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Poemas : 

… silêncios (17 novembro 2015 02:29)

 
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… ruem pelo tempo
ao vento que não enxergo

silêncios
vazios e sobrevivos

debatem-se intermitentes
sem rumo ou contorno
de um espaço irrestrito

I

alumbramentos retidos no fundo da garganta
pelo final que se quer grito

dessa amarga memória agonizante
que sucumbe ao instante
ao ocaso

II

afinal regresso-me a essoutros espantos
pelas margens recém-nascidas
que tudo comprimem

tombando de bruços

[com os braços bem abertos]

III

silêncio



(reintroduzindo F.Duarte – Ricardo Pocinho)



"Forfante de incha e de maninconia,
gualdido parafusa testaçudo.
Mas trefo e sengo nos vindima tudo
focinho rechaçando e galasia.
Anadiómena Afrodite? Não:"

("Afrodite? Não" Jorge de Sena)

 
Autor
F.Duarte
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Enviado por Tópico
visitante
Publicado: 18/11/2015 01:23  Atualizado: 18/11/2015 01:23
 Re: … silêncios (17 novembro 2015 02:29)
Os ventos por se negarem a visão traduz os silêncios mesmo quando estes parecem dormir.


Enviado por Tópico
martisns
Publicado: 23/11/2015 17:02  Atualizado: 23/11/2015 17:02
Colaborador
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 Re: … silêncios (17 novembro 2015 02:29)
Ecos que sussurram aquele silêncio que nascem das margens dos sentidos.