Poemas, frases e mensagens de Soaroir

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de Soaroir

"Myself

I have to live with myself and so
I want to be fit for myself to know,
I want to be able as days go by,
To look at myself straight in the eye

Antes do Beijo de Boa Noite

 
Antes do Beijo de Boa Noite
 
Soaroir 31/5/14

Um dia sonhei com uma mesa retangular
repleta de assentos ocupados
e todos aos redor
discutindo...
antes do beijo de "boa noite"
Soaroir 31/5/14

na falta da mesa... o tablet
 
Antes do Beijo de Boa Noite

Enigma em Tau

 
Enigma em Tau
 
Soaroir
Set.5/14

Tic-tac-tic-tac
tempo tão trapalhão
trama, transpõe, transporta
transmuta tristezas

trespassa travessas
teima, transgride
traumas trazidos
tolerados tempos...

turbulentas tardes
triunfam...
teatralizado
tempo transitivo!

(imagem google)

Tempo sem preposição
 
Enigma em Tau

Esperança de Um Novo Amanhã

 
Nova Manhã
© Soaroir M de Campos
6/5/14

Uma sensação boa.
Como se um galho podre,
impedindo minha visão
houvesse se desprendido;
indo por terra alimentar
insetos e minhocas.
Claramente vislumbro,
mais rico, o amanhã...
O que terá mudado
entre o ontem e o hoje?
Deduzo, não sei...
a sombra dos galhos podres.
Soaroir 6/5/14

Tudo que nos acontece é para a nossa evolução...
 
Esperança de Um Novo Amanhã

Queda Livre - Poema de Outono

 
Queda Livre - Poema de Outono
 
Folhas - Queda Livre
©Soaroir de Campos
14/4/09

Com os ventos da Estação
As folhagens no Outono
Perdem toda a posição
Equilíbrio e entono.

Vão ao chão de peito nudo
Conformadas e caladas
Servir de forragem a outros
Pra enfrentar a invernada.

Vão cumprir sua missão
Sem pensar em arvoretas
Distância que está o chão
Ou se a terra é branca ou preta.

Soaroir em 15/04/2009
RL/Código do texto: T1540659
 
Queda Livre - Poema de Outono

Nos termos do destino

 
Soaroir 17/8/10

mote: "verdades e mentiras"

passo às mãos do legítimo
Fiel depositário -
essa massa falida

acervos de que abro mão –

que se vire o destino
com os ativos e os passivos
junto aos seus credores
eu cansei...

cansei de desviar
o curso dos (meus) rios
investir em mundos
e fundos de direito e (de) paz

que se destampem os olhos dos furacões
enxerguem as verdades
e varram as mentiras (patranhas)...
 
Nos termos do destino

BASTA!

 
Basta!

Brasil...

Não cantaríamos seu hino

Baixo ou em voz alta

Nem seu nome seria proferido

Em um só folego

Se este seu pacífico povo

Hoje aguerrido

Não gritasse Basta!



Soaroir 27/6/2013
 
BASTA!

...e por todo o caminho eu abraçar-te-ei

 
...e por todo o caminho eu abraçar-te-ei
 
imagem/"libelulas" Maggy Aguirre

... e por todo o caminho eu abraçar-te-ei
© Soaroir 23/8/08

separa aquele vinho.
aquele, merlot
compatível com a nossa safra.
sobre a mesa, estende a mais fina toalha de linho.

te enfeita.
e a casa, toda de florais e castiçais.
já me vou ancorar em meu porto
por favor, nem uma beleza rejeita.

eu, te levarei como “ si fueras a un niño”
pela mão, nos braços, no colo
entre os invejáveis imortais
do Algarve até ao Minho

... e pelo caminho
eu abraçar-te-ei.

no mais,
separa nada do que juntos já tivemos
da poesia, eu cá me encarrego
para atravessarmos os portais.

... e por todo o caminho
eu abraçar-te-ei.

mote: "Vida com Sabedoria"
 
...e por todo o caminho eu abraçar-te-ei

ACRÓSTICO DE INVERNO

 
ACRÓSTICO DE INVERNO
Soaroir 5/7/2015

Faiadas sob o Sol
Repousam (as) cinzentas nuvens;
Inexoravelmente esperamos
Orando pelo pão e (pelo) o vinho.

Dita ventura a minha...
Éden de tão poucos!

Indolentes, contrastantes
Nevoas da manhã; branco no arredor
Vão tomando todo o vale
Ermos de flores, curvam-se os galhos
Rompe o vento assobiando
No mato sua sinfonia (alpestre)
Orquestra... Sem nem um pássaro...
- - - - X - - -

VERSÃO REVISADA
(Inverno= Hímen da Primavera)

Faiadas sob o Sol
Repousam (as) cinzentas nuvens;
Inexoravelmente esperamos
Orando pelo pão e (pelo) o vinho.

Dita ventura a minha...
Éden de tão poucos!

Indolentes, contrastantes
Nevoas da manhã; branco no arredor
Vão tomando todo o vale
Ermos de flores, curvam-se os galhos
Rompidos pelo assobio do vento
No mato pela sinfonia alpestre.
Orquestra... Sem nem um pássaro...

agasalhado
ventura e minha
Éden de poucos...
 
ACRÓSTICO DE INVERNO

Carta para Mamãe

 
Air Mail
By Soaroir 26/8/08

Diga-me mãe, como é fazer 95 anos?
Seu aniversário é só amanhã, mas assim
esta lhe chegará com os primeiros raios do Leste.
Por aqui tudo na mesma, inclusive a carestia.
Tudo pelos olhos da cara – me diga como está aí?
As crianças, já crescidas, formadas e casadas,
agora chorando menos, aproveitam e mandam lembranças.
Eu é que ando um pouco cansada, mas isso logo vai passar
assim que eu tomar juízo e o remédio da pressão
que vive no sobe e desce. Diga-me mãe, e a sua já melhorou?

Lembra-se daqueles improvisos de versos que você fazia?
Pois é, agora ando treinando, até arrisco umas poesias:

Você não precisa de um papel para saber
o que tenho pra dizer - mas não fique triste
se eu demorar muito para lhe escrever
sobre nossas boas novas e alguns chistes.

Todos de sua casa agradecem as bênçãos recebidas
e enviam em oração um punhado de beijos e abraços
para você, papai, vó Mila, tio Tião, Anízia e toda a parentada.

Contando com seu perdão por qualquer coisa mal-falada,
me despeço por enquanto. Só uma coisa aqui não vai
poder ser enviada – é o meu “parabéns” porque você já morreu.

Diga-me mamãe: eu estou perdoada?

com foto "in" pote de Poesias:
http://pote-de-poesias.blogspot.com

por Soaroir em 26/08/2008
RL/Código do texto: T1147094
Classificação de conteúdo: seguro
 
Carta para Mamãe

Viagem de Volta, A

 
A Viagem de Volta
Soaroir de Campos
Agosto 2010

Das Tripas
(Senso vs Sensação)

há em mim uma superfície polida
tolhida, patente, fria.
pele do meu agasalho -
feito do couro curtido.

das bordas desta trincheira
pra dentro,
ando a flor da pele.

giro sobre as juntas
no controle dos ligamentos...

do Coração
(A viagem de volta)

O tempo fez de mim a passageira
Os pés vão desenhando meus caminhos
Estreito, largo, longo; estou sem ninho
Vivendo a cada dia a dor primeira.

A pele nas batalhas dói inteira
A face não disfarça o desalinho
São rugas a compor o torvelinho
Um mapa que define tal fronteira.

O caminho se funde, tão profundo;
Esmoreço sem norte, já nem lembro,
A trincheira escavada que confundo;

E as bordas contornando vão ao centro
As rotas retornam enquanto mudo
Fecho os olhos, caminho para dentro.

(Releitura)
 
Viagem de Volta, A

Quando Deus Escreve para Analfabeto

 
Quando Deus Escreve para Analfabeto
 
Soaroir
5/9/14

Meu Deus, meu Deus...
O que me escreveste?
Por Ti, ensina-me a ler...

Somos, muitas vezes, analfabetos para ler o que Deus escreve para a gente...
 
Quando Deus Escreve para Analfabeto

Sobrenatural

 
Sobrenatural
 
imagem by Tucalipe 2014

Soaroir de Campos
16/5/14

Ser enquanto ser,
o que pensei,
ser não sou;
tampouco estou.
Pertenço a mundo algum.
Que encontro assustador...

Interações

Sou o que sou nada mais que isso.
~ Holmes

Enquanto serei, esta o meu ser, o meu sou. ~ Martisns

"Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente."
 
Sobrenatural

Quando a Musa Canta

 
By Soaroir 04/3/13

Com suave canto
Dita-me a musa
Rimas sonoras

Que atiçam
Revolvem
Mudas memórias

De edens,
Tormentas,
De númens;

De câmaras,
De homens, de deuses...
Nem sempre bucólicas!

(para EC/Exercicio criativo/Encanto das Letras)
 
Quando a Musa Canta

Se eu não fosse quem sou

 
(Versão 2013)

Radicais Livres
By Soaroir

Se eu não fosse quem sou,
e se me dado opção -
nasceria em Cruz Alta,
ou em algum lugar das Highlands.
Olharia o mundo por escancaradas janelas;
entenderia melhor as névoas, as neblinas
sobre os verdes plainos perfumados
pelos lírios do campo.
Ainda... seria rainha dos Icenos
e me chamaria Boudica.
Se eu não fosse como eu sou,
viveria perplexa -
diante dos mil cérebros -
não atravessaria a rua
para ver meus sonhos de perto.

Reedição de
(Emblema de Taberna)
By Soaroir
Março 31/2012
 
Se eu não fosse quem sou

Je ne regrette rien

 
© Soaroir Maria de Campos
15/11/07 -reedição

Eu sou o que eu sou por escolha
Desguarnecido
Para o que eu nasci para ser e não fui
Desavisado
Curvei a imprudência para o meu lado
Confundi
Espera e esperançar com teimosia
Sobrou
A imagem derrotada por conquistas
Desgrenhadas
Meio torto, sem sentido, estabanado
Fiz
Do meu melhor jeito
Desastroso
Inconsciente e jeitoso
Prêmios
Nem piedade eu preciso
Para a minha maneira de ser.

reedição-tít original:
as pessoas são para o que nascem II
 
Je ne regrette rien

Sou de Gêmeos

 
"The Book is on the Table"
Sou de gêmeos
By Soaroir 18/02/13

Depressão não tem muito espaço em geminianos. Nós sofremos de impotência quando a vida ou alguém nos puxa o tapete, mas por pouco tempo, logo que mastigamos, intelectualizamos e argumentamos, fazendo do infortúnio um desafio mental, arquivamos tudo no “desativado”, com revisão para um dia talvez...

Apesar da rapidez de raciocínio, há um certo “delay” para matérias exatas - eu não sobreviveria sem uma calculadora pra somar dois mais dois – mas as humanas...Ah como me deleito com elas! O português e outros idiomas sempre foram minha paixão, tanto que logo cedo comecei a estudar inglês no Yázigi e União Cultural no Rio. Pobre de marré marré, eu pagava a matrícula e mais dois meses e pedia bolsa que pela minha dedicação e bom desempenho me era concedida. Com isso acabei me formando na Cultura Inglesa de São Paulo. Mas bem antes, fui ser babysitter em uma cidadezinha entre Buffalo e NY. Que sufoco!

Ainda em NY e toda cheia com o meu inglês carioca, num bar pedi um café com leite. Depois de muita insistência da garçonete “May I help you” ela gritou: “Rossê”, it´s for you e lá veio um garçom falando espanhol. Alias, o que mais me irritava era quando eu era confundida ou com porto-riquenha ou francesa.

Mas o pior mesmo foi quando liguei do telefone público para Marlete, colega carioca que trabalhava em New Jersey. Após depositar os “coins” solicitados uma voz continuava falando e eu pedindo “please, speak slowly”. Claro que não consegui completar a ligação e só mais tarde descobri que eu falava com uma gravação.

Mas geminianos são os maiores pagadores de “mico” mesmo. Mas não se abatem facilmente. Depois de muito tempo morrem de vergonha das gafes cometidas, mas como nada prende a atenção deles por muito tempo, depois de um breve conflito entre o intelectual e o emocional eles se assumem: este sou eu...e pronto. Enquanto prometem jamais repetir o mico.

Falar um idioma estrangeiro requer mais do que conhecer gramática e vocabulário. É primordial que se conheça a cultura do país da língua que se está estudando. Isso me faz pensar no resultado que possa vir do programa concebido por Aloizio Mercadante e a ser lançado em Março deste ano pela presidente Dilma –“ Inglês Sem Fronteiras, o mais ambicioso programa de ensino da língua inglesa já feito por um governo” - quando a maioria por aqui ainda diz “isto foi uma perca” ou o "que mais você tem pra mim fazer”.

Bom, mas nós geminiamos doidos por uma pesquisa, a gente não esquenta e desiste nunca. Escarafunchando na Net percebi que além do "The Book is on the Table" já temos meio caminho andado:

It’s we in the tape! = É nóis na fita.

Tea with me that I book your face = Chá comigo que eu livro sua cara.

I am more I = Eu sou mais eu.

Do you want a good-good? = Você quer um bom-bom?

Don’t even come that it doesn’t have! = Nem vem que não tem!

She is full of nine o’clock = Ela é cheia de nove horas.

I am completely bald of knowing it. = Tô careca de saber.

Ooh! I burned my movie! = Oh! Queimei meu filme!

I will wash the mare. = Vou lavar a égua.

Go catch little coconuts! = Vai catar coquinho!

If you run, the beast catches, if you stay the beast eats! = Se correr, o bicho pega, se ficar o bicho come!

Before afternoon than never. = Antes tarde do que nunca.

Take out the little horse from the rain = Tire o cavalinho da chuva.

The cow went to the swamp. = A vaca foi pro brejo!

To give one of John the Armless = Dar uma de João-sem-Braço.
 
Sou de Gêmeos

Mães!!!

 
Mães!!!
 
RÚCULA, REPOLHO, AGRIÃO

Quem
É aquela pessoa
Que faz a gente comer
Rúcula, repolho, agrião,
E diz que é pra gente crescer?

Elas são todas iguais
E muitas até são pais
Às vezes pentelhação
Mas, não desistem jamais !

É a sua, é a minha mãe,
É a tia, a avó, a professora,
É aquela que nos embala
Mas às vezes é repressora!

Quem
Come a gordurinha da carne,
Divide o filé para dois,
Come a alface de fora,
E a de dentro depois?

Quem
Que de noite cansada
Vem desligar a televisão,
Dá-nos um beijo de boa noite
E pede a Deus proteção?

E de olhos fechados
A gente finge que não vê
Aquele anjo noturno
Desligando a TV.

Já no dia seguinte
Cedo, bem de manhã
Tira a gente da cama
Com uns sucos de “maçã”.

“Levante menino é hora”
Diz pra gente não se esquecer
De escovar os cabelos e os dentes
Logo depois de comer.

Dá um beijo na saída
Indaga do RG
Deseja boa aula
E vai pra varanda nos ver...

Quem?
É a M a n h êêêêêêêêêêêêêêêê
Soaroir Maria de Campos 13/5/05

( “Mãe”)
Soaroir
Soaroir em 13/05/2007
Código do texto: T485593
Classificação de conteúdo: seguro
 
Mães!!!

Em Busca de Vau

 
Em Busca de Vau
by Soaroir

Frio nas costas -
Recorda-me a sedutora
Excitada chuva fina
Emprenhando as pradarias
De distantes setembros...
Espermados retraídos
Em ombros compadecidos
Inevitavelmente - curvados
Sobre ocultas mornas brasas
Neste estéril Agosto
Similar, entretanto
Com menos tantos e tantos
Que até choraria
Se as lágrimas coubessem
Em uma (só) poesia...

(sem revisão)
 
Em Busca de Vau

Coisas de Cotovia

 
Eu, Cotovia
Outro dia ouvi dizer que Deus perdoa mais àqueles que amam demais, e que são palavras de Jesus. Não há como duvidar, já que foi Ele quem também disse amai-vos uns aos outros. No entanto, para esta receita Ele não disse o que fazer com o que vai sendo desconsiderado, já que em toda essa massa os ingredientes levedam juntos, mas nem sempre crescem do mesmo modo. Eu pergunto, mas é silêncio até do vento.Do relógio que já não faz mais tic-tac. Só os periquitos ao longe dão sinal de existência, porém não respondem:

- Não tem mais caniço ou samburá; pescas de juquiá, sardinhas soltas no mar; ou girinos no riacho; nem mais pés de cambucá. Não há mais pisar descalço na areia nem outros com quem, sem medo, arrulhar.

Ao longe canta ininterruptamente um canário de sua gaiola. Cantaria ele de tristeza pela prisão ou em busca de companhia? Ou é só por coragem de sentir dor? Por não mais poder voar? Não entendo de coisas de canários, somos passarinhos diferentes, mas quisera poder interpretar!

Eu, cotovia fujona, desviada e debandada, sou agora livre retirante. Poderia voar se quisesse, mas não sei /por/ para aonde ir. Acostumei me a não depender do sol para acordar ou da noite para me recolher, nem da chuva sei mais como me proteger. Com as garras já carcomidas não posso mais nidificar e minha bela plumagem, outrora brilhante, necessária para me acasalar, há muito se desbotou. Nem mesmo a minha melodia eu sei mais como entoar! Sou mais uma cotovia que desaprendeu se sustentar.

Ha /vejo ainda alguns sabiás que, não estando, sendo mais do cerrado, ciscam procurando o que podem achar, beliscando nos capins que transportaram pra cá. Mas, outro dia soube, ouvi que um partiu molestado: aspirou mais do que podia do que achou enterrado, e lhe consumindo o sistema, ele agonizou envenenado.

Mas eu? Cotovia? Ah! Se eu desse vazão ao instinto... Arribaria ao amanhecer já que não estou mais engaiolada. Mas, desaprendi de amar, e não posso mais avoar... Deus, Vós podeis, poderias? A este(a) também perdoar?

Coisas de cotovias...

Soaroir,Maria de Campos
22/01/2006

Soaroir
Publicado no Recanto das Letras em 23/07/2006
Código do texto: T200292
 
Coisas de Cotovia

POEMAS DE OUTONO

 
POEMAS DE OUTONO
 
Prelúdio do Outono
Soaroir

Os cheiros que o sol suscita
trazem sentimentos santos
engraçam a inspiração
alardeam belos cantos
De manso vem o outono
destoante estação,
prometendo primaveras
antes do próximo verão.

Soaroir 11/3/07

The Leaves Are Green
"Old Rhyme"

The leaves are green, the nuts are brown,
They hang so high they won't come down.
Leave them alone till frosty weather,
Then they will all come down together.
 
POEMAS DE OUTONO

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