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Poemas : 

Quando sangras o papel

 



Quando sangras o papel com teus dichotes oligofrénicos e erras na gramática, pensas-te poeta a tempo inteiro, miserável!

Queres o Olimpo e uma coroa na cabeça cheia de sonhos vãos e vaidade muita.

Morrerás pó esquecido nas circunvoluções de cérebros mortos arrastados pela História apagada pelos decrépitos do espírito nauseabundo que o pastiche vomitou!




Sou divina e imortal

 
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