| Enviado por | Tópico |
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| klopes | Publicado: 24/06/2026 10:10 Atualizado: 24/06/2026 10:10 |
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Muito Participativo
Usuário desde: 15/02/2026
Localidade: Lisboa
Mensagens: 69
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Caro poeta,
Há poemas que se esquecem. E depois há estes — os que ficam. Ler este poema é como encontrar alguém a falar baixinho no escuro: não se vê tudo, mas sente-se tudo. O veneno que não mata, o beijo com sabor a sal, o "sonho de morrer imortal"... são imagens que não saem da cabeça assim facilmente… Parabéns — por ter a coragem de abrir a alma numa janela e deixar quem lê espreitar lá para dentro. Obrigado. Carlos |
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| Enviado por | Tópico |
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| Semente | Publicado: 28/06/2026 18:47 Atualizado: 28/06/2026 18:47 |
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Membro de honra
Usuário desde: 29/08/2009
Localidade: Ribeirão Preto SP Brasil
Mensagens: 8630
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Olá poeta Alemtagus!!
Que poema fantástico, que fui lendo num só fôlego, pela ausência de pontuação, creio proposital para mais ênfase aos versos, como uma brisa contínua entrando pela janela... Assim como, o amor feito bálsamo que há de suavizar a dor do "EU" lírico , que fala da morte e da vida, muito profundamente, do início ao fim, de tão belo poema. Gostei muito, poeta ! |
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