Enviei um sorriso à terra das expressões soturnas
e ele regressou a sorrir com vontade de rir...
contou-me que viu, fechados numa urna,
um alegre que chorava para se distrair,
um feliz que se entretinha a estar triste,
um vivo novo com a morte em riste
e um primo que se escondia sempre.
Regressou-me o sorriso, lá da terra dos carrancudos
e, chegado, ensinou-me, tomou-me de aprendiz
entre gargalhadas sonoras e murmúrios mudos
de lição que aprendeu, que se dá e não se diz.
Valdevinoxis
A boa convivência não é uma questão de tolerância.