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Poemas -> Desilusão : 

Contemplação

 
Rochedo de avalanche,
Sentinela de troante;
É assim que me sinto,
No meio de um mundo semblante.

Peço contemplação,
E encontro a procura,
Da descurada aflição
Que teima em não ter cura.

Onde?
Como?
Porquê?
Sorrisos de amizade,
Olhares de verdade,
Quero mais, muito mais!

Neste mar de esquecimento,
E na partilha do momento…
Eu peço em discernimento
Que me afagues com sustento.

Onde? Como? Porquê?

Respostas de ilusão…
A par de um sorriso de contemplação!

 
Autor
João Nuno Marcos Bap
 
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