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Poemas : 

20 de abril 2015 16:58

 
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... do silêncio envolto
pelos cheiros das maresias em terras desconhecidas

regressam sempre os degraus
por onde desces a caminho do infinito imparável

o dilúvio tão perto.

I

hora após hora
sem a menor ruga do tempo

em tudo aflora eternamente
a ausência
até no sexo do teu corpo nu

II

plenitudes

pudesse eu iluminar teus passos
imanentes.



(reintroduzindo F.Duarte – Ricardo Pocinho)


"Forfante de incha e de maninconia,
gualdido parafusa testaçudo.
Mas trefo e sengo nos vindima tudo
focinho rechaçando e galasia.
Anadiómena Afrodite? Não:"

("Afrodite? Não" Jorge de Sena)

 
Autor
F.Duarte
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