ao peito carrego uma dor temporal,
pela memória da ascendente cognática
não residir no consciente
é deveras estranho, como enigma singular
que a doutrina decifra,
as nossas memórias da tenra idade
dissipam-se pelo éter
ai anciã d’estirpe uterina
foste um anjo terrestre,
ai avó materna foste um anjo em terra,
e eu mesmo, desafio a Divindade,
canonizo-te como uma Santa
pois virtudes d’uma sempre carregaste
creio que nas ramificações escarlates
habita o amor cognático que não recordo
d’avó que me recorda e guia
na esfera espiritual
ao peito carrego uma dor temporal,
pela memória da ascendente cognática
não residir no consciente
é deveras estranho, como enigma singular
que a doutrina decifra,
as nossas memórias da tenra idade
dissipam-se pelo éter
ai anciã d’estirpe uterina
foste um anjo terrestre,
ai avó materna foste um anjo em terra,
e eu mesmo, desafio a Divindade,
canonizo-te como uma Santa
pois virtudes d’uma sempre carregaste
creio que nas ramificações escarlates
habita o amor cognático que não recordo
d’avó que me recorda e guia
na esfera espiritual