto: No Japão só se folga no domingo, não tem férias e nem 13º e ninguém reclama, já faz parte da cultura, só tem os feriados, mas os salários não se distanciam também tanto entre os diversos níveis da cadeia produtiva. Aqui no Brasil não são poucas as empresas que tem que pedir empréstimo todos os anos no banco para pagar o 13º dos funcionários, então por que não distribuir isso já nos salários mensais¿

Todo mundo diz que em alguns países da Europa ou na Ásia não tem cobradores para diversas áreas, como nas bancas de jornais e muitas outras, e principalmente nos trens e metrôs, mas o que ninguém observa, é que o controle é feito por amostragens, no caso dos trens ou metros, onde aleatoriamente alguém é solicitado a mostrar o seu ticket, e se não tiver será levado até à delegacia para fazer registro, ser fichado, e pagar uma multa que desestimula qualquer um a tentar dar uma de espertinho.

Povo educado? Sim, mas disciplinado com o rigor da lei, pega o jornal e coloca o dinheiro na caixinha? Sim, mas também está sendo filmado, então isto acaba incutindo na população a honestidade, como princípio, com o tempo, mas isso leva dezenas de anos, e de cima para baixo, como estamos passando agora no nosso país, de forma estafante. Acredito que o Juiz Sergio Moro devia estar esgotadíssimo, lutando quase sozinho, contra o sistema enraizado.

O desenvolvimento não pode parar no capitalismo, no livre mercado, se você achar que é um termo melhor, mas as pessoas hoje estão muito mais preparadas para qualquer função, por mais simples que seja, precisam ter pelo menos o segundo grau, e qualquer operário só não é bem informado se não quer, e não sendo acaba sendo atropelado e hoje os tempos mudaram com este esclarecimento os operários sabem que não adianta fazerem greves, pois as empresas estando mal fecham e acabou.

As reservas de mercado que tivemos e ainda temos, como o caso da Petrobrás, só atrasam o país e prejudicam a população no todo, pelo preço cobrado nas bombas.

O atraso nestas reservas de mercado viu-se claramente na área de informática que nos atrasou em décadas, assim como na telefonia; a falta era tanta que muitos viviam só do aluguéis deles, conheci pessoas que tinham mais 100 linhas alugadas e não eram baratos os aluguéis.

Agora você imagine: No comunismo tudo é reserva de mercado, fecha-se a porta e joga-se a chave fora.

Então nos dias de hoje o ideal comunista é só para gente atrasada, ou fanática, que não se reciclou, e normalmente por pessoas também indolentes e invejosas que querem as coisas de mão beijada, pois partem do princípio que se "eu não posso, então ninguém deve ter", ao invés de pensar “se ele tem então também vou tentar conseguir” (pensamento dos americanos) e com viés de ditadores, só assim o comunismo se mantém.

O comunismo só estimulou a apatia, que todos que viajaram para estes países, mesmo depois da caída do muro de Berlim, notaram que os funcionários ficavam encostados nas portarias e os hospedes tinham que carregar as malas escadas acima. “Sofra Burguês”, “o teu dinheiro não vai me trazer vantagem pessoal nenhuma mesmo”.

Um exemplo caseiro que posso citar da evolução das coisas: Um jardineiro que antes levava o dia inteiro para cuidar do meu pequeno jardim, hoje leva menos de 03 horas devido à evolução das ferramentas elétricas hoje à disposição, e eu pago pelo serviço feito e não mais por dia, então ele pode atender mais dois terrenos no mesmo dia, então o seu faturamento pode mais que dobrar.

Muitos prédios modernos não estão tendo mais funcionários próprios para as portarias, pois contratam empresas que via computadores, e câmeras, atendem, como se estivessem no local, a vários prédios, assim como é feito em alguns países da Europa na área de trânsito das cidades.

Há pequenas centrais por áreas da cidade que acompanham tudo o que acontece, no trânsito principalmente, por câmeras e assim que acontece alguma alteração já aciona a viatura mais perto, que vai lá e já libera o trafego o mais rápido possível. O culpado? É só ver nas câmeras, então todo culpado já assume logo a culpa evitando brigas judiciais. 

Para o comunismo também haver beleza nas coisas era coisa da burguesia, e não da classe operária, e por isso a única coisa que o comunismo nos deixou foi a estagnação em todas as áreas., enquanto andavam de Ladas, aqueles carros horríveis que passaram a serem exportados da União soviética para nós, por curto período, pois ninguém suportou andar naquelas carroças, feias e de tecnologia mais atrasada ainda do que a nossa.

Naqueles países você não escolhia as cores da roupa, não tinham floricultura para comprar uma rosa para a namorada, uma papelaria para comprar coisinhas ou presentes, parodiando Henry Ford, “todos os meus veículos podem ser de todas as cores, desde que seja preto”, assim era o vestuário nestes países, tudo cores cinza, mais de uma padaria para você escolher a que melhor lhe atendia, pois a concorrência é braba, o que não ocorria naqueles países, então no capitalismo é preciso estar sempre evoluindo para não sair do mercado e isto só pode ser bom, pois mantém os empregos e abrem novas frentes.

Em vista das minhas poucas experiências ao visitar países, tanto de um lado como de outro, não tinha como não observar que o comunismo nunca poderia dar certo a não ser com muita violência e muros fechados para o mundo exterior mesmo.

O mundo capitalista é muito mais atraente em todos os sentidos, então não poderiam serem vistos, pois ocasionaria uma revolução nestes países, pois quem não gosta de coisas belas e variadas, só a indústria dos cosméticos e dos perfumes quantos empregos não dão aqui fora, no vestuário, nos carros, nos meios de locomoção, na arquitetura, nas praças, nos prédios modernos, nas opções de comida e restaurantes, nas guloseimas, que ninguém é de ferro, (ops eles estavam na cortina de ferro) nos cinemas, nos teatros, na literatura, nas bancas de revistas com os mais variados temas e tudo gera cadeia de empregos e evolução, então como o comunismo poderia dar certo se tudo queria controlar¿

Alguém pode me dizer qual era o divertimento nestes países comunistas¿ Nenhum, pois isto era coisa da burguesia, então o que sobrava era “adorar seus grandes líderes” e as passeatas da indústria bélica.

O desenvolvimento nos países livres levou a humanidade ao seu avanço contínuo e eficiente. Se o mundo tivesse sido dominado pelos comunistas, como muitos ainda aspiram, o mundo ainda estaria na pré industrialização, ou seja, andando de bicicleta sem marchas e nem pensar nas de alumínio. 

No maior estado capitalista do mundo, que são os Estados Unidos, também existem mazelas, mas as leis deles desestimulam o mal querer , mas temos muitos outras sociedades menores onde o capitalismo funciona perfeitamente e chegou num nível de quase perfeição, sem violências, alguns sem nem cadeias, a Holanda chega a alugar suas prisões para seus vizinhos, no Japão, Coreia do Sul, Dinamarca, Holanda, Portugal, Noruega, Islândia, e uma infinidade de outros países.

A China, se não entra na lei de mercado, (pegou o exemplo de Xangai que foi anexada?) onde estaria agora? Por outro lado, olha quantos empregos ela passou a gerar?  Inclusive também em outros países do mundo como o nosso?

Também a Austrália é um bom exemplo em contraponto ao nosso: Fundada no século XVIII, mesmo século onde tivemos a nossa independência, nos dão de dez a zero em ternos de IDH, e já ser um pais de primeira linha, pois já não tem os desmandos que acontecem aqui.

Uma vergonha para nós.

Ninguém troca de carro se não saiu um melhor e mais bonito e mais avançado, assim como em tudo o resto produzido, seja uma geladeira auto limpante lançada, uma TV de plasma, uma de Led, uma mais fina que outras, uma que se confunde com a parede da casa quando desligada, e assim toda uma cadeia de produção garante a sua existência pela inovação perene sem que haja desempregados; sem que não haja pesquisas em todas as áreas para transformar a vida das pessoas melhores e mais bonita.

Quando estive em Praga, na República Tcheca, isto já dez anos depois da derrubada do muro de Berlim, o Grande Hotel nos pareceu esplendoroso em forma de estrela com a bela recepção no entroncamento de todas no centro, e até ai tudo bem, corredores em mármore, um restaurante não muito movimentado, poucas opções de pratos, e um cassino vazio.

A feiura do comunismo começou a aparecer quando entramos no elevador para irmos para os nossos aposentos, eram daqueles dos primórdios da construção civil com puxa porta em sanfona de ferro para lá e para cá, daqueles primeiros que ainda encontramos em prédios muito antigos das nossas cidades, barulhentos que só, e na medida que subia íamos vendo aquelas paredes sem nenhum acabamento, deprimente, e o pior é que dentro dos aposentos não melhorou em nada, as paredes eram só rebocadas, mal  pintadas e escuras, nada de confortante.

Na hora do café outra surpresa: mesas destas de festas juninas com madeiras compridas em cima de cavaletes, privacidade nenhuma, todos sentávamos uns ao lados do outros.

Então depois fomos andar pela cidade, ai sim ficamos maravilhados, com certeza umas das tantas cidades bonitas da Europa, mas isto porque das construções de antes do comunismo, como seus castelos, suas pontes e praças majestosas e medievais, e que foram protegias das guerras, e com seus famosos cristais vendidos em um monte de lojinhas que não deveriam existir antes e muito, muitos turistas; do comunismo nada teve de beleza a ser comentada, um horror.

Então a beleza ficou no tempo, hoje deve estar muito melhor e com mais hotéis modernos e ai depois fomos para Viena na Áustria, se me lembro foi  nesta sequência, e ai o choque de capitalismo já foi estonteante, primeiro todos os taxis eram Mercedes Benz, as cidades limpas, e os elevadores muito bons, claro, cafés e restaurantes em todas as esquinas, e para todos os gostos, beleza de todos os lados, nos hotéis auxiliares para  carregar as nossas malas, etc., pagamos por isso, claro, mas quem em viajem não gosta de mordomia.

Não tem como não se gostar de coisas belas, harmônicas e seguras, e ali nestas comparações já deu para ver como era sombrio viver-se naqueles países fechados como eram os comunistas.

Ao entrar no aeroporto de Viena, eu que sempre fui observador, já notei que na escada rolante tinha uma grande câmera a nos filmar, coisa que meus amigos nem observaram, coisa que aprendi a ter quando na década de setenta, quando andava com amigos que gostavam de fumar maconha, que tinha uma outra conotação da de hoje em dia, pois era novidade para todos, e tinha toda uma cultura nova por trás, sociedades alternativas, hippies, etc. tudo fazia parte de um mundo novo, era de Aquarius, Castâneda, o rock explodindo,  mas que qualquer quantidade, uma grama que fosse, dava prisão pesada, então aprendi a ficar ligado na vida, o que me evitou muitas encrencas e até a de perde-la.

Ao longo dos lugares aonde íamos eu sabia que sempre estávamos ao alcance de alguma câmera, então comparando os dois países eu posso dizer a grosso modo que:

No comunismo não há liberdade, tudo é feio, e ainda assim somos todos vigiados, e nos países ocidentais temos toda a liberdade, belezas em todos os setores, mas para manter essa liberdade  somos também todos vigiados, mas para o bem e a segurança da coletividade que está acima de tudo.

O que tem de bonito na Rússia é tudo o do antes do comunismo, sua arquitetura, seus castelos, suas pontes, o comunismo não deixou nada de bonito, e não vale ai o seu famoso Ballet, nem o atletismo turbinado com substâncias proibidas e treinos que chegavam perto da escravidão.

Nunca vi artistas brasileiros, ainda a favor daquele tipo de ditadura, assim como o que está acontecendo na Venezuela, viajar para estes países para passar suas férias, e olha que em cuba há belas praias e na Venezuela também e eles seriam, também, os primeiros a irem para o "paredão", pois sempre foi a classe deles que, por natureza a irem, pois são mais libertários,

Então como já disse alguém: "Nunca vi um comunista sair de uma assembleia, pegar a sua marmita, e voltar para o trabalho.", todos os simpatizantes se consideram do primeiro escalão, todos se veem como os da classe dirigente, nenhum se vê como operário, e ser operário nesses países não é mole.

Recentemente chegou um artista global, infelizmente não lembro o nome,  de sobrenome Abreu, fazendo apologia a Maduro da Venezuela, mas olha o país de onde ele estava vindo: Grécia, ironicamente o berço da democracia.
 
“Conservai puro o foco dos vossos pensamentos e sentimentos, com isso estabelecereis a paz e sereis felizes”  Abdruschin em sua Mensagem do Graal “Na Luz da Verdade” – acessível em, www.graal.org.br
 
A FEIURA NO COMUNISMO E A BELEZA NA DEMOCRACIA

O PASSEIO DO CÃOZINHO E O DESAMOR

 
O PASSEIO DO CÃOZINHO E O DESAMOR

Tenho reparado, andando pelas ruas da cidade, pessoas levando os seus cãezinhos para fazerem o tradicional passeiozinho diário deles e tenho visto, em muitas vezes, a falta de amor como é feito estes pequenos passeios, tão importante para aquele animalzinho.

Vejo muitas vezes as pessoas puxando-os sem darem tempo deles darem uma cheirada em alguma arvorezinha, ou de inspecionarem algum pequeno canteiro de grama, ou de darem alguma conferida em algum pneu de algum carro estacionado, ou fazendo as suas instintivas demarcações de território, como se ainda fossem seres viventes na natureza, mas que insistem.

E corta o meu coração, pelo animalzinho, ver que o ser humano só vê como obrigação esta tarefa, que é tão esperada por ele, e que poderia ser um momento tão mais feliz para ambos.

Muitos esquecem que ele fica o dia inteiro esperando por este momento, que este seu passeio na rua é como se fosse a novela das nove para ele, e colocam este passeio na velocidade cruzeiro sem nenhuma parada, sem deixar, pelo menos neste momento, ele ter o domínio das ações, o seu momento só dele, o seu momento de receber o amor que ele tanto dá.

Noto que até para isso o ser humano não tem mais calma e não sabe o quanto perde com isso, pois só recebemos amor quando damos amor, e este momento seria uma grande oportunidade para isso.

Aquele animalzinho poderia ser uma grande terapia para todos nestas horas, e uma grande fonte de retribuição do amor que tanto recebemos dele, mas não, muitos só consideram este passeios como mera obrigação.

;.;.;.;.;.;.;.;.;.;.;

"Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de si mesmo' Roselis von Sass – www.graal.org.br
 
O PASSEIO DO CÃOZINHO E O DESAMOR

RIO ++20+++++200++++2000

 
RIO ++20+++++200++++2000

Não posso dizer que todos que estavam na RIO +20 não eram bem intencionados e racionais, mas que tinha lá seu grade número de "viajando" lá isto tinha.

O problema ou “probrema” é que há muita gente ignorante defendendo cada um o seu lado, sem observar que o seu lado vai contra o lado de outro.

Vi o RIO+20 como um grande circo onde muitos que se dizem “representantes da sociedade organizada”, ONGS - ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMETAIS - elaboradas por pequenos grupos, salvo um ou outro, mas que vivem na grande maioria de subsídios vindos de governos, o que é uma grande incongruência, pois estes sim, eleitos pelos povos, são sim os nossos legítimos representantes.

Então não cabe dizer que são representantes da sociedade organizada, pois o que se viu na RIO+20 foi um total desencontro de idéias que não convergem e no mais a mais uma grande ignorância sobre os diversos assuntos sempre vistos de forma unilateral, emocional e na maioria por leigos.

Vi índios (muitos de índios não tinham nada, tinha até um meio loiro) mostrando claramente a intenção de algumas destas organizações que nem sabem o que os índios querem, eles são apenas massa de manobra de românticos (?) que ficam dos seus apartamentos descobrindo alguma causa que lhes dê espaços para as suas megalomanias.

Vi uma defensora do cultivo orgânico da Índia dizendo que 250.000, isto mesmo, duzentos e cinqüenta mil pequenos agricultores se suicidaram por não terem como competir com os conglomerados que usam os transgênicos.

Não seria mais fácil ter aderido?

Primeiro: Eu não acredito, nem que a vaca tussa neste número desta senhora que teve os seus quinze minutos de fama, com o seu sinal indiano como se o uso deste desse alguma luminosidade a alguém, mas é cultural, tudo bem, mas há muito não é usado no dia a dia da Índia pelos habitantes “normais”.

Segundo: Ela não disse qual a solução para alimentar o bilhão de indianos onde a maior parte não tem dinheiro nem para comprar comida quanto mais para os seus “orgânicos”.

E a questão dos párias?

Ela devia saber é o quanto de empresas de fertilizantes que só fabricavam venenos, muitos proibidos legalmente, mas que entravam ilegalmente em nosso país via Paraguai para aumentar a lucratividade e envenenar a nossa comida que fecharam as portas.

Tudo bem eu posso comer a minha alface orgânica, mas daí a achar que vamos poder alimentar este contingente planetário com este alimento é no mínimo estar viajando na maionese, mas, pelo menos neste caso, maionese da pura.

Mesmo para um país de mais de um bilhão de habitante citar estas duas centenas e meia de milhares de suicídios já é demais. Gostaria de ver a estatística onde a informação é baseada. Ela devia dizer é quantos morrem de fome por ano naquele país tão cheio de carências.

Isto é progresso sustentável, pois não tem mais espaço para, neste planeta com bilhões de bocas para alimentar, ficar falando de orgânicos a nível planetário, este tempo já passou e muito.

Por outro lado vi índios com seus calções da Adidas, cocares na cabeça (porque não de material sintético quem sabe) e arco e flecha na mão tentando, inclusive, atacar alguns seguranças do BNDS, tentando defender não sei o quê, já que eles já são grandes proprietários de grandes nacos da nação e não devem atrasar o progresso do país, mas sim participar junto do nosso desenvolvimento, assim como já fazem muitas tribos já engajadas economicamente na sustentabilidade com até aviões próprios e uso de computadores.

É isto que devemos levar a eles e não jogá-los contra a construção de uma hidroelétrica, a energia mais limpa para grandes escalas da natureza, que vai beneficiar a todos incluindo eles que também já gostam de ter uma televisão e uma geladeira.

Eles vem de avião, ficam em hotéis 5 estrelas e ai colocam seus trajes para as fotos, como se ainda não fossem aculturados.

Particularmente eu não entendo porque estas organizações não governamentais não são contra as usinas nucleares, incluindo está terceira planejada para ser construída em Angra.

Hoje em dia tudo tem um preço na natureza, infelizmente, então nós temos que ver qual a que terá o menor impacto, pois algum todas as opções trarão e as nucleares podem mandar uma conta muito grande ali na frente. Eu nunca seria a favor delas no nosso país que tem tantas opções.

E contra elas ninguém foi contra.

Se as nucleares já é problema em países que dominam totalmente o seu manuseio e tecnologia imagine num país como o nosso, que não precisa delas, desde que artistas mal informados, que só pensam pela cabeça de terceiros e estrangeiros (dos quais devemos ter uma certa reserva) e não de cientistas que estão assinando em baixo da viabilidade da construção da Usina de Belo Monte com danos calculados, ou pelo menos possíveis de acomodação.

Todos os argumentos usados pelos artistas foram derrubados pelos alunos da USP.

E as “peitudas” o que será que deu?. Será que foi algum cogumelo orgânico que deu esta virada? Ninguém avisou ainda as Ucranianas que no mundo que se manteve livre estes argumentos já foram usados na década de sessenta, mas com o principio do "paz e amor"?

Com esta virulência só por quem ficou dezenas de anos fechados na cortina de ferro, mas alguém devia avisar que a culpa não foi nossa.

Uma coisa é certa "estas mulheres parecem homens de peito"

A RIO+20 foi boa para o turismo e para todos os "viajando"passearem com o dinheiro de alguém, pois se fosse do bolso ninguém viria.

Eu participei de entidades de preservação quando ainda pouco se falava nisso, mas hoje luto pelo bem da natureza em si e suas criaturas, sem interesse aos humanos e sem pensar nas "futuras gerações", que isso tem muito de hipocrisia; a humanidade sempre usou este terrmo só como retórica, tanto é que estamos com o planeta do jeito que está, e sempre se falou isso.

O Canadá é um dos maiores exportadores de amianto, mas não permite o uso no seu território; quantos remédios não podem ser comercializados nas suas fronteiras, mas fazem pauta das exportações. Esse amor para as novas gerações existe, desde que seja para "as suas gerações", não das dos vizinhos.

Mas sinto dor na alma quando vejo tucanos e periquitos na cidade como se fossem mendigos dependentes de nós.

A humanidade há muito já não mais merece as bençãos que a natureza sempre nos deu.

www.hserpa.prosaeverso.net

“A felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de si mesmo” Roselis von Sass – www.graal.org.br
 
RIO ++20+++++200++++2000

JESUS NÃO PRECISA DE PROPAGANDA

 
JESUS NÃO PRECISA DE PROPAGANDA

Tem alguns que se acham melhores que outros só porque acreditam em Jesus; e uns acham que acreditam mais em Jesus que outros, como se acreditar em Jesus fosse propriedade da religião deles.

Eu acredito em Jesus e o amo, mas quero distância de qualquer religião que se diz cristã, e de seus seguidores que precisam de um intermediário que enriquece ou sustenta a sua família, até criando impérios, usando um livro cheio de contradição e confusões, e que dizem que é sagrado, mas que não respeitam o ponto de vista sagrado dos outros.

Ninguém deveria ganhar o seu pão da fé que professa, pois ai virou negocio.

Mas, como veio um aqui com as suas maldades travestidas de bondades, eu gostaria de lembrar que eu conheço a alma de vocês e sei que não é humildade o que se passa por ai, nem o amor prestimoso que Jesus ensinou e sim arrogância religiosa, como nos antigos fariseus.

Esses pregam que o crime horrendo cometido contra Jesus outrora foi para salvar a nós, onde eles estão na primeira fila, claro, e que Jesus vai voltar novamente por estes finais de tempos por amor a nós, e diretamente nas igrejas deles, claro, e caso Ele não siga as regras do livro deles, é claro que não seria o Jesus verdadeiro e logo seria escorraçado como foi o primeiro.

E será que esta vinda de Jesus seria para agradecer a boa recepção que teve na primeira?

Já escrevi uma vez que se a minha "tal" salvação dependesse deste hediondo crime eu abriria mão dela, sem pensar duas vezes, e nem este deus seria merecedor da minha admiração, muito menos da minha adoração.

Mas sei que Jesus não morreu por causa disso, nem a Justiça perfeita do seu Pai o permitiria, e sim foi assassinado, pois a sua palavra, que nos mostraria um novo caminho, foi de encontro aos donos do poder religioso daquela época, assim como se acham hoje os seguidores destas religiões, verdadeiras arapucas para o espirito livre..

O que vai vir agora não é mais Jesus, o Amor de Deus, mas sim, Emanuel, a Justiça de Deus, de quem Jesus dizia que "Por mim muitos passarão, mas não por Aquele que virá", isto está escrito no próprio livro deles, e nem isso entendem, pois não pegaria muito bem como marketing vir um outro ao invés de Jesus.

Mas Este não virá dos céus ao som de trombetas, mas sim editará livros e usará roupas normais, poderá dirigir veículos e terá passaporte, com nome e sobrenome terreno (Imanuel é o nome divino), e terá um pai terreno e uma mãe terrena constando nos seus documentos, como todo mundo, ou Jesus se portou diferente dos hábitos culturais daquela época?

Provavelmente deverá ficar algo reservado e de lá vai divulgar a sua Mensagem, e não a sua pessoa, com a ajuda de auxiliares e, como está escrito, "Quem procurar, este achará"

E com certeza não usará barba, nem cabelo comprido, pois hoje já existem barbearias e também barbeadores elétricos.

E também está escrito que a sua Mensagem chegaria "aos quatro cantos do mundo" para que todos pudessem ter acesso antes do prazo final, e que esta Mensagem "chegaria por cima das casas" ao contrário do hábito daquela época onde a Mensagem era pregada "dentro das casas".

Então é melhor procurar a nova mensagem prometida e trazida por Emanuel, O Filho do Homem, e não por Jesus, O Filho de Deus, fora dos templos, pois isto está dito claramente no livro usado por estas religiões.

Então alguém achar que a Mensagem Dele não estaria disponível na internet é acreditar em papai noel, pois então que continuem acreditando no que quiserem, mas respeitem os outros que não se satisfazem com um crença tão cega.

E não podemos esquecer que estas religiões vivem desta "promessa da vinda", então, a sua concretização, aniquilaria a espinha dorsal que as mantem e será que elas estariam dispostas a abrir mão de todo o seu poderio?

O mais certo é que ele seria taxado por estes novamente como um impostor, como ocorreu naquela época, então ele provavelmente não vai se expor a isso, pois hoje um enviado de Deus não precisa se evidenciar como naquela época.

Então iremos identificar o enviado de Deus, desta vez, pela sua Palavra, pela sua Mensagem, e através dela vamos reconhecer quem é o Mensageiro.

Jesus com a sua espécie divina encarnou, nasceu, e cresceu, assim como precisa fazer qualquer espirito humano quando vem para a Terra, e viajava e pregava a sua doutrina pelo meio que se usavam naquela época, que era a peregrinação, e os atuais crentes acham que o que ele trará será o mesmo que está escrito no livro que usam, recheado de contradições, e que consideram sagrado.

Este livro foi compilado pela primeira vez no ano de 1300 (vide esta e outras informações em O Livro do juízo Final de Roselis von Sass) , e nós sabemos que cada um interpreta de seu jeito uma frase, então qual foi a versão que predominou? E também foi juntado manuscritos do velho testamento, escritos pelo homem, ou por antigos profetas, e onde o que não interessava foi tirado e o que não entendiam era alterado dentro de mosteiros e sinagogas.

E Jesus não deixou nada escrito, pois não deu tempo, e nem os seus apóstolos que, como todos sabem, não sabiam ler nem escrever, e o único que sabia ler e escrever o traiu.

E também sobre estes mesmos apóstolos Jesus dizia "Teria ainda muito que vos falar, mas não me entenderíeis", então caros senhores, eu não me contento com menos do que o original, então que fiquem vocês com a cópia.

;.;.;.;.;.;.;.;.;.;.;.;.;.;.;.;;.;.;.;;.;.

"Pai, perdoai-lhes, pois não sabem o que fazem!” Seria, pois, necessária essa intercessão, se a morte na cruz devesse ser um sacrifício indispensável para a reconciliação? “Não sabem o que fazem!” é, pois uma acusação da mais grave espécie, uma indicação nítida de que está errado o que fazem. Que esse ato foi apenas um crime comum." Abdruschin em sua Mensagem do Graal "Na Luz da Verdade". http://www.graal.org.br
 
JESUS NÃO PRECISA DE PROPAGANDA

PENSAMENTOS POÉTICOS

 
PASSAGENS POÉTICAS

PASSOU PELO PORTÃO
QUE DAVA PARA O RIO
...OLHOU PARA TRÁS
E NÃO VIU NADA
ENTÃO OLHOU PARA A FRENTE
E RIU

AO LADO DA CHURRASQUEIRA
ELE LEMBRAVA QUE JÁ NÃO FOI TÃO SOZINHO
... MAS NUNCA TÃO FELIZ

SENTADO NA SOMBRA SENTIU
QUE NESTE MUNDO ELE SOBRAVA
MAS ASSUMINDO ESTE PAPEL RELAXOU
SABIA QUE AFINAL NADA PERDIA

"Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de si mesmo” Roselis von Sass – www.graal.org.br
 
PENSAMENTOS POÉTICOS

minicrônica: UMA FURADA

 
UMA FURADA

Ouvi falar que naftalina era bom para espantar morcegos, teve um amigo que comprou dois quilos, não sei o que aconteceu com ele, mas eu só comprei um pacotinho com umas dez bolinhas e joguei no forro, bem em cima do quarto e uma coisa eu posso lhe falar:

Os morcegos ainda continuam lá, mas a minha esposa está acampada dormindo na sala de tv faz mais de uma semana e sem previsão de voltar, enquanto o sol não dissolver totalmente as ditas cujas.

Tomara que o veranico de Maio chegue logo.

www.hserpa.prosaeverso.net

“A felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de si mesmo” Roselis von Sass – www.graal.org.br
 
minicrônica: UMA FURADA

A PALAVRA

 
A PALAVRA

NÃO ESTÁ MAIS QUEM FALOU
MAS A PALAVRA SE ESPALHOU
ESVOAÇOU JUNDO DO VENTO
E NINGUEM MAIS A SEGUROU

FICARAM AS MARCAS E CICATRIZES
QUE POUCOS PODERÃO REMEDIAR
DEIXARAM MUITOS SÓS E INFELIZES
TRAIDOS QUE NA TRISTEZA SE VÊEM

QUE A PALAVRA SEJA JUSTA
NEM A MAIS NEM A MENOS
QUE PLANTE SÓ A ALEGRIA
PELO CAMINHO QUE PASSAR

A PALAVRA É TAL UM VIVO TAPETE
ONDE A TUDO VAIS DANDO FORMA
E EM HORA CERTA HAVERÁ A VOLTA
NA CERTESA O VOLTARÁS A TRILHAR

POR ISTO DO DESTINO NADA ESCAPA
TUDO QUE NA IDA VAIS PLANTANDO
NA VOLTA GERMINADO JÁ ESTARÁ
PODERÁS DEPOIS MUITO SOFRER
OU NA GRAÇA DA ALEGRIA TRILHAR

"Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de si mesmo” Roselis von Sass – www.graal.org.br
 
A PALAVRA

AS ROSEIRAS DO AMOR

 
AS ROSEIRAS DO AMOR

Se nossos pensamentos flutuarem leves
Com eles nos aportarão rios de alegrias
E qual diques nos elevarão os patamares
Que nos darão amplitude para nova visão 

Peguemos a nossa vida nas mãos
Calcados com os pés firmes no chão  
Ta no fortalecimento da nossa mente 
A nova vida de paz que ora ansiamos

Liberdade genuína só sentimos na alma
Portanto livremos dela todo mau grilhão
Se sentir livre e leve só nos trarão alegria
E esta se fortalece quando damos vazão
E ai no novo vento a deixemos nos elevar

Está conosco a chave do nosso coração
Do peito que quer se sentir apaziguado
Alcear voos feito qual pássaro agora livre  
Que viaja pelo universo com chamados
Que ouvidos nos trazem amores triplicados

Os dormentes das magoas abandonadas
Faz-no sentir flutuar iguais balões sem peso
E os perdões dados qual sementeira na terra
Tiram de nós o espinho e faz nascer as roseiras
 
AS ROSEIRAS DO AMOR

"A felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de si mesmo" Roselis von Sass - www.graal.org.br