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Poemas, frases e mensagens de Eduardohenriques

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de Eduardohenriques

ENCRUZINHADA

 
ENCRUZINHADA

Encruzilhada sem norte.
Patíbulo de abrilesca perversidade
E de lusa morte.
Em toda a universalidade.
Meu Portugal adormecido.
Outrora, longe Portugalizas-te
E o mar deste por vencido
Nos oceanos que navegas-te.
Na aventura da universal continuação
O nome de Cristo evangelizas-te
Em divina oração
No novo mundo em que aproas-te.
Lusa caravela
Na Mão de Cristo velejas-te.
Caravela Portuguesa de alva vela.
Tão longe chegas-te!
Portugal, hoje, não mais és merecido.
Nesta politicagem abrilesca que nos legas-te.
Gentalha de mando enraivecido
E de lusa maldição e prevaricação.
Comando embrutecido
Sem nacional coração.
O qual, transformou Portugal em país súbdito
Na força do abrilesco parricídio.
Abrilesco maldito.
Espada mortal de internacional subsidio.
Do mal e da traição aliada.
Força de nacional suicídio.
Aonde, todo o mundo, quer comer do mana Lusíada.
Minar feitos de antanho.
Ver a Lusa gente sitiada.
Usurpar a Lusa glória e conhecimento ganho
De quem o mar deu por navegado
Para além do horizonte brumoso.
E na Fé de Cristo se viu chegado
Após feito tão famoso.
Tantos feitos, glórias e alcançados.
Sempre ao mundo motivou traiçoeiras emulações.
Mas só os Portugueses! Foram por Deus Abençoados.
A abraçar a glória das oceânicas navegações.
Abril, corda e patíbulo do Luso enforcamento.
Negação de heróicas gerações.
Por Deus! Não tendes salvamento.
Sois o espúrio das Lusas universais convicções
A tenaz de quem não cria próprio sustento.
Abril sem calendário.
Sem pai! Sem mãe! Sem Pátria! Sem Criador!
Concretizaste o sonho do salafrário.
Serás aos olhos do mundo e de Deus, sempre um pecador.
A capa de negro fadário.
Mas um dia! Vira o Abril verdadeiro!
Para servir a Pátria e a população.
A honrar o passado de heroísmo!
E a viver na Lusa convicção dos heróis desta Nação.
Que, a construíram e preservaram com fé e estoicismo.
Da internacional cobiça e satânica danação.
Tu, abrilesco, não passas-te de um lacaio cobiçeiro.
Agitador da Lusa desolação.
Serviçal obsequioso de estado traiçoeiro.
Abril, de longe, já vêem as maléficas interferências.
Desde o mapa cor de rosa.
A internacional ambição, tenta forçar nacionais ingerências
Com diplomática prosa.
Até Napoleão, enviou os seus exércitos.
E os bretões, os seus militares.
Em autentico rega bofe de roubos e ilícitos.
Todos querem construir os seus satânicos altares.
Para melhor roubarem e matarem.
Politicas de satânicos avatares.
Sem universais asas para no mundo vingarem.
Muitas foram as traições encobertas em diplomacias.
Mas Portugal, sem o caseiro Abril, sempre se defendeu.
Na constância das Lusas instâncias.
E no respeito de antanho, sempre resistiu, nunca se rendeu!
Goa, Damão e Diu foram perdidos.
Na força de cobardes interesses internacionais.
Mas na história não restam esquecidos.
Depois de tantos laços emocionais.
No correr à tresloucada e traiçoeira ambição.
Começam as forças satânicas a minar o proletariado.
Mas cedo, aprendem a lição.
Pois no trabalhador, não encontram forte aliado.
Assim, viram-se para a classe estudantil.
Força académica a todas as ideias sempre febril.
Mas, de responsabilidade infantil.
Sem força para fazer vingar o internacionalista Abril.
Nesta confusão.
Só à que, minar as tropas então descontentes.
Para continuarem com a falaciosa e traiçoeira ilusão.
Assim, as tropas que, em Africa não querem ser combatentes.
Ou se sentem malquistas.
Devido às novas directrizes de carreira e compatibilidade.
Imediatamente alinham nas abrilescas lista.
Não mais à militar nacional fidelidade.
Avassalam pelo país, vergonhosos espectáculos.
Armas da criminalidade e nacional infelicidade.
Na força e ignominia de falsos oráculos.
Que, logo se armam em libertadores.
E para Lisboa, vêem de investida
Com canhões e tambores.
Para as satânicas nocivas arremetidas.
Depois de os soldados insurreccionarem
À vontade das suas indisciplinadas desditas.
Os generais, ficam em casa, a ver as tropas a passarem.
O pré, sempre vira, de qualquer bandeira.
Basta o vencedor aclamarem.
Para continuarem na senhorial militar cadeira.
Com esta derrocada militaresca.
Vão-se as ultramarinas províncias.
Lauta e à muito desejada pesca.
De traiçoeiras conveniências .
Nestas andanças.
Instituí-se no país novas ideias politicas.
À que, abastar a outras panças.
São outras as nacionais éticas.
Nestas novas forças politicas de irresponsáveis.
De ultrajantes administrativas praticas.
Em conteúdos inestrincáveis
E fantasmagóricas populacionais abluções
De ideias abomináveis.
Sem humanas nem nacionais soluções.
As novas panças mandantes.
No exercício a internacionais mereceres.
Nada deixam como dantes.
E na força dos traiçoeiros deveres
Para as províncias ultramarinas
Logo escolhem novos proprietários.
Enquanto se enrola a bandeira das cinco quinas.
Traiçoeiros mandatários.
Só pensais na pessoal mordomia.
Da Nação não tendes a mínima concepção.
Viveis em obnóxia e aleivosa bonomia.
Sois do mal a criadora opção.
Hidra pestífera e mercenária.
Trazes ao bem fraudulenta interrupção
De forma sanguinária.
Estes abrilescos políticos.
Mal sobem à mandatária cadeira.
Em berros coléricos.
Retiram a pestilenta pólvora das cartucheiras
E, em mafiosas exortações
Estiolam as populações até então ordeiras.
Com falsas acusações.
Originando o nacional separatismo.
Motivador de abomináveis admoestações.
É o principio do nacional abismo.
É a luta das barricadas
Sem o conhecer das ideologias.
É o politicar das burricadas
Em alienadas orgias.
De políticos interesseiros saneamentos.
Com fins calculistas
A ambiciosos emolumentos.
Não há na praça políticos estadistas.
É um ignominioso correr ao privilégio
Dos políticos da inverdade.
Nação, vives desventurado sacrilégio.
Nesta politica de criminalidade.
Aonde os políticos, vociferam de ontem mal dizeres.
E entre eles, digladiam-se com acusações criminosas.
Sem à Pátria, darem melhores afazeres.
Não passam de políticos aviltantes, em mentes invejosas.
Que a tudo cedem, só para serem governo.
Sem verem que, delapidam o de outros trabalhar.
É o nacional inferno.
São as fogueiras de Satanás a brilhar.
São os políticos a parabenisar-se.
A esbanjar ordenados e reformas.
No legado de outros a endeusar-se.
Cedo cairá esta falaciosa abundância.
Pois, ninguém gera nacional riqueza
Neste viver de ignorância
E nacional fraqueza.
A caminhar para o horizonte de lamentos.
Da negação dos anteriores auferidos.
Que trará o dia dos fraccionamentos.
E os bens conseguidos serão perdidos.
Só os políticos e seus cúmplices.
Terão fartos emolumentos.
Com a coadjuvação de infindas pulhices.
Expressas em interesseiros políticos comportamentos.
Perdeu-se o cavalgar em alados cavalos.
Para passarmos a carregar os burros.
Assim, caiem os falos.
Entre coices e urros.
Até os militares são detidos
E pelas chefias abandonados.
Quando defendem comuns bens adquiridos.
País de enganados.
Abrilada dos biltres da injúria.
Sois das caravelas à negação.
A animalesca fúria.
À Lusa condenação.
Mesquinho comando.
Que se insurrecciona contra artigo militar.
De novas oportunidades e mando.
Criando ambiente de indignação
Na caserna da oficialidade.
A qual, não vê a condição da Nação.
Nem se lembra do juramento de fidelidade.
Insurreição a pessoais galões.
Não há companheirismo nem solidariedade.
Só se corre a pessoais galardões.
Negando o que oficializa a oficial equiparação.
Esquecendo o brioso militar nobilitar.
Do servir a Pátria com abnegação.
É dificultar o possibilitar.
Do continuar da Nação em aclamação.
Traiçoeiro estrelado de engalanados.
Tropas do debilitar.
Academia de malvados.
Sem brio militar.
Sois a nacional desonra.
Não mereceis o universalista império.
Criado com abnegação heroísmo e honra.
Sois os galões do vitupério.
Desta Nação universalizada.
Na vontade da Santíssima divindade
E na constância à longínqua cruzada.
Dos heróicos homens da verdadeira nacionalidade.
Que nos deu ao longínquo chegados
No divino crescimento da humanidade.
Depois de tantos mares navegados
No terreno patamar planetário.
O qual, na divina graça o cosmos atravessa
Em sulcar temerário.
De Deus! Criativa promessa.
Na humana busca de promissora inteligência.
Que, dará à humanidade a libertadora igualdade
E a total abrangência.
Ao abarcar da verdadeira liberdade.
De fazer parte da planetária abundância
E universal prosperidade

Eduardo Dinis Henriques

A um Portugal melhor o meu humilde e despretencioso contributo. A um Portugal Luso.
Mais escritos podem ser lidos em: http://muitopioresqueosfilipes.blogspot.com
Os meus melhores cumprimentos
Eduardo Henriques
 
ENCRUZINHADA

PIORES QUE NUNCA

 
Para passearem como vedetas. Com grandes salários e rápidas reformas. Estes actuais politiqueiros, ofereceram mundos e fundos. Mas nada produziram. Conseguiram sim, desmoronar o antes construído. E fomentar o descontentamento entre as populações. As quais, agora, defraudadas dos prometidos, vivem socialmente desordeiras.
A criança, lá vai para a escola, mais mochila que corpo. Mas armada de canivete.
Nas prisões, salvo rara excepção, resta o desgraçado que tem que comer.
O verdadeiro criminoso, esse, goza que nem um nababo, na força da fomentada justiça.
PEDRA

Antanho, tempo de respeitos.
De nacionais vivências!
A um Portugal mais empreendedor.
Honrando egrégios feitos, em heróicos pleitos.
Arvorávamos nacionais conveniências.
A um todo mais prometedor.
Neste mundo, de tantas incongruências.

Pedra! A tudo, há dissidentes.
Homens descontentes.
Assim como, os nefastos indigentes.
Os perniciosos conspiradores.
Os mortíferos traidores.
Os vulgares mercenários.
Sempre à cata de melhores salários.
É o mundo, e os seus corolários.
Mas, nem todos são salafrários.
No entanto, no ceio de homens eminentes.
Também emergem dementes.
De mentecapta eloquência.
Brutal virulência.
Os quais, em ferinas violências.
Espiam novas valências.
Sem olharem ás nacionais carências.

Pedra! Claudicaste! Não olhaste às evidencias.
Traíste o pleitear promissor, de melhores auspícios.
Entraste pelo caminho das demências.
Ao seguir a insensatez dos imprudentes.
Com juramentos de fraudulentos procedentes.
Hoje, vives os actuais funestos suplícios.
Pois, credulamente, condescendeste a ditos.
Que, com o tempo, mostraram ser malditos.

Pedra! Humana ganância.
Na escravizada luta a qualquer abundância.
Neste mundo, de tantos indiferentes!
Em que, a pobreza, mais exubera miseravelmente.
Nestas politicas de inumanos militantes.
Que, ao seu semelhante, envergonha e mente.
Na futilidade de pessoal protagonismo.
Sem verem o nacional abismo.
Deste regredir indigente.
Originado, pela tirânica pantomina.
De quem, o país domina.
Em pessoal ambição.
Nacional inibição.
Total e pungente inconstância.
Neste politico dizer amigavelmente.
Por quem vive a politica desordenadamente.
Hoje, és tu o mandante.
Mas de ti, não sou eu temente.
Pois amanha, sou eu o comandante.
Na mesma vigente ignorância.
Instituída nesta pedra, em constante carência.
Aonde, actualmente os políticos, desta demência.
Patenteiam a sua total incompetência.
Ao diferir as culpas do fiasco, sempre ao antecedente.
Partido, coligação, governo e seu presidente.

Pedra! Outrora, entre dentes.
Sem tantos males pendentes.
Vociferavam os oposicionistas.
Escondidos pelas esquinas.
Ou, nos salões de terras das estranjas.
Aonde apostrofavam o seu nacional despeito.
E laceravam a bandeira das quinas.
Para fazer vigorar as suas politicas franjas.
Pressagiando aos incautos, sociais conquistas.
Em comportamentos de iguais direitos.
Se, partidariamente fossem eleitos.
Nesta Pedra de universais feitos.

Pedra! O tempo, era do botas. O manholas.
O governante da ditadura.
Que a ninguém dava esmolas
Segundo os antagónicos, era um mão dura
O qual, com poucos pides... Garante da Nação.
Geria vinte e cinco milhões de civis e militares.
Com abnegada dedicação.
Em domínios, aonde o dia nunca finava.
Pois, o sol, em seu girar, sempre iluminava.
O que a Este, ou a Oeste, confinava e irmanava.

Pedra! O mundo não gira na inércia das negligências.
Nem embarca em incongruências!
Navega sim! Na dinâmica de cósmicas convergências.
Em universais harmonizadas concomitâncias.
Regras simples e naturais.
Neste todo, de comportamentos estruturais.
À elevação do homem a patamar sem divergências.

Pedra! No todo, sempre surge a antítese dos inconformados.
Dos contrários, ao nacional e imperante sistema.
Parceiros tidos como ignorados.
Indivíduos amargurados.
Na maior parte das vezes, homens sem nacional dilema.
Talvez por isso, não no todo, nacionalmente incorporados.
Os quais, a cata de melhore recompensa.
E mais farta despensa.
Alardeiam todo e qualquer emblema.
Por uma posição altaneira.
Mesmo que, tenham que negar a nacional fronteira.
E a tudo fingir.
No pessoal, propósito a atingir.
Na realidade, entre os nacionais degenerados.
Raros, são, à Pátria apaixonados.
E, a Nação abnegados.

Pedra! Em todos os continentes, edificaste lares e altares.
Até da Castelhana subjugação e ocupação nos liberaste.
Que te fizeram? Porque prostraste?
Ao rufo de subalternos militares.
Porque erraste? A verdade negaste!
Sobre a abrilada.
Aos teus fieis súbditos.
Abrilada, que, pela calada?
Envolveu o país, em infernais conflitos.
Dividiu partidariamente famílias.
Outrora de comuns homilias.

Pedra! Tiveste medo dos verdadeiros mandantes?
Foi esta Abrilada, por força da igualitária portaria.
De um ministro agressivo. Até militarmente ofensivo?
Que, tanta indignação provocou na oficializada.
Ao ponto de a deixar atemorizada.
Ao se verem equiparados mediante curso intensivo.
Com homens de diferente montaria.
Ao ponto de te armarem tamanha falsidade.
Esquecendo juramentos de lealdade.

Pedra! Qual a nacionalidade que receaste?
Porque te entregaste?
Quem carpiu aos militares dissidentes?
Os generais, não foram vistos nas separatistas frentes.
Segundo parece, esconderam-se nas guaritas.
Talvez de prevenção ao regimento das marmitas.
Enquanto a nefasta festa, corria nas ruas da cidade.
Às mãos, dos ambiciosos da nossa nacionalidade.

Pedra! Com a Nação derrelicta. Ensebam os oportunistas.
No todo que, pelo mundo, outrora hasteaste.
Em grandiosas conquistas.
Que, para os teus batalhaste.
Hoje, pela bandeira, honra já não nutres.
Nesta vivência de abutres.
Perdulários do todo, que, outrora ostentaste.

Pedra! Segundo os separatistas.
Interessados em serem estadistas.
Ao serviço de demagógica utopia.
Ou por pessoal volúpia.
Não, para à Pátria, serem fieis ajudas.
Mas sim! Traiçoeiros judas!
E pérfidos belicistas.
No regime dos ditadores fascistas.
O povo, com futebol e fado era enganado.
Ferozmente constrangido
E incessantemente afligido.
O réprobo ditador fascista, em astuciosa candura.
E violenta ditadura.
Tudo dominava.
Num regime de oportunistas.
Artificiosos denunciantes.
Ardilosos aliciantes.
Composto por homens fardados.
Civis acomodados.
Era um consumado tugúrio
De mau augúrio.
Tudo minava.
E tudo levava a judicatura.
Depois de maldosa tortura.
Muita latada.
E farta chibatada.
Se, ao regime, não fosse irmanado.
Segundo os libertadores, era um viver danado.
No tempo em que o botas, era reinado.

Pedra! Hoje, em plena democrática liberdade.
Caminhas na temporal verdade.
Vives actualmente com os libertadores.
As ditas injustiças dos ditadores.
Os políticos, actualmente mandantes.
Andam nas futebolísticas ribaltas.
Com as elites das futebolísticas maltas.
Como não andavam os dantes.
E vivem ao futebol engalanados.
Nos seus imoderados ordenados.
Como se o futebol, fosse absoluta honra nacional.
Portuguesíssima obrigação oracional.
Única razão, para a Verde e Rubra Bandeira guindar.
Entre os escombros de um próximo findar.

Pedra! Neste omitir de antigas atitudes.
Hoje elevadas a grandes virtudes.
Nesta amnésia perniciosa.
Vêem-se os políticos de forma oficiosa.
Ingressar nos futebolísticos estados.
E em VIP cadeirões sentados.
Gozam os mesmos, o desporto da patada.
Que muitas vezes, finda ao murro e à latada.
Mas à rua, desfralda a nacional bandeira.
Aos arrojos futebolísticos.
Financiados pelos novos políticos.
Como se fosse trapo, de ridícula brincadeira.
Ou pendão, a acobertar a tão falada perversão.
Que fecunda a actual futebolística diversão.

Pedra! À actual festança nacional.
Inauguram-se estádios.
Mas encerram-se maternidades.
Pois, ao futebol, os embriões, chegam da estranja sadios.
Não carecem das nacionais embriologistas necessidades.
Mas sim das facilidades.
Às transacções milionárias.
A todas estas futebolísticas manifestações.
Muita vezes, palco de ciclópicas altercações.
Lá estão os políticos, com seu aplauso incondicional.
Novo conceito politico das nacionais indispensabilidades.

Pedra! São tantas as hodiernas politicas contradições.
Que, não tardaram as divinas punições.
Aos homens que, ontem barafustavam.
E até, contra o futebol se manifestavam.
Quando era jogado sem tanto politico envolto.
Nem tanto futebolístico lodo revolto.

Pedra! Actualmente na futebolística balbúrdia.
Já sem o ditador que a todos aturdia.
Vêem-se políticos envolvidos em processos criminais.
Por possíveis futebolísticos processos marginais.
À apitos de todas as cores, para todas as conveniências.
Esgrimem-se carteiras entre grandes reverências.
Às mãos menos limpas, mas mais gulosas.
Neste mundo de jogadas fabulosas.
O futebol, é hoje, um bazar, de hiperbólicas quantias.
Sem fiduciárias garantias.
No ceio de financeiros e corruptivos mercados.
Compram-se, vendem-se e trocam-se jogadores.
Os quais, se forem bons chutadores.
São logo oficialmente avalizados.
E solenemente nacionalizados.
A estas jogadas, à apertos de mãos entre presidentes.
À presentes pendentes.
À muitas patentes.
À falta da legislação.
Mas, à politica ovação!
A esta falta de memória.
Que restara na história!
Eduardo Dinis Henriques
 
PIORES QUE NUNCA

UNIVERSO PORTUGUÊS 1º parte

 
HISTÓRIA DE PORTUGAL
Epígono... À formação?
Em universal afirmação.
Vencendo os ainda abismos.
De planetários obscurantismos.
Avança o todo cerúleo, à universal realização.
Da humana civilização.
Divina evangelização.
À planetária salvação.
Até à universal eleição.
De quem, ainda gatinha, sem universal afeição.
Num boiar de inquirição.
E humana punição.
Que nos leva em aflição.
A constante viver de perseguição.
Nas negras sombras da superstição.
Quanta vida cantada em petição.
A formas sem universal salvação.
Pedra! Ainda giras, em tumultuosa oscilação.
Em demanda de superior concretização.
Tal fonte, que transborda com a nascente.
Mas não finda com sol poente.
Continua a viagem, até ao desejado expoente.
Da boca, do mar. Manancial enchente.
Sede, que meu corpo sente.
De Alma, ainda tão ausente.
Neste todo, de constante progresso e concessão.
E continuada sucessão.
A mais e maior permissão.
De auspiciosa aproximação.
Ao saber da universal criação.
Avança a planetária filiação.
Corpo de universal Alma! Terás a tua salvação.
No espaço, de outra estação.
Vive ao mundo. E ao Divino com satisfação.
O tempo da tua terrena duração.
E assim, encontraras, maior vivida aclamação.
Mais paz, e universal admiração.
A este todo, segue o planeta em excitação.
A sua rotação!
E, a outros, conexo... Em sobreexcitação.
Executa a sua translação.
E mais movimentação.
E consequente oscilação.
Num cerúleo em constante transformação.
E conexa movimentação.
No caminho de unissonante orientação.
Em vista de tamanha imensidão.
E matemática exactidão.
A onde tudo, se movimenta com precisão.
Sem que, no núcleo das forças, haja a mínima cisão.
Terá sido acidental manifestação?
Toda a universal criação.
Ou final? De um todo, em deflagração?
Que paira, sem qualquer integração.
Sem nenhuma programação?
E que, ainda descontrolado, segue sem salvação.
Na força da expansão e contracção.
De qualquer, cósmica acção.
Universal estupefacção.
Cósmica abstracção.
Sem continuada reacção.
Por falta de força de atracção.
Magnética distracção.
Que, os corpos, não segura, na sua fricção.
Ou agarra, na sua hercúlea acção.
Formando mundos sem convicção.
Inútil navegar.
Sem porto para chegar?
Num todo, sem universal forma e continuação.
Charco de corpórea terráquea fertilização.
Perdido em queda na sua nutação
Mero índigo pináculo em saturação.
De eixo variável na órbita da boiante orientação.
Universal castração.
Sem caminho de libertação.
Nem universal reconciliação.
Mundo planetário sem validação.
Em universal inglória manifestação.
Assim, neste inferno sem peregrinação?
Qual o sentido do homem, chorar à sua aclamação?
Como nasce o sentimento Divinatório?
O Sagrado Oratório?
Se, o nascido da cósmica expansão.
É na terra, que, se vai ajustando, à sua temporal dimensão.
E à terrena pretensão.
Porquê demandar aos Divinos mistérios?
Se, a física da terra, somente comporta, materialistas critérios.
Será o planeta, bóia de lamento?
De qualquer humano salvamento?
Sem esperança, nem ouvido chamamento?
Que em determinado momento.
Do todo cerúleo em movimento.
À vida, quis dar novo alento?
Mais tempo e merecimento.
Preferível valimento.
Comportamento e talento
Até melhor conhecimento.
Do humano comportamento
No infinito firmamento.
Que nos dá a luz e a escuridão.
A alegria, a dor e a humana aptidão.
Consoante o tempo do seu andamento.
Ao universal melhoramento.
A um todo e unificado crescimento.
Entre os planetários laboratórios de lapidação?
Que vão espargindo formação.
Na força da universal criação.
Que motiva a humanização.
Ao magistério da civilização?
Até à concretização da vital universalização.
Entrementes, brilham miríades de constelações.
Por todo o cerúleo de tantas afirmações.
E diferentes confissões.
De iguais missões.
Faustosa apresentação.
Deste cerúleo palco, de tanta interrogação.
Até à grandiosa declaração.
Da universal colonização!
Nesta copula de procriação?
De temporal existência.
E variada permanência.
Aonde reina infinda resistência.
À verdade da humana substância.
Universal essência.
Em continua persistência.
Na cósmica consequência.
De inexaurível instância.
Num todo de incandescência.
Que ilumina a consciência.
Na grandeza da universal omnisciência.
Que, à vida, entrega a universal conveniência.
No permitir a alguns, o saber para lá. da terrena ciência.
Assim, caminha o tempo, o espaço de cada momento.
Ao encontro de colectivo sentimento.
Em trajectórias de frio e calor, exaustão e animação.
Até à universal iluminação.
No entanto, na planetária bóia de salvação.
Vive-se ainda universal negação.
Entre a vida, e a morte, da corpórea configuração.
Que transporta a ligação.
Da dependente coligação.
Neste interlúdio de nova iniciação.
Qual, a aceitação?
E universal continuação?
De toda a humana afirmação.
Que ainda, percorre o espaço, de constante transformismo.
Pertencente ao planetário ostracismo.
Neste boiar de tanto obscurantismo.
Superstição e fanatismo.
Esta boiante pedra, ainda não nos dá a percepção.
Da humana concepção.
E não, é a terrena matéria.
Que nos abre a Espiritual artéria.
E nos fez aos Céus, suplicar e orar.
Em sentido chorar.
Como surgiu a espiritual magnetização ?
No povo que, no planeta, teve a sua perfilhação?
E a boiar! Terreno plebeu? Vive a sua geração.
Na planetária solidão.
Caminhando sem prontidão.
Na ainda muito atrasada, humana restrição.
E lamuriante aflição.
Enquanto aguarda a transição.
Ao encontrou de melhor universal condição.
E humana universal conciliação.
Mas, na terrena mão, o punhal! Ainda é força mandante.
Crime, que, vai atrasando, o espaço do planetário caminhante.
Neste impasse.
Como se nada ignorasse.
E nada o constringisse.
E cismática luz lhe luzisse.
No mais recôndito da sua imaginação.
Ajoelha, e larga os olhos ao Céu. Em Divina peregrinação.
Perdido, no cerúleo. Ao Céu, grita em aflitiva inquirição.
Neste boiar, ainda sem nenhuma perfeição.
Mas, no caminho, de melhor comunhão e participação.
Da Divina afirmação.
Mas, enquanto não lhe é chegada a formação.
Mão cega, estende a tudo aceitação.
Enquanto o sol, se vai queimando, em continua aceleração.
Sem que, a humanidade, anteveja universal esclarecimento.
E melhor boiar acolhimento.
A causa, deste planetário atraso, está na mão mal armada.
Nesta força desalmada.
É a vida que não é estimada.
É a criança que não é amada.
É o povo, que à fome é condenado.
Por quem se julga, à chefia ordenado.
È na força, da mão armada, inocente sangue derramado.
Inflexível, à carnificina. O planeta, segue na sua subordinação.
A cósmica rota e planetária actuação.
Em unissonante evolução e obrigação.
Ao propulsor da dimensão.
Longe da humana compreensão.
Da cósmica magnitude.
E universal amplitude.
Divina vastidão.
Universal exactidão.
Ainda sem humana aptidão.
Nem confessa gratidão.
Mas, já no todo, em transmudação.
A humanidade, procura a boiante adaptação.
Desperta a terrena perturbação.
Algo aflige o humano coração.
A luz, deixa ver nebulosa evidência.
O olhar, passa a expressar prudência.
Estranha força, dilacera a humana compreensão.
Motivando corpórea apreensão.
O boiar, sentiu, o calor da dualidade da criação.
A universal espiritual relação.
Causando boiante emoção e agitação.
Boiante inquietação.
Por medo! Passa o homem a viver em oração.
Temendo a aproximação.
Do final portal.
Na descoberta de não ser imortal.
Ainda, sem o devido espiritual respeito.
Sente no ar a mão, de um ser perfeito.
Extasiado, sente o universo a encher-lhe o peito.
Assim, iluminado recorda o umbilical cordão.
E à, universal ligação, pede perdão.
Neste banho de Divina iluminação
O planeta reajusta a sua universal rotação.
Conseguindo o homem melhor universal captação.
Enquanto vai vivendo as transformações.
Conhecendo novas relações.
E sociais obrigações.
Assim como, algumas das boiantes condições.
Terrenos e atmosféricos elementos.
Ao alcance dos seus sentidos e conhecimentos.
Adquiridos nos tempos percorridos.
Que o espaço, nos vai dando por obtidos.
Consoante purificamos os sentidos.
E vamos descobrindo, que o corpo, não é só corpórea substância.
Algo o interliga à universal essência.
À boiante e universal convergência e concordância.
Nesta nova abrangência.
O homem, deixa de ser só barriga. Vive também a consciência.
Tudo o que vê e sente, quer aprofundar.
Os mistérios, quer deslindar.
Começa a filosofar. A perguntar-se.
A manifestar-se.
À força que, o fez alistar-se.
Às coisas, ao universo, a Divina luz que o acalenta,
E já, como pão, o alimenta.
E lhe dá estimulo de ajuizar.
E avalizar.
Sentimentos e sentidos.
Até então escondidos.
Assim, tudo o que o rodeia, é observado criteriosamente.
Já nada é olhado friamente.
A procura do saber, começa a ser, terrena constante.
De nova demanda, é o homem militante.
Braços abertos ao inicial universal relacionamento.
Entra na terrena vida, o Divino mandamento.
O homem, sente o conhecimento do Divino alento.
Mar! fundo manancial.
Forma à vida essencial.
Água baptismal.
Salvadora da forma abismal.
Será dúctil degelo astral?
Este nosso mar ancestral?
Será a serrania, formação acidental?
Ou pirâmide experimental?
De quem quer subir ao cerúleo monumental.
Será da planície o celestial aval?
Ou corpo que, resta a vendaval?
Barca sem oliveira.
Terra desordeira.
Águas diluvianas.
Rezas Marianas.
Alma que te demonstras.
Na existência que encontras.
Chão! A neve invernal.
Areia! Deserto infernal.
Por guarda, terá o pinhal?
Não a brutal força do punhal!
Do homem, mortal sinal.
Da distância ao humano doutrinal.
Montanha que, o Céu avizinha.
E a ave aninha.
Em manto bragal.
Nos vales, cresce o matagal.
Viçoso no orvalhar lacrimal.
Pasto cru de animal.
Tal homem de Neandertal.
Que, à muito, atravessou o espiritual portal.
Enquanto a bóia continua a flutuar.
Em constante tumultuar.
Entre o Sol e o Luar, na força Divinal.
A qual, a seu tempo, dará o uníssono sinal.
Do todo global. A um só fim, edificado.
E pelo bem Santificado.
Mas, nem sempre, o bem, é primordial.
Nem o homem, entre si, é cordial.
E dos muitos, que, a ler aprenderam.
E mais, saber receberam.
Perderam-se ao fácil desfrutar.
Da pertença, daqueles que, mais têm que lutar.
A maior parte, destes eleitos, ao boiar, nada de bem deram.
Mas muito do boiante tempo, atrasaram e perderam.
Simplesmente, se engrandeceram.
No boiante ambiente que empobreceram.
E a todos enfraqueceram.
Não compreenderam nem cresceram.
O que juntaram não mereceram.
Na verdade, era apócrifo o seu conhecimento.
Não atingiram o universal relacionamento.
Necessitavam de reciclagem.
Cerúlea lavagem.
De mais aprendizagem.
De mais tempo, na boiante viagem.
Para seguirem a Divina Imagem.
No saber da sua linhagem.
E da Divina mensagem.
Sem tantos humanos sacrifícios.
Nem tantos vividos suplícios.
Na de alguns vivida luxúria.
E vida espúria.
Maculada no sangue de cordeiros.
E chorada a fins milagreiros.
Falsos candongueiros.
O Céu, não aceita falsos guerreiros.
Somente abre as portas, aos Leais companheiros.
Aos verdadeiros universais mensageiros.
Não aos falsos milagreiros.
Corpos sobre a pedra imolados.
Rituais chorados, sem que os Deuses, fossem amados.
E, com sentida devoção respeitados.
Frias chamas, sem ardor, fumo, os pecados não esconde.
O universal ser não responde.
Mas tudo, no universo, fica marcado.
Tanto o bem, como o pecado.
E a hipocrisia chorada.
Não encontra a Divina morada.
Paira como castigo, no éter da troposfera
E, é pressionada contra o planeta pela estratosfera.
Cansando muitos dos planetários cataclismos.
E originando humanos negativos pessimismos.
Desorganizando as lideranças.
Motivando guerras de cruéis e inúteis matanças.
Talvez o dilúvio, fosse o correctivo exemplo.
Perante o esquecimento do Divino Templo.
Mas o homem, cedo se esqueceu.
Na ganância enlouqueceu
E em inconsequente progresso enriqueceu.
Assim, nesta ganância desmedida.
A vida, volta a cair perdida.
As populações, vivem desordenadamente.
As chefias, são corruptas! E comandam brutalmente.
Em pessoal favorecimento.
Roubam, mentem, promovem-se com desmedido descaramento.
Nesta falta administrativa, de humano comportamento.
Se a chuva, fosse precisa ao mais necessitado.
Já as administrações, algo tinham inventado.
Para que, o pobre, tive-se que pagar, se quisesse andar molhado.
Pobre, desgraçado, sempre na força aviltante envergonhado.
Nesta desmedida prepotência.
Neste mandar despótico, sem a mínima clemência.
O homem, minou e desbaratou.
Mas do desprotegido não tratou.
E o seu irmão, na força de pessoal ganho, matou.
Enquanto a barca apodrecia.
Novo inferno enegrecia.
O homem, na sua ignorância, assim o escurecia.
Neste inferno, o pobre padece.
E o planeta adoece.
A que servem ensinamentos.
Se não se respeitam os mandamentos.
Letras a falsos instrumentos.
Doutores de mil tormentos.
Mais negras, que as capas, são as vossas almas.
Muito tarde, no tempo. Ouvireis universais palmas.
O que aprendeste, não respeitas-te.
A servir o mal, teu saber empregas-te.
Escreves-te, lês-te e discursas-te.
Doutorais ensinamentos cursas-te.
O humano corpo desmembras-te
O mundo deslumbras-te.
Mas como não oras-te.
Perto de algum saber, ao mal soçobras-te.
Fútil ilustração.
Boiante castração.
De universal recriminação.
Causadora de planetária agitação.
Sem universal aceitação.
Mundo de inúteis.
Saberes fúteis.
Estrelados.
Sem honra. Sabres negociados.
No sangue dos deserdados.
Armamentos falseados.
Ao mal aliados.
Saberes viciados.
Em apócrifos livros estudados.
Pela malignidade agraciados.
Homens prendados? De diploma doutoral.
Homens de voto sacerdotal.
De pingalim, democráticos militares.
Eleitos parlamentares.
Ministros e presidentes.
Governamentais comandantes.
E tantos mais comediantes.
Reis e imperadores.
E tantos mais impostores.
E muitos mais, humanos exploradores.
De mão gananciosa e sinistra.
Que as leis administra.
Juizes de magistral direito.
Sem justiceiro feito.
E tantos mais, de diploma monumental.
Mas de baixo coeficiente mental.
E sem penhor sentimental.
Muitos agraciados com títulos honoríficos.
Em compadrios políticos.
No caminho do nepotismo senhorial.
A proteccionismo salarial.
Plataforma de compadrio a fim promocional.
Sem qualquer legitimidade profissional.
Nem projecto de crisma vocacional.
Traidores do manancial.
Ao planeta substancial.
Homens sem ideal.
Perdidos do universal rumo cardeal.
Nunca darão com o norte.
Somente trarão a morte.
O ferro castrador.
O ódio devastador.
Contubérnio à ganância material.
Aprovado com o protectorado ministerial.
Escória !
Sem planetária glória !
Sem benfazejas universais lides.
Errantes asteróides.
Restareis no tempo. Como o ouro de muitos sarcófagos.
Até que os crimes, sejam pagos.
E o tempo, outras vidas, de à humanidade.
No correr da universalidade.
A outros espaços. Talvez já, de sábios investigadores?
Ou na mesma? De vulgares violadores!
Mas enquanto o ferro domina.
E a besta tudo fulmina.
Porque o bem abomina.
O clerical, indiferente, ora em seu cerimonial.
A toga, força correccional.
Abrilhanta a espada marcial.
Ferro crucial.
Em mão marginal.
E mente criminal.
Nesta precariedade e nulidade.
A balança da justiça enferruja na parcialidade.
Sem moral nem objectividade.
Somente serve a criminalidade.
A viver, neste todo sobrenatural.
E humanamente brutal.
Somente protegido na capa celestial.
Resta o simples boçal bestial.
Homem sem cátedra adicional.
Nem planetário direito proporcional.
Viver irracional.
Forçado por quem, doutoralmente, promoveu o racional.
Sem sentir, nem apurar, o espiritual, o emocional.
O principio, e o fim, do todo embrionário.
Gerado no mundo planetário.
Falhada igualdade
Perdida identidade.
Ao açambarcamento de tesouros. De fúteis riquezas.
Advindas da pilhagem das humanas fraquezas.
No entanto, Tudo é igual ser! Da mesma filiação!
Mas, muito, ainda resta sem aceitação.
Quando devia ter a mesma comparticipação.
Pois teve, no planeta, o seu natal.
E a morte, também lhe será fatal.
A esta dualidade todos são semelhantes.
Da universal forma e ordem, todos são parentes.
Neste viver, pela morte, todos aguardamos.
O corpo, no espaço do tempo, largamos.
O ouro! Esse, também não levamos!
A consciência! Essa, carregamos !
Mas, mesmo sabendo, que cedo ou tarde finamos.
Quantos? Por ensanguentados cobres enganamos.
E quanto? Ódio germinamos.
Quanta? Reinante desordem.
Entre a planetária ordem.
Sol, diário farol, de luz e calor.
As trevas desnudas com teu valor.
E na terra, os humanos acalentas.
Tanto na paz, como nas suas guerras sangrentas.
Charcos, fluidos incubadores de espermatozóides.
De formas ovóides.
Na força do movimento dos veículos esferóides.
Que navegam em orbitas circulantes.
No destino das forças dos corpos envolventes.
Que ao todo, procuram ser semelhantes.
No calor da mesma fornalha criadora.
E da vida portadora.
Serão estes seres o terminal?
Das areias, do cosmos Divinal?
As quais, caíram no terreno pantanal.
Para findarem no actual inumano bacanal.
De mentes pudibundas.
Em posturas imundas.
Que as Áfricas trajaram.
Mas seus corpos desnudaram.
E seus rostos picaram.
Com ferrosos amuletos que cravaram.
E assim, hoje, se passeiam e admiram.
Quando outrora, de outros riram.
O tempo, o espaço não melhorou.
Gastou-se trajectória, que a vida gorou.
E foram estes os civilizadores.
Os planetários educadores.
Que fundaram universidades.
De alunos às ultrajantes realidades.
Mentes de banalidades.
Que se passeiam entre o cimento.
Sem humano conhecimento.
Incompreendidos alfarrábios.
A inútil trajectória, destes mascarados, negou sábios.
Mas formou utilizadores de amuletos e telemóveis.
Que vagueiam a ignorância em potentes automóveis.
Enquanto, vão desbocando, filosóficas charadas.
Ainda no cheiro dos charros e das cocaínas, das noitadas
Capas sem acompanhante diagnóstico
Sois cara ou coroa. Banal prognóstico.
Em simplismo doutoral.
Sem sapiência nem moral.
Sem a ciência da humana traça.
E conclusiva raça.
Acomodatícia evolução maquinal.
Sem circunspecção doutrinal.
Dissecção laboratorial.
Sem humano historial.
No charco chafurdais.
E o planeta, com lodo inundais.
Microscópio de opacas lentes.
A cegarem fracas mentes.
Quantos mundos? Espaços e consequentes habitantes?
Mas ainda, são tantos os doentes.
Ao todo, universal indiferentes.
A viver asserção transversal.
Da realidade universal.
Mundo bestial.
A fugir do celestial.
Neste todo, não é ao todo, funcional.
De acordo, com o seu envolvimento proporcional.
Num todo harmónico, às forças convencional.
E cósmica estrutural.
De acordo com a universal forma arquitectural.
Que progride em continua perfeição.
Ate à total, universal maligna rejeição.
Nesta peregrinação de eleição.
Qual a dimensão, da força deste pântano embrionário?
No universal plenário.
Até aonde, flutua e se expande o magnético binário?
Que separa no espaço, o mundo planetário.
Mas que o mantêm, no caminho, de selectivos estágios.
Sem abertos contágios.
Enquanto, não se atingir igual equanimidade.
Que permita o perfeito equilíbrio da dualidade.
Chave do conhecimento, do tempo, e da velocidade.
O espaço, tem no tempo. Caminho fundamental.
Para sair do instrumental.
Ao saber primacial.
Sair da moca, e entrar na era espacial.
Mas para tanto, é necessária a humana solidariedade.
A um viver, de maior e mais facilitada igualdade.
Assim, no conteúdo da terrena universalidade.
Passava-mos a ter conhecimento da força vital.
No sucinto espaço, da mesma força orbital.
Até ao saber da velocidade capital.
Necessária para entrar, na global universalidade.
Em rota de prosperidade.
Sem racismos, medo e falsidade.
Ver o universo na sua realidade.
Sentir a universal funcionalidade e finalidade.
Sentir a verdadeira luminosidade.
De toda a universal criatividade.
Se queremos, abranger, e saber esta verdade.
À que à vida dar continuidade.
E mais humana solidariedade.
Respeitar e conhecer a forma da nossa corpórea complexidade.
E universal união da nossa espiritualidade.
E o motivo, do nosso crescimento.
Neste todo, em que, o tempo, é movimento.
Para dar ao espaço, crescente forma e desenvolvimento.
Para termos acesso a este conhecimento.
Temos que ter humano comportamento.
E respeitoso universal envolvimento.
No todo que fomos.
E no todo, que ainda somos.
No entanto, no negativo aproveitamento.
Do actual ensinamento.
Longe, restamos a olhar o firmamento.
A extasiar, com o opaco brilho dos diamantes.
Os quais, só nos brilham, porque ainda, somos ignorantes.
Ainda caminhamos sem merecimento.
A lutar sem cabal entendimento.
A roubar e a assassinar.
Iludindo o tempo, com cruel contaminar.
Sem devidamente a criança ensinar.
Para o universo assimilar de forma respeitosa.
E viver nele de forma amistosa.
Para com saúde, saber, paz e amor, a terra iluminar.
Em universal próspero culminar.
Mas neste vivido obnóxio cerebral.
Estagnamos no terreno umbral.
Que nos cauteriza e intriga.
Conquanto nos obriga.
Sempre na antemanhã prejudicial.
De uma força judicial.
Somente a servir o maioral.
Em conduta imoral.
Nesta estagnação.
E desumana aberração.
De universal abjuração.
No tempo, o espaço, gastamos mal quisto.
Na ignorância, ainda nos surpreende o universal imprevisto.
E o muito que, ainda por nós, não foi visto.
Resta ao futuro como registo.
No espaço, aguarda o saber previsto.
O qual, ainda nos dista.
Na impotência desta vida mal quista.
Ainda muito longe da prevista conquista.
Do mundo, temos este resto.
Socialmente infesto.
Sem vitorioso manifesto.
Mas, de miséria repleto.
E do pântano, vislumbra-se o esqueleto.
Ainda, sem homem completo!
A viver espaço de tempo obsoleto.
O qual, na atmosfera deixa o nefasto.
Do seu intrusivo e trágico rasto.
Resto do seu incerto movimento.
Muito atrasado e lento.
Conquanto, sem cabal esclarecimento.
Despreza a temperatura envolvente com descaramento.
Omitindo a física propicia a benigno deslocamento.
Entre o tempo e o espaço, de cada vivido seguimento.
Esquecendo que o ar, é vital elemento.
O qual, do alto, tal chama, a arder, cai lento.
Ou sopra violento.
A cada tempo mal vivido, mais agigantado.
Mais avultado e alentado.
Na constância do seu peso e aquecimento.
Transformando o protoplasma em cimento.
Estatuas hirtas, corpos desumanizados.
Secos, sem movimento, em carne cinzelados.
E quem sabe, se o betão, em abertas crateras.
E os aços em pó, sem a forma das rolantes esferas.
Se espraiem marcando o rasto.
Até que, todo o ar, nosso pasto.
Em pestilento fumo seja gasto.
E noutra gravidade.
Já, sem humana viabilidade ou sustentabilidade.
Nem sentido de flutuabilidade.
O planeta, oculte em total escuridade.
Até nova forma de humana maturidade.
Mundo de parados.
Os Céus, foram-vos fechados.
De infindo estrelado.
Ao universo calado.
Como arauto, afirmo ao respeito.
Do novo conceito.
À muito escrito por quem de direito.
Para que o mundo hoje, já fosse mais perfeito.
Mas, tristemente, o de hoje, homem erecto.
Ao universo, não vive com afecto.
Do medo ao susto.
Sem ir ao encontro do justo.
Com planetário custo.
Criou Jesus Cristo a seu bel prazer.
Para melhor gozar em lazer.
E, todo o mal fazer.
Sem ver que, o seu mundo, está a desfazer.
Brutal intelecto.
Esquecido que, Deus, Foi O Arquitecto.
Que deu ao homem o seu rosto.
Para o ver com gosto.
Mas o homem, pelo homem, forçado ao desgosto.
Atrasa o humano posto.
Em lamurioso tempo desperdiçado.
Tudo resta, até o tempo avançado.
Que por incúria foi desperdiçado.
Quando o homem der mais um passo civilizado.
Na rota do caminho universalizado.
Terá o seu espaço marcado e alcançado.
Do rupestre, resta o esbelto traçado.
De quem, pelo tempo, já foi abraçado.
E, como o homem, ainda não vive universalmente desperto.
Do seu povo, o estudo é incerto.
O mundo, ainda não foi esclarecedoramente aberto.
E a quântica, na falta da realidade.
É um mundo metafísico sem o factor e peso da humanidade.
A cosmografia não passa de poesia.
A sonhar com luminosa celestial maresia.
Nesta desconformidade.
Vivida sem criatividade.
Nem benéfica humana actividade.
O chão, é minado, em busca de ossadas.
De épocas passadas.
Remotas vidas, no tempo enterradas.
Seres que por cá, tiveram as suas moradas.
Até que, o espaço do tempo, as deu por acabadas.
E, como terrenas! São as ossadas.
Por quem, ainda não foi encontrado, foram achadas.
Planeta que no todo giras.
O tempo nos das e tiras.
Mas sempre crias novos espaços.
De universais traços.
Que ao todo, são sempre laços.
Conquanto o homem o futuro procura.
Mas do mal, não se cura.
Continua a viver, entre estridentes gritos.
Erguidas mãos de tantos aflitos.
Hoje, segundo escritos.
De muitos eruditos.
É possível, determinar a idade, das ossadas desenterradas.
Mesmo que, à muito, se encontrem soterradas.
Isto, se, aos lideres, convém tal descobrimento.
Mas o de hoje, acontecimento.
Se abarca pérfido investimento.
Ou político envolvimento.
E, o biltre, é reinante ser eleito.
Não há teste cientifico, que deslinde o feito.
Nem ciência elucidativa.
Que consiga ser esclarecedora e vindicativa.
Nem processo equitativo.
Que castigue o faltoso o destrutivo.
Tudo é putativo.
À força do reinante administrativo.
Boiante de factor negativo.
Nesta justiça de senhorial mercado.
Sem qualquer justo e benéfico predicado.
Vive o homem em pecado.
Em espaço anulado e tempo retardado.
Nesta precariedade, o boiar, a outra idade é afundado.
O homem perdido desespera.
Pois na escuridão impera.
O medo do eleito chicote punitivo.
Que mundo primitivo.
Sem caminho cognitivo.
Aonde tudo reza, Chora, implora e suplica.
Mas à vida, o bem não aplica.
Toda e qualquer religião.
Clama pela santidade da sua legião.
Sem orar ao Deus da sua formação.
À essência da sua oração.
Nem acompanha o momento.
De Espírito atento!
Genuflecte aos cobres, não ao espiritual ensinamento.
Desrespeita os mandamentos, no esplendor do ataviamento.
Cristo! Não tinha tão enfeitado nem esplendoroso fardamento.
O planeta, não tem fazenda a tanto actual esbanjamento.
O mundo, corre no espaço, tempos por defeito.
O reinante, tem sido imperfeito!
Governa unicamente a seu jeito.
Foge do caminho perfeito.
Negando o templo que o deu feito.
Ao necessitado, nega comida e leito.
Trabalho, e vencimento.
Direito ao pensamento.
E liberdade de sentimento.
Direito ao reconhecimento.
Sem viver no susto.
De um reinante injusto.
Nesta aviltante negação.
À verdade, à sempre condenação.
Por parte da reinante governação.
Que bóia em total alienação.
Mas, nada no universo fica no esquecimento.
Tudo tem o seu temporal arquivamento.
A história do planeta, resta na poeira da sua sedimentação.
Quem tiver a ciência, compreenderá a planetária flutuação.
E a perigosidade de tanta planetária altercação.
E doentia humana subjugação.
Imposta por quem, no boiar, conseguiu capitanear.
Mas nada de humanamente positivo delinear.
Que a todos fosse salutar e confortante.
E ao progresso do planeta edificante.
O homem, também criou o seu Historial.
Sempre a valorizar o mandante senhorial.
E, desde o primeiro dia da escrita.
Fica do planeta a história descrita.
Mas sempre, narrada pelo vencedor.
Nem sempre, o justo merecedor.
E quem vence, esconde a desdita.
De quem teve sorte maldita.
Em registo, que tanto não dista.
Hoje, a história pode ser vista.
Em pedra, tábua, papel, e até, na fita magnética.
Mas na maior parte das vezes, ela é hipotética.
Desonesta, não descreve a verdade.
Esconde a realidade.
Para pactuar com a reinante celebridade.
É muitas vezes, um relato hipócrita.
Mas, muito pior será descrita.
Se o narrador, é do mandante prescrita.
Então, somente proclama.
E aclama.
O senhor mandante.
O galardoado comandante.
O novo reinante.
Que, ao escriba, dá o alimento.
A gamela do sustento.
Mas sempre, com o punhal pendente.
Como aviso iminente.
A qualquer escrito impertinente.
Que do reinante, não fale veemente e superiormente.
Pobre história que, engorda na ementa do senhor.
Escrito apócrifo sem valor nem penhor.
Somente honra e trova ao vitorioso.
Esquecendo o soldado brioso.
O povo humilhado.
Que, pelo triunfante, foi vilipendiado e pilhado.
Mas, não esqueceis, no todo planetário.
Resta o verdadeiro inventário.
Até ao conjecturado beneplácito humanitário.
Deste boiar, involuntário?
O homem que, em Deus se acalenta.
A vista e a memória tem que ter atenta.
E quem segue os planetários acontecimentos.
E os quer isentos.
A uma criação mais explícita.
E culturalmente mais lícita.
Terá que ter olho de provecta.
Ajuizar... No viver do senecta.
Neste boiar de arrecadados.
Ainda sem campos dados.
A prósperos arados.
Quantos poucos, de todos, vivem cevados.
Enquanto a maioria, ao jugo reinante, vivem curvados.
E selvaticamente escravizados.
Esqueléticos! Sombras no planetário boiar.
Sem terreno reinante apoiar.
Perdidos no toado temporizar.
Entre os escolhos de humano atemorizar.
Mas o universo espreita
E não admite nem respeita.
Quem em pecadora gula, de tudo se aproveita.
Negando liberdade de culto, conduta e imaginação.
Direitos, respeito, mesa farta e Nação.
À maioria que, flutua, nesta boiante navegação.
De celestial aproximação.
Quantas ordens mandatárias.
De criminosos párias.
Mandam queimar documentação.
Quando o escrito, não lhes dá aclamação.
Mesmo que, o mesmo, seja fundamental.
Forma organizada, ensinamento documental.
Para o bom êxito, neste boiar da humanidade.
Ainda muito longe, da sua real objectividade.
Atraso causado pela brutal ignorância.
Da terrena reinante regência.
Que administra sem humana nem planetária consciência.
Em favorecimento de pessoal ganância.
Enquanto aos seus constrói palacetes.
Aos restantes, atemoriza com cacetes.
E para os luxos, espoliam os pobres, com impostos exorbitantes.
Enquanto eles ensacam ordenados de avultados montantes.
Só porque dizem mal dos reinantes destituídos.
Que pela nova cáfila de reinantes, foram vencidos.
Dos sumptuosos palácios desvalidos.
Até à revolta de outros convencidos.
Que se julguem invencíveis.
Neste boiar sem insubstituíveis.
Sobre este tema, à que tomar sentido.
Ao dito, por muita gente repetido.
O subjugador, nunca é o execrável na história.
O caído, esse sim. É sempre a ralé a escória.
No entanto, há factos que, só a verdade manifesta.
Verdades que, o planeta sempre atesta.
Nada as desacredita.
Por mais mentira dita.
São passado, são presente, que o universo afirma.
E o correr do tempo sempre confirma.
Por mais que, o homem vá fabulando.
E enganosamente falando.
Do alto do seu pedestal.
De pantanoso cristal.
Por mais lava incandescente o vulcão na encosta derreta.
E a noite, seja tempestuosa, fria e preta.
E o soprar dos ventos o mar concita.
Em força cinética, que a ondulação excita.
Num levantado que tudo maravilha e amedronta.
Tal é, dos elementos a afronta.
Que o todo levanta, como quem o mal aponta.
Mas não bastante.
Nem suficientemente possante.
Para que, o passado, faça desaparecer.
Tudo fica no espaço, para mais tarde, o tempo esclarecer.
O registo restará sempre à violência.
O universo, retêm o vivido sem clemência.
Até outro viver de mais ciência.
A natureza, é vida constante.
É força iminente.
Movimento pendente.
Da corrente que o universo exorta.
E comporta.
Entre as forças de diversas magnitudes.
E consentâneas magnéticas amplitudes.
Muitas vezes, o homem, na sua ignorância.
E ainda, impossível abrangência.
Motivada na sua universal negligência.
Com as universais forças interfere.
Mas é sempre, o planeta que fere.
E o boiar mais perigo aufere.
É a ambição do homem, em cata de sucesso.
Para na gentalha da ribalta, ter o seu ingresso.
Humano insucesso.
De quem não procura o verdadeiro progresso.
O caminho, a melhor humanização e afeição.
Demanda sim, falso estrelato a incitar à insurreição.
A facultar a traição.
À procura de pessoal bem estar.
Mesmo que, os outros vá molestar.
Violentar e arruinar.
Na sua cobiça de tudo dominar.
Mesmo que, não saiba superintender.
Nem esteja interessado em o bem defender.
São as armas dos revoltados.
A quererem na política ser notados.
São os militares letrados.
A cobiçar os políticos tratados.
Na diplomacia das bazucadas.
E morteiradas.
Entre o engraxar de botas, para brilhar fora das militares paradas.
E o puxar dos galões, a civis intendências.
Todos querem subir às presidências.
Na união de general e douto, ao serviço da besta.
E com as armas em mortal festa.
Entre as fronteiras da Nação.
As tropas, tomam o comando, da política administração.
Em autentico regabofe de militar usurpação.
A forçar-se, guerra que perverta.
Toda a então descoberta.
O edificado no mundo, de forma irrepreensível.
No rudimentar instrumento possível.
É achincalhado, por quem comeu e come do amealhado.
Povo falhado.
Governo sem telhado.
Ao vento o enforcado sinaliza a morte.
De quem perdeu o norte.
De quem viu vender o Império
Para entrar no mundo do vitupério.
Para se governar militarmente.
E enganar o imprudente.
À que, difamar o governo antecedente.
O passado, de progresso, à que esconder.
Outro seguir à que defender.
Mesmo que, o construtivo, venha a ofender.
É forçoso desacreditar e achincalhar o passado construtivo.
Caluniar e difamar o deposto administrativo.
Que em passado recente os fez jurados.
E condecorados.
Lhes deu caminhos honrados.
Mas como eram seres falhados.
Depois de galardoados.
Logo se julgaram, senhores superiormente dotados.
E passam a militar em outros apregoados.
E, nem que seja a ferro e fogo! E tudo em sangue submeta.
À que forçar a nova política meta.
Nem que tudo seja desterrado.
Calado e ignorado.
Falseado e traiçoeiramente manipulado.
Grosseiramente e perfidamente debelado.
À causa do novo reinante, tudo é admitido.
Tudo é permitido.
Tudo é forçado e consentido.
E o povo, como não é do mal advertido.
Grita vivas divertido.
A bater palmas, ao militar, em político convertido.
Que, todo o honroso passado desacredita.
Com a sua programada política, que ao país, impõem e dita.
Nesta força, abandona o irmão, outorgador da espada e da caneta.
Rasga as bandeiras! Impõem que toquem a revolucionária corneta.
Esquece o pai, que no suor da enxada pagava os alfarrábios.
Determina a negação dos antiquados astrolábios.
Esquece as caravelas e as oliveiras.
Para atear sanguinárias fogueiras.
Não se lembra de pombas. Nem dos cueiros.
Passa a servir os candongueiros.
E já investido nas políticas dos trapaceiros.
É um mãos largas em promessas.
Com tudo às avessas
Insinua metamorfoses.
Em estudadas filantrópicas poses.
Autentico bazar de prometidos.
Que nunca são constituídos.
Não passam de ditos.
De infindos delitos.
Mas até com piada, na forma, como são publicados.
Na fantasiosa forma, como aos tolos, são divulgados.
Os mares são dos peixes. E as Africas dos negros.
Seja-mos condescendentes e íntegros.
À que dar a Azia, aos asiáticos!
Tirar os hospícios aos lunáticos.
Dar queijos aos utópicos!
A Rússia é dos russos.
E os pólos dos ursos.
Os continentes são secos, e os mares molhados.
Os pássaros são alados.
Os peixes nadadores.
E os homens, nestas política, serão sofredores.
Por tal motivo, aos políticos, todo o pão e mais riquezas.
Aos desfavorecidos neste boiar, um flutuar de incertezas.
E quem, por nós não seja, às mais paupérrimas pobrezas.
Mas por mais salafrários,
Apareçam nos mundos planetários.
O homem vai vencer!
Pois é esse, o seu universal pertencer!
O tempo, trará no espaço, épocas de honrosas nobrezas.
E felizmente, neste boiar, de humano tirocínio.
Com as actuais sociais políticas em declínio.
Não é o homem, no seu estado de bestialidade
E incivilidade.
Na sua compreensão ainda simplória.
Limitado no seu engenho bélico de devasta inglória.
Que desvirtua ou manipula a planetária história.
Sempre no andar dos tempos, no espaço, bem notória.
Assim, aos sucessivos boiantes vai ficando.
A informação, que vai elucidando e afirmando.
Quem ao terreno boiar, foi nocivo ou prestativo.
Destruidor ou construtivo.
Por mais apócrifos livros escritos.
E espúrios ditos.
O homem, edite e diga, ao encobrimento da verdade.
O tempo, traz-nos sempre a veracidade.
A realidade e a idade.
A espacial maturidade.
A autenticidade, é com o tempo, indestrutível.
É no tempo, um facto impreterível.
Do passado, marca inconfundível.
De quem ao planeta foi preferível.
E assim, em longínqua costa.
Que o mar encosta.
Quem chega revela.
Que antes, foi chegada a Portuguesa caravela.
Lá no alto do promontório.
Erguido a todos, A afirmar facto meritório.
Portuguesa Pedra a costa edifica.
Feito que o homem dignifica.
A língua de Camões, canta e resta.
A união faz a festa.
De Portugal, ventura! Ao mundo, foi oferta.
Da Portuguesa ansiedade à descoberta.
O Luso Padrão, no longínquo, o mundo desperta.
Desmentindo os falsos profetas.
De augures tretas.
Os políticos de falsas promessas.
Que as gentes, querem submissas.
Aos seus mercados e comércios.
De fraudulentos e nocivos bélicos negócios.
Fomentados em traiçoeiros consórcios.
Que tudo delapidam, em falsos prometimentos.
De futuros melhoramentos.
Mas como, não se vislumbram novos edificados.
Nem bons políticos predicados.
Entre os muitos falsos apregoados.
Pelos novos políticos arvorados.
Já todos vêm que foram enganados.
Pois, somente se conjecturam dificuldades.
E humanas contrariedades.
Que o boiar, vai submergindo, em infindas precariedades.
Nesta nociva felonia, no todo, o homem perscruta.
Pois vê que, a vida encurta.
E o umbilical do mundo, mais dista.
Da rota prevista.
Enquanto o ângulo do planeta se altera.
E a vida na terra, se adultera.
E a estrela polar, outrora ao pólo justa.
Não mais, ao mesmo tanto se ajusta.
Nem a ele, é tão judiciosa.
Sobe no cerúleo silenciosa?
Ou a terra, caí viciosa?
Em vistas deste acontecimento.
Ocasionado pelo tempo em movimento.
Muita gente sofre contrita.
E à sua santa grita.
A oração que reverencia.
Pedindo clemência.
Mas a sua casa, esta belicamente artilhada.
E a sua arma engatilhada.
Chorada e desconfiada encruzilhada.
Propicia a todo o tipo de insídia.
Meu Deus, será necessária tanta perfídia.
Porquê? Tanta requesta?
Tanta falsa festa.
Se vão desaparecendo os celeiros.
E não se vêm construtivos obreiros.
Só se vislumbram impostos e carcereiros.
E a terrena desigualdade, só o pobre contesta.
E inutilmente protesta.
E o sol, do nosso planeta, é um e dista.
Para além, de actual humana conquista.
E nesta vida... De espera... A qual, adverte.
Para que o homem, ao bem desperte.
Pois o tempo , com o mal, resta inerte.
E leva-nos a viver, sempre com o que, nos remanesce.
Do mal do passado que, com o tempo cresce.
Ou no boiante cerúleo, estagna.
Aguardando sociabilidade magna.
A maior e melhor entendimento.
Entre todo o boiante acampamento.
Já em tempos, de outras eras.
A melhores esperas.
Do cerúleo caía o mana.
Que Moisés aos seus irmana.
Enquanto caminha na fé de sentida doutrinação.
Que os seus manteria, durante quarenta anos de catequização.
Até à apregoada sublime nação.
Mas nem todos, bóiam na fé e pertinácia.
Da universal celeste supremacia.
Assim, sem global terrena consciencialização.
Gera-se universal e humana tergiversação.
Mas mude a raça, estripe, Nação ou vestimenta.
No pão, todo o mundo se alimenta.
Mude as gentes a sua forma, sabor ou ementa.
Todo o pão é farinha... Alimento... Se espalma ou fermenta.
É a divina comida que nos alimenta.
Nos dá força e nos alenta.
E Deus, é ao nosso orar, plurilingue.
Sempre o sofrimento distingue.
E da humanidade o mal quer irradiar.
Mas o povo, esforça-se por se odiar e gladiar.
Assim, em tanto abominar.
Para ao fim nada dominar.
Perdura o sofrimento.
A dor e o lamento.
Neste boiar, ainda sem humano sustento.
Quanto desencanto.
A findar em boiante pranto.
Na força da cobiçosa guerra.
Desta pequena terra.
Que bóia, ao encontro de mais sabias sabedorias.
Mas a força do seu bélico aço, atrasa as humanas melhorias.
E assim, sem humanas glórias.
O despótico ferro, o boiar, em sangue, submergiu.
Cristo, na Cruz, pelo mundo, seu sangue espargiu.
Mas o homem, cedo esqueceu, este amor crucificado.
Este doar Santificado.
Na cobiça, logo caiu em universal pecado.
Mas no tempo, em boiar mais reflectido.
Num outro espaço, mais plácido e advertido.
Recordando o cilício do Santíssimo Calvário.
A um planetário viver mais humanitário.
O amor vai conseguir.
E fazer prosseguir.
Um viver de mais pacifica e planetária irmandade.
Mas enquanto, não chega o viver em tranquilidade.
Vamos naufragando na actual incompreensibilidade.
Negando ao boiar a flutuabilidade.
Na força da discriminação.
E humana abominação.
Entre os bem anafados e ricamente encamisados.
E os pobres, esfomeados e desnudados.
Todos filhos, a comer dos recursos planetários.
Tristes retardatários.
O universo vai-lhes fugindo.
Mas o homem, à vida vai fingindo.
Enquanto a terra, no mar, vai submergindo.
E o sol, ao nosso caminho, se vai extinguindo.
Largando a vida que podia já viver em festa.
À que aproveitar o que resta, e ainda se manifesta.
O sangue, não é no grupo, a cor da testa.
É vida, que ao corpóreo resta.
E Cristo na Cruz, seu sangue verteu.
Par amor aos maus e aos muitos que ao bem converteu.
O sangue em qualquer cor que o encoberta.
É morte, quando à no corpo, ferida aberta.
Acreditai a morte é certa.
Mas o que será que ela desperta?
E que sentido alerta?
Findará à criação a universal descoberta?
A porta, lá está! Aguarda sempre aberta!
Até o amor alertar.
E à vida despertar.
Parai o dissídio e a luta.
Que tudo penaliza e enluta.
Entrai na construtiva labuta.
A vida, merece nova debuta.
Acabai com tanto escusado sofrimento.
A terra, não pode ser um mundo de eterno lamento.
À que lhe dar humano melhoramento.
E preferível universal valimento.
Da gente a padecer, o rico, não se manifesta.
Somente o podre, na terra, ajoelha e contesta.
Tudo o que, na alma acalenta.
A dor que lamenta.
E resignadamente aguenta.
Na fé que alimenta.
Olhando ao Céu, as mãos levanta.
Em pranto à sua Santa.
Instinto? Ou a força da celestial genética? Nos faz exaltar.
Ao cerúleo divino altar.
Oração, pranto de fé, a alma sustenta.
E todo o ser contenta.
Em curto espaço de um momento de santidade.
O corpo, longe da Cruz, relembra a Santa bondade.
Como o natal dos presentes.
Em que, todos, somente num dia são contentes.
Loucos e incompetentes.
Boiar de falsos parentes.
Como viveis tão ausentes.
Tão descrentes.
Tão longe das humanas pontes.
Sem humano apoiar.
Neste uníssono boiar.
Neste planeta que, o sol, aquece com luminosidade.
Na cósmica duplicidade.
A força que o acende, o determina.
E o seu calor o anima.
E ao todo, o magnético responde.
A órbita, a este plenário, estabiliza e corresponde.
Enquanto deixa no todo, que à órbita alia.
A força da sua valia.
O registo, o feito, o consumo, e distancia da idade.
Percorrida à humana maioridade.
Mas, longe, vive o homem da liberdade.
Concedente do incognoscível. Por falta de humana familiaridade.
Na espera de a alcançar, vive o homem, em desumanidade.
Em mais um espaço de caducidade.
Se não alterar a humana conduta e sociabilidade.
Mas, enquanto se vive a humana social precariedade.
Muita gente, chafurda no charco, a sua fragilidade.
Enquanto outros, na sua imbecilidade.
Sem prestarem, ou valerem, à terrena realidade.
Ao respeito pela nacionalidade. E humanidade.
Que lhes daria acesso à universalidade.
Dum todo em dualidade.
Até à universal paridade.
A este caminho de prosperidade.
A que ter humana respeitabilidade.
Pois quem, os seus não respeita, nem defende.
O universo ofende.
E viverá sempre, sem planetária honorabilidade.
Em boiante humana insensibilidade.
Que lhe fará perder a flutuabilidade.
Agitando cismas e crueldade.
Horrores e mortandade.
Que, atirará sobre a humanidade.
Enquanto viver o seu espaço de barbaridade.
Neste humano achincalhamento.
E político desregramento.
Muito criminoso é tido por dirigente.
Quando devia ser tratado como indigente.
Muito pecador é tido por divindade.
Quando na realidade vive da criminalidade.
Muito digno, é exarado, sentenciado na sua castidade.
Neste boiar, sem liberdade nem sustentabilidade.
Incrível boiar da falibilidade.
Motivado por reinante malignidade.
E administrativa inresponsabilidade.
O planeta, isento de culpabilidade.
Livre da humana social situação de incapacidade.
Continua o trajecto, sem habitacional responsabilidade.
Universal instrumento, em mobilidade.
Que, devido à humana incompreensibilidade
Atrasado, gira no tempo, à construção da humana felicidade.
Assim, ao seu caminho, vai encontrando atmosférica dificuldade.
O homem! Esse, sem controle na planetária viagem da humanidade.
Segue sem confraternidade.
Sem universal conformidade.
Em decrepitude, acentua a sua pusilanimidade.
Respira no ar a sua sujidade.
Enquanto na sua sovinice e insanidade.
A crosta terrestre escava, em busca da profundidade.
Ganância de mais propriedade.
Ouro, pedras à sua negativa vaidade.
Mente perversa.
Nada da natureza preserva.
O actual mundo, no seu alarve conhecimento.
Na ganância de ambicioso arrebatamento.
Arruina saberes, culturas, altares e impérios.
Para roubar e extrair os cobiçados minérios.
Os quais, muitas vezes, por falta de melhor capacidade.
Numa de palhaçada, excentricidade.
Transforma em faqueiros, para servir em orgias de grandiosidade.
Ou enfeita os punhos do sabre, adaga e uniforme.
Para na terra, forçar vida disforme.
Ao pobre, que vive na nulidade.
No lixo da impropriedade.
Na força dos uniformes dourados.
Que ao planeta de todos, por poucos, foram roubados.
O trato do desgraçado, é obrigado a vida de humildade.
Num boiante plano de inferioridade.
Forçado, por quem vive, trajado de pedraria.
Sem humana honraria.
Enquanto o pobre, que pelos ouros não foi agraciado.
À pobreza, será sentenciado.
Na covardia das engalanadas autoridades.
Que, ao serviço das reinantes edilidades.
Não reconhecem as pobres adversidades.
Causadas pelos ricos mandantes da barbaridade.
Que, em ostentosa sumptuosidade.
De paradas de militar teatralidade.
Sem qualquer humana operacionalidade.
Mostra a sua humana crueldade.
Enquanto os recursos da boiante humanidade.
Gasta em armas de extrema violência.
Para impor a sua territorial valência.
Ao desgraçado que, vive em extrema carência.
Ou numa de super herói, a mundial truculência.
Justificando falso delito.
Origina mundial conflito.
No planeta, como prova de tanta virulência.
Social humana incompetência.
E muita reinante ganância.
Restam estatuas degoladas.
Na gritaria a políticas golpadas.
Resta a vala comum da sua social inabilidade.
E muitos restos abertos à radioactiva mortalidade.
Assim como, muitas minas enterradas, a continuada mortandade.
E gente escondida nos matos, à procura de melhor oportunidade.
Neste boiar, em busca de humana serenidade.
Coitados vivem como ratos, na administrativa indignidade.
Enquanto o mandante, na sua obscuridade de riqueza.
Só possível devido à sua humana fraqueza.
E às suas forças armadas.
Sem humanas nem nacionais demandas.
Nem Pátrios sentimentos.
Mas abertos a criminosos envolvimentos.
Apoiam os lideres nos seus desregramentos.
Julgando assim, o eleito, atingir a credibilidade.
Ao ver-se bajulado, pelo miserável da sua igualdade.
Não há sensibilidade, falta bondade, reina a imbecilidade.
Na actual mandante actividade, letal à boiante comunidade.
Danifica o homem estruturas que, em paridade e conformidade.
Às massas magnéticas universais, têm afinidade e reciprocidade.
No complexo binário do movimento do planeta, e sua estabilidade.
Consonante as forças de atracção universal. E leis de gravidade.
Entre os campos de magnética actividade.
Assim como, às massas terrestres, altera a propriedade.
Da sua mutabilidade.
Conforme com a planetária mobilidade.
Originando ao alterar espaços e temperaturas instabilidade.
Num todo de elevada complexidade.
Toda esta criminosa sagacidade de destrutibilidade.
A que os governos dão legalidade.
Penaliza a humana terrena viabilidade.
Pune toda a humana crescente probabilidade.
Altera nas camadas aquíferas subterrâneas a sua mobilidade.
Causando o nefasto de infindos acidentes.
E muitos humanos inconvenientes.
Num todo de elevada perigosidade
No aproximar, o fim, à nascente, Triste realidade.
No caminhar transformador de água potável, em rios de mortalidade.
Na força da sua contaminação, radioactiva, e asquerosidade.
Poluição nefasta, leva em vida , ao caminho de putrescibilidade.
Profanação motivadora de tanta humana contrariedade e infelicidade.
O homem, na pele, sofre do homem, a sua bestialidade.
Sem saber que, para a sustentável navegabilidade.
Do humano boiar, no paradisíaco celeste, basta a serenidade.
Saber para que lado corre o bom tempo, e a que velocidade.
E qual, é a sua exercida cinética propriedade.
Sem esta faculdade.
E sem que a chave, com a fechadura, esteja sincronizada.
Não à rota sinalizada.
Não se franqueia a porta, da umbilical universal, navegabilidade.
Não se entra no veículo da universal flutuabilidade.
Aonde o tempo, não tem velocidade.
Sem esta realidade.
Piores que na era das caravelas, não há instrumentalidade.
Que consiga cruzar, para além, da terrena urbanidade.
De nada serve, carregar a bóia de atómica potencialidade.
Longe das leis cósmicas, exígua será a navegabilidade.
No tempo, de outro espaço, de incompreendida durabilidade.
No tempo, este saber, é humana essencialidade.
Desde a planetária formação.
À actual planetária transformação.
Por quantas fases o planeta circulou?
E quantos conhecimentos acumulou?
Muitas teses são proclamadas.
Umas injuriadas, outras aclamadas.
Mas nos tempos decorrentes.
Com tantos homens ditos eminentes.
Poder-se-á falar do planeta cabalmente?
Sobre o seu historial.
Haverá alguma tese curial?
São muitas as ideias.
Tamanhas as teias.
Umas lindas, outra feias.
Que, nesta ignorância se financiam.
Mas, nada de certo, pela certa, anunciam.
Embora, já se navegue, para além desta bóia, ainda flutuante.
À força de poluente carburante.
Mas ainda, não saímos, dos visíveis estabilizadores.
Que, a este nosso boiar, são servidores.
Na terra, já foi ideia declarada.
Sobre ossada encontrada.
Que, habitante do passado, no boiar planetário.
De outro período terciário.
Ou de, qualquer outro tempo quaternário.
Dado o estrutural grosseiro.
Foi um nosso passado, terráqueo parceiro.
Declarado acéfalo, imbecil patológico.
Mundo ilógico.
Logo a etiquetar, o homem seu igual.
Só porque era, de forma desigual.
Sem ver que, o tempo, tinha outro espaço vencido.
Ainda hoje, pelo homem não merecido.
Mesmo a viver espaço cientifico, mais esclarecido.
Mas, superiormente embrutecido.
Porque muito, do já recebido, não foi obedecido.
E uma, das arvores da vida, é a sabedoria.
Quando empregue a comum melhoria.
E compartilhada sabiamente.
O mundo, é vivido mais seriamente.
Pois o homem, é mais prudente.
Mas como perdemos, e do tempo, continuamos devedores.
No meio de tanta ignorância, ainda não somos merecedores.
O que, nos leva a viver ainda, como simplórios espectadores.
E na falta de saber, do vivido, vivemos como irónicos comentadores.
Mas o mundo, ainda não findou.
Continua a boiar! Não se afundou!
Caminha aos limites.
Aos universais trâmites.
Prorroga até aos infindos.
De novos mundos.
Dando espaço a outros charcos mais evoluídos.
E humanamente concluídos.
Quantos sóis? Nos deram corpo aos anos?
Em tempos arcanos.
Quantas rotas, formaram novos astros?
Quantos humanos, tiveram desconhecidos encontros?
Será que eram monstros?
Ou seres mais destros?
De diferente espacial dimensão?
Com mais universal compreensão.
O pecado, para quem o comete, traz sempre má consequência.
O carrasco é a própria consciência.
Mas quando os maldosos.
Os criminosos, os faltosos.
Sobre outros, estão constituídos em responsabilidade.
O castigo, a punição, recai sobre toda a sociedade.
Assim como, as boas obras, nos dão pessoal satisfação.
Porquanto se alastram e contentam toda a Nação.
Divina Graça Santífícante.
Irradia o mal da minha mente.
Para que eu, a vida, leve contente.
Neste todo, sempre em transformação.
Na força da universal organização e continuação.
Seriam no passado, os mares líquidos?
Ou fronteiras maleáveis de vaporosos fluidos?
Talvez, espelhos niveladores a movimentos?
De planetários ajustamentos?
Hoje, em outra espacial posição.
E angular condição.
Com os mares divididos.
Continentes perdidos?
Outros separados.
E alguns ainda, ou outra vez congelados.
Para quê tantos tumultos?
Tantos descabidos insultos?
Tantos militares armados?
Para assassinar os desarmados.
Tantos políticos aos berros.
Com as suas populações agrilhoadas com ferros.
Santificado sangue verteu-se.
Mas a terra perverteu-se.
Em crescer de violências.
Não mais à universais transparências.
Mundo de desalmados.
Com tão poucos amados.
Entre os muitos marginalizados.
Que no medo, e na desgraça, vivem agonizados.
Subservientes e apavorados.
Mas os ricos, humanamente desnaturados.
Mesmo carregados de terrenos eldorados.
Pelo universo serão ignorados.
Não nos chega olhar os planetários fragmentos?
Causados por universais movimentos.
Ouvir o choro de humanos lamentos.
Quantos inventos?
Findam em lamentos.
Em desfile de féretros.
Corpos a outros flutuantes encontros.
Mas o homem, segue as suas políticas macabras.
E os extremismos no manto de mandantes sombras.
Mundo de xenofobias e racismos.
Quantos sociais abismos?
Entre pretos, brancos e amarelos.
Num só boiar, tantos paralelos.
De medos, e mercenários mercados.
E há quem viva dos enforcados.
E pague a renegados.
Para a execução de serviços sujos. Politicamente camuflados.
Na ordem de muitos senhores reinantes.
Que vivem descontentes.
Ou tudo querem para seus dentes.
Fomentam-se lutas entre religiões, ideologias e cultos.
E concedem-se aos assassinos fantasiosos indultos.
Para que as mortes prossigam.
De acordo, com o que, os mandantes, decidam e digam.
Corpos que serão ossadas.
Hoje desprezadas.
Mas com o tempo descobertas.
Novas portas serão abertas.
Ao áureo de novas investigações.
E possíveis aleatórias pregações.
Pois todos sabem, dos comuns genocídios.
Dos calados homicídios.
Guardados na gaveta.
Ao interesse de qualquer política proveta.
Em anos vindouros.
Ainda sem atingidos humanos louros.
No mesmo boiar de acomodados.
A flutuar em tempos diferenciados.
Restando a outros esperados.
Até aos Céus, ainda longinquamente afastados.
Neste boiar de irados.
Dos fundos dos pântanos, serão retirados.
No espaço dos tempos, o mundo de todos.
Que no cerúleo, bóiem entre temporizados lodos.
Na incúria de passados.
Que mal ensinados.
Quiseram ser apressados.
Quem sabe, se pela arvore da vida, foram separados?
E entregues aos seus pecados.
Serão coincidências?
Ou resquícios de consciências?
De antigas convivências?
Passadas em confidências?
Ou serão rabisco irreais?
De decorativos ideais?
Ou serão factos reais?
São muitas as interrogações.
A feitos de passadas gerações.
Mas, segundo velha atoarda.
O burro, montasse conforme a albarda.
Ou até mesmo, em pelo, se não houver outra variabilidade?
Que nos faculte alguma locomobilidade.
Para o além conceber.
E melhor perceber.
Consta que, remota tribo de africanos.
No meio de florestas e pântanos.
Sem qualquer tipo de instrumentos.
Tenha em seus conhecimentos.
Da estrela Sírios, apontamentos.
E, da sua anã , esclarecimentos.
Muito antes, dos actuais científicos,
Astrónomos e físicos.
Nestas áreas profissionais.
E na posse de maquinas de observação descomunais.
Na força de instrumentos laboratoriais.
De aparelhagens de lentes e luzes iriais.
Assim como satélites orbitais.
Apetrechados de modernas maquinas digitais.
Em voos fenomenais.
Só recentemente terem da anã, de Sírios, sinais.
No raciocínio dos acomodados.
A benfazejos dados.
Óbvio será informarmos.
Sem alarmarmos.
Na atracção dos magnéticos pântanos.
E de possíveis enganos.
Dado às técnicas dos nossos arcanos.
As areias de Sírios importamos?
E até às africas, transportamos?
Ou em simples queda, pelo peso impulsionadas.
Para o africano charco foram empurradas.
Pois por defeito, não eram queridas, nas suas moradas.
E na força dos ventos.
A soprar lentos.
Em África, as semeamos.
Mas nunca as amamos.
Pois por lá ficaram esquecidas.
Entre as selvas adormecidas.
Em vidas enegrecidas.
Até às brancas velas.
Das arrojadas caravelas.
Lhes mostraram outras vidas.
Também no planeta perdidas.
Pois em idêntico charco, foram recebidas?
Tiveram.
E mereceram
Sem o saberem.
A incubadora? Da terrena morada.
Mas, por falta de calor, sai esta terráquea fornada descorada.
O encontro, teve palmas, festas, zagaias e cruzamentos.
Alegrias e descontentamentos.
E sem charcos! Vidas de novas cores, ao planeta são fecundadas.
Novas identidades, no congraçar universal, à terra adaptadas.
Da mistura dos oriundos dos charcos. Foram à terra irmanadas.
E assim, começam as traficâncias.
A viver das ignorâncias.
Mas o mundo, assim era construído.
E no tempo, a seu modo instruído.
Uns, caminham a melhores boiantes aventuranças.
Outros, a pessoais abastanças.
Em tudo há ambição.
E demolidora traição.
O que podia ser boiante melhor condição.
Só porque o ouro brilha e exalta a ambição.
Com o tempo, traz alguma humana perdição.
Assim, chega a escravatura.
A este povo, de atrabiliária ventura.
Mas os maiores confrangimentos.
De brutais sofrimentos.
Chegaram muito mais tarde, e com mais gravosos padecimentos.
Pois, mais mortíferos, já são, os maus conhecimentos.
Os mandantes aproveitamentos.
E com as actuais globalizações.
Chegaram desumanas intervenções.
Das nações que, querem os monopólios das negociações.
E África, em pleno século XX, sofre aflitivas mutilações.
Fome, misérias de humanas traições.
Assim, segue o humano boiar, em calamitosas agitações.
E descabidas revoluções.
De monstruosas demolições.
Do pouco que, ainda não foi arruinado.
O que resta, para ser visto, muito é questionado?
Fenómenos ao presente, feitos de outros períodos.
Em que na terra, eram outros os viventes modos.
Nos desertos as pirâmides, aos Céus, parecem querer chegar?
E quem sabe? Se com os Céus pegar?
Mas faltou a coragem, e o saber, para até lá, mais se animar.
Mais se aproximar.
Na ilha de Páscoa, estatuas enormes.
Figuras disformes.
A mostrar que, os homens de antanho, eram dissemelhantes.
Indivíduos gigantes.
Com culturas diferentes.
Ou eram seres fracos, enfezados?
E dado a sua pequena estatura, viviam amedrontados.
Com medo de serem assaltados.
E como viviam isolados.
Para afugentar o invasor, em estatuas agigantaram-se
E nesses agigantados colossos, ao inimigo mostraram-se.
E assim, quem do mar os avistava, tão grandiosos.
Logo fugia, no medo de gigantes tão poderosos.
Sem que houve-se, pessoais encontros.
E bélicos confrontos.
E, de quantas culturas, os nossos passados, nos são ignorados.
Em segredos bem guardados.
Ou pela ineficácia, de estudos gorados?
Ou os seus restos, por vindouros foram roubados?
E para apagar ensinamentos, queimados!
Como, se em determinada época, o terreno boiar não existisse.
E o universo nos mentisse.
E a terrena rota omitisse.
E só, em outro tempo, o universo o encontrasse.
E de novo, na humana rota, se integrasse.
À dois mil anos.
Tempos arcanos.
Já havia pensadores com escritos.
E com sábios ditos.
Mas, muito antes, já havia escritos lidos.
E por muitos, compreendidos e sentidos.
Os poetas, faziam versos.
Aos deuses do universo.
E Lucrécio, poeta da Roma antiga.
Olha, pensa, versa e investiga.
E então, escreve: a natureza que sentimos.
E de certo modo não vimos.
Mas seguimos!
Não é só, aos terrenos humanos, força exclusiva.
É ao todo, cerúleo, extensiva.
Nem só dos astros que nos são visíveis.
Há outros na mesma força, mas ainda invisíveis.
Em outros saberes, temos que acreditar.
O mundo universal, não se pode evitar.
A idade, será a sua viabilidade.
O tempo, será a porta à universalidade.
Da universal urbanidade.
E de outras vidas, outros saberes.
Outros quereres e poderes.
Que se entrelaçam, nas universais salas de aprendizagem.
Até à sublime viagem.
Não é a terra, a elite dos estrelados.
Há mais galáxias, em outros eldorados.
Que por outros, são esperados.
E quem sabe, se por nós, um dia encontrados?
Antes de Cristo, eram outras as culturas.
E as pedidas terrenas venturas.
Antes dos novos ensinamentos.
E dos seus mandamentos.
De que os apóstolos davam conhecimentos.
O mundo, já tinha as suas cismas.
E muitas crenças e crismas.
Muitos seres eram sacrificados.
À cura de muitos pecados.
Mas, nosso Senhor Jesus Cristo, traz novas esperanças.
E celestiais aventuranças.
E no saber de novas crenças.
Formam-se novas filosofias.
Mas também, surgem maldosas bazófias
Na ignorância e maldade de humanos raquitismos.
Pessoais interesses e fanatismos.
Neste falso misticismo, muita ciência é ocultada.
Muita cultura e sapiência é maltratada.
Muita humanidade exterminada.
À fome e à morte condenada.
Mas do pouco que, ainda ficou para a prosperidade.
Da espacial idade.
Sabe-se que, em épocas remotas, houve historiadores.
Que alegavam saberes e pormenores,
De seus conterrâneos pensadores.
Assim, é sabido hoje, alguns saberes do antigamente.
Ideias e pensamentos de remota gente.
Que no espaço do seu boiar, olharam o mundo de forma inteligente.
Embora do todo, ainda não conhecedores.
Eram ao vivido bons observadores.
Por exemplo, o filosofo grego Anaxágoras, revelava.
E aos seus conterrâneos, a este seu saber, apelava.
O sol, é uma pedra em chamas, em constante ardência.
Talvez dai, a luminosa aparência.
E toda a deslumbrante incandescência.
A Lua, que da terra, anda às voltas.
São da terra, partes soltas.
Na força espacial, do todo interligado, e no cerúleo agrupadas.
Aonde outras gente, têm as suas moradas.
Estas teorias, assim, apregoadas.
Ao filosofo, não foram nada pacificas.
Foram até improlíficas!
Os senhores, donos das reinantes temporais chefias.
Seguidores de outras filosofias.
De outras doutrinas pregadores.
Crentes oradores.
E protectores.
Não gostaram das filosóficas afirmações.
E para acabar com as Anaxágoranas, divagações.
Na época, tidas como difamações.
Das reinantes filosóficas aclamações.
Na então Grécia, das democracias.
Resolveram sem democráticos entraves, nem diplomacias.
Que Anaxágoras, por desrespeito às reinantes sabedorias.
Rituais e crenças divinatórias.
Tinha que ser detido e penitenciado.
E pela sua blasfémia, severamente ciliciado.
E das esferas culturais irradiado, ao seu contraditório abandonado.
Mas mesmo assim, democraticamente condenado.
E o seu saber, por ignaros saberes negado.
Inconsequentemente renegado.
Pelos reinantes da actualidade.
Sem qualquer cientifica autoridade.
 
UNIVERSO PORTUGUÊS 1º parte

UNIVERSO PORTUGUÊS 3ª Parte

 
HISTÓRIA DE PORTUGAL
A este destino, o Padrão, é a sua marca emblemática.
Pedra das Cinco Quinas. A esta força resta alegórica.
Da Lusa expansão meteórica.
Por todo este planeta, o qual, gira na ciência Cósmica.
Num boiar, coexistente com a universalidade rítmica.
De tanto Luso esforço, nasce em MCXLIII, a fundação.
Portugal, é reconhecido pelos mais reinos como Nação.
Esta nova Nação. Segue a monarquia como opção.
Do povo pretendida acepção.
D. Afonso Henriques, é a Portugal, o primeiro Reinante.
Por todos é eleito Soberano, este Português Infante.
Conquista merecida, foi alegre a celebração.
É ele, o Rei. O Soberano, da unanime proclamação.
No meio de grande ovação.
Os súbditos em aclamação.
Festejam a Portuguesa Coroação.
Entretanto no universal percorrer.
E com o boiar a decorrer.
Da terrena Igreja, interesse? Ou no real valor do reinante.
Que, aos seus juramentos, sempre foi constante.
A glorificar os seus honrosos feitos.
Em tantos militares pleitos.
Novo irradiante dia amanhece.
Em MCLXXIX, o Papa Alexandre III. o Reino reconhece.
Oficialmente pela Igreja, Portugal, como Reino é reconhecido.
Reconhecimento honrosamente merecido.
A Santa Virgem, não deixou Portugal esquecido.
Portugal, ao mundo, como Nação, é apresentado.
Mais uma Real Coroa, mais um boiante estado.
D. Afonso I, mais uma vez, é considerado e aclamado.
E por todos proclamado.
Rei, entre os Reis, no então mundo conhecido.
Mas a este tempo, já D. Afonso, era um Rei obedecido.
Com feitos de nobreza, na conquista de mais domínios e mando.
Pois o reino de Portugal, e o reino Cristão, foi com brio alargando.
Muitos infiéis, ao reino Cristão, ajoelharam em aceitação.
E rezaram a sua oração.
E com o essencial doutrinário explicado.
Ao seu novo Deus, comungaram o seu pecado.
Foi desta nova monarquia, a força e o legado.
De todo o navegado.
A navegação ainda é tosca e elementar.
Mas o mar chama! À que tentar!
O instrumento é rudimentar.
Mas a fé! O animo, o faz acalentar.
Neste ânimo, zarpa a caravela.
Com a Cruz de Cristo na alva vela.
Nascimento, vida e desenvolvimento.
De todo o mais boiante conhecimento.
De fazer navegar no mar salgado e misterioso.
Tosca caravela, a qual afoita, bolina de modo gracioso.
Desta estoicidade e coragem, o feito foi merecido.
Nunca será, pelo universo esquecido.
A Portugal, e ao mundo, o mar foi dobrado.
O boiar aclamou, com exultante brado.
O mundo, então, recôndito e insondado.
A todos os boiantes foi dado.
E assim, mais gente, ao mesmo Deus, passou a orar.
A sentir, a crer, e a adorar.
E nas terras que, Portugal prezou.
E ajoelhado rezou.
Ainda hoje, mora o encontrado.
Porque foi sempre respeitado, bem tratado e admirado
E quantos? Actualmente, de joelhos, choram o passado.
Com esse povo de Portugal, sempre atento e interessado.
Talvez rude! Mas a todos os problemas integrado.
E a viver em social conjunto, com agrado.
Quando se é grande nos feitos.
Não é necessário pinturas, para se ser eleito.
Quando se respeita e firma os legados.
E com o povo estamos chegados.
Não se governa a votos.
Mas de todos somos devotos.
Governa-se à Nação.
A comunhão de toda a população.
À sua reunião.
À nacional união.
À universal comunhão da paridade.
Que dará boiante prosperidade.
Com bandeiras, aonde todos vivam certos.
E libertos.
Desagregados destes preceitos.
Sem nacionais respeitos.
Juntam-se da Pátria os poltrões.
Ociosos e maldosos ladrões.
Ao serviço de outros padrões.
No interesse de países estrangeiros.
Aparecem como apocalípticos mensageiros.
Em missão de actos nacionalmente perversos.
Gente ao nacional bem estar, adversos.
Mercenárias toupeiras.
De incendiárias fogueiras.
Minam como ratos.
A partir todos os administrativos pratos.
Andam escondidos por todos os cantos.
Com seus subversivos cantos.
Em busca de escravos.
Que, na ignorância, viram a plantar cravos.
Para seus tétricos e nacionais agravos.
Má sorte, às gentes destes tempos. Que, vão ser vividos.
E por tanto inocente padecidos.
A ganância e a mentira fere os conceitos.
Fortificam os defeitos.
Apregoam-se confusões e infundadas acusações.
Envoltas em programatizadas traições.
Minasse na escola os filhos.
Por todo o lado se fomentam sarilhos.
Nos campos, desassossegam-se os agricultores.
Os pequenos lavradores.
Contra os grandes produtores.
Nas fabricas, agitam-se os operários.
A formarem governos proletários.
Nos quartéis, minam-se os exércitos.
Em busca de mais proletários acólitos.
Não tarda, apareceram os óbitos.
Motivados por tantos delitos.
E programados ilícitos.
Fala-se de filosofias e esgrimem-se argumentos.
Tudo são fartos prometimentos.
Apregoam-se maravilhas de outras ideologias.
Em camufladas demagogias.
Cantam-se deslumbramentos de outros estados.
Em que todos são prestados.
Ricos e anafados.
Neste devaneio.
De estrangeiro maneio.
São os filhos, operários, soldados e agricultores.
Os que, mais vão sofrer, com as grilhetas dos agitadores.
Depois de, pela mentira, terem sido abastardados.
Do farto bolo desirmanados, simplesmente deserdados.
Tristes e incongruentes desvairados.
Tão vilmente usados.
A servirem interesses apócrifos.
Como maliciosos grifos.
Aos bens nacionais.
Mentes irracionais.
A diabólicos recados.
Mercenários de mercados.
A muitos enforcados.
Homens sempre do boiar destronados.
Pois ao mundo, não são bem formados.
Mesmo que, agora andem engomados.
Ricamente perfumados.
E com créditos avultados.
Serão sempre uns desgraçados.
Em nada de bom, ficam bem apresentados.
São diabólicas nulidades.
Portadoras de boiantes iniquidades.
São de todas, e quaisquer, ideologias, seguidores adulterados.
Oportunistas sem credos, nem respeitos alcançados.
São os transportadores, de outros escudos e hinos.
Homens sem nacionais tinos.
Não respeitam nada, querem somente rápidos proveitos.
Dos seus nefastos feitos.
São homens sem ideais, Aos seus, não são prestimosos.
São sim, parasitas danosos.
Vulgares boiantes destituídos.
Sem nacionalidade, nem nacionais partidos.
Tanto bóiam na direita como na esquerda, simples criados.
Que à cata de trocos minguados.
E ensanguentados.
Dividem a Nação aos bocados.
Exauram os cofres, por outros, alcançados.
Sem nacionalmente criarem melhorias.
Ou sociais benfeitorias.
Sem as crianças, nas escolas, terem instrutivos alfarrábios.
Com saberes de homens eruditos e sábios.
Que cantem Camões, e a Portuguesa Fundação.
A inocular, respeitosa nacional educação.
Os velhos, lares próprios.
Abrigados do calores e frios.
Os pobres mesa e alimentos.
Os doentes medicamentos.
Antes da morte, sarar, os seus sofrimentos.
Mas, um mundo assim, não é fácil de harmonizar.
Até mesmo, com muito boa gente a organizar.
Mas não é inviável!
No entanto, é impraticável!
E nunca será viável.
Em politiquices de vendidos.
Com políticos de social sentido destituídos.
Sem bons sociais critérios.
Nem interessados em sociais ministérios.
E como toda a gente pode certificar.
Com os homens que, actualmente andam a politicar.
Saímos do mal, para cairmos no malíssimo.
Entramos num estado socialmente péssimo.
Com estes políticos das gritadas liberdades.
Mas infecundas sociais propriedades.
Que como nunca, fecundaram vividas desigualdades.
Com infindas e profundas sociais assimetrias.
A negar humanas alegrias.
A causa de tantos males, resulta da aceitação.
Destas políticas de nacional alienação.
Que deixam os mais pobres amordaçados.
Esquecidos e abandonados.
Triste fim, desta Nação de egrégios.
De homens régios.
Imortalizados em feitos e glórias.
Que ao longo dos anos, nos cobriu de honrarias.
Grandes, de um pequeno condado de libertados.
À fé de Cristo, outros granjeia, e na fé são conciliados.
Desde a costa oeste da Europa, Terra de Lusitanos.
Braços aos oceanos.
Até aos mais remotos confins oceânicos.
Fomos únicos
Demos a outros povos, a nossa igualdade.
Sem gritos, sem favores, mas com lealdade!
A Portugal confiados.
Na Graça de Deus, ao mundo encontrados.
Neste boiar de aguardados.
Ao mundo esperados.
Nasceu no mundo Do Altíssimo.
Mais uma nação devotada ao Santíssimo.



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PORTUGAL

País Atlântico.
De proeza e cântico.

Com obra feita em todos os continentes.
Neste ainda estranho boiar, em demanda de melhores gentes.

Primeira Dinastia

Na Graça De Deus, O Universal Criador.
Deste mundo ainda tão pecador.

1ª REI DE PORTUGAL
EL REI
D. AFONSO HENRIQUES
O CONQUISTADOR

Em Guimarães, santo ano de MCXI,, nasce o libertador.
Egas Moniz, honrado e integro carácter, foi seu educador.
D. Afonso Henriques, o Conquistador.
De Portugal, heróico fundador.
Procede, com sina de triunfador.
Filho do Conde D. Henrique, igual lutador.
E de D. Teresa, Dama de nobre candor.
E real esplendor.
De D. Afonso VI, de Leão, vem a sua descendência.
Monarca Castelhano, de real ascendência.
Após a morte do Conde D. Henrique. Por amores?
Ou por políticos temores?
Quem sabe? Se foram as origens, o enleio dominador?
O modos motivador.
De D. Teresa, com um fidalgo galego, se fazer de amizades.
Era Fernão Peres de Trava, o fidalgo galego de suas intimidades.
A esta união, não ficam os do condado indiferentes.
Logo desconfiados e inerentes.
A nobreza e o povo, do condado descontentes.
Feitos à ideia de, do Reino de Leão, serem independentes.
A sua discórdia, manifestam plangentes.
Ao Infante D. Afonso Henriques, Senhor da mesma opinião e razões
A quem logo, juraram vassalagem de armas e brasões.
Se, o Infante, os livra-se dos opressores.
Da dependência aos castelhanos senhores.
E na sorte, ao novo reino, serem fieis servidores.
E convictos seguidores.
Quis a sorte, apadrinhar estes valentes.
Que se queriam ver independentes.
O Infante, contente com tanta adesão.
Logo projecta a nacional coesão.
Às novas formações.
Pois sofria na mesma comunhão de ideias e intenções.
Ser livre, também eram as suas mais fortes aspirações.
Não perde tempo, contra os opressores, arma as suas gentes.
Povo e nobreza, tudo homens valentes.
Ao sonho da Portuguesa Nacionalidade.
À realidade da Portuguesa Liberdade.
Assim, o Infante D. Henrique, à frente de hostes leais.
E todos a perfilhar iguais ideais.
Em MCXXVIII, trava em S. Mamede, dura contenda.
A luta é tremenda.
Mas, liberta o condado, da influencia dos opressores.
A partir desta contenda, são os Portugueses, legítimos senhores.
Homens de seus valores e seu penhores.
Poucos mas valentes e contentes.
Mais livres, para vencer novos horizontes!
Com este novo reinado, de heróicos batalhadores.
Embrião de audazes navegadores.
Nautas da planetária universalidade.
Neste boiar de tanta diversidade.
Mas muito longe ainda, de toda a universal multiplicidade.
O tempo, até mesmo hoje, ainda é intransponível.
Mas o espaço, um dia, trará a distância ao mesmo tempo e nível.
Sem som, nem vibração.
Quando o tempo, cobrir todo o espaço, num só movimento.
Na diferença do tempo, entre a distância, e o espaço do mesmo momento.
D. Afonso I, nos primeiros tempos de governação.
Faz frente à situação política da povoação.
A qual, vivia entre muitos enredos.
E populacionais medos.
Entre as Leonesas e Portuguesas motivações.
Adivinhavam-se grandes transformações.
E grande, era a populacional perturbação.
A esse tempo, ainda não éramos Nação.
O Condado Portucalense, por essa altura.
Ainda dependia da castelhana ventura.
Éramos dependentes de outra coroação.
Não tinha-mos nacional determinação.
Era-mos um condado a depender de outra nação.
Mas D. Afonso I, tudo fez, para anular tal situação.
Desde confrontações, até à sublevação.
No entanto, Afonso VII, de Castela, não ousava a confrontação.
Tardava a declarar-se com equidade.
E com a necessária celeridade.
A outros problemas dava prioridade.
Assim, vivia o condado em grande agitação.
Por vezes, o conflito exaltava a população.
Tornava-se mais agudo, estalava a amotinação.
Mas, em vez de rematar, em convénios de aproximação.
Avolumava-se em feroz revolução.
Ainda sem positiva resolução.
Tréguas que, a cada passo, adiavam a solução.
No entanto, D. Afonso I, sempre firme na sua obstinação.
Prossegue os seus objectivos na Portuguesa afirmação.
Com fé em Deus, e perseveração.
Não descansava, vivia batalhando.
A nacionalidade argumentando.
Persistência forte, nos tempos, muitas lendas foi originando.
Muito de bem, e de mal, se foi contando.
Muitos, representavam este Rei, como soldado.
Sempre pronto e armado. Mas, pouco dado.
Um campeador terrível, na peleja arrojado, incansável.
Um militar insaciável.
Duro no social mando.
E inquebrantável no militar comando.
Sempre na vitória obstinado.
Sem permitir que, se infringisse o ordenado.
Enfim, um Rei, nem sempre bem intencionado.
Estas, eram algumas das ouvidas arengas.
Entre algumas maliciosas lenga lengas.
De arruaceiros impertinentes.
De mal crentes.
De homens, de dizeres descrentes.
Quem sabe se, não eram, mercenários pagos por malquerentes?
Ou os castelhanos, a fomentarem descontentamentos?
Entre os insubmissos ajuntamentos.
Para facilitar infiltrados.
Por Castela amestrados.
Para de novo terem os do condado à castelhana coroa afeiçoados.
Às ordens, e necessidades castelhanas, obedecidos.
Mas estes ditos imerecidos.
Não tiveram ouvidos.
Ainda se vivia, ao orgulho de uma nação, de uma nacionalidade.
DR uma verdadeira liberdade.
Os homens, ainda não eram tão gananciosos.
Tão cruelmente facciosos.
E não se podia esconder o construído.
Tudo o que, a Portugal, foi atribuído.
Com a obra deste Rei, em vida dedicado.
A todo um Portugal edificado.
Ao espargir do seu domínio.
E do português predomínio.
Obra levada a bom cabo, por este Rei aguerrido.
E por todos querido.
No entanto, à que ter cuidado, na procura do passado.
Deste Rei, nosso glorioso antepassado.
A sua glória, não se deve unicamente à espada de guerreiro.
Mas também à postura de político e conselheiro.
DE homem nacionalmente obreiro.
Ao génio diplomático, pronto e esforçado.
Optimista e esperançado.
Sempre infindo e vigente.
Na procura, de um Portugal independente.
Foi o modos de viver deste Rei destemido.
Pelo inimigo, respeitado e temido.
Que de um pequeno condado, fez esta Nação de universalidade.
De vitoriosa e honrosa prosperidade.
Portugal, aos homens de estado, deve a sua existência.
Na força da sua inabalável insistência.
Aos guerreiros indómitos, sempre prontos à capitania.
Da portuguesa cidadania.
Aos homens da igreja, a este objectivo merecido.
E pela Santa Sé favorecido.
À coragem, do seu povo, no conflito, o corpo sofrido.
Mas sempre aguerrido.
Firme! Paciente! E com o todo concomitante.
A pelejar sempre na frente, como o seu Rei Infante.
Corpo a esta Nação, forma, escudo e bandeira.
Armada da independência fiel companheira.
Na força de tão grande unanimidade.
E humana magnanimidade.
Chegou-se a constituir como Nação armada, este condado.
O povo, já não queria por Castela, ser comandado.
Queria a liberdade!
Pretendia e exigia a nacionalidade!
Na mente, já havia fronteiras reais.
Já era uma Nação, ao encontro de ideais.
Era no planetário boiar, um movimento imparável.
Era a comunhão do realizável.
O constatar da universalidade.
No movimento da reciprocidade.
Era a união a uma corrente magnética.
Que estabeleceu em parte do boiar, opinião política.
Formando mais um estado.
Que ao mundo, viria a ser prestado.
Nas crónicas dos Muçulmanos, palpita pânico e terror.
Assim como, assombroso horror.
Mas também, sentidos respeitos.
Pois foram, muitos os militares feitos.
Deste Rei resoluto e audacioso.
Português intrépido e brioso! Rei audaz e glorioso!
Digam o que disserem os facciosos.
Os invejosos.
No planetas, restam os factos.
O homem de bem, que aproveite os actos.
D. Afonso I, na conquista de novas possessões.
Tomou parte em muitas armadas missões.
Deslocou a fronteira cristã, às terras sarracenas.
Por todo lado, começaram a entoar as cristãs novenas.
Do Mondego para o Tejo, avança em conquistas.
O condado alargava as vistas.
Na província, hoje, Alentejana, forma abrigos.
Para defesa de possíveis perigos.
E primeiros postos avançados a outras objectivos.
Que já se avizinhavam produtivos.
No seu, e de seus homens esforço, foram os benefícios.
Aos nacionais ofícios.
Fortes à Nação e às suas fronteiras.
Imparáveis Lusas esteiras.
Quando grandes são as almas, o universo aclamam.
E o mundo acalmam.
Aos homens medíocres, Negras são as almas.
E sangrentas as palmas.
As mãos, somente ao mal, guerreiam
De bem, nada planeiam.
As mentes, obscuras e tenebrosas.
Planeadoras de manhas ardilosas.
E ao verem de outros feitos de afoiteza.
A nacional certeza.
Não suportam as galhardias.
E por meio de traições e cobardias.
Fomentam a discordância.
A nacional dissonância.
Ao serviço de terras estrangeiras.
Que tudo, fazem para alargar as suas fronteiras.
Mesmo em ambições eclesiásticas.
Podem surgir escabrosas políticas.
Forjam-se aldrabices.
E muitas vigarices.
A estes interesses malfadados.
Muitos dados são falseados.
E quando as invejas, da diplomacia transbordam.
E os malandros acordam.
Tudo se inventa, para rapina, de outros benefícios.
De outros prósperos e lícitos ofícios.
Assim, o bom nome de D. Afonso, Senhor de grandes glórias.
E honrosas vitórias.
Convém denegrir. Pintando-o como herege, amigo de lutas.
E inglórias disputas.
Homem de má índole, mau, ruim, truculento.
Homem sem humano sentimento.
Que não respeitou a castelhana soberania.
Para reinar no condado com brutal tirania.
Os castelhanos, bem tentam minar com falsidades.
As futuras visíveis Portuguesas prosperidades.
Mas o povo, não se deixa embustear.
Pois foi D. Afonso I, que deu à nacional bandeira o hastear.
E felizmente, já os feitos são grandes, muitas as fortalezas.
E as nacionais certezas.
E a soberania agora, é a nossa bandeira.
Cores à vitoriosa Lusa esteira.
Sem interferência estrangeira.
E aos olhos, e à barriga, as mesas e as terras são abundantes.
Por todo o lado há homens contentes.
As colheitas são abundantes.
Findaram as castelhanas sangrias.
O povo, vive farto nas nacionais alegrias.
Conseguidas com este Monarca, as quais, lhes fez chegadas.
Por meio de muitas persistências abnegadas.
Assim, não foi fácil adulterar a verdade.
O povo, vivia agradado à sua nacional realidade.
Também, naquelas épocas, não era acessível.
Nem razoavelmente possível.
Falar em falsos cabedais e melhores abundâncias.
Pois curtas, eram as andanças, e longas as distâncias.
E as terras das cercanias, eram conhecidas.
E as suas gentes, de ambos os lados recebidas.
Pois o povo corria às feiras.
A vender o arrecadado e excedente das suas leiras.
Assim, os agitadores, falavam das longinquamente distantes.
Das quais, não se conheciam usos nem habitantes.
Terras pelos monstros habitadas.
Paragens inusitadas.
Das próximas, sabia-se das carências.
Pois eram amigáveis as convivências.
As fronteiras não eram fechadas.
E o povo, vagueava pelas raiadas.
Não se podiam esconder as mendicidades.
As reinantes adversidades.
Assim, como o prospero desenvolvimento.
E populacional contentamento.
Este Rei, podia ter sido austero em sua governação.
Mas construiu uma Nação.
E foi firme, em suas causas e mandos.
E sempre pronto em seus comandos.
Nunca fugiu a estafas e afrontas.
À Pátria, sempre teve as tropas prontas.
Nunca fugiu a canseiras.
Estava sempre alerta em suas fronteiras.
Assim, o povo, sem olhar às falsas arremetidas.
Nem às loas e afirmações fingidas
O nobre Rei, continuamente aclamava.
E sentidamente amava.
À que ter cuidado com os ditos, muitos são loas perversas.
Sempre tidas como falsas conversas.
Atenção no ouvir das murmurações.
Que clamam por revoluções.
Pois tanto, podem querer enaltecer aventureiros.
Nacionalmente embusteiros.
Denegrindo honras e benfeitorias merecidas.
De homens que, pela Pátria, deram as suas vidas.
Devemos ter atenção às atoardas inventivas
E maliciosamente nocivas.
De espíritos sectários, sempre prontos a falsidades.
E aleivosas deslealdades.
Boatos de homens transviados.
No tempo, sempre odiados.
Rumores de homens vendidos.
No planetário boiar perdidos.
Os portugueses, dos anos MCMLX, por certo ainda boiantes.
Pois os tempos não são distantes.
E as dores, são muitas e bastantes.
A fazerem-nos sempre lembrados.
Tristes e dolorosas magoas, nos fazem recordados.
Dos acontecimentos desses anos, tempos imerecidos.
Meu Deus! Quantos não foram os desaparecidos?
Pátrios esquecidos.
No fruto de ontem, hoje, nacionalmente.
E lamentavelmente.
Muitos padecidos.
Restam pelo boiar estarrecidos.
A evocar os de ontem acontecimentos.
Causadores de tantos tormentos.
Começo pelas escaramuças transoceânicas.
Aos feitos das nossas proezas atlânticas.
As revoltas nas nossas ultramarinas províncias.
Fruto de internacionais ganâncias.
E de nacionais ingerências.
Causadas por arautos sem políticas competências.
Internacionalmente pagos para fomentar nacionais divergências.
Por todo o lado, havia camufladas ingerências.
A minarem às actuais Portuguesas falências.
As estudantis revindicações.
Talvez para fugirem às militares corporações?
E às suas nacionais obrigações.
Quem sabe, se por medo dos canhangulos?
Ou o peso dos alfarrábios, os tornou humanamente nulos?
Tristes eruditos, criadores de nacionais decepções.
E traiçoeiras abjurações.
Neste país de doutores doutorados.
De portais e janelas com tabuletas, a anunciar letrados.
Letras perdidas, sereis sempre o escrito, de tétricas recordações.
Sereis sempre, os diplomas das nacionais abjurações.
Vossas negras capas, serão sempre vermelhas de sangue inocente.
Convosco, a faculdade passa de docente a indecente.
Neste doutoral politicar incongruente.
Portugal politiza-se num repente.
Até o mais brutal analfabeto, é um político competente.
E logo, apelidado, socialmente baptizado de doutor ou engenheiro.
Para melhor se enquadrar no mandante retrato politiqueiro.
Com tanto politicar, extravasa o nacional chiqueiro.
Entre as forças armadas, gera-se alguma vivida displicência.
Causadora de muita maledicência.
O descontentamento no operariado.
Também foi, internacionalmente angariado.
Portugal, parecia um mundo contrariado.
Tristes e vergonhosos factos passados.
A renegar este Portugal, de egrégios antepassados.
Os factos, nunca permitiram esquecer, esses tempos amargurados.
E na conseguida, actual miséria e fome, tristemente recordados.
Hoje, mitigam homens ainda desvairados.
Pelos antigos tempos dourados.
E miseravelmente choram a sua inércia de calados.
A sua posição de acomodados.
Aos fazedores de boatos, por esses anos tão apregoados.
Por todo o lado, se ofereciam riquezas e amealhados.
Todos queriam sem trabalho, comer dos aforrados.
Por isso hoje, os políticos nacionalmente improdutivos.
Para comer, vendem os ouros, dos de ontem, políticos produtivos.
Enquanto o país, miseravelmente depaupera.
E o seu povo na fome, da política ignomínia desespera.
Mas os políticos, esses abutres, rapidamente enriquecem.
E da fome do seu povo, não se padecem.
Embarcam à caça dos arrecadados.
Como estrangeiros criados.
Por todo o lado, esgrimem traiçoeiros boateiros.
Mercenários arruaceiros.
Com estes apaniguados.
Pela cobiça politicamente treinados.
O cobiçoso mundo da finança, procurava novos mercados.
Novas formas de rápidos amealhados.
Sem canseiras nem tarefas pesadas.
Mas lucros e pagas avultadas.
Paraísos aos cobres roubados.
São pelas nações institucionalizados.
È um carregar de dinheiros pelas fronteiras.
Das novas finançeiras ratoeiras.
Pelas fraudulentas políticas oficializadas.
Para tanto, à que, desprestigiar as boiantes benfazejas governações.
Influenciar, políticas e sociais transformações.
O sistema económico, no ver dos magnatas, requeria alterações.
O vigente, não lhes facultava, extorsões e usurpações.
Nem fáceis corrupções.
Era então ver, por todo o mundo, os actuais políticos predadores.
À cata de magnatas penhores.
E como actores fantasistas.
Diziam-se das novas ideias apologistas.
E seus preconizadores.
Por todo o lado, farejavam dissimulados destabilizadores.
A dizer mal dos seus nacionais governantes.
Pois queriam ser eles os mandantes.
E a tanto, vendiam-se a quais queres apoiantes.
Que os eleva-se ao poleiro de senhores reinantes.
Brutal correr a nacionais riquezas.
Autentico boiar de avarezas.
Na força destas gananciosas mediocridades.
Sofre o planeta inúmeras calamidades.
Que se vão agravando, consoante se deterioram os ambientes.
Com políticas ambientais despropositadas e imprudentes.
Que de dia para dia, mais acentua e agravam a planetária habitabilidade.
Na história da boiante humanidade.
Nunca o boiar, atravessou tanta adversidade.
Por todo o lado, se ouviam renegados.
Políticos, a sujos dinheiros obrigados.
Diplomatas a angariar terroristas.
Que a bem das suas nações, os queriam ver nas outras, como estadistas.
Todas as nações, corriam a mais poder e influência.
A maior, mundial importância.
Fomentam-se guerras, por meras interesseiras desconfianças.
Motivam-se internacionais desavenças.
Para fomentar outros mercados, outras políticas crenças.
Mundo de agiotas.
Não passais de boiantes idiotas.
Presentemente emproados.
Mas o espaço, dar-nos-á outros tempos chegados.
E então, sereis universalmente condenados e anulados.
De todo o universal progresso desviados.
Nestas fraudulentas políticas de desvairados.
Entre a muita boiante ignorância.
Prometia-se este mundo, e ainda, outros inexistentes.
Mas tudo, eram promessas inconsequentes.
Que ultrapassavam, os possíveis planetários recursos.
Mundo de ursos.
A quererem mel sem abelhas.
As casas, constróem pelos alicerces, não se começam pelas telhas.
Mas quem é cobiçoso, não quer ver que é ludibriado.
Que vai ser espoliado.
Os magnatas, queriam era mais créditos.
E os políticos, a pança cheia, mesmo sem quais queres méritos.
E Portugal, a essa época, era um país abundante.
Motivo de internacionais conspirações.
Era um país invejado por muitas nações.
E nós, a ouvir falsos boatos, ficamos parados.
Extasiados.
Com cara de escandalizados.
A aplaudir os boateiros.
Os desordeiros.
Hoje, choramos, ontem, fomos incautos.
Aceitamos ouvir e enaltecemos os falsos arautos.
Acreditamos nos fáceis lucros prometidos.
Fomos gananciosos e ávidos.
Deixamos rasgar a bandeira.
Dizer mal de quem teve política obreira.
Acreditamos em falsas histórias de países, com povos encarcerados.
Aonde tarrafais, seriam paraísos desejados.
Acreditamos em boatos de países fechados, com povos mantidos calados.
Dentro de fronteiras repletas de cadeados.
Seguimos promessas, de filhos à Pátria moribundos.
De seres sem mundos.
A vaguear à cata de pessoais e melhores económicos fundos.
Que infelizmente, na boiante aprendizagem, vão aparecendo.
E o horizonte escurecendo.
Ouvimos intrigas, dos fugitivos aos bons princípios.
Para cairmos nos actuais horrendos precipícios.
Negamos honestos, honrados e humanos ensejos.
De Pátrios, prósperos desejos.
De quem tudo fez , em sonhos e despertos sentidos.
Para que, no mundo, fosse-mos respeitados e obedecidos.
Mantendo os seus povos dignos e libertos.
Deste ganancioso usurpar e politicar de incertos.
Que somente, querem expropriar e violentar.
Assim como, somente querem acorrentar.
Nações e povos, à violência de seus mercados.
Querem a seus pés, os desprotegidos subjugados.
Retirar-lhes o pouco que ainda lhes é sobrado.
Do tempo do prospero arado.
Não são senhores, de criar mundial riqueza.
São sim, abutres! A viver da boiante fraqueza.
Em boa fé, escondemos traidores sem merecimentos.
Dava-mos guarida a todos os pensamentos.
Por isso hoje, a Pátria, são lamentos.
Éramos um povo de piedosos.
Hoje, somos uma nação de idosos.
Rostos causticados.
Sem lágrimas, restam abandonados.
Andam perdidos desorientados.
Mas ontem, alegres e contentes, cantava-mos.
Ainda havia lágrimas, e chorava-mos.
Contentes ou não, os ministros aclamava-mos.
Não éramos animais políticos.
Nem das políticas analíticos.
Éramos gente de costumes serenos.
Sempre pedimos, do mal o menos.
Ao partir um braço, dizia-mos que, tínhamos dois braços.
E contentes, as melhoras, agradecíamos com amigáveis abraços.
Fossem lá, quais os pressupostos.
De alegrias ou desgostos.
Seguia-mos no boiar bem dispostos.
Éramos um povo de costumes brandos.
Prontos a acatar todos os comandos.
Não éramos dados a desmandos.
Éramos condescendentes.
Vivia-mos com todas as gentes.
Aceitava-mos de todos, seus credos e crenças.
Não procurava-mos desavenças.
Éramos Lusos, éramos diferentes.
Mas respeitadores de todas as gentes.
Não nos julgávamos importantes.
Vivia-mos na defesa da Nação.
De pequeninos, em casa, sentia-se essa estimulação.
Na escola, recebia-mos essa educação.
Na mocidade portuguesa, com brio, seguíamos o esclarecimento.
Do nobre Pátrio merecimento.
Enraizava-se em nós, o dever e a obrigação.
De a Pátria, servir com orgulhosa abnegação.
De respeitar os mais velhos.
E seguir os seus conselhos.
Claro que havia dissidentes.
Homens de ideias diferentes.
Alguns visionários.
Uns honestos, outros, traiçoeiros mercenários.
À cata de melhores honorários.
Em prejuízo, de quem cumpria, nacionais itinerários.
Para esses, havia a policia, as detenções.
As prisões, e os campos de concentrações.
Servir a Pátria, para alem de tudo, era nacional obrigação.
Era o imperativo da governação.
Mas todo o mundo, seguia esta política ordenação.
Com maiores, ou menores, penais agravações.
E punitivas condenações.
Aos insinuadores de enredos, e nacionais implicâncias.
Por todo o mundo, caiam, as judiciais políticas instancias.
Em alguns países, correspondia a prisão em negros buracos.
Até que, suas mentes e corpos, caíssem de fracos.
Em países de duras políticas.
Outras eram as praticas.
Em julgamentos sumários, decretava-se o fuzilamento.
Ou sugeria-se, ou fantasiava-se, o suicídio por enforcamento.
Ou o envenenamento.
O exaurir da vida, a sangrentos muros encostados.
Pois à Pátria, não eram prestados.
De todos os governantes, neste boiar era a unanime condenação.
Raras vezes, havia apelação.
O mundo não perdoava a traição.
O faltoso era sempre condenado, para servir de lição.
Mortes sem hinos, sem bandeiras.
Quantas canseiras.
Ideias que, poderiam ser boas à humanidade.
Mas foram caladas, sem piedade.
Quase sempre, sobrevive o injusto, para castigo do justo.
Mas também, foi castigado muito injusto.
Nem sempre o dono, come do magusto.
Mas também, quantos nacionais agoireiros.
Boateiros e arruaceiros.
Sem qualquer préstimos.
Nem nacionais ânimos
Escaparam à malha da probidade.
Para hoje, politicarem em tétrica leviandade.
Homens, a quem outras nações, pagaram os sujos políticos trabalhos.
Para nas suas próprias nações, fomentarem infundados sarilhos.
Traidores desirmanados.
Por ninguém amados.
As nações, pagam-lhes! Mas, querem-nos dos seus afastados.
Não se lhes fosse pegar o mal, destes homens desterrados.
Que em vez, das suas nações aclamar.
Andam pelo mundo a difamar.
São agentes indesejados.
Com os seus, não os querem misturados.
Estes casos, devem ser sempre lembrados.
Para recordar, volto a editar.
E para não esquecer a citar.
Um venho dito.
Aqui já escrito.
Já alguns antigos filósofos, em suas escrituras.
Afirmam idênticas posturas.
Assim do antigamente, hoje, subsiste.
E escrito, para ler e recordar existe.
Este filosofo pensamento.
De grande valimento.
Aos nossos traidores, temos o dever de fuzila-los.
Aos vossos traidores, não podemos ama-los.
Nem neles confiarmos.
Mas, a sua suja lide, somos obrigados a remunerarmos.
Resta-nos, paga-los.
E dos nossos, afasta-los.
Mas há governos pouco escrupulosos.
E extremamente ambiciosos.
Que o mundo, minam de forma silenciosa.
E insidiosa.
Os traidores, continuam incentivando.
Ao mal ensinando.
E traiçoeiramente armando.
Traidores que, nem dos seus são defensores.
Até de si próprios, são desertores.
Neste boiar, ainda desumanizado.
Por isso, tão penalizado.
Pois todos, do universo, não somos protectores.
Mas sim, boiantes agressores.
Por meras migalhas, das quais, pensamos ser possuidores.
Meu Deus, como a nós próprios, somos impostores.
Recordai, o escrito dos mendicantes.
A patrocinar mais indigentes.
Reconhecido como a "Carta" da autoria de teoréticos.
Ideólogos aos serviços dos soviéticos.
Que, pelos países ambicionados.
E cobiçados.
Andavam à cata dos desacautelados.
Mais fáceis de serem enganados.
Este escrito, tal conto de escarnecimento.
Só por si, prova a falta de discernimento.
E o quanto de fraudulento.
E enganoso, pode acontecer, a quem não é cauteloso.
E minimamente meticuloso.
No escolher e aceitar seguir boateiros.
Políticos candongueiros e trapaceiros.
Este escrito, hoje, está sobejamente desmistificado.
Ruiu! a sua prosa de belo edificado.
Aluíram os muros, abriram-se os cadeados.
Saíram os esfomeados.
Tristes miseráveis.
Boiar de lamentáveis.
Este apócrifo escrito, em Portugal, aos quatro ventos, foi espalhado.
E com tanto fausto, descrito foi, que logo, por alguns foi apadrinhado.
Mas este escrito, não foi lançado por devotos altruístas.
Nem por honestos estadistas.
Que Portugal, queriam ver melhorado.
Com o seu povo, mais bem remunerado.
A viver em liberdade.
E igualdade.
Não! Basta olhar para os dias de hoje, para saber o pretendido.
Deste híbrido escrito, tão difundido.
Os políticos, que assim, tão aleivosamente nos andavam a endrominar.
De bem nada queriam, somente ambicionavam enganar e minar.
Trazerem para cá, os seus cadeados.
Para o planeta, passar a boiar, com mais condenados.
Este escrito, foi o seguimento de estudos saturados.
Estratégias de mercenários, nas nacionais fronteiras infiltrados.
Caçadores de fortunas encapuçados.
Que corriam atrás das portuguesas abundâncias.
Das portuguesas ultramarinas províncias.
De todas as portuguesas abastanças.
Que neste boiar, eram humanas esperanças.
Em todos os horizontes, haveres e credos, pelo boiar espalhados.
E com Portugal, A Deus, agradecidamente ajoelhados.
Mas destas fortunas, muitos eram os cobiçosos.
Assim, tais animais sequiosos.
Com astuciosos ditos, a elas, espreitam desejosos.
Não como na Hungria, com tanques e morteiros.
Aqui, querem entrar sorrateiros.
Usando da astúcia, como ratos escondidos.
Esperam pelos desprevenidos.
A finalidade, é enganar os desapercebidos.
Os do país, mais queixosamente aborrecidos.
Tão belos eram os trinados.
Que, todos deixavam abismados.
Simplesmente encantados.
Este escrito, era pleno de atractivos.
Forjado num país, de povos cativos.
Assim, ao sistema, seguidores silenciados.
E coercivamente obrigados.
Nesse país de aprisionados.
O simples requerer, a pessoais documentos.
Tais como passaportes, para facilitar internacionais deslocamentos.
Era impensável, neste país, de tantos encantos apregoados.
Mas com tantos enclausurados.
E quem tentava fugir, aos tão divulgados atractivos.
Logo os algozes, lhes caiam em cima, severamente punitivos.
Não podia haver fugitivos.
Todos de uma ideia, um pensamento, eram cativos.
A lei vigente, era só uma política filosofia, um governo um pensamento.
A administrativa doutrina, somente permitia um filosófico seguimento.
Tudo tinha que ser cinzento, consoante a filosofia do momento.
Deixemos este tormento.
Voltemos ao boiar, deixai de sonhar. O boiar, tem que trabalhar.
Por mais que as ideias, se venham na confusão a baralhar.
Observai, vagueai, recordai, lançai pelo mundo o vosso olhar.
Chorai! E no que ainda vos resta de dignidade.
E de respeito pela humanidade.
Sentireis a sensação de envergonhados.
Muitos dos vossos filhos, já vos dão por culpados.
Pois cedo viram, que foram enganados.
À triste recordação de tantos aprisionados.
Rocambolescos, reais e patéticos vividos factos.
Depois, deste exercício, aos tempos transactos.
Contai, com calma, nos anos de MCMLX, quantos eram os soviéticos.
Atenção! Não contam os diplomatas, os policias, nem os políticos.
Se viam por este mundo, em esplanadas sentados?
Risonhos e descansados.
Vá, divulgai os contados!
No vosso recordar registados.
Notai, dos poucos, a esse inferno fugidos.
Eram sempre prosseguidos.
Livres, continuavam, submissos e ameaçados.
Pois à Pátria, estavam ligados.
E lá, restava a família aos sofrimentos.
Aos punitivos tormentos.
Por terem um desertor, entre os seus familiares elementos.
Vá, continuai como meus convidados.
Não vos fazeis rogados.
Verdades, são verdades.
Eu sei que, sempre são amargas as realidades.
Mas este boiar, não vive de contos apócrifos.
Nem de necrófagos grifos.
Descei até ao cais, olhai o colorido de marinheiros.
Como em tantas línguas eles são companheiros.
E galhofeiros.
Os seus países, em seus rostos estão reflectidos.
Em seus movimentos e gestos, eles são destemidos.
Uns, festivos, ás namoradas agarrados.
Alguns a cantarolar embriagados.
Outros, com os estivadores em alegre conversação.
Tratam de possível contrabandista negociação.
Ou indagam, por melhores tavernas e bons petiscos.
Querem diversão, não são ariscos.
Olhai agora aqueles navios cinzentos!
Olhos desconfiados, olhares atentos.
Notai, em seus portalós, homens agrupados.
Até, mesmo entre si, calados.
Tristes filas de marinheiros.
A navegar como prisioneiros.
Amarrados, aguardam os seus políticos comissários.
Algozes plenipotenciários.
Guias e policias, destes breves e exíguos passeios.
A que vêem tantos receios?
Quando os seus navios, no estrangeiro estão atracados.
Navios, pela tristeza, dos restantes destacados.
Assim, eram estes marinheiros tratados.
Para não haver fugas, falas ou descuidos.
Pois sempre, à curiosos ouvidos!
Assim, só lhes era permitido sair policiados.
Pela Pátria política, navegavam manietados.
Mas havia quem, os cantava como um povo, que vivia ricamente.
Num paraíso de alegria, liberdade e sustento abundante.
A onde tudo cantava alegremente.
Com ferias pagas na Sibéria, para patinar livremente.
Voltando ao escrito de dedáleos floridos.
E tão luminosamente coloridos
Como era doce, ao pobre, ouvir esses cânticos.
Sonhos fantásticos.
Odes a um país cheio de encantos.
Sem prantos.
Como seria bom o mundo sem espinhos.
Tudo vivido em cor de rosa, como nos mais belos sonhos.
Um mundo sem Pides, KGB, CIA, e muitas mais secretas.
Que por ai andam, algumas vezes, paradas, discretas.
Outras vezes, camufladas, encobertas, mas laboriosas.
E muitas vezes, a governamentais mandos criminosas.
Mas desgraçadamente elas, ainda são imprescindíveis.
Muitos governos, é que são desprezíveis.
Aos Pátrios prosseguimentos.
E humanos melhoramentos.
Fronteiras de tantos sofridos.
A quantas misérias por elas foram padecidos.
Mas dever sagrado é defende-las
E protege-las.
Os governos, nem sempre são à Nação, os seus ouvidos.
Nem a ela, muitas vezes, são queridos.
Às vezes, até são, os piores inimigos.
Autênticos nacionais castigos.
São factos, registados, observados.
E a história, muitas vezes, dá-os lembrados.
Mas, se os feitos, às fronteiras e aos povos, forem proveitosos.
Prósperos e honrosos.
O mundo, os trará sempre recordados.
Em cada momento do seu boiar, a novos estados.
Serão celebrados.
Canhões, e gritos, fuga de libertados.
Cordas de enforcados.
Nunca mais serão prestados.
Fardas em heróicos movimentos.
Navios aos ventos
De outros tempos glórias
Honras e vitórias
No cais as lágrimas restam
Enquanto os navios as tropas afastam
Lenços brancos oscilam
Mas as gentes não vacilam
Neste Pátrio horizonte de Nação imarcescível
Até outro horizonte desta mesma Pátria imperecível
Jovens, a estes anos gerados.
Com anos de conflitos esperados.
Alguns fugiram, serão sempre ausentes.
Mas outros, ficaram! Valentes, à Nação foram presentes.
Jovens que, como Nação, ao ultramar foram constantes.
De corpo e alma valente.
Sofreram, mas gritaram presente.
Mesmo nestes momentos angustiosos.
Até mesmo insultuosos.
E duramente conflituosos.
Não estavam devidamente preparados.
Nem com armamentos adequados.
Mas com coragem, e engenho, tudo se levava de vencida.
E a Pátria, seria mais uma vez obedecida.
Não fossem as artimanhas, das guerras de brancos colarinhos.
Que em tudo semeavam espinhos.
Em contos de apócrifos eldorados.
Para a ocasião programados.
Por agentes infiltrados.
Enquanto muitos, pelos matos, caminhavam a Pátrias glórias.
E nacionais honrarias.
Os infiltrados, com ditos maliciosamente elaborados.
Denegriam a Pátria dos esforçados.
Ditos estrategicamente metralhados.
Mais dolorosas, não eram as balas, dos terroristas revoltados.
Assim chamados, nesses tempos, por generais e jornalistas.
E por alguns políticos estadistas.
Hoje, pelos mesmos homens, são tidos por nacionalistas armados.
Por quem serão amados?
Ou, serão só os tempos, da caça aos amealhados.
Homens falhados.
Sem a paz de pombas brancas.
Originam brutais broncas.
Negando soluções a dias mais prósperos.
Pois tudo o que se seguiu, foram sangrentos desesperos.
Foi o desencontro das criações.
Foram as Pátrias negações.
Foram os cantares das traições.
Libertos, pretos e brancos, entre as amigas populações.
Injectavam maldições.
Tanto civis como fardados.
Analfabetos ou doutorados.
Com outras ideias outros interesses.
À espera de melhores benesses.
Injectavam a quem a Pátria defendia.
E pela Pátria, dava a vida, e não se rendia.
Com propostas subversivas.
Com falas evasivas.
De ideias destrutivas.
Eram de negros rumos, os fomentadores.
Os boateiros apregoadores.
Os quais, minavam brancos e negros, com ditos bem arquitectados.
Estrategicamente bem estruturados.
E ditos, em situações de desesperação.
Quando se procurava a conciliação.
Da revoltosa situação.
E se andava pelo mato, em constante mortificação.
E nos momentos mais negros, logo os ditos eram apregoados.
E aos nossos ouvidos injectados.
Tais como: África é dos negros, e nós aqui arriscados.
A defender os machambeiros, fascistas abastados.
A perpetuar os salazarismos.
E o seu político sistema de fascismos.
A proteger os homens dos cafés, do cacau, e dos coqueiros.
A tutelar os negreiros.
Os fascistas dos dinheiros.
Fúnebre miséria, fomos desconfiados.
Não fomos atilados.
À traição vacilamos.
Pelo mal claudicamos.
Acreditamos em renegados.
Em parasitas, que hoje, andam fartos e regalados.
E pelas africas, mantêm escravizações a pessoais eldorados.
Por isso, tanto africano foge, deste novo tormento.
Pois não vislumbra nem a mais pequena hipótese a minguado sustento.
E nesta quase só, por vontade de Deus, ainda Portuguesa Nação.
Que por tantos, sofreu tanta falsa difamação.
Quantos empresários? Aqui comercializam produtos de outras nações?
Mas em paraísos fiscais, implantam as suas administrações.
Para fugirem às nacionais contribuições.
Motivando no país, gravíssimas económicas disfunções.
Quantos políticos? Negando!
Amplamente e claramente demonstrando.
Falta de confiança!
Na sua política liderança.
Na política que, aos portugueses, afiançam ser de prosperidade.
De dinamização e florescente viabilidade.
Depositam os seus dinheiros em bancos de estrangeira nacionalidade.
Em estrangeiros paraísos bancários.
Que muitas vezes, garantem o anonimato dos seus depositários.
Para não se saber, quais são os montantes depositados.
Das fortunas, das mais valias em dinheiros, da nação retirados.
Que esses senhores, auferem no estrangeiro, em contas confidenciais.
Muitas vezes, sem terem passado, pelos legais tramites cambiais.
E às escondidas, ainda gozam, dos que foram aldrabados.
Alguns até dizem, é a nossa altura de comer, vamos aos arrecadados.
E assim, ficamos depenados!
Não vimos que dependia-mos.
Dos bens que defendia-mos.
O nosso povo, searas e arados.
A história, dos que, ao boiar foram mais chegados.
Séculos de conquistas, nacionalmente perseveradas.
E nacionalmente com as cinco quinas embandeiradas.
Infelizmente hoje, porque escutamos.
E, indecisos, paramos.
Portugal, resume-se a castelos e monumentos.
Sem lusos sentimentos.
Sem políticas de benfeitorizados rendimentos.
Com estes novos governantes.
Portugal, transformou-se num país de pedintes.
Caímos para o lugar dos europeus mais paupérrimos.
A viver de subsídios e empréstimos.
Todos os outros países, se nos adiantaram.
Com a Europa prosperaram.
Nós, com tanto político poliglota, empobrecemos.
Com a Europa, orgulhosamente acompanhados, retrocedemos.
De cavalos, passamos a burros, sem recursos nem alimentos.
Todos à espera de financiamentos.
Vivemos, com as praças abandonadas.
Por nós próprios minadas.
Solares, outrora de nobres.
São hoje casebres.
Ruínas a mendicantes.
Ou esconderijos a traficantes.
Alguns, passaram a turísticos dormitórios.
E outros, de tão arruinados, são mal pestíferos mictórios.
As nossas propriedades, aos nossos solos são poluição.
Sem produtiva fruição.
Por todo lado, se vive nacional destruição.
Com estes governos de satânica e maligna intuição.
As fabricas, são temporariamente abertas, a internacionais proveitos.
Em políticos, arranjinhos e jeitos.
Algumas, até merecem fiscais benefícios.
Neste viver de política arteirice e artifícios.
Os lucros, de tais fabriquetas, longe são depositados.
Noutros países guardados.
Para por eles, serem aproveitados.
E com mais força, espezinharem, os pequenos desgraçados.
Que, nos escombros das fabricas, ficam pendurados.
Gastos os mercados, as fabricas, deixam os nossos desempregados.
A viver de solos contaminados.
Neste país de desgovernados.
A Portugal, resta o campo, a poeirentos passeios.
E a melancólicos devaneios.
Para quem gosta de matos queimados.
Mas, se quiserem, visitar alguns ainda estrumados.
E ver azinheiros e porcos a comer bolotas.
Tereis que ser poliglotas.
Dos oceanos, mares aos nossos grandes paquetes.
Restam-nos as poluídas praias, para corporais brilharetes.
Desnudados em biquinis brasileiros.
E bronzeados com cremes estrangeiros.
E óculos de imitação de fabricos candongueiros.
As docas, dantes a navais ocupações.
São hoje, discotecas e tascas a turistas distracções.
As africas.
Outrora ricas.
Produtivas e abundantes.
Embora com muitas vidas diferentes.
Não viviam ontem, tantas calamidades.
Tantas crueldades.
Tantas adversidades.
Como as que vivem actualmente.
Sem o europeu mandante.
Sem o integrado branco colonizador.
Hoje, vive-se lá mal, na força do ausente explorador.
Que de longe, negoceia a pouca produtividade.
E incentiva, cruel mortandade.
Para vender os seus armamentos.
E comercialmente impor os seus mandamentos.
Pois a África, continua como região de riqueza.
Mas na nociva e interesseira ingerência, a viver muita pobreza.
Por todo o lado, há conflitos e famintos refugiados.
Mas os políticos, vivem sobejamente abastados.
Sem que as riquezas, dentro das devidas proporções.
Sejam equitativamente distribuídas, pelas miserabilistas populações.
As quais, vivem inúmeras dificuldades, em vergonhosas privações.
Enquanto os lideres, vivem lauta sumptuosidade.
Entre tanta populacional adversidade.
A qual, politicamente desamparada.
Sem forma de assim ver a vida melhorada.
Para fugirem a tantas desditas.
E sortes malditas.
Tudo arriscam para sair deste Averno
Deste actual africano inferno.
Tentam clandestinas imigrações.
Em barcaças sem quaisquer condições.
Quantos afogados? Somente porque à vida queriam ser agregados.
Queriam trabalho! Queriam ser empregados!
Queriam os seus amados!
Vidas de enganados!
Que também queriam ser respeitados.
Mas nas novas políticas, pelo mundo, foram rejeitados.
Talvez até, seja bem pior, pouco nos é dado ao conhecimento.
Mas barcos e corpos, pelas praias vão aparecendo em busca de alimento.
E pelas picadas africanas restam esqueletos.
A pairar na berma das estradas como agoirentos amuletos.
De governos, ONU, e mais organizações humanitárias, vivos espelhos.
Que no vazio de seus direitos, a morte esperam de joelhos.
Mas, voltemos aos tempos passados.
Quando por África, havia colonizadores presentes e interessados.
Trabalhadores a África arreigados e radicados.
Recordemos os tempos das africanas campanhas.
Manobras estranhas.
Muitos militares, às cidades, eram aquartelados.
Mas outros, coitados.
Levavam com as canhanguladas.
Nas matas, dadas a brutais ciladas.
Caminham nas picadas, de matos profundos.
Desconhecidos e ferinos mundos.
Muitos, nem viam as capitais das províncias.
Eram logo empurrados para as matas, das canhanguladas violências.
Mas eles lá andavam, carregados com a solidão e morteiros.
Caminhavam prazenteiros.
Eram militares ordeiros.
Pena que, em Lisboa, reinassem desordeiros.
Porque nos ultramares, as pessoas eram à Nação.
Às Cinco Quinas, sustentavam gloriosa e honrosa afirmação.
Com incipientes bélicos instrumentos.
Impunham os seus nacionais valimentos.
E assim, pelos matos, viviam os nacionais tormentos.
As caixas da E 20, restam em seus bolsos. é o campal sustento.
Sofrido e enlatado alimento.
Servirá de merenda, quando sentados.
Das marchas cansados.
À sombra dos embondeiros.
Até novo estrondo dos morteiros.
Levantar-se-ão os que escaparam dos certeiros.
No meio de tantos perigos.
Assim, restavam a descansar, camuflados aos de fora inimigos.
Mas desprotegidos dos que, julgam amigos.
Nestes tempos, as emissoras, ao serviço dos adversários.
Em seus falaciosos noticiários.
Continuamente, Portugal, e o seu governo, desacreditavam.
As tropas minavam e Insultavam.
Lançavam para o ar, em Portugal, tudo são falsos palavreados.
Fantasiados fraseados.
Arquitectados pelos assalariados Salazaristas.
De índoles fascistas.
Os quais, para calar os menos abastados.
E os manter sossegados.
Na defesa dos mais endinheirados.
Com futebol e fados, anestesiam os desgraçados.
Escondendo assim, as Salazaristas realidades.
As pidescas criminalidades.
Do regime fascista Salazarista.
E da sua militar e financeira elite oportunista.
Hoje, os de ontem, facciosos revoltosos.
Instalados em seus ditos insultuosos.
Entre si contraditórios.
Mas todos, para os seus bolsos, largamente finórios.
Em afirmações de contextos gravíssimos.
Em faltas a legalismos e honestos formalismos.
Com palmas e gritos, restam aos salários.
Como políticos operários.
Nos de ontem palácios instalados.
Com chorudos ordenados.
Vivem protegidos e defendidos.
Na força dos novos grupos secretos, por eles constituídos.
Vivem de privilégios e imunidades.
Governamentais e diplomáticas, e mais judiciais formalidades.
De políticos sem nacionalidades.
Que acharem úteis às suas necessidades.
Nestas condições, de tão nocivas governações.
A boiantes humanas negações.
Os governos, somente pelos seus partidos são aplaudidos.
Mas muitas vezes, por ganâncias internas, são preteridos.
Até mesmo enxovalhados.
Miséria, sem humanos e sóbrios, políticos estados.
Estes senhores, hoje, somente a si prestados.
Atordoam aos portugueses os ouvidos.
E os sentidos.
Com fados, e futebol comercializado.
Até já, com ministro oficializado.
Mas como nunca, tão escandalizado.
Estes programas, hoje, assim no ar difundidos.
E por muitos jornais distribuídos.
Não são, aos mesmos homens, sistemas falaciosos?
Nem politizados métodos artificiosos?
E como nunca, os políticos, destas novas nomeações.
E catastróficas governações.
Que ontem, gritavam escandalizados.
Contra tais métodos que diziam ser politicamente organizados.
Como nunca, à roda dos chuta na bola, andam oficiosos.
Envaidecidos e cerimoniosos.
É o que temos!
Esses homens, hoje, infelizmente conhecemos.
Será que os merecemos?
Voltemos aos tempos passados, a outros assuntos radiofónicos.
Também de maliciosos difundidos políticos.
No mato, trepa-se com as antenas, aos embondeiros.
De Moscovo, ouve-se a rádio, rádio dos verdadeiros.
Segundo os políticos boateiros.
Eram sempre os mesmos fraseados.
Desprestigiantes palavreados.
De portugueses, da Pátria afastados.
Eram à Pátria embusteiros.
Estes interesseiros falsos boateiros.
Recordai, uma das muitas noticias, desses trapaceiros.
Os soldados de Salazar, do fascismo mercenários.
E ao fascismo sectários.
Pagos a peso de ouro, massacram os povos africanos.
Boateiros de tétricos enganos.
Mentirosos, os factos são ínclitos!
Não escondidos ilícitos.
Os vossos bolsos, são a prova destes caluniadores!
Recordai os vossos prés, sereis vós os impostores?
Sereis vós criminosos.
Meu Deus! Quantos sacrifícios honrosos.
Sofreram muitos dos nosso militares.
Quantas vidas, choradas em africanos altares.
Não sejais agora, sectários.
Aonde está o ouro? Saíram da tropa milionários?
Os meus bolsos vazios, desmentem por si, estes criminosos noticiários.
Se tivéssemos, procuradores da republica honrosos.
E no combate ao crime, fossem minuciosos.
Não havia tantos caluniadores com boa renda.
A comer da nacional fazenda.
Se, ainda recordais o magro pré, e os sacrifícios.
E os muitos sofridos suplícios.
Gritai alto os vossos direitos.
Quem ficou com os proveitos?
Em tribunal, requerei os ouros merecidos.
Mundialmente e genialmente, fraudulentamente difundidos.
Infelizmente para os militares activos.
Os prés, não eram assim tão efectivos e atractivos.
Os salários, nesse tempo recebidos.
E sacrificadamente vencidos.
Por alguns em artes de magia amealhados.
Eram bem diferentes dos valores divulgados.
Se bebe-se-mos umas bazucadas, logo ficava-mos sem trocados.
O certo, com dor, resta para vermos.
E mundialmente temermos.
Destes insultos traiçoeiros.
Perpetrados por profissionais arruaceiros.
Pagos por nações, com governos desordeiros.
Restam nas Africas, corpos famintos de crianças.
Sem vividas esperanças.
Morrem dos ditos prolixos, desamparados.
Pelas nações da fraudulenta mentira abandonados.
Crianças soldados, marcham descalços.
Por caminhos de tétricos percalços.
De armas nos braços.
Seguem sem maternos regaços.
Outros sentados, olham das pernas os cotos entrapados.
Que lhes foram amputados.
Minas, e mais minas, à morte tétricas sementeiras.
Campos de mortíferas ratoeiras.
Já não há espaço à mandioca, findam as comezainas.
Acendem-se as militares fainas.
Na força dos traiçoeiros difundidos.
Que alguns deu confundidos.
No continente com a miséria latente.
O povo não anda contente.
Com os vulgares concorrentes aos ministérios.
Sem nacionais critérios.
Restam os discursos empobrecidos.
Feitos no acordo aos traiçoeiros difundidos, sobejamente vencidos.
No meio de todos os perdidos.
Os portugueses, infelizmente, continuam um povo de imigrados.
Mas agora, com estas políticas, não respeitados.
E cada vez mais, e mais esfomeados.
Andam por essa Europa, como nunca escravizados.
Olhai os lucros, de termos ficado parados.
Ao darmos ouvidos, aos difundidos arrazoados.
Apregoados por agitadores renegados.
De finórias subtilezas.
À cobiça das Pátrias riquezas.
Tenebrosos lindos cantos.
De falsos encantos.
De cantores, com a realidade desafinados.
Arautos de amargos resultados.
Mas bem treinados.
Em seus trinados!
Hoje, os seguidores destes excomungados.
Que deixaram enforcar estatuas de egrégios.
Nacionalmente régios.
Na opulência, demarcam os seus êxitos.
E abafam os seus de ontem, fraudulentos gritos.
No nacional empobrecimento, dos seus cantares eversivos.
E nacionalmente subversivos.
Enquanto, o saqueado ouro, depositam em contas fantasmas.
Sem respeitarem o sofrimento das trabalhadoras almas.
Que tanto sofreram para angariar pecúlio condigno.
Conseguido no fruto, de trabalho hercúleo e digno.
Hoje, neste país sem nação, abundam os sofredores.
Os secos e mirrados frutos, são tristemente esclarecedores.
De como ao escutarmos estes inúteis, fomos pecadores.
Da Nação, fomos os incautos destruidores.
Olhai as flores nos campos, não estes, nestes mandos, desertificados.
Nacionalmente poluídos e anulados.
Os de ontem! Quando ainda validos e pacificamente floridos!
Quando ainda nacionalmente respeitados e queridos.
E guardados por nacionais soldados.
De armas municiadas.
Que à Pátria eram dadas.
Sempre prontas e sacrificadas.
Meu Deus! As armas, foram à Pátria abandonadas?
Tantas vidas serão choradas.
Nacionalmente lembradas.
A mão, força ao corpo, abre os dedos.
Não são medos.
São pressentimentos.
De quem espera tormentos.
É prossecução de corpóreos sentidos.
São sentimentos consentidos.
O crucifixo, firme inamovível.
Na mão invencível.
Resta na alma o seu Cristo.
Um dia no Céu será visto.
Na outra mão. Bandeira e credo.
Meu Deus! Da Nação, não me arredo!
Resta o hino no coração.
E à voz, bem a oração.
A modular por todo o universo.
Uníssono planetário verso.
Que clama pela Nação.
À Santíssima Virgem em pungente oração.
As lágrimas, aos olhos fenecem.
Os corpóreos órgãos, já não padecem.
Lábios secos, em mortos ritos.
Sem aflitivos gritos.
Nação! a vós, as minhas mãos ofereço.
Se por vós, vos mereço!
Vamos voltar ao passado em nova incursão.
Entremos em mais esta remota excursão.
Por volta de MCXX, a península ibérica vivia em amotinação.
Era constante a confrontação.
Por todo o lado surgiam reais oposições.
Todos, queriam fazer valer as suas posições.
D. Urraca, a fazer frente às de D. Teresa, dissenções.
Invadia o condado com forte militar dispositivo.
Mas por outros dissídios, de mais urgente imperativo.
A paz, propõem a D. Teresa, a qual fica surpreendida.
Pois já se via perdida.
Quando no castelo de Lanhoso, por má sorte sitiada.
Se encontrava refugiada.
E pela irmã vencida.
Mas a sorte, foi-lhe merecida.
E assim, o condado, continua a territorial ampliação.
No entanto, internamente, entre os fieis a Portugal, reinava a consternação.
Pois a volta de D. Teresa, crescia galega influência.
Fernão Perez, é armado conde de Portugal, com grande deferência.
Pompa e magnificência.
Por D. Teresa, vontade e consciência.
Esta situação, de amores, galegos deferimentos e reconhecimentos.
À portuguesa nobreza, cria sentidos descontentamentos.
No ceio dos portugueses Infantes, gera-se certo ressentimento.
Em MCXXVI, morre D. Urraca, por seu falecimento.
D. Afonso VII, é coroado. No reinado desta nova coroação.
O Rei, pretende dar ao reino, a força e paz da unificação.
Assim, Afonso VII, contra o condado avança de arremetida.
Tão grande força, não é pelos do condado contida.
E D. Teresa e D. Afonso Henriques, para Guimarães vão de retirada.
Situação aflitiva e desesperada.
Nada se dá por escapado a esta força de retaliação.
Que impõem ao vassalo, prestativa resignação.
Com esta força, o castelo é cercado.
Mas Egaz Monis, de D. Afonso Henriques, aio dedicado.
Perante Afonso VII, de corda ao pescoço, em sinal de vassalagem.
Foi garantir, por palavra e honra, a do condado menagem.
E assim, o cerco é levantado.
Mas o condado continua, como vassalo limitado.
No entanto, D. Afonso Henriques, vai ganhando apoiantes.
Forças importantes.
D. Teresa descontente.
Que na Galiza se encontrava com o seu galego pretendente.
Organiza com galegos, um exercito, e com Fernão de trava, à sua frente.
Marcha sobre S. Mamede, para lutar contra seu filho, e seus simpatizantes.
A vitória sorri aos portugueses Infantes.
Esta vitória, foi a primeira pedra à Portuguesa fundação.
O culminar da Portuguesa grande Nação.
Estes baixos e altos.
Desencontrados saltos.
De históricos enxertos.
Porventura nem certos.
Têm por finalidade.
A actual realidade.
Os actuais ditos e mexericos.
A mesquinhes dos actuais polémicos.
Que procuram, por todos os meios, o que é nacional, desvalorizar.
Ferinamente ridicularizar.
Quando seria axiomático que a Pátria glorificassem.
E honradamente enaltecessem.
Mas infelizmente, muita gente, tem diferente comportamento.
E até aos seus, nega e duvida do devido valimento.
Enquanto, todas as outras nações, os seus valorizam e glorificam.
Algumas, até antigos piratas, fortificam.
E promovem a almirantes, e assim os dignificam.
Em Pátrio blasonar.
Nacional abonar.
Mas nós, por cá, somos diferentes.
Boiamos indiferentes.
Cada vez, com mais analfabetos.
E mais incompletos.
Mas sempre, prontos para denegrir, e ovacionar.
Toda e qualquer palhaçada que à nossa frente se ponha a contorcionar.
Mesmo sem, raciocinar.
Para bater palmas e mexericar.
E a tudo politicar.
Somos os primeiros.
Não temos parceiros.
Somos estranhos.
Algumas vezes, até tacanhos.
Se corre um boato, que os nossos vem a enegrecer.
Ainda mais a escuridão acentuamos, para o escurecer.
Diz-se que, D. Afonso Henriques, a Senhora sua mãe, maltratou,
Cruelmente desbaratou.
Nela bateu e injustamente lesou e prejudicou.
E logo, este pacóvio povo, no boato, o Rei crucificou.
Sem verem que, estão a denegrir a história da Nação.
A abonar o desejo de quem almeja a nossa anulação.
E assim, divulgam os pacóvios em jocosa exclamação.
Isto é um país, de maus começos, sem boa abonação.
Um Rei, que vate na mãe, não merece a coroação.
À até, à quem diga que, D. Afonso, foi trocado à nascença.
Por falta de sadia e fortalecedora esperança.
Por um filho de Egas Moniz, o seu tão honrosamente falado educador.
E perante D. Afonso VII, seu abonador.
Em fim, não se abona o construído.
O Pátrio conseguído.
Segue-se e propaga-se o boato que, nos vai dando como diminuídos.
Como uns pobres coitados, sem honrosos erguidos.
Até parece que, já quiseram de D. Afonso, exumar as ossadas.
Talvez para admirar a real mão que, esgrimia tão longas espadas.
O certo, é que, D. Afonso Henriques, construiu. Una Nação, fundou!
A qual, na actualidade, em falso boato, a abrilada afundou.
Pouco me importa, se ele, era pirata, maltês ou conquistador?
Uma coisa é certa! Por Portugal, foi lutador!
Esta terra amou e conquistou.
E ao mundo, como Nação registou.
Mas os mal dizentes de agora, dividiram criminosamente.
A conquista desse Rei, a Portugal, valente.
Não quero aqui, descrever todas as conquistas audaciosas.
Que ao reinado de Portugal. foram preciosas.
E por este Grande Rei, concluídas.
E a Portugal, incluídas.
D. Afonso Henriques, foi um gigante, entres os gigantes.
Que neste boiar, se agiganta, no continuo nascer de novas gentes.
Neste reinado, muitas foram as conquistas, a rememorar.
Vamos começar por balancear, como se estivéssemos a comemorar.
D. Afonso Henriques, Senhor de grandes conquistas e glórias.
De nobres e heróicas memórias.
Em MCXLVII, Santarém, aos sarracenos é conquistado.
É mais um castelo a Portugal, prestado.
Lisboa, sobre o Tejo, era um sonho a alcançar.
À sua conquista, tínhamos que avançar.
Assim, aproveitando uma armada de cruzados.
De passagem para a Síria, mas em Lisboa ancorados.
Logo D. Afonso Henriques, os fez interessados.
Aos seus planos de Lisboa conquistar.
A este plano, todos os cruzados, se vieram a alistar.
Pois as condições eram proveitosas.
E a divisão dos despojos vantajosas.
São alemães, ingleses, flamengos e normandos, tudo homens armados.
E a estas lides habituados, e militarmente vem treinados.
O cerco, vence aos moiros, a heróica resistência.
Ao fim de quatro meses, tornava-se impossível a persistência.
A fome, foi a causa da capitulação.
Lisboa, era assim ocupada, mais um castelo à portuguesa Nação.
Portugal, conquista maior afirmação.
Sintra e Palmela, submetem-se à coroa sem apelação.
Alcácer do Sal, Beja, tudo são castelos de portuguesa ocupação.
D. Afonso Henriques, Muito para sul do Tejo, o seu território distância.
A demarcar a Portuguesa dominante existência.
Tantas foram as vitórias.
Que nunca findarão nas universais memórias.
Em MCLXX, D. Sancho, é pelo Rei, Senhor seu p
 
UNIVERSO PORTUGUÊS 3ª Parte

POLÍTICAS CONTAS

 
 
POLÍTICAS CONTAS

Contas e mais contas.
A quanto tu montas?
Multiplicas, diminuis ou somas?
Neste mundo, sem contabilisticos Axiomas.
De que nos serve a adição?
Se da mesma, não há aferição.
E talvez nem, corresponda ao conteúdo da facturação.
Abstracto calculo de burlesca imaginação.
Coitada da diminuição!
Sempre a fugir da contribuição.
No entanto, são números belos.
Interessantes duelos.
Aritmética esgrima de valores.
Com os menores a tirar dos maiores.
Sempre atrasada para a raia miúda, surge a multiplicação.
Barriga a maior usurpação!
Mas, não passa, de um calculo descabido.
E nunca se sabe, se foi pago ou recebido.
Nem aonde resta o produto
Do multiplicado conduto.
Ou o sacado escondido.
E fraudulentamente dividido.
Divisão! Somente trabalhas a votos!
Por este mundo, ainda tens poucos devotos.
E assim, neste esférico, aprisionamento.
No todo circular movimento.
Lá passamos dos lineares aos esféricos abismos.
Mas sempre a trabalhar com algarismos.
Caminhamos dependentes de muitos conformismos.
Pessimismos e optimismos.
E como redondo é o mundo.
E o universo vasto e profundo.
Da plana aritmética.
Passamos à trigonometria esférica.
Cálculos e mais cálculos.
Do lápis nas mãos, os calos.
No chão, da borracha a suja poeira.
E os resquícios de encoberta roubalheira.
O mundo, é uma política ratoeira.
Nesta imposta ignorante restrição.
Sem absoluta matemática condição.
Ainda nos empurram com as fracções.
Com um numerador a pressionar as acções.
Administrativamente, é sempre o pagante, o fraccionado.
Dividido, para melhor ser enganado.
Com tanta equação
E maldosa operação.
Ainda há contas com logaritmos.
E derivados de mesmos ritmos.
Vectores, sem humanos segmentos.
Mas na força, de corrupto lápis, causadores de muitos sofrimentos.
Neste correr aos expoentes, instauram-se as potências.
Sem humanas abrangências.
Sejam elas, estrangeiras ou nacionais.
As numerações nunca são racionais.
Que mundo de números complexos.
Sem humanos amplexos.
Políticos, números irracionais.
Sempre com equações polinomiais.
Como sois infernais!
Com vossas insolúveis incógnitas.
Virgulas de produtos de miseráveis marmitas.
Sem a força de factores determinantes.
Que sejam operativos a todas as gentes.
Sereis sempre ao universo, maldosas tangentes.
E da vida, a traiçoeira secante.
A morte fulminante.
Que, transformará este mundo, em planeta errante.
Entre tantas nefastas variantes.
Ainda se criam mais matemáticas componentes.
Tantos são os degradantes números, a quererem ser presidentes.
E como a alta finança, lhes proporciona essas perspectivas.
Juntam-se os factores da corrupção, às eleições administrativas.
Tudo são cálculos e estimativas.
Forjam-se falsas estatísticas.
Para eleger ultrajantes e calculistas políticas.
Distorcesse o cálculo integral e diferencial.
Para se ser eleito, neste político manancial.
Enquanto as populações, vivem fatídico decréscimo.
E os políticos, económico acréscimo.
Nunca um teorema, foi tão acertado e evidente.
E assim, entre parentes, enrica o político indigente.
No meio de tantas equações algébricas.
E palhaçadas tétricas.
Rufam os tambores
E dançam os aduladores.
E no êxtase das falsas numerações.
Fazem-se novas validações.
Mas, não passam de números, sem humanas soluções.
E por se esquecerem, antigas matrizes.
Na terra, vão secando as raízes.
E como a raiz quadrada.
Ao esférico, não é equilibrada nem enquadrada.
Vai-se para a trigonometria quântica.
E perscrutando o corpúsculo, até às estrelas, vai a política.
Monstros daninhos a tentarem sacar novas dos universais espectros.
Com velocidades ainda configuradas em metros.
E distancias em tempo de matéria.
Como se fosse essa a universal artéria.
E o espaço, o tempo, e seus astros.
E mais universais encontros.
Não navegassem na forma de semelhantes ondas estacionárias.
E correntes universalmente evolucionárias.
Originadas na força das grandes e menores partículas.
Sem consentimento a partidárias gulas.
Pobres alimárias.
A quererem voar para além das ondas e regras planetárias.
Mas, como sois, o que sois, continuareis a rastejar por terra.
Devido à vossa aleivosa conduta, que somente erra.
E como raivosa fera tudo ferra.

Eduardo Dinis Henriques
 
POLÍTICAS CONTAS

ESCRAVIDÃO

 
A chorar restamos
À Pátria já não amamos
Ao jugo subjugados não caminhamos.
A liberdade foi-nos escravidão
Mero elo de servidão
A uma vida sem aptidão.
Oh Ulisses cauto lutaste
Ao mundo quimérico não te acobardaste
E à tua Pátria te libertaste.
Hoje nesta Pátria de libertadores
À nação fomos traidores
De Deus não somos merecedores.
Estagnamos num charco de mercenários
Com marionetas políticas a grandes salários
Na conjuntura de infames salafrários.
Oh mundo unânime
Tua força do mal desanime
Tanto político pusilânime.
O mais ignoto rochedo grita por liberdade
Pode não ter pão mas tem gente à sua verdade
Portugal quer ser Espanha farto de tanta maldade.
Exausto de ser insultado
Clama o libertado por outro estado
Pois neste não vê politico prestado.
O povo das flores chora a má hora
E ao ver-se na penhora
Grita hoje pelo tempo da outra senhora.
Oh mundo que fizeste da lusa veracidade
Deste Portugal sem idade
Que ao mundo deu a universalidade.

Eduardo Dinis Henriques
 
ESCRAVIDÃO

VIVER

 
Lá! no fundo do caminho da consciência.
Vive sempre a inocência.
Força que nos leva a enfrentar as fronteiras
Das mais vividas amargas canseiras.
Nos leva a vencer as correntes.
Por mais fortes e nocivas que sejam as enchentes.
Nos faz secar as lágrimas sofridas.
E sorrir! Mesmo que muitas ilusões fossem perdidas.
Nos dá forças, para de novo as mãos estender.
A novo empreender.
E, esquecendo as passadas amarguras.
Caminhar sorrindo a novas venturas.
Com o coração a irradiar bons sentimentos.
Mesmo magoado de passados sofrimentos.
E nas memórias da meninice.
Procurar mais venturosa velhice.
Sorridente! Sem lamento.
Continuar a ver no firmamento.
Sempre um véu de transparência
A espelhar a universal consciência.
Eduardo Dinis Henriques
 
VIVER

LUZ OU TREVAS

 
Luz ou trevas.
Fogo, água e mais elementos.
São tudo formas servas.
Da alegria, mágoa e de todos os sentimentos.

Rocha, semente e fruto, a outra existência.
Corpo, Alma e espirito.
São tudo energias à mesma convergência.
Neste todo infinito.

É tudo um todo de fragmentos.
Que vão estreitando laços.
No espaço, no tempo; a melhores nascimentos.
De mais confiantes abraços.

Neste continuo despertar.
O viver, vai renascendo.
A mais e melhor humano ofertar.
Porque o todo, nos vai merecendo.

Convicto, no saber do nosso sentir.
Depois de desnudadas as energias.
Que nos permitem outro consentir.
E desvendar as trevas, sem obscuras magias.

Eduardo Dinis Henriques
 
LUZ OU TREVAS

O LAMENTO DE UMA NAÇÃO

 
O LAMENTO DE UMA NAÇÂO
Grito do inferno.
Finda sem governo.
Que mantenha o sustento.
O nacional alento.
De quem trabalhou ao erigido.
Erguido! Por quem por Deus foi ungido.
De quem sempre honrou a bandeira.
E defendeu a nacional fronteira.
Universais Castelos. Ao mundo erguidos.
Mas neste grito perdidos.
Nevoeiros de tempos amargos.
Sem Naus! Mas pejado de náufragos!
Meu Deus! Mas que tormenta!
Portugal enfrenta.
O governo tudo corta.
E a solidariedade resta morta!
Com esta politicagem
De infernal viagem.
Que como maldita miragem.
Espelha a sua voraz política imagem.
Por entre os pacóvios pagantes.
Que envergonhados e delirantes.
Afundados em tanto azar.
Vão chorando por Salazar.
Ao verem que foram enganados.
Por quem lhes prometia eldorados.
Antes de ao cadeirão administrativo serem guindados.
Meu Deus! Quantos amargurados?
Agora de joelhos imploram apavorados.
Pelo escudo salazarista.
Pela nobre política do estadista.
Que sem falseados floreados.
Nos ia mantendo coesos e mundialmente invejados.
E sem nunca prometer mundos e fundos.
Mas sempre arraigado por sentimentos profundos.
Ao todo da Lusa Nação
Com total pessoal desprendimento geria à Lusa governação.
Meu Deus! Tende piedade.
Desta gente que aplaudiu a inverdade.
A uma mão cheia de nada.
Ao todo de uma política envenenada.
E com a internacional cobiça enleada.
E que, de forma falseada.
Foi-nos minando.
E na mentira arruinando.
Enquanto ia prometendo.
E o todo corrompendo.
Ao julgo da sua falsidade.
Ao grito que fomentou a actual precariedade.
E fecundou a nacional confusão.
A populacional desilusão.
No todo da portuguesa Nação.
Que no cilicio da nova política encenação.
Vê por tudo e por nada os bens penhorados.
Para que os políticos, sejam ricamente remunerados.
Com rápidas e milionárias reformas vitalícias.
E vivam em eldorados de infindas delicias.
Regimentadas por leis políticas.
Que, sem quaisquer humanas éticas.
De forma elitista e proteccionista.
São instituídas por esta política classe elitista.
Enquanto o resto da população.
Espezinhada por esta política administração.
Tem que, sem qualquer político norte.
Trabalhar até à morte.
Em vida insustentável e lastimável.
Para usufruir uma reforma miserável.
Meu Deus! Quanta inglória!
A enegrecer a Lusa história!
A mostrar que, nem sempre o governo é o verdadeiro Estado.
Que a uma Nação, deve ser honrado e prestado.
Eduardo Dinis Henriques

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O LAMENTO DE UMA NAÇÃO

PULSAR DO MUNDO

 
Só vive quem consegue ver o mundo.
E sentir o seu pulsar mais profundo.
Quem à noite, vê no Céu as estrelas.
E de dia, não precisa de candeias nem de velas.
Para ver as serras que da terra se elevam.
E as águas que os rios levam.
Quem sente o calor das areias do deserto.
E o vento nem sempre certo.
Quem vive a humidade da densa floresta.
Com o seu verde a brotar em festa.
Universal criação!
Ser feito ao pulsar do coração?
No tempo, que dá o movimento.
Imaginário? Ou sempre transportado sentimento?
Ou simples massa sem alento?
Vulgar corpo a sustento?
Da pedra! Ao ainda, fuzil atómico?
Mundo cómico!
Cheio de fogo e fome. E corpos sem cemitério.
A gemer sem humano critério.
Sol, Chuva e Vento.
E humano lamento.
Neste nefasto pulsar mais bárbaro que no passado
Do tempo que já foi viajado.
Vento feito do voar de gaivota.
Homem, que o mundo vai cerceando quando vota.
Neste querer de liberdade.
Perdida na falsa demanda da igualdade.
Fogo, Ar, Água, Universalidade.
Alegria, Magoa, Humanidade.
Infinidade de forças diferentes a um só viver.
Quando há respeito pelo direito e pelo dever.
Fonte de universal nascente.
A brotar a um mundo crescente.
Interrompida pelo vulcão da ganância.
Pelo puder criado na ignorância.
Mortal político fuzil a negar os seus deveres.
De homem que se julga com puderes
Angariados no direito das Kafequianas votações..
Que vão negando as planetárias populações.
E fomentando corpos de criança
A quem negam a esperança
De ver e viver o mundo.
Eduardo Dinis Henriques
 
PULSAR DO MUNDO

A FORÇA É DIVINA

 
A FORÇA É DIVINA

Em ondas brancas e mareantes.
Que no longínquo se formam ondulantes
A convidar os navegantes.
Zarpam os lusitanos argonautas.
Ao som de melodiosas flautas.
No azul do Céu, os anjos.
E todos os arcanjos.
Vigiam as caravelas
Com a Cruz de Cristo em suas velas.
E mais alto, no azul das Divindades.
As Celestiais Santidades.
Abençoam o Luso empreendimento.
De dar do mundo cabal conhecimento.
Homens, velas e os elementos.
Quantos tormentos.
Cerúleo de azul calmaria.
Ó Virgem Maria.
Sopra à vela alguma ventania.
Que a bom rumo seja capitania.
Céu de argênteo tenebroso.
Mar alteroso.
Mas no topo da mastreação
Que irá alargar a Lusa Nação.
Formas Divinas continuam em aclamação.
Ajudando e apoiando a Lusa navegação.
Assim, as Lusas caravelas sulcam os mares.
Na construção de dar ao mundo melhores altares.

Eduardo Dinis Henriques
 
A FORÇA É DIVINA

OCEANO LUSÓFONO

 
OCEANO LUSÓFONO

Ainda o mar negava continentais encontros.
No temer dos seus monstros.
Já os Lusos navegavam.
Em barcas que ao mar largavam.

Sem temerem monstros ou superstições.
Nem oceânicas maldições.
O mar, foram levando de vencida.
Em glória merecida.

Com a Cruz de Cristo nas alvas velas.
Navegaram ao mundo as Lusas caravelas.
Quando Portugal era de navegadores.
E de homens de nobres valores.

Que sem temerem as oceânicas profundezas.
No saber das suas certezas.
E na Fé do Divino Sagrado.
Todos os mares deram por singrado.

E em todos os continentes!
As Naus, destes Lusos mareantes.
Deixaram o seus cantares.
Para que pelos séculos, sejam ouvidos em Lusos falares.

Nem o tormentoso! Por mais medonho e alteroso!
Foi ao Luso navegante valoroso.
Pois logo, perante tanto Luso heroísmo.
Viu que o mar, ao mundo, jamais seria abismo.

E em vistas de tanto valor, logo se deu rendido.
E em paz, abriu as portas, do mundo ainda perdido.
Homens e Naus, para além das medonhas fronteiras.
Abrem ao mundo novas esteiras.

E vêem agora, tantos séculos depois do sabido.
E na Graça de Deus concebido.
Políticos flibusteiros.
Com seus dizeres politiqueiros.

Que nestes tempos politicamente arcanos.
Temos que voltar aos oceanos.
Políticas metáforas de fósforos.
Em teatrais politiquices sem nacionais foros.

Ensanguentados cenários de barcos queimados.
E de armadores procurados.
Na força das actuais políticas.
Que agora, querem voltar às antigas praticas.

Porque no compatrio da política corrupção.
Já não vêem outra opção.
Para encherem as suas políticas panças.
Depois de esbanjadas as nacionais heranças.

Barca de miseráveis.
Atoladas em políticas execráveis.
Que sem profícuo nacional norte.
Legaram à nação a morte.
Eduardo Dinis Henriques
 
OCEANO LUSÓFONO

UNIVERSO PORTUGUÊS 2ª parte

 
HISTÓRIA DE PORTUGAL
Anaxágoras, em seus públicos colóquios.
E sapientes prolóquios,
Afirmava os seus conhecimentos.
Era firme, às suas causas e entendimentos.
Falava crente e ciente das suas teorias.
Nas suas frequentes oratórias.
Dizia convicto das suas ciências.
E experiências.
Flutuam no espaço, em camadas heliocêntricas.
Entre as forças magnéticas.
Sementes, invisíveis. As quais, são produtoras.
Das embrionárias forças criadoras.
De todas as coisas viventes.
Que, mais cedo, ou mais tarde, em tempos consequentes.
Com a idade do tempo, serão no espaço, existentes.
Será que a morte, é vida? No espaço consentâneo?
Deste todo movimento espontâneo?
Será que vivemos? Ou simplesmente existimos?
Na alegria, e na dor, que sentimos.
Ou no fugir, que omitimos.
Neste nem sempre... Azul... À iluminação.
Mas constante, na sua sustentação.
Como deslumbrante manto de protecção.
Braço de hercúlea atracção.
O qual, cativa e circunda a terra, em toda a sua movimentação.
De progresso à humana civilização.
E sua finalização.
Como boiante maquina de incubação.
A rotas, a outra estação.
Quando no tempo, do espaço, a idade, chegar à aceitação.
E conhecimento da universalização.
Deste todo, de corpos em circulação.
No respeito pelas leis da gravitação.
Neste, cosmos de infinda criação.
No qual, a menor falha na aceleração.
Dos corpos motores da indução.
E magnética produção.
Ou um exagerado aceleramento.
Indutor de potência no magnético comportamento.
Alterará as rotas dos corpos em movimentação.
Causando perigosa desorientação.
E nalguns casos, catastrófica abalroação.
Originando destrutiva deflagração.
Tremenda explosão.
Num todo de eclosão.
Perdidas ilusões.
Mas se a vida, são simplesmente, as terrenas alusões.
São fáceis as conclusões.
Destas cósmicas confusões.
Motivadas pelo excesso ou falta de tensão.
Na extensão da cósmica dimensão.
Aos corpos, envolvidos na abalroada.
Será que a vida foi perdoada?
Ou como espelho da terra, simplesmente ignorada?
Pois tudo, sofreu imediata transformação.
Toda a matéria, num ápice, entra em desconforme devastação.
A massa, entra em total destruição.
E ao envolvente, alastra a cósmica poluição.
No tempo, poeiras de sedimentação.
A nova criação.
Mas se, a explosão, tudo não incinerou?
O espaço, o tempo, exasperou.
Pois o corpo, que será tempo, estilhaçou, segmentou.
Os espaciais escolhos aumentou.
No cerúleo, como ilhotas flutuantes.
De corpos errantes.
Asteróides, no espaço pairam.
Entre as forças que, entre si, os atiram.
Perturbação que, a explosão originou.
Mas a revolução da matéria não terminou.
A força envolvente não eliminou.
Restaram corpos, sem ajustados movimentos.
Nem orbitais seguimentos.
Restos, cósmicas forças sem ordem.
O cerúleo em desordem.
Perigo suspensivo, abandonado.
Em movimento desordenado.
O inconsiderado? O cosmos, possibilitou?
Em rotas que facilitou.
Será que, o abalroamento era esperado?
O final, foi calculado? E considerado?
Quem sabe? Se no espaço, como advertência.
A possível espacial irreverência.
O cosmos delineou.
E conscienciosamente planeou.
O espaço, será o caminho esclarecedor.
Quando do tempo, o homem for merecedor.
Na terra, planeta de guarida nascente?
A humanidade crescente.
Vive o tempo indigentemente.
Abusando das planetárias capacidades.
E liberdades.
Sem ver as terrenas e humanas verdades.
E as tantas ainda humanas necessidades.
Que se propagam e agravam, sem quaisquer humanas sensibilidades.
No entanto, criam-se para a protecção de animais, embaixadas.
A locais, aonde as pessoas vivem abandonadas.
Sem ninguém que se preocupe, se são minimamente alimentadas.
No meio de tantas riquezas abastadas.
Vivem estas gentes totalmente desprezadas.
Sem os mínimos meios de sobrevivência.
Nem qualquer humana assistência.
Mas no meio desta pobreza, e humana decadência.
Passeiam-se milionários e políticos reformados.
Artistas de cinema, e mais tidos como afamados.
Bobos apalhaçados.
Que se julgam ao bem crismados.
Mas para mal da humanidade, nos dias decorrentes.
Por falta de verdadeiros seres proeminentes.
Quais queres, salta pocinhas, que aos mandantes sejam sorridentes.
Ou proporcionem lucros às elites finançeiras.
Mesmo que seja, com publicidade trapaceira.
São logo, no compadrio dos presidentes.
E dos financeiros importantes.
Tidas como pessoas, relevantes.
Ou qualquer deleitosa, de seios proeminentes.
Que, sem pudor os traga salientes.
Nesta mandante ralé, também passa a importantíssima.
E muito digníssima.
Com direito a fazer parte, da galeria dos notabilizados.
Que pelo mundo, andam falsamente categorizados.
A enganar os povos esfomeados.
Palhaçada dos hipocritamente e interesseiramente abalizados.
Mas não sois vós os culpados.
Nem as mães, que pariram, quem vos deu como eméritos.
Os mandantes, esses são os réus, dos vossos apócrifos méritos.
Seres sem humanas personalidades.
Criadas em mandantes vaidades.
E pessoais veleidades.
Nunca nada de bem organizaram.
Nem programaram.
E muito menos o próximo estimaram.
Ou a fome ao mendigo mataram.
Olhai o planeta. Deixai de ser cretinos.
Ao rumo dos mesmos destinos.
Quantos são os famintos.
Os corpos sem alimentos.
Que à miséria, vivem acorrentados.
Na força dos mandantes, à mingua aprisionados.
Tristes e vergonhosos aclamados.
Que, imbuídos da mandante apócrifa grandeza.
Salientam a desumanidade e reinante rudeza.
Entre a planetária constituída pobreza.
E na defesa de cobras ratos e lagartos.
Cevados e fartos.
Entre humanos ossos e peles de esfomeados.
Pelos reinantes políticos a esta miséria condenados.
Passeiam-se estes apócrifos eméritos, bem acomodados.
Com sapatos de caros couros.
Malas feitas de peles de jacarés.
Aonde escondem as cocas e os rapés.
Muitas vezes debruados com finos ouros.
E carteiras de caras peles, bem recheadas.
De notas vilmente amealhadas.
Tristes palhaçadas.
Ratoeiras bem armadas.
Por gentes a outros bens interessadas.
Assim, enquanto a diversão, grita salvem os animais do extermínio.
Liquida-se o ambiental domínio.
Às populações esfomeadas, roubam-se as florestas.
Arrasta-se tudo pelas suas marítimas costas.
Os minérios são escavados.
Os escolhos radiactivos a morte amontoados.
Tudo é exterminado.
Meu Deus, o mundo, bóia diabolicamente minado.
A boiar assim, não há salvamento possível.
O boiar será perecível.
Nesta caduca imbecilidade de poder invencível.
Reinantes desgraçados.
Não contentes na ganância dos pescados.
Os milenares corais são arrancados.
E os mares, avançam pelos continentes outrora espraiados.
Mas os exploradores não desistem.
Na devastação ambiental insistem.
Em busca de minério o seu espaço contaminam.
Em insana irresponsabilidade tudo minam.
Reinação de inconsequentes.
Aviltantes delinquentes.
Os vossos netos, serão os vossos terrenos pacientes.
Neste boiar de futuros deficientes.
Na causa dos actuais poluentes.
Na ganância abusa-se de químicas e fertilizantes.
Que, ares e terras deixam doentes.
Provocando humanas doenças e morte.
Entre os seres de menor sorte.
Ganância que, os reinantes autorizam.
Em leis que, tudo industrializam.
O reinante o mundo escravizou.
No tétrico, político comercial engenho que inventou.
Mas o pobre, não alimentou.
Nem acalentou.
Os excedentes produtivos.
Dos químicos aditivos.
Aos comerciais lucros são queimados.
Os reinantes, querem lautos ordenados.
Não se estende a mão aos esfomeados.
Corja de reinantes danados.
Mundo de condenados.
Pelo homem martirizados.
E tiranizados.
Mundo de Divina Criação.
Porquê tanta danação?
Não devia o mundo ser divinizado?
A um crescer civilizado.
Mas não, o mal, está nele enraizado.
O pecado, ainda é condenação.
Que se vai agravando por falta de humanização.
O homem, ainda não conseguiu a absolvição.
Ainda carrega a Divina punição.
E sem sentida contrição.
O mundo, bóia muito atrasado, e pelo homem, duramente penalizado.
È ao seu tempo marginalizado.
A maior parte das populações são escravizadas.
Pelo poder vilipendiadas.
Por todo o lado, há fome, e o jugo de elevados impostos.
Causadores de infindos males e desgostos.
Na ânsia da ganância, o homem, o clima, com negros fumos, alterou.
A atmosfera adulterou.
As terras, infestou com aditivos e pesticidas.
Os rios, tais veias da terra, são veios de águas acidas.
Reinantes homicidas.
De mentes embrutecidas.
Sois da natureza, os néscios parricidas.
Tudo desbastais.
Ignorantes mortais.
Nada vislumbrais, sois seres brutais.
O boiar sacrificais, o progresso arruinais, o homem matais.
Nesta devasta.
Que o boiar agasta.
Mas na cobiça, que o ouro exacerba.
O homem, teima, enquanto o boiar mais acerba.
E à sua frente tudo arrasta.
Queima e gasta.
As matas, na gananciosa corrida, desfloresta.
Terras, lamas, que as águas ao mar arrasta.
E em fúria tudo desbasta.
Como a fome que, pelo mundo alastra.
E a vida castra.
Oceanos de excrescências.
Por falta de reinantes consciências.
Mas de reinante ostentação.
E pueril afirmação.
Estes desalmados.
Pelo mundo mal amados.
Que se julgam proclamados.
Não passam de criados.
Dos financeiros gananciosos.
Que precisam de esbirros, com poderes oficiosos.
Para licenciar as suas criminosas actividades.
E desumanas crueldades.
Assim, neste promover, de criminalidades.
Quantos animais o homem não eliminou?
Espécies que exterminou?
Mas com as peles, a criança não agasalhou.
Os esfarrapados ao frio, esses humilhou.
Mas em frívolo luxo, trapo à excentricidade.
E reinante vaidade.
E promiscuidade.
A meretriz, com as peles engalanou.
Mas a carne não sanou.
Nem o mercado enganou.
Nesta farsante mascarada.
De peles a carne descarada.
Em casa do reinante, por cima do cadeirão.
De curtido coirão.
Lá estão, do animal, as hastes.
A identificar os reinantes trastes.
Que, no evoluir dos tempos, serão pelos tempos condenados.
E do espaço renegados.
Nesta arca, dádiva a Noé, do boiar salva-vidas.
De animais e gentes, ao universo queridas.
Pomba branca, a paz entregou.
À barca que, o dilúvio navegou.
Mas o homem, depois do susto, à barbárie se entregou.
No seu fumo, ainda mais negro, cegou.
Na avidez, não vê o mal, a humanidade, teima em mascarar.
A face, não mais, se pode encarar.
Para viver nesta brutal poluição.
De ambiental destruição.
Nesta planetária contaminação.
Perde-se a corpórea humanização.
E maquinas à face, o homem tem que corporalizar.
O corpo humano, à vida, mecanicamente, tem que materializar.
Para respirar na atmosfera pestilenta.
Que o planeta alimenta.
Nestas políticas, de consumis-mos e proteccionismos.
E poluentes industrialismos.
Abeiram-se do boiar infindos cataclismos.
Políticos de humanos abismos.
O ar, à vida não respeitaram.
Nem perseveraram.
Tudo estragaram.
E maltrataram.
Enquanto o boiar, segue sem reinante, benéfica fiscalidade.
Que permita, proveitosa planetária flutuabilidade.
Nesta malfadada sofreguidão, de reinantes irresponsabilidades.
O planeta, perde humanas possibilidades.
Brutal esquecer de humanas necessidades.
Tantas são as reinantes adversidades.
E universais contrariedades.
Motivando no humano boiar, grandes dificuldades.
Em campos de ondas magnéticas destabilizadas.
Causando órbitas descaracterizadas e desbalizadas.
Que, a variação magnética terrestre faz oscilar.
E o humano boiar vacilar.
Mas o homem, continua a investir.
Na ganância a persistir.
Do mal não quer desistir.
A sua reinante perfídia, ainda não completou.
Somente agora, o atómico ribombar encetou.
E logo, com a radioactividade o éter locupletou.
A boiante morte despoletou.
Acendeu a fogueira.
Sem saber controlar a lareira.
Nem regular a temperatura.
Necessária a um vazio de molecular estrutura.
Por mais que acelere as partículas.
Em que as forças centrais sejam nulas
Somente encontra formas minúsculas.
De tempestades ridículas.
Ou acumulações,
Consoante o impulso, às suas movimentações.
E exercidas potências do vazio existente.
Que lhe permite o tempo, do espaço coexistente.
Entre remanescentes que se interditam.
E no movimento se limitam.
Ou se magnetizam.
E na nova forma estabilizam.
Forma que, desde o preludiar, o seu principio lhe atribui.
E até ao infinito, em variantes forças distribui.
Sempre à forma, da sua propriedade.
Mas sujeito, às transformações de forma, do espaço e velocidade.
Do tempo aberto à mobilidade.
O mundo, ainda não conhece, a massa do vazio temporal.
E a do, espaço corporal.
Matilha de pervertidos.
Loucos ao mal convertidos.
Como heteróclitas são as boiantes políticas económicas.
Reinantes brutalidades trágico cómicas.
Geradoras de boiante destabilização.
Causada pela desenfreada industrialização.
E terrena mineralização.
A uma desenfreada produção.
Ao consumo de falseada publicidade.
Obrigando o homem a escravizar-se.
A ridicularizar-se.
E sem, a devida utilidade trabalhar.
A rudemente, por aparências batalhar.
Para satisfazer a mesquinhez que arquitectou.
À boiante vida que projectou.
Assim, gasta o suor em prolixos.
A viver entre os seus poluentes lixos.
Sem meios, à recolha de tantos remanescentes inquinados.
Que, pelo planeta, restam abandonados.
Enquanto o boiar, em escusado lixo, vão envenenando.
E a boiante vida perigando.
Mas o reinante, nada quer ver, nem sentir.
Continua a comer, a consentir, e a mentir.
A encher o saco, entesourando valores.
Sem humanos pudores.
E neste, criminoso ensacamento, a tudo poluir.
Até que, todos os pútridos lodos, sobre o mar faça aluir.
No servilismo das impunes industrializações
Na dependência das muitas bajulações.
Monetárias contribuições e avultadas gratificações.
Envoltas em falseadas e programadas adulações.
Que levam muito esfarrapado.
Muito pé rapado.
Muitos oportunistas.
E vigaristas.
De duvidosas habilitações.
E sem humanas preocupações.
Ao palco das terrenas reinantes fraudes e reinações.
Neste político mundo de aviltações.
Qualquer espantalho, sem as mínimas condições.
O laboratório químico, falo ganhar as eleições.
Na força de artimanhas e interesseiras especulações.
Fumo e corrupção, tudo são poluições.
A estes interesses, prometem-se mais condecorações.
Ambulâncias para as sanitárias corporações.
E rápidos aditivos incendiários, às humanas cremações.
Triste boiante filho, ainda de pulmonar sistema respiratório.
A necessitar de oxigénio, ao corpóreo sistema circulatório.
Neste boiar deambulatório.
Pobre boiante, neste reinar, muito vai padecer.
Ao ver o corpo a adoecer.
Os peitos da mãe, em dilacerantes ulcerações.
Por todo o lado, chagas e corpóreas infecções.
As crianças, em aflitivas convulsões.
Rastejam entre as poluentes explosões.
E os muitos lixos, que já sem ar, não originam combustões.
Restam pelo planeta, aos montões
Mas o reinante, ao senhor, tem que pagar as suas contribuições.
O preço, do seu possível malfadado comando.
Ordenado por quem lhe deu o mando.
Reinante parasitário
Do oiro presidiário.
Miserável usurário.
Sua íris, só vislumbram oiro, sem ver os detritos.
Visionários malditos.
Ao garimpo, O general nobilitam.
Forçam e militam.
Nesta caça a planetários recursos.
São muitos os discursos.
Os militares envolvimentos.
E os abusivos desregramentos.
Na força de mortíferos armamentos.
Mas o mundo, não vence, a força dos elementos.
Nem anda, para além da poluição dos seus carburantes.
Que vão queimando os ares, e alterando as forças estabilizantes.
A velocidade inferior, à dos seus poluentes.
Oiro negro, o mundo ensanguentou.
Chama que poucos acalentou.
Mas por ele, meio mundo lutou.
E muitos enlutou.
Ainda hoje, a todas as mundiais crises, é política desculpa.
Se algo, na política corre mal, é do petróleo a culpa.
Se os políticos, e as políticas, são improficientes.
Porque os políticos são incompetentes.
Ao petróleo, as culpas são imputadas.
Com o petróleo, as más políticas, são sempre desculpabilizadas.
Barril mirabolante.
De preço oscilante.
Além de iluminares, serves como produto desculpabilizante.
Rama negra, luz e movimento.
Invernal aquecimento.
Corrente de fogo, da terra germinou.
Mas, ao bem dos poucos que iluminou.
Quantos calcinou?
Cujos restos na terra disseminou.
Enquanto com fumos e poeiras, o ar contaminou.
Goela aos mortos, em ares enxofrados e sulfurados.
Elementos atmosféricos saturados.
Que a terra, vão sombreando.
À morte condenando.
Funéreos rituais.
Chamamentos espirituais.
Boiar de tantos brutais.
O planeta enlutais.
Neste boiar a cemitérios.
Por falta de bons critérios.
Mundo de tantos mistérios.
Ainda a viver sem boiantes méritos.
O homem, segue alguns dos seus ancestrais ritos.
E a rir, ou a chorar, os seus corpos enterra.
Na pútrida terra.
De onde colhe o alimento.
Que lhe dá o boiante sustento.
E o espaço, do boiante andamento.
Para corporeamente seguir o tempo do movimento.
Ainda neste espaço, de tempo fechado e limitado.
A velocidade do corpóreo estado.
O homem, com a mão, à boca faz a refeição.
Que lhe mantém a física humana condição.
Para quê, tanto oiro? Em talheres desperdiçado.
Vil metal, por tantos cobiçado.
E por outros, amaldiçoado.
Mas com ele, o rei é coroado!
O general galardoado.
E o escravo leiloado.
E quantos são assassinados?
Em demanda destes grãos amarelados.
Calhau, pó de infinda mortandade.
Entre o prestigio, cobiça e barbaridade.
Palacetes e casebres.
E a tirania dos reinantes sabres.
Para quê, tanto padecimento?
Se, somente, do que criamos, temos vago conhecimento.
E ainda, deixamos mais lixo que valimento.
E o ouro, só é ouro, porque lhe damos, esse vencimento.
Esta terra, longe, alguém amou!
Mas sobre ela, o bem não derramou.
Ou castigou.
E ao bem, instigou.
Mas o homem, pelo mal, empreendeu.
Pois a vida, não compreendeu.
Triste criança, não aprendeu.
Segue o boiante merecimento.
Por falta de obediência ao mandamento.
Em ignorante sofrimento e contentamento.
Em constante boiante deslocamento.
Continua nas mesmas esteiras.
Das poluentes lixeiras.
Que, das terras, ao mar sobram.
E neles, à morte soçobram.
Restos à morte, de quem a terra, arrefeceu.
E a atmosfera aqueceu.
Num todo, que tudo enegreceu.
O mundo, desapareceu.
Sem peso, o sol, expandiu e feneceu.
O homem, o seu tempo, não mereceu.
Tal como no espaço, o conteúdo da explosão tudo perigou.
O tempo, sem cabal apreendimento, assim o obrigou.
E a morte, a vida comuta.
Até nova universal permuta.
Negros, serão os dias do amanhã, o homem, assim convencionou.
Na força de reinantes, que covardemente ovacionou.
Apocalíptica desdita, o crepuscular boiar emocionou.
Ao pensar nos vindouros.
Que, sofreram os restos dos ouros.
Num humano boiar de difícil viabilidade.
E sustentabilidade.
O ouro, de tanta tentação.
Com o tempo, perderá a sua validação.
E ouro será! O grão da alimentação!
O ar à respiração.
E igual a qualquer lata, será esse amarelado cascalho.
Que motivou tanta morte e trabalho.
Neste todo, de espaço navegado.
Com muito saber negado.
O ventre materno, ao feto do amor, que concebeu.
E o boiar à vida recebeu.
Biologicamente, os órgãos nascentes,. não perspectivou.
Ao lixo, à saturação dos elementos que motivou.
Em desregradas avarezas.
De tantas incertezas.
Quando para a morte, não valem riquezas.
Olhai os antigos túmulos dos mandantes, repletos de tesouros.
Pedras preciosas e ouros.
Mas na terra, restaram, assim como a ossada do finado.
Que, com artes, de rico refinado.
Quando a idade, à terrena vida, lhe der negação.
Quer na morte, com ouro roubado, à sua população.
Empreender a universal navegação.
Triste, ainda não encontrou salvação.
Não há ouro, nem materiais riquezas, que abram tais portais.
A chave, esta no amor, no respeito, pobres mortais.
Riquezas desperdiçadas.
Com o tempo, por outros boiantes encontradas.
Tempos outros, ainda sem esta confusão.
Nem tanta falseada efusão.
Mas muita humana ilusão.
No ressuscitado boiar, a planetária plenitude.
Ao encontro da humana virtude.
Da bonança de anterior oscilação.
Na boiante navegação.
O homem, tenta vencer a limitação.
Da sua planetária situação.
Não adormece, avança.
Homem, terra, em comum aliança.
Ainda na universal perseverança.
À feitura de novos altares.
Com ferramentas rudimentares.
Lança os primeiros civilizacionais pilares.
Nos campos, às sementes gestação.
Faz o homem a sua preparação.
Consoante a sua relação.
E comunitária ligação.
Começa a chorar o seu companheiro.
O boiante parceiro.
Que a memória vai recordando.
E, em lamuriante celebração lembrando.
Conforme a sua fé, cria a sua doutrinação.
No temor do inimigo, prontifica a fortificação.
A defesa, por nomeação.
Dos mais fortes é obrigação.
Mas dever de toda a população.
É a universal união.
A força da cósmica reunião.
Como tudo na cerúlea expansão.
Deste universo em constante e uníssona tensão.
A Península Ibérica, não é excepção.
Nem tem própria opção.
Acompanha no cosmos a aceleração e maturação.
Também é, um espaço em constante reorganização.
Sem falar nos primitivos desta universalização.
Desde, o homem de Muge, de recente aproximação.
Muitos povos, de diferente alegação.
Aqui, tiveram a sua condição.
Instauraram a sua vivente guarnição.
Ou como nómadas, seguiam o viver por intuição.
À plataforma de nova geração.
De melhor formação.
Enquanto o planeta, em comunhão, o sol seguia.
O homem a vida conseguia.
Desde o afiar da pedra, ao ferro fundição.
Seguia o homem, a planetária lição.
Em rota de evolucionismo.
Neste evoluir, forma o social organismo.
Na persuasão do medo a possíveis inimigos.
Pois já, no evoluir, nem todos ficaram amigos.
Diferentes já eram os caminhos.
E dissemelhantes os construtivos sonhos.
E como, já muitas, eram as avarezas.
Instala defesas, constrói fortalezas.
Para viver com seguras certezas.
Já o homem, não é nómada, tem edificação.
Deu um passo na universal formação.
Segue o binário da universalização.
Sem aprender, que em tudo, há diferenças.
Cada ser, tem a sua forma e crenças.
E à que, as respeitar.
E aceitar.
Até o cosmos, em tudo é diferente.
Mas ao uníssono universal movimento é constante.
Mas, já antes!
O mal, tal praga, nos tempos, tem antecedentes.
E continua a ser, o mal dos dias correntes.
Infelizmente, como sempre, há traidores!
Falsos instrutores.
Dissimulados amofinadores.
Perniciosos oradores.
Encobertos saqueadores.
Interesseiros usurpadores.
Seres descrentes.
Homens descontentes.
A viveram entre os contentes.
Em todas as sociedades.
E em todas as idades.
Mesmo dentro das próprias fortalezas.
Coabitam homens a todas as vilezas.
Como valentes! a todos os sacrifícios.
E necessários ofícios.
Já Viriato, valente entre os valentes.
Tinha alguns militares com ideias diferentes.
Entre os seus fieis combatentes.
E assim, o herói, dos lusitanos, em mil contendas.
É vilmente assassinado, por traiçoeiras demandas.
Por três amigos, na diplomacia, seus tenentes.
Criminosos meliantes.
Fardas traiçoeiras.
Ratos de trincheiras.
Sois a vergonha das honras militares.
Em punições milenares.
Nunca de confiança sereis credores.
Deste horrendo crime, são os romanos os organizadores.
Mas os pérfidos, do crime feitores.
São lusitanos traidores.
São: Audas, Ditalco e Minuro, nomes tristemente recordados.
Lembrança de traição, de hediondos renegados.
Ficaram no cerúleo sempre gravados.
Até Judas, Jesus Cristo, denunciou.
E por trinta dinheiros negociou.
Mas, em pungida contrição.
E contrita aflição,
Sofreu o peso do arrependimento.
A carga do vil ouro, até ao laço do enforcamento.
Mas, à muitos que, o mal, não reconhecem.
Mesmo, ao verem que, por seus erros, muitos padecem.
Mas, quando as materiais cobiças, à razão são superiores.
Perdem-se os estímulos benfeitores.
E caminhamos como errantes malfeitores.
Sempre na errada viseira.
Muitas vezes, até acreditando, que ela, é ordeira.
Não há discernimento. Não há coração.
O homem, não encontra Nação.
E quem em criança, pela família, não é educado.
Do seio da mãe, não tem o seu bocado.
Não sente o carinho materno.
O amor fraterno.
Sem este sentimento terno
À família não é dedicado.
Raras vezes compreende o universal recado.
E ao boiar, quase nunca traz valimento.
Mas sim desunião e sofrimento.
Caminha às suas barbaridades.
E falsidades.
São interesseiros.
Falsos justiceiros.
Aleivosos embusteiros.
Filhos menores, pelos pais abandonados.
E em instituições educados.
Carinhos administrativos.
Sem familiares amistosos correctivos.
Seres frios sem corações.
Sem o afago de sentidas emoções.
Que os daria mais aptos, às humanas relações.
Sem estes aconchegos familiares.
È difícil, encontrar os universais pilares.
E na maior parte das vezes, perdem-se as humanas ligações.
As mutuas, e amigáveis comunicações.
È um desenfreado correr, a pessoais nomeações.
Só para o compadrio, e para si, capazes.
Mas, passado o macabro poder das suas tenazes.
Como são humanamente ineficazes.
O insidioso das suas tétricas movimentações.
Desvirtuará as suas condecorações.
O tempo universal, trará as devidas lições.
E a vergonha às filiações.
Esquecidos, nos cemitérios restaram, como negras recordações.
O espaço, não é o caminho das alucinações.
Nem admite traições.
Embora seja, o Divino de mil perdões.
Não esquecendo as condenações.
Nesta ordem e condições.
Muitas vezes, até o planeta, em suas consciencializações.
Fomenta humanas objecções.
Assim, nem sempre, os traidores, têm as suas remunerações.
Se boas forem, as chefias das Nações.
E os seus comandos, não viverem de oportunismos.
A fomentarem internacionais terrorismos.
Para imporem pessoais proselitismos.
O assassinato de Viriato, crime de horrendas crueldades.
Ilustra algumas humanas vicissitudes e dignidades.
Tão abominável foi a acção dos criminosos malfeitores.
E de seus, não menos assassinos mentores.
Que, envergonhados, os eleitos Senadores.
Na Roma dos Imperiais Césares, e grandes conquistadores.
Da criminosa barbárie divergentes.
E totalmente discordantes.
Não aprovaram o ardil dos seus combatentes.
Nem dos lusitanos homicidas.
Pérfidos regicidas.
Como tal, aos execráveis executantes.
Tratou-os como tratantes.
Como párias sem quais queres atenuantes.
Não os remunerou, nem lhes facultou favores.
E expulsou-os dos romanos sectores.
Já Confúcio dizia antigamente.
Aos nossos traidores, à que castiga-los severamente.
Aos traidores, de outros países, à que lhes pagar convenientemente.
Mas não, os deixar andar, com a nossa gente.
Um traidor, é peste é um ser indigente.
Mas hoje, os tempos são diferentes.
Este País, Portugal, resta dos restantes.
Os traidores, agracia com louvores.
E aos de Portugal, destruidores.
Brinda, dando-lhes poderes.
E ricos teres.
Para continuarem os seus mal dizeres.
E mal fazeres.
Ao serviço de ideologias insurgentes.
Ou das suas ambições latentes.
Por todos os lados, surgem descontentes.
Em desacordo de serviços, e benesses de patentes.
Entre os militares, criaram-se muitos inconvenientes.
Militares profissionais desconformidades.
Entre os não oriundos de militares faculdades.
E os oriundos de militares academias.
Que queriam superiores mordomias.
Mesmo em igualdade de patentes.
Queriam ser diferentes.
Só porque uns, eram militarmente letrados.
E os outros, eram civilmente ilustrados.
Portanto, com diferença, tinham que ser tratados.
Não se via, que a Nação, de ambos necessitava.
O esforço e o sacrifício de ambos solicitava.
À resolução dos problemas existentes.
Que sobre a Nação, restavam pendentes.
Ao respeito da Nação, que deu mundo ao mundo.
Que navegou por todo o mar profundo.
Em feitos gloriosos.
E honrosos.
Mas, nesta nação, todos querem ser diferentes.
Todos querem as benesses dos novos mandantes.
Que, prometeram a todos os portugueses boiantes.
Que das novas ideologias fossem simpatizantes.
Outros e melhor garantes.
E para benesse das benesses
Se o construtivo passado ignorasses.
E dele, mal dissesses.
Se o acabrunhasses.
Tinhas logo a promessa de seres contemplado.
E com uma chefia regalado.
E no direito da nova política charada
Tratado por tu, chamado de camarada.
Mesmo que, não tivesses dotes profissionais.
Nem conhecimentos adicionais.
Mas, como os mentores
Não eram nacionais benfeitores.
Nem humanos servidores.
Mas sim, da falsidade e mentira promotores.
Aos seus serviços, serviam quaisquer impostores.
Assim, na força destes destruidores.
Muita injustiça, se vê na política, e seus bastidores.
Todo um país em desarmonia.
Um heróico Império em agonia.
Com todos a gritar ao tacho, de qualquer ideologia.
Berros e mais berros, de interesseira demagogia.
Todos querem a pança cevada.
Mas a terra, ninguém a da por cavada.
Somente, correm à fortuna deixada.
Enquanto em negro canto, a enferrujar, é abandonada a enxada.
Os de consciência objectores.
Gritam as suas indulgencias de pacificadores?
Entrementes, longe dos centros militares de recrutamento.
Ao terrorismo dão o seu sustento.
Planeando mortes, desordens e emboscadas.
Só para fugirem às forças armadas.
Tristeza de gente, aos seus indiferente.
Mesmo a reinar, sereis sempre, boiante gente repelente.
O espelho dos traidores, que foram atrasando, o tempo boiante.
À humanidade crescente.
Mão, sem nacional garante.
Nunca tereis boiar importante.
Sereis sempre um peão, sem universal mente.
Um inútil descrente.
Sem universal horizonte.
Uma pobre alma a monte.
Boiais no lodo que fazeis e autorizais.
Marginais! O universo não avalizais.
O de hoje, homem das liberdades.
De inumanas falsidades.
Sem leais nacionais dirigentes.
Nega a Pátria às suas gentes.
E, sentados na cadeira, de outros, os verdadeiros fazedores.
Na ordem desta Nação de conquistadores.
Que tanto nos legaram.
E patrioticamente amaram.
Sereis sempre, conspurcados usurpadores.
Por mais títulos e honrarias, de que falsamente, sejais portadores.
Estes senhores que, se intitulam libertadores.
Sem o mínimo respeito, ao usurparem direitos e deveres.
Punem, quem à Nação, serviu nos seus melhores saberes.
E à Nação, quis dar mais e melhores poderes.
Neste descalabro, de caça a dignas individualidades.
Autorizam, se falte à Nação, não se honre, direitos e igualdades.
Concedendo encobrimento a muitas ilegalidades.
Assim como, outorgam barbaridades.
Calam, nos seus horrendos expedientes.
O cidadão que, a Portugal, foi corpo nas frentes.
De alma e coração, nas fileiras, sempre na frente às suas gentes!
Homens que, pela Pátria, eram aguerridos combatentes.
Queriam continuar a ser livres e independentes.
Honravam os egrégios, que em Aljubarrota foram valentes.
Exaltavam as caravelas, que zarparam aos longínquos continentes.
Não criam constituições, à obrigação da pratica de socialismos.
Com forças armadas a garantiram a transição a ideologismos.
Queriam sim, forças armadas à Nação.
Forças que, continuassem a Lusa criação.
Os homens, que a Nação queriam, não eram mercenários.
Muitos até serviam como voluntários.
E com honra, as Portuguesas fardas trajavam.
E por Portugal, à catanada pelejavam.
Não eram doutores.
Nem eloquentes oradores.
Mas foram homens, a este país construtores.
Não eram capitães, com defeitos de escolaridade.
Com vaidade, ou interesse de maior notabilidade.
Eram Filhos nascidos, no respeito à bandeira, e seus guardiães.
Não tinham os problemas das equiparações dos capitães.
Eram da casa, estes civis e militares.
Só queriam seguir os construtivos portugueses altares.
De B.I. civil e militar Português, com honra eram detentores.
E fiéis portadores.
Pobres fazedores da Portuguesa Nação.
Abandonados por generais sem coração.
Atitude humanamente inadmissível.
Postura militarmente incompreensível.
No universo, ficara gravado para sempre, este acto abominável.
Este procedimento execrável.
De um pai, que os filhos escorraça.
Talvez porque não são da sua raça.
Mas foram eles, que os ajudaram.
Que por eles lutaram.
Que lhes deram as estrelas.
Que lhes encheram as gamelas.
Obrigada meu Deus, Senhor de tudo e todos. Senhor Santíssimo.
Que nos iluminas do Altíssimo.
Ainda bem, que estes filhos, não eram da raça, destes pais desnaturados.
Eram sim, dignos homens, a Portugal jurados.
Abandonados pelos estrelados.
A noite os olhos adormece.
Mas o dia que amanhece.
A Alma escurece.
A quem, o viver, não merece.
Um general, que abandona os seus militares.
Não merece hinos, nem militares cantares.
Nem trajar a farda de seus nobilitares.
É um homem, que vive um vazio de existência.
Não pode ter universal clemência
Nem estar integrado num boiar de progresso.
É um parasita, a causar humano retrocesso.
Pobres soldados, pelos seus abandonados.
Em políticos interesses renegados.
Enquanto os estrelados, continuam com os seus ordenados.
Para outros, darem por escorraçados.
E na desigualdade das liberdades, restaram sós às suas sortes.
Portuguesas mortes.
Foram desvalidos, no político contesto das liberdades.
Não tiveram acesso às igualdades.
Que a Portugal, criaram tantas adversidades.
O seu mal, foi a Nação respeitarem.
Foi as suas gentes amarem.
E a Nação, não abandonarem.
Seguirem o exemplo dos seus fundadores.
De antanho conquistadores.
Mas na força, dos novos políticos, gladiadores.
Falsos oradores.
A estes homens traidores.
Deixaram-nos findar de mãos atadas.
Portuguesas vidas, pelos seus generais atraiçoadas.
Assim, restam no cativeiro dependentes.
Dos novos políticos mandantes.
Será que, foi por serem negros? Que, os libertadores?
Os salvadores? Das igualdades portadores?
Não os aceitaram?
Nem no seu ceio, os desejaram?
Para não haver misturas de cores.
Ou será que, são racistas? E negam os seus temores?
Estes novos políticos, de infindos horrores.
Quem sabe se, são xenófobos? De tristes amores?
E falsos pudores.
Ou quem, não fosse europeu branco, da metrópole proveniente.
Não tinha direito, agora em liberdade, a ser portuguesa gente?
Com esta gente, nem o africano branco, teve direito, a dizer o que sente.
Tristes Portugueses na liberdade calados.
Na liberdade e traição desfardados.
Desfardados da roupagem.
Não da portuguesa coragem.
Que os levou a alistarem-se.
E pela sua Pátria debaterem-se.
Mas foram traídos pelos seus superiores.
Pelos ilustre, libertadores.
Que desde logo, mostraram a força, de que eram portadores.
E á nascença, já esta liberdade era separatista.
Racista e elitista.
Talvez o contrato da liberdade, obrigasse a esta elitista escamoteação?
A esta populacional racista separação.
Se a liberdade? era igualdade?
O porquê? De não ter sido realidade.
Não cabiam todos na mesma gamela?
Ou os olhares? Eram tapados, com suja política ramela.
Ou alguém? Se lembrou, de ser um pequeno deus omnipotente.
Com poderes sobre toda a gente.
E a seu gosto, escolheu o libertado parente.
Em quanto o outro, coitado, foi tido como filho indigente.
Ou na procura, de melhor ganho, no novo comando.
Tudo restou, sem controlado mando?
Sem a cabeça da responsabilidade.
E de digna honorabilidade.
Não houve humana fidelidade.
Entre tanta incompreensibilidade.
E instabilidade.
De ordens, fugas e desencontros.
Surgem na política praça os nacionais monstros.
É um salva-te, se poderes.
Ou como não há rei nem roque, faz o que quiseres.
Ou Deus? Delegou a estes fazedores de desigualdades.
Quais dos compatriotas das lusitanidades.
Mereciam as novas políticas equidades.
Libertadores? Que Deus, vos dê eternas idades.
Vos conserve estatuas vivas, aos vossos horrores.
Sereis a lembrança viva, de boiantes pavores.
Neste boiar, ainda longe, dos Divinos favores.
Deus é grande! Os homens, muita vezes pecadores.
E para atingirem o que querem, até chegam a ser ladrões.
Mas, na verdade, as pedras, restam, do tempo dos Padrões!
Os sempre apeados, Que a todos vão humilhar.
E politicamente pilhar.
Alto se elegem libertadores.
Mas, de nada de bem são mentores.
Fracos e viciados, são os seus políticos sustentáculos.
Tudo não passa, de internacionais tramas, tétricos espectáculos.
Repletos de obstáculos.
Os resultados não se fazem esperar.
Tudo vêm depauperar.
Pelas suas mutuas acusações.
E recriminações.
São tristemente evidentes.
O tempo, logo junta um mundo de descontentes.
Imperam as abstenções.
No meio de tantas políticas aberrações.
Os políticos, na caça ao voto, berram de outros arbitrariedades.
Tudo são beijos, flores, sacos de plástico e facilidades.
E à espera que as letras sejam conhecidas.
Canetas a analfabetos são oferecidas.
E aos contabilistas de empresas falidas.
Subsídios são prometidos.
Mas nunca concedidos.
E assim, andam os políticos, a angariar votos, por todas as localidades.
Nem os cemitérios, escapam a estas políticas promiscuidades.
As criancinhas, em lambidas beijocas, fazem parte das políticas.
Miséria, mediocridade de cenas patéticas.
Pelas ruas, correm as políticas pressas.
Andam todos às avessas.
Com mil promessas.
Uns sobem, outros descem.
Mas ao Português, os bens, decrescem.
Somente os impostos crescem.
Permite-se a fazedores de celebridades.
Tidas no novo social contesto, como publicas individualidades.
Após encenado social reconhecimento.
E político merecimento.
Obtido em palhaçadas repletas de obscenidades.
E nacional treino de pontapés, entre o que, são hoje, personalidades.
Publicas instauradas raridades.
As quais, ostentam as reconhecidas notoriedades.
Entre as actuais políticas edilidades.
No rocambolesco das culturas, ao governo abrangentes.
E às capacidades das políticas gentes.
Nos comícios, não se fala da Pátria, e suas necessidades.
Diz-se sim, mal do adversário, e deturpam-se as suas qualidades.
Como se algum dos concorrentes, à Nação, fosse prestado.
Ou para encher o olho do votante, a ser enganado.
Com avantajado decote às relevantes.
Salta no palco, uma madona de seios excitantes.
Roliços, e no silicone, postiços.
Mas, não tão falsos, como as promessas dos políticos.
Mas na essência, ambos à verdade semíticos.
Ambos enganadores.
Aos de boa fé, que do real, querem ser seguidores.
Assim, descontentes, ou contentes.
Ou simplesmente ausentes.
Anda o político mundo, cheio de verbais animosidades.
E nacionais contrariedades.
Em tétricas e vergonhosas procissões.
Com a doutorada a correr às políticas comissões.
Autênticos terreiros de trágico comédias de nacionais variedades.
Em fraseados repletos de vulgaridades.
E melodramáticas trivialidades.
Todos a gritar pelos pobres.
Mas a correr, à cata de notoriedade e mais cobres.
E a originarem cada vez, mais miséria, mais pobreza.
Mais nacional fraqueza.
São estas as políticas modernidades.
E consequentes formalidades.
Autênticas brutalidades.
Causadoras de tantas falências e nacionais adversidades.
Todas estas cenas, são divulgadas nos vidros das televisões.
Inverosímil e tenebrosas visões.
Tétrico espectáculo de ensino aos menores.
Os quais, na visão destes tristes festivais.
De políticos vendavais.
Já vão para as escolas armados.
E devidamente municiados.
Cambada de malfeitores.
Parece que, não mamaram em humanos peitos.
Tudo lhes serve, só, para serem eleitos.
Triste nacional cenário, com estes actuais erguidos pendões.
A denegrir e a envergonhar os honrosos Lusos Padrões.
São tantas as aberrações.
Nas novas políticas emancipações.
Que, os cidadãos, a viverem estas políticas perturbações.
Cansados e defraudados, Já gritam pelos tempos do antigamente.
De modo pungente.
E em grandes lamentos.
Por todo o lado, se ouve em contínuos chamamentos.
E não é, a pedir um, mas sim centenas, até milhares.
Este grito, faz eco na maioria dos nacionais lares.
Para se poderem respirar melhores ares.
Volte o grande político que foi Salazar.
Pois a nova politicagem, a Portugal, só atraiu azar.
Populacionais complicações.
E nacionais aberrações.
Que, no povo, abre em seus corações.
Antigas verdades e lealdades.
Duma política sem falsas habilidades.
Política feita aos Portugueses.
Sem favoritismos, nem especiais fregueses.
Haveria nacionais e populacionais erros.
Mas pela certa, não havia tanta desigualdade e nacionais desterros.
Hoje, aos pobres, todo o Portugal, é um Tarrafal impiedoso.
Politicamente minado e maldoso.
Sem humana subsistência.
Nem aos mais necessitados, humanitária assistência.
Nas periferias das cidade, vivem as populações enclausuradas,
Na pobreza aprisionadas.
Em bairros, socialmente degradados.
Seres humanos, pela sociedade rejeitados.
A viverem, assimetrias sociais, politicamente criminosas.
Humanamente danosas.
O que origina sociais distúrbios e conflitos.
Motivando incêndios públicos e mais gravosos delitos.
O interior de Portugal, hoje, esta deserto.
E o viver em todo o Portugal é incerto.
Hoje, numa política de infindas contradições.
E variantes impugnações.
Num mundo de inércias.
E vergonhosas peripécias.
O cidadão, a viver inúmeras aflições.
Mostra nas eleições.
Todas as suas preocupações.
E em total descredito político, surgem as abstenções.
Portugueses! Acendei as candeias.
Acabai com estas políticas cadeias.
Estas malignas políticas teias.
A razão é indestrutível.
O demónio é sempre falível.
Levai a tribunal, os motivadores.
Os causadores.
De todos estes crimes e deslealdades.
Os políticos, de tantas nacionais barbaridades.
Os quais, têm que ser responsabilizados.
E judicialmente condenados.
Pois são, desta nefasta situação os responsáveis.
Criminosos miseráveis.
Não se pode permitir que, estes abutres, continuem em liberdade.
Pois são o espúrio, de toda e qualquer sociedade.
E como, não têm pingo de dignidade.
Nem afecto à nacionalidade.
Alheios ao nacional drama, servem uma bandeira de outras cores.
Talvez, nem tenham bandeira? São simplesmente espúrios predadores.
A rastejar pelos cobres.
E a dificultar a vida aos pobres.
São homens de tantas cores. Que, mesmo não tendo votantes.
Nas abstenções, eles consideram-se importantes.
E mesmo não votados, fazem a festa, e elegem-se presidentes.
Ministros, deputados, senhores mandantes.
A trocarem entre si, políticos cargos.
E quando, não aguentam os tergos.
Ou são, por de mais, visíveis as devastações.
E as económicos delapidações.
Ou melhores, tachos, se lhes abeiram.
Então, tudo esquecem, e logo, na nova ideia se empoleiram.
Seja ela, negra ou branca. Não importa o social substrato.
O que importa, é que, lhes seja farta, e de bom trato.
Força ao triste acto, festejam o facto, os estabelecedores.
Desta república das bananas, sem políticos valores.
Mas, com pompa de estado e flores.
E militares em parada, a calar os populacionais clamores.
Armas, para o inimigo desculatradas.
Só para oprimir os da casa, armadas.
Com estas defesas, nacionalmente minadas.
Andam os políticos, nas suas palhaçadas.
Enquanto os espoliados de Portugal, a viver mil adversidades.
Sem meios às suas legitimas vontades.
Vão vivendo este descalabro de políticos interesses.
Vergonhosas e programadas benesses.
Mas ninguém quer ver o nacional desmoronamento.
Pois neste encobrimento.
O estrangeiro, a Portugal, vêm buscar o seu rendimento.
Na força das políticas irregularidades.
Assim, ajudam a esconder as verdades.
Para não perder, as facultadas políticas oportunidades.
E pela calada, vão se rindo, de tanto ignorante.
De tanto político figurante.
Actualmente, o mundo, segue num boiar de espúrias administrações.
Causando no presente boiar, complicadas estagnações.
Os banqueiros, vão fraudulentamente enriquecendo.
Porque as administrações, são ignorantes, ou algum vão comendo.
O que vai trazer, ao futuro boiar, gravíssimas complicações.
Na força destas corruptas altercações.
Não chegaremos a tempo, às temporais universais estações.
Neste esbanjar de propriedades.
E num total político, fugir das boiantes legalidades.
Na inércia, dos actuais pretensos boiantes governantes.
De tacanhas mentes.
E fraudulentas políticas internacionais.
Sem pressupostos de melhorar as situações populacionais.
Muitas nações, o sustento de outros almejam.
E por todos os buracos possíveis, o tacho farejam.
Mas às populações, nada melhoraram.
Mas de forma dissimulada usurparam.
O que, aos Portugueses, por direito foi legitimado.
E por internacional interesse, foi minado.
Bens merecidos, na legitimidade das nações.
Direitos adquiridos, sem desrespeito pelas internacionais convenções.
Fruto de nobilitantes e briosas acções.
Mas tristemente.
Neste reinante boiar demente.
E na força de alguns tratantes.
De posturas inconsequentes.
Os portugueses, são hoje, um povo de oprimidos.
Politicamente diminuídos.
São Europeus, na desgraça caídos.
Todos os outros povos Europeus, benfeitorizam.
Crescem, modernizam e se dinamizam.
Mesmo na crise que politicamente alimentam.
E corruptamente fomentam.
Mas nós, nestes últimos onerados políticos anos, depauperamos.
Em todas os nacionais sectores atrofiamos.
Sugados por mil agiotas.
Embora, os nossos políticos, sejam poliglotas.
E nas excessivas internacionais reuniões.
Talvez para servirem melhor os seus anfitriões.
Esqueçam a Língua de Camões.
Mas, gastam fortunas, em algumas portuguesas promoções.
E nas suas muitas viagens, às Europeias capitais.
Que nos levam, o que resta, dos nossos capitais.
Ainda resquícios, de outras políticas governações.
De preferíveis administrações.
Neste actual politicar de incompreensões.
Mas lautas políticas pensões.
Andam os portugueses aos tropeções.
Meu Deus! Tantas são as boiantes desproporções.
E lancinantes deplorações.
E cada vez, são mais, as portuguesas emigrações.
As portuguesas dependências de outras nacionalidades.
Meu Deus! Livrai-nos destas políticas barbaridades.
De tantas imorais desigualdades.
Destes onerosos inconsequentes.
E anafados inconcludentes.
Conquanto, ufanos, de ordenados valorizados.
E hipocritamente envernizados.
Às custas dos desgraçados.
Os senhores deputados.
Que muitas vezes também são da finança empregados.
Neste jogo de viciados compadrios.
A salários milionários.
No hemiciclo das de hoje, desigualdades e ilegalidades.
Constróem as suas imunidades.
E legalizam as suas imoralidades.
Hemiciclo que outrora, todo um povo de licitudes.
E virtudes.
Construiu dentro da legitimidade e equidades.
Hoje politica-se a criar aos pobres nacionais dificuldades.
Somente se facilita a vida, aos patrões das grandes finanças.
Na mira, de encherem as gulosas panças.
Mas logo, como ciclónica tempestade.
Na corrupta vontade.
O dinheiro, para fora de Portugal é levado.
No político movimento lavado.
Os paraísos fiscais, quem legalizou?
Quem os idealizou?
Aproveitando estes maléficos políticos contubérnios.
A Portugal, tão atrabiliariamente ferinos.
As outras nações, mal intencionadas e usurpadoras.
E de nada merecedoras.
Vivem interessadas dos portugueses valores.
Assim, por todos os meios, engendram sistemas destabilizadores.
Recordai! Na ONU, quantas? As petições?
Quantas? as interesseiras deliberações?
Aos actuais campos de mortes.
Negras sortes.
Hoje, as africas dos coqueiros.
Dos seculares embondeiros.
Passaram a ser cemitérios a refugiados.
A campos de esfomeados.
Por todo o lado minados.
Com a morte contaminados.
Minas, mortais sementes.
Oriundas de outros continentes.
Que por África, muitas inocentes vidas vão ceifando.
Para alguém, noutros continentes, ir engordando.
Mas agora, ninguém protesta!
Nem contesta!
Dividem-se as fronteiras.
Rasgam-se as bandeiras.
Carrega-se o petróleo e as madeiras.
Em políticas candongueiras.
Até se carregam, mais armas, para as políticas fogueiras.
Como se a morte, fosse política brincadeira.
Nos acordos forjados na ONU, de forma interesseira.
Assassinos! entregaram populações a caciquismos.
A brutais maniqueísmos.
Campos e mais campos de refugiados.
Quantos seres violentados?
E quantos? Tentam escapar, a esta terrível mortandade.
Em precários barcos, sem qualquer flutuabilidade.
Contai, quantos são os afogados?
O universo também vos dará como interrogados.
E na consciência sereis mergulhados.
Vidas, corpos, politicamente cerceados, desumanamente negados.
Crianças, que este mundo, deu por finadas.
Nas bacoradas que a ONU, dá por legalizadas.
Esqueletos! E mais esqueletos!
Neste reinar de indigentes obsoletos.
Miseráveis!
Administrações de vadios execráveis!
Hoje, no meio de tanta morte, restam calados.
E como nos cobres, estão regalados!
E em bons fatos enfarpelados.
Não se ralam, com o viver dos desesperados.
E mais, amotinam! Os humildes derrotados.
Fomentando a morte e os campos dos desterrados.
Aonde se esgrimem, atirando migalhas aos desesperados.
Estes políticos, que não respeitam tratados.
Por quaisquer cobres, accionam as bombas, deflagram os explosivos.
Sobre êxodos de famintos e alarmados seres vivos.
Sugam como abutres.
Estes políticos da embustice, são ardilosos mestres.
Servem-se das mundiais instituições.
Para conseguirem as suas interesseiras infiltrações.
Triste político cenário.
Vive este boiar planetário.
Os libertados?
Como nunca ignorados!
Vêem-se por todos renegados.
E choram, as gentes de antanho, mais iguais, e melhores.
Que favoreciam um viver sem tantos horrores.
Mesmo a defender de antepassados, credos e haveres.
E a tentar-nos com os seus saberes.
Como eram bons e fartos, esses outros viveres.
Nas igrejas, em alegres toques, os sinos badalavam.
As sinagogas, também os seus chamavam.
Às suas espirituais praticas.
Ambas coexistiam sem divergências ou políticas.
Respeitavam-se! Todas as populacionais míticas.
Hoje, até das religiões a política se aproveita.
Nada respeita!
Qualquer diferença, aproveitam para amotinar as populações.
Para desorientar a fé nos humanos corações.
Ontem, as bandeiras, eram hasteadas em dias de celebrações.
As crianças, corriam às suas obrigações.
Os cemitérios, floreavam em saudosas recordações.
Eram da Nação, os mortos, avôs, pais, filhos, da Nação fundadores.
E seus respeitadores seguidores.
Do Portugal, de longos horizontes.
Que saiu, para alem dos continentais montes.
Até aonde, o mar chega-se.
E a vela navega-se.
Respeitando a fé que encontra-se.
Quanta nobreza!
À Portuguesa grandeza.
Quanta criação humanitária.
À descoberta planetária.
Povo de convicções.
Obrigou ao reconhecimento de nacionais coroações.
Foi reconhecida pela sua Nobreza e nacionais posições.
Na educação, não eram diferentes, de outras nações.
Formar o aluno em todos os saberes.
Eram primaciais regras e deveres.
Apronta-lo apto à vida, era tarefa dos pais e professores.
E mais educacionais mentores.
Na escola, incutia-se o respeito pela Pátria, deveres sagrados.
Por todos agradados.
E sentidamente apregoados.
À formação de um país, melhor governado.
E mais afortunado.
Unia-se a juventude, num só, estandarte de mocidade.
De alegre alacridade e jovialidade.
Não se dividia, em vários grupos, de estandartes esfarrapados.
E tristonhamente desnacionalizados.
Fenómenos, à desordem de políticas claques de apaniguados.
De quem, nos quer ver minguados, totalmente arruinados.
Força motivadora de tristes decisões.
E partidárias colisões.
Espalhadas nos vendavais, de falsas políticas informações.
E desonrosas difamações.
Que, envergonham a cultura das Nações.
Por falta de nacionais prolações.
Muitos dos jovens de hoje, nem a história nacional conhecem.
Neste obscurantismo, o tecido nacional empobrecem.
E neste anti nacionalismo acumular.
E com tanto malfeitor, aos seus interesses a pulular.
A Nação, vai caindo no esquecimento.
Vai perdendo nacional valimento.
Hoje, nem o hino nacional, é de muitos jovens conhecido.
E até já houve, quem, o não acha-se à Nação merecido.
E o seu conteúdo, quisesse modificar.
Talvez para, a desonra da criadora abrilada edificar.
E os actuais políticos celebrizar.
Pelo tanto que, conseguiram prodigalizar.
Neste politicar sem nacional idealizar.
Hoje, no grito das liberdades, de alguns abancados.
Muito bem remunerados.
Nas ajudas, e alvíssaras, lautamente ensebados.
Exacerbadamente muito a cima dos comuns estipulados ordenados.
Num país, de vazios ventres, e muitos esfomeados.
Com esta gente a governar, mais se acentuam as desigualdades.
As terríveis sociais disparidades.
Mas estes políticos, de todas as irregularidades e deslealdades.
E, por pessoal interesse, servidores de todas as parcialidades.
Em escassos anos de irrealidades.
No funcionalismo de inúmeras destrutibilidades.
Na arenga de mil balelas de egocêntricas vaidades.
Economicamente, os políticos, demarcam as suas posições.
As suas políticas e sociais aviltações.
Não restam duvidas, são do povo dissemelhantes.
Estes actuais políticos socialmente degradantes.
Nacionalmente aviltantes.
Da Nação, calamitosos sugadores.
Atenção! Não digo servidores.
Se por engano o disse-se, a escória estaria a vituperar.
A perigosamente exasperar.
E com gente assim, não é prudente.
Pode-se acabar doente.
Ou desaparecer eternamente.
Infelizmente, não tenho vocabulário.
É incipiente o meu corolário.
Para expor, todos os actuais políticos horrores.
Destes miseráveis boiantes, políticos malfeitores.
Mas a justiça, não será sempre maldição.
O tempo, trará a contradição.
O fiel, perderá a ferrugem, o ilegal entorpecimento.
A balança, passará novamente a legal movimento.
E no cerúleo, já se formam ventos desfavoráveis.
A estes novos políticos, universalmente indesejáveis.
A razão, mais cedo, ou mais tarde, será celebração!
A verdadeira liberdade, abrirá a Nação.
Com políticos à nacionalidade.
Ao respeito pela propriedade.
A servirem a uma, mais e melhor humana igualdade.
Não a encherem os alforges, na força de política iniquidade.
E forjada ambiguidade.
Política, com militares, à nacional constitucionalidade.
Não à ordem de política vontade.
Com generais nos quartéis
Não nas políticas, à cata de mais arráteis.
Ou a imporem políticas nacionalmente destrutivas.
Saturadas de evasivas.
E de leis, socialmente corrosivas.
Ou a requererem aos seus subordinados em comandos.
Novas posturas aos militares mandos.
Tais como: Obrigações para com as MFA delegações.
Que seriam obrigadas e criadas, em todas as militares guarnições.
Postos avançados, às nacionais traições.
Assim, todo o comando, tinha que, dar conta das suas deliberações.
Às votadas MFA, delegações, em partidárias funções.
Era o divulgar das militares operações.
A total astuciosa militar amnésia. Não mais, haveria militar destreza.
Era o findar da militar estratégia, dar ao inimigo, as asas da ligeireza.
Era o confraternizar com o adversário.
O gastar de botas, em calcorrear desnecessário.
O passear de metralhadoras e explosivos.
Com prévios avisos.
Era o matar dos nossos nas picadas.
O esgrimir das traiçoeiras facadas.
Meu Deus, aonde restam as Quinas? Com estas forças danadas.
Estas forças, pelo mal comandadas.
Se estes generais, em democracia, ainda recebem ordenados?
E sinal que, há quem lhes pague, e com eles, estejam coordenados.
Relacionados e amigados.
De certeza, feitos para desacreditar a democracia, que dizem politicar.
Mas não praticar.
Assim antidemocraticamente, pela calada, tudo vão sonegando.
E traiçoeiramente minando.
Por isso, neste falso politicar, pairamos desgovernados.
Estamos todos, com este antidemocrático boiar, desgraçados.
Pois, não há justiça, nem democracia.
À sim, propositada política burocracia.
Para camuflar toda a forçada demagogia.
Da nova política orgia.
Com esta gentalha a politicar.
E somente a viver na efémera glória, do passado criticar.
É a total boiante banca rota, é à democracia, a estucada do descredito.
E o anular, a este espaço do boiar, o universal credito.
Para encobrir e facilitar a política anarquia.
E instaurar a de alguns, política oligarquia.
Neste boiar, ainda a espertos.
Que tristemente, ainda não vivem despertos.
Aos sublimes factos da inteligência.
De toda a humana abrangência.
E possível competência.
Mas nesta universal existência.
Tudo na vida, tem universal avaliação.
Recusa, ou aceitação.
O planetário boiar, não é exclusão.
Pela simples conclusão.
Tudo no universo, vive em coligação.
De acordo com a cadência e potência das forças em movimentação.
Egrégia avaliação.
Retirada no espaço, na idade da criação.
Ainda hoje, a restar ao povo, como vivida apreciação.
Os valores, restam sempre como marcação.
A uma melhor humana aproximação.
Nem sempre, os crimes dos pais, têm filial aprovação.
Assim, um dia, como tantos outros em afirmação.
A outros que, já foram apoquentação.
Do alto da fortificação.
Com expedita prontidão.
E aflitiva brusquidão.
Grita o seu guardião.
Ao avistar grande multidão.
Que envolta em escuridão.
Se aproxima de armas apontadas.
Prontas a serem disparadas.
Não são bazucadas.
Nem armas mais sofisticadas.
Esta guerra, ainda é do tempo das pedradas.
O alarme, em tremenda gritaria.
E alarmante vozearia.
Corre montanhas e vales, a chamar a população.
Aos terreiros da confrontação.
Não há homem, fugitivo, a esta honra e obrigação.
A esta honrosa sublimação.
De lutar e morrer pela Nação.
Dever sagrado, motiva e eleva o homem à exaltação.
Tudo ocorre à fortificação.
Como era bela esta formação.
Sem tanta hierárquica sofisticação.
O homem de hoje, no boiar de outro espaço e erudição.
Não desfruta da gnose desta condição.
Na ignorância da erudição, vive em constante concussão.
A sua própria opressão.
Em favor de pessoal ambição, perdeu a universal confissão.
Não segue a boiante missão.
No defender homens e fronteiras.
Não fugir a canseiras
Quando se tem que defender, a bandeira das nacionais cores.
O panteão dos nossos antepassados edificadores.
Infelizmente, porque nos falta uma ambição colectiva.
E ao geral bem estar, ainda não temos uma força activa.
Que nos permita efectivamente sermos construtivos.
E senhores de riqueza a todos produtivos.
Vivemos macabros fatalismos.
Infelizmente, na ganância, vivemos no miserabilismo.
De constante social revoltante abismo.
Todos à cata de mais fáceis angariados.
Mesmo que sejam, criminosamente roubados.
Ainda vivemos, num boiar, a muitos esclarecimentos.
E temos que, ter à mão os armamentos.
Para resolver muitos incongruentes descontentamentos.
Motivados pelos ainda, boiantes alheamentos.
Que permitem e forçam a tantos inúteis descontentamentos.
Na força destes contratempos e ressentimentos.
O confronto é certo, de duas razões, nasce o tumulto.
Corpo de mão armada sem indulto.
Guerra sem misericórdia.
Aço da discórdia.
Num cruzar de ferro, braço a mutação.
Faiscar de fogo, frio calor, sem coração.
Na ânsia de pão, ainda sem colectiva maturação.
O dia, é transformado em lúgubre escuridão.
Na mão, o aço, corpo de solidão.
Esgrima com brusquidão.
O azul do Céu, é de dia escuridão.
Divino Ser Celipotente.
Ajuda a terrena gente.
A guerra é destruição.
È gente em aflição.
Vida, sangue, morte, violação.
Criança sem idade a oração.
Corpo que não viverá, na humana danação.
Quanta alucinação.
À noite, avivam-se as chamas da exterminação.
Em cada ser, uma prece.
Aos lábios aparece.
Mas a maquina da guerra avança.
Para o derrotado, não há esperança.
E a lança, não é ao pão a abastança.
É somente guerra, que o chão ensanguenta.
E a alma atormenta.
Quando a guerra, é motivada por pessoal ganância.
Por avareza e ignorância.
Aço de mortandade.
Sem boiante validade.
Universal desmoronamento.
Espaço e tempo, sem boiante aproveitamento.
Espaço e tempo do passado, em destrutivo esvaziamento.
Templos de outras culturas, são o pó da destruição.
Mas não é caminho a melhor instituição.
Pó, arreia, sem construção.
Nem boiante evolução.
Mas, nem sempre, a guerra, é boiante maldição.
Às vezes, nasce da força da boiante condição.
Ao reagrupar de nova legião.
Outra cultura, outra religião.
Com diferente intenção.
Ou até mesmo, de julgada melhor intervenção.
E boiante compreensão
Ligada à expansão.
Da cerúlea extensão.
Assim, em MCXXVIII, novos horizontes.
Na graça de Deus, motivam as mentes.
Ao grito de nova fortificação.
Juntam-se valentes à edificação de nova Nação.
O Infante D. Afonso, à testa de descontentes.
Em S. Mamede, vence a sua mãe, dá a Portugal, o inicio da fundação.
Assumindo o governo dos Portugueses, ainda sem coroação.
Portugal, a Virgem Santa, é tua conselheira.
Nossa Senhora da Conceição, é tua Padroeira.
Ela, guiar-te-á sempre, pelos caminhos da vitória.
Na rota da universal glória.
Não temas os tempos de adversidade.
Os dias de calamidade.
Ela, A Santa Virgem, defender-te-á com magnanimidade.
Reza e luta, logo viram os proveitos.
Dos teus honrosos feitos.
Assim, D. Henrique seguiu em frente.
Foi a Portugal, um reinante valente.
Em reinado de expansão, de incessantes disputas.
Mas o Infante, nunca fugiu às lutas.
A ideia era liberdade.
Lutar por uma Nação de verdade.
Conseguir pôr mouros e castelhanos em retirada.
Construir a portuguesa estrada.
Pelo mundo, com brio e honradamente.
Erguer as Cinco Quinas, vitoriosamente.
Muitos destes combates, a Portugal, bem-aventurados.
Outros, devido a situações inoportunas, menos afortunados.
Mas D. Afonso I, era persistente.
Queria livre a sua gente.
Neste boiar a melhores oportunidades.
No respeito pelas universais liberdades.
Queria uma Pátria a seus descendentes.
Sem serem de estrangeiros dependentes.
Uma Pátria livre de tributos e vassalagens.
Sem ter que genuflectir a castelhanas menagens.
Este sonho, foi o embrião, que, nos fez grandes e respeitados.
E por todos, reconhecidos e admirados.
A Portugal, surgiam novos encantos.
Com a bandeira portuguesa hasteada aos ventos.
Forte, honrada, livre e vigente.
Ao cerúleo erguida, com toda a sua gente.
Nas ameias de castelos soberanos.
Isentos de impostos a castelhanos.
Sonho, força embrionária.
De mais uma Nação na vida planetária
A este sonho, Era, a D. Afonso, o seu imaginário.
O querer primário.
No entanto, D. Afonso VII, não cedia mão de seus condados.
Queria as lusas vassalagens, e as terras a seus cuidados.
Pois dai, usufruía benefícios.
E bons braços, aos militares ofícios.
Em MCXLIII, D. Afonso, fiel a seus propósitos.
E ciente de conseguidos êxitos.
Dirige-se ao Papa Inocêncio II, resoluto em seus propósitos e juramentos.
Declara Portugal, tributário da Santa Sé, e seguir os seus mandamentos.
E faria seguir os mesmos sentimentos.
Em todos as novas terras conquistadas.
E na Portuguesa Bandeira alistadas.
Quatro onças de ouro, por ano, foram os tributos estabelecidos.
E pelos portugueses, concordados, e religiosamente seguidos.
Obtendo assim, Portugal, da Santa Sé, alguns proteccionismos.
E mais nacionais optimismos.
Pois já, à muito, desejava-mos, e esperava-mos, a total liberdade.
A honrosa nacional dignidade.
Para a qual, tanto heroicamente trabalhamos.
E audaciosamente batalhamos.
Assim, após o tratado de tui, o armistício de Val-De-Vez. Encontramos.
El Rei Afonso VII, Monsenhor Cardeal Guido e D. Afonso I, reunidos.
Em Zamora, na preparação dos acordos, à muito esperados e prometidos.
Em Zamora, D. Afonso VII, não reconheceu a seu primo como monarca.
Mas, sem contestar, assinou o tratado de paz sobre a Real Marca!
Marca! Que, foi a bastante barca.
Que, ao mundo, no saber, à expansão embarca.
Esta nova e grandiosa Nação atlântica.
Pelos seus marítimos feitos, tida como Nação mítica
 
UNIVERSO PORTUGUÊS 2ª parte

DEUS AO HOMEM O VULCÃO ACENDEU

 
Deus a terra fendeu.
Ao homem, o vulcão acendeu.
A noite… Incandesceu!
O mundo cresceu!!!
O calor do lume… A montanha aqueceu.
Movo espaço o homem mereceu.
O frio, e a noite venceu.
Mas não envaideceu!
No entanto, o seu olhar resplandeceu.
E, ao mundo… Nova era sucedeu.
Foi todo um novo caminho que floresceu.
Já o homem, mais sabia… Não podia ficar indiferente.
Já comia o pão quente!
Tinha que Divinizar o fogo ardente!
Fogo da terra! Fogo do Céu!
Que, com o clamor das entranhas apareceu.
A iluminar a sombra que o sol escureceu.
Neste especular, o homem, entendeu…
E, nas suas limitações estabeleceu.
Alem, na linha do horizonte.
Cai o véu, com todo o seu fogo escaldante.
Mas, ao caminhar para lá, percebeu.
O erro de Ptolemeu.
Pois, em suas mãos, os astros não recebeu.
Em fugaz espreitadela ao céu… Entristeceu.
Mas, ao ver mais mundo… À sua frente… Não desvaneceu.
Ajoelhou… Deu-lhe Deus a coragem de duvidar e venceu.
E, do diáfano do éter, novo horizonte rejuvenesceu.
À ignorância… O homem… Transcendeu.
O girar do mundo compreendeu.
O passado… Parado. É erro… O mundo o cometeu!!!
Foi erro dos lentes? Ou das mentes? Que as gentes obscureceu.
E à vida embruteceu.
Nesta desdita, o homem não enfraqueceu.
Seu filho não escondeu… Protegeu.
Novo seguir elegeu.
Não desmereceu… Atendeu.
Na razão empreendeu.
Assim, o mundo, no seu girar não mais entardeceu.
O homem, à descoberta do seu todo se meteu.
Ao mundo, o mundo prometeu.
Foi neste empreendimento, que o mundo, engrandeceu.
E, o homem, já no saber de outra gente, muito padeceu.
Motivo, pelo qual, o navegar empreendeu.
Assim, seguiu em frente, mas não esqueceu.
Tudo quanto no celeste manto aprendeu.
Deus o mundo criou… O homem… Ao mundo o deu.
Porque Deus, ao homem, o concedeu.
E assim, o homem… Cresceu.
Ao novo mundo que nasceu.
A Deus, correspondeu.
Há fé Divina se rendeu.
E na fé de Deus sobreviveu.
No todo que conviveu.
Sempre em demanda da verdade o homem combateu.
Deixou de ser ateu.
E, em demanda do esclarecimento.
De humano chamamento.
Zarpa o Português… Com a cruz de Cristo.
Ao mundo que já era previsto.
Nas velas que, abre ao vento.
Leva o Luso alento.
Pano que impulsiona a caravela.
Com a Cruz de Cristo em sua vela.
Para do mundo ter cabal conhecimento.
O homem, ao leme deste empreendimento.
Era do mundo humano… Não era santo.
Viveu muito salgado pranto.
Mas mesmo, no tenebroso susto.
Cria a verdade e era justo.
Era de força lusa… Destemido e recto.
E ao mundo tinha afecto.
Sabia ao que ia… navegou resoluto.
Suportou o luto.
Na luta contra o pelágico, então, tão temido.
Era povo marinheiro… E ao mar destemido
Ao seu rei e ao clero fez juramento.
De, do mundo todo, dar merecimento.
E a cruz de Cristo, erguer em todos os quadrantes.
Mesmo nos longínquos mais distantes.
A marcar ao homem o ponto.
Aonde se ouviu o Luso canto.
À vitória de tão grandioso humano facto.
Que, levou no saber ao encontro e ao contacto.
Nada foi à sorte… Foi na dor chorando e na glória cantando.
Que, o mundo, a todos se foi formando.
Nada foi achado, tudo foi estudado e previsto.
Notai que, depois de muito navegado, ao largo um mastro foi visto.
No inverso da esteira.
Que, abriu a pelágica fronteira.
Era a lusa caravela… Com novas… De volta ao seu porto.
Ao merecido Pátrio conforto.
Assim, com dor, glória e honra. Terra e povo, foi ao mundo descoberto.
Novo planetário capitulo foi aberto.
Os astros foram o ensinamento.
O marítimo encaminhamento.
O sol… No céu… Não findava em fundo ignoto.
O seu todo, não era assim tão diminuto.
Girava sim, algumas horas de nós incógnito.
No caminho do infinito.
Até ao seu surgir, pelo nascente.
De um todo existente.
Confirma-se que, o mundo, não é morto, nem parado.
É corpo existente à vida preparado.
Neste saber, vivia o Português, ao mar atento.
Eram outros os tempos… E outros os valores… E outro o tento.
O homem era nobre… Primário era o instrumento.
Mas, mesmo assim, concluiu o proposto.
E no planetário horizonte também surgiu pelo lado oposto.
E hoje, a todos exposto.
Lá, do outro lado, está o Padrão… Aos do mar… Pronto e solicito.
Luso clarão! Com o mundo implícito.
Universal contentamento.
Do todo em continuo crescimento.
Oh! Divino manto.
Como por encanto.
O homem que, ontem, no mesmo mundo de crescimento.
De outro homem, fazia o se alimento.
Hoje, noutro olhar ao céu… Vive grato.
Noutro humano trato.
Sai do abismo.
Deixa o canibalismo.
O paganismo.
E satisfeito.
No novo conceito
E humanamente mais frugal
Segue com fé Portugal.
É, agora, noutro saber, o seu ideal.
À vida, começa a dar importância real.
Depois deste Luso universal conquistar.
E humano manifestar
Mas, mau grado, a fortuna e o bem estar.
De toda esta gente multirracial.
A criar mais e melhor humano manancial.
Faz Exaltar a inveja e cobiça internacional.
A maldade irracional.
Começa a especular.
Todo o mundo critica esta união secular.
Querem novo mando diferente político estipular.
São os maus do mundo, na ânsia de encher o seu bornal.
É o político infernal
A mudar o bem pelo mal.
Mundo animal.
Bando de sanguinários.
Traidores ao crescimento planetário.
Somente vêem dinheiro.
Não têm humano companheiro.
Nem legal fronteira.
São viventes à babuje de outros canseira.
Forjam o emocional.
Corrompem o funcional.
Principiam por corromper e empeçonhar, alguém do nosso povo nacional.
Gente sem credo, sem hino. Gente que, só quer ser maioral.
Seres sem bandeira… Sem chão a cemitério… Seres sem moral.
Com este tipo de gente, a outros serviçal.
Erguem fraudulento político castiçal
Que logo o povo com ferro abrasa.
E o erguido arrasa .
Termina a paz, e todo um serviço da união existencial.
Que ao mundo era essencial.
Força crianças e velhos a viver pelas matas
Sempre envoltos em políticas zaragatas.
Vida de mutilados a uma irreal liberdade.
Forjada em desumana crueldade.
É, o retrocesso ao animal vegetar.
È o povo ao irracional manietar.
É, o ver nos olhos das crianças dor e fome.
E o corpo à morte conforme.
É, voltar ao brutal ajoelhar.
Negar o cerúleo espelhar.
Para ouvir em descomunal arrazoado.
Tudo o que, por Deus, nunca será perdoado.
Discursos e quimeras a um todo retrógrado.
Satânico brado.
A fosso abismal.
Sem a Divina crisma baptismal.
Que, ainda com Deus no céu… Nos leva afinal.
A um tardar Divinal.
Ao voltar ao boçal cafreal.
Num planetário estagnar Irreal.
Não… Não é… Do real Portugal.
Do Luso Portugal!
Este iníquo crer fatal.
Esta política letal.
É, de um mundo bestial.
Que não olha ao celestial.
A vela branca do Português foi divinatória.
Ao mundo meritória.
Divina realização.
Num todo, de total aproximação.
Mas, em todas as épocas há pecadores.
Humanos exploradores.
Que, com ferros ou palavras espúrias.
Adultera as universais vitórias.
A pessoais benfeitorias.
Assim, de um bem colectivo.
Que a todos devia ser produtivo.
Cresce a escravidão.
Brutal humana servidão.
Mal que o mundo comporta.
Desde que se abriu a humana porta.
E, se teve que, carregar lanha, para a fogueira
Da dominadora lareira.
Para o fogo da cegueira.
Humano já da morte escravo.
A viver tanto incompreendido agravo.
Na procura e demanda.
E na ordem de quem manda.
O escravo, sempre do forte foi mercado.
Mas no correr do mundo, mais se agrava este pecado.
No meio dos actuais negócios, fictícios e fraudulentos.
Que desvirtuam planetários rendimentos.
Mas se ouvem os acorrentados lamentos.
Já no mundo de recente passado.
O grande Império Romano.
Do seu escravo era ufano.
Até o régulo da sanzala, para ser obedecido.
Tinha o seu escravo vencido.
Para não falar da concubina, ou do eunuco, em seu leito copulado.
E na força senhorial calado.
Não foi só, do branco, da vela branca, este merecido.
O mal, infelizmente, por todo o mundo já era conhecido.
E estabelecido.
Muito negro, negro vendeu.
Dor que, miserável e berrante miçanga rendeu.
Mas, notai, os tempos pouco mudaram.
Mas pioraram!
Ainda hoje, se vê no poder, muito lodo
É outro o sistema, e o modo.
A lixar o fraco e o necessitado.
Que ao sustento, se vê aviltado.
Neste mundo desvairado.
Escravizado e irado.
Cada vez, há mais escravos, ao subsídio bonificado.
À actual política económica crucificado.
E muito jovem, no recibo verde, vive afundado.
Político lodo, que o humano, dá por deserdado.
Mundo minado.
Repleto de povo descriminado.
E outros, sem recibo, são escravos… Deveis ao voto do partido.
À finança convertido.
Pois pela criminal finança foi instituído.
Para dar este mundo por destruído.
São os novos sistemas.
Humanos anátemas.
São os contratos dos novos políticos deste estado.
Que, à Nação não é prestado.
E fazem do Português criado.
Neste mundo viciado.
Neste reino, cada vez mais de futebol e fado.
Mas já sem arado.
Mas aonde, sobre a cabeça do pobre, pesa criminal machado.
Eu, que neste infesto não fui tido nem achado.
Humildemente venho requerer, se é que, ainda posso falar.
Neste nocivo político contubérnio que a humanidade faz calar.
Quando os meus olhos encerrar.
E o meu corpo mirrar.
Depois de à vida finar.
Neste mundo ainda de tanto humano arruinar.
Não quero campa com pedraria.
Nem epitáfio com honraria.
Nem gente a chorar.
Muito menos a orar.
Bastou-me na vida caminhar.
Sempre com Deus a apadrinhar.
E o chão de meu pai, custear.
E por ele, com amor pleitear.
E a bandeira de Portugal, com honra hastear.
Agora, a novo encontrar.
Basta-me na terra entrar.
A qual, meu corpo vai transformar.
Na terra que, outro mundo virá a formar.
Não quero flores a disfarçar
O permitido humano desgraçar.
Que a minha campa seja terra.
A um mundo sem tanta humana ferra.
Eu, sou de Portugal… No mar… E no ultramar.
Minhas mãos, não são garras para humano sangue derramar.
Não sou esclavagista… Nem de martirizar.
Sigo os Lusos do civilizar.
Por isso quero ficar par
Em meu funéreo acampar.
Com quem a lutar de armas e coração.
Engrandeceram Portugal como universal Nação.
No tempo da Lusa navegação.
As armas não eram floridas… Mas os homens eram de amar.
Lutaram com heroicidade para as Cinco Quinas afirmar.
Construíram sim, o mundo… No seu navegar.
No seu crer ao longínquo chegar.
Militares com flores, só servem para falsear populações.
Fomentar revoluções.
Escondidas em floreadas traições.
Causadoras de humanas aflições.
Flores, criança escravizada.
Pelo mundo marginalizada.
Espelho sem cerúleo.
Neste universo hercúleo.
Eduardo Dinis Henriques
 
DEUS AO HOMEM O VULCÃO ACENDEU

CANALHA

 
Falar! Ou não falar?
Calar! Ou não calar?
Não consentir? Ou consentir!
Mentir o de outro mentir.
É perdoar o danoso.
É consentir o criminoso.
È aquecer o ferro que, na carne ardia.
Em humana cobardia!
Nua criança... Assim não avança.
No vilipêndio de vil liderança.
Ignominiosa impostura
Do líder sem compostura.
A nação, outrora grandiosa!
É hoje, entre si odiosa.
Neste estagnar amargo
Vive cáustico letargo.
Ó famélicos miseráveis.
Idiotas execráveis.
Neste mundo de aguerridos.
Quereis ser reis floridos?
Em mentecapta alacridade aos cravos.
Indigentes escravos.
Acéfalos negadores de juramentos
Não passam de meros jumentos.
Carregadores de palha
Ao alimento da canalha.
Eduardo Dinis Henriques
 
CANALHA

CERÚLEO

 
CERÚLEO

Caminho como votante número.
Mais cego que Homero.
Sou grito de Traição.
A morte, da nacional filiação.
Trajo farrapos.
Feitos na cor de mil trapos.
Mas cobro de ouro, quem me escraviza.
A chorar, a quem a humanidade diviniza.
Tu! Que tudo espelhas cerúleo.
Em cristalino raio hercúleo.
Traz a esta gente, novo brilho.
Força à construção de humano trilho.
Que espelhe, verdadeiros raios de solidariedade
Sobre esta sofrida humanidade.
Eduardo Henriques
 
CERÚLEO

LUZ

 
LUZ
Uma luz! Lá! No infinito.
Demarca-se no azul bonito
Deste todo hercúleo
Bendito cerúleo.
E quantas mais não brilharão?
E como eu! Estarão!
A olhar os horizontes.
Repletos de infindos pontos brilhantes.
Destes Céus.
Meus e teus.
Ainda, no azul, de indecifráveis véus.
Mas, mesmo assim, eu vou olhando.
Ciente que alguém me esta escutando.
Neste sentir das ondas telepáticas.
Escuto no todo, o vibra de melodias harmónicas.
Que de luz em luz se imitem
E ao todo se transmitem
Alargando o braço
Ao universal abraço.
Eduardo Dinis Henriques
 
LUZ

DIVAGAÇÕES

 
Eu converso,
Com todo o ser disperso.
Não estou só! Nem submerso.
Neste todo imerso.
Agora, tão adverso ao Luso verso.
Melhor seja o berço. Noutro regresso.
Melhores sejam as almas. Em seu progresso.
Verso... Oh! que universo!
Temporariamente adverso.
Contas de meu terço.
Em saberes que, à vida eu alicerço.
Quanto do mundo eu atravesso,
Ao universal ingresso.
De criança eu não padeço.
Vida da qual, eu não me despeço.
Neste abraço… Que corpo eu peço.
Em caminho que, não mereço.
Neste esbanjar que recebo.
Ao andar que ainda não percebo.
Serei assim, ou sempre mancebo?
Glória de quem ao mundo amanhece!
E no corpo envelhece.
Ao saber que não escurece.
E sempre no horizonte aparece.
A dar o valor a quem ao bem obedece.
E pelo seu semelhante padece.
A Ti, Deus, Rogo a Prece.
Do mundo que nos aparece.
Ao nascer que nos merece.
Neste dom de criatividade
Em constante actividade.
Olhos meus… De infinda cavidade.
No corpo, sempre em demanda da verdade.
Na luz da humanidade.
Ao expoente de nova natalidade
Sigo mais uma idade.
Que, me dará nova identidade
Na avançada realidade.
De uma mais ajustada liberdade
À humana capacidade.
Do saber da cósmica universalidade.
Que nos guiará à claridade
Da real espiritualidade.
Eduardo Dinis Henriques
 
DIVAGAÇÕES

AO MEU PORTUGAL

 
AO MEU PORTUGAL

Triste o destino de um País.
Que não tem filhos e perdeu os pais.
E que ao jugo de negros destinos.
Já não canta seus hinos.
Ao seguir os gritos de igualdade.
Que somente fecundaram deslealdade.
E um fosso abissal, entre a Nação e os políticos.
Que sem quaisquer preceitos éticos.
Criaram em Portugal abismal fosso de desigualdade.
Num viver sem política nacionalidade.
Maldito Politizar.
Sem a Nação ajuizar.
Nem o País respeitar.
Mundo controverso e politicamente manhoso.
Aberto ao inferno do tinhoso.
Num todo de maldade.
E política instabilidade.
Portugal! Caíste um danoso reviralho.
Numa revolução que não te dará agasalho.
Mas encher-te-á de fome e de desempregados.
Em triste mundo de retornados.
Peitos secos e esfomeados.
De tantos escamoteados.
Em traiçoeiro correr a político aproveitar.
Num inferno de governos sem nacional projecto.
Nem Pátrio afecto.
Portugal! Como te deixaste levar?
Por este gritante traiçoeiro enlevar.
Por esta gritante política maternidade.
A fecundar precariedade.
Malfadado político egoísmo.
A afundar Portugal em negro abismo.
Dias de morte em cantada falsa liberdade.
Politizados ao assassínio da Portugalidade..
Neste cruel cair na desonra e mentira.
É um ver quem mais do erário tira.
Num pandemónio de partidarismos.
Feitos de nulos patriotismos.
Que vão desonrando a Lusa bandeira.
E negando a Pátria fronteira.
Mas enriquecendo economicamente a política sociedade.
Que sem moralidade nem equidade.
Se auto financia nas leis que em seu favor vão instituindo.
E na forma como as populações vão espremendo e punindo.
De crise em crise, como se a culpa, fosse das populações.
E não das fraudulentas especulações.
Que as políticas vão autorizando
E até mesmo legalizando.
Na fornalha dos paraísos fiscais.
Criados ao proteccionismo da finança e seus chacais.
Portugal! Desonras o erigido.
Neste politizar fingido.
Matando assim duas vezes os heróis da Portuguesa Nação.
O Conquistador da fundação.
O verdadeiro Libertador.
O Real conquistador.
Que, com a sua espada e diplomacia inteligente.
Deu a Portugalidade à Lusa Gente.
Ao fazer de um condado, uma Nação independente.
Um País por todos reconhecido.
Que ao mundo, mostrou ser merecido.
Quando no saber do Infante o Navegador.
De Guimarães, dobrou o bojador.
E sempre com a Cruz de Cristo nas Alvas velas.
Seguiu mar fora em suas caravelas.
E não tarda! É o tenebroso vencido!
Entra Portugal no Indico! Até então desconhecido.
O cabo das tormentas foi dobrado!
Passa a ser o cabo da boa esperança.
Ao mundo Portuguesa herança!
Assim o mundo, dá novo brado!
Daí à Índia, é um pouco mais de vento.
E a continuidade do Luso alento.
Portugal! Quanta honraria.
Meu Deus! Virgem Maria.
Por todo o planeta a Pedra de Portugal ergue o seu Padrão.
Como Divino Clarão.
A anunciar à planetária comunhão e aproximação.
Na égide de uma nova planetária relação.
Portugal! Depois de tanto conseguido.
E por todo o planeta tanto valor erguido.
Como te deixaste cair nesta abrilada?
Nesta nefasta cilada.
Para passares de campeão.
A um miserável peão.
Ao jugo de uma Europa politicamente enfraquecida.
E sem projecto político que a dê enriquecida.
De uma Europa, a viver de postais ilustrados.
E dos ecos dos passados brados.
De uma Europa desmilitarizada.
E socialmente politicamente martirizada.
Devido a uma política socialmente desenraizada.
Das verdadeiras necessidades.
De quem vive as actuais instituídas dificuldades.
Mas em contra partida!
Porque as políticas lhes dão guarida.
Vêem-se os políticos com rápidas e milionárias reformas.
Instituídas e estabelecidas por políticas normas.
Meu Deus! Que vergonha! Nojento proteccionismo.
Desta política de infame sectarismo.
Que em político favoritismo.
Cria infernal desordem social e populacional descontentamento.
Entre as gentes, que descriminadas, vão gritando o seu lamento.
Europa! Teus castelos vão ruir.
Pois já não sabes construir.
Vives na grandeza.
E na extrema pobreza.
Numa Europa a duas velocidades.
Ao sabor das partidárias políticas veleidades.
Que cegas não vêem as Europeias realidades.
Em fim, numa Europa sem política nem justiça.
A instituir-se de forma bizarra e castiça.
Enquanto vai instituindo catastrófico.
E não menos maléfico.
Fosso social entre as populações.
E até mesmo entre as Nações.
Portugal! Toma mão no teu seguir.
Mas olha! Com esta gente, não vais conseguir.
Olha para o que tinhas! E vê o que tens!
E será? Que o pouco que te resta manténs?
Ou serás? Com mais impostos sacrificado?
E ao jugo desta ruinosa política crucificado.
Para que os políticos, sem qualquer valimento.
Mantenham o seu político sustento.
Enquanto tu, trabalhador! Vives sempre em social agravo.
A trabalhar que nem um escravo.
Miserável serventia.
Sem sopro de valentia.
Político mundo de falaciosos prometimentos.
Sem concretos valimentos.
A boiar num parlamento de ditos controversos.
Que pelas bancadas vão saltando dispersos.
Entre políticos que no parlamento, nunca deram uma palavra.
Que autentica-se a sua política lavra.
Mas neste mundo viciado.
Eles batem palmas e gritam apoiado.
Como obedientes neófitos ao partido filiados.
Mas em dois mandatos de aplausos políticos.
Porque para estes afilhados, os políticos não são semíticos.
Conseguem a reforma por inteiro.
Em autentico saque ao público mealheiro.
Abril aonde enterraste a liberdade?
Uma liberdade de direito sem marginalidade.
Aonde deixaste a igualdade?
De social dignidade.
Diz-me? Aonde ficou a solidariedade?
O respeito por quem trabalha.
E infelizmente, nesta nova política nada amealha.
Tudo vai para a crise e seus mentores
Para estes políticos, sem quaisquer nacionais valores.
Neste País incendiado.
E politicamente extraviado.
Com uma justiça incoerente e manhosa.
E uma saúde tardia e vergonhosa.
Num ensino sem educação.
Mas com muita bélica armação.
Tristeza progresso.
Facultai-me a porta do regresso.
Ao passado que foi mais justo.
Sem tanto político fausto.
Portugal! O teu Império saquearam!
Com traiçoeiras armas que armaram
Mas o Luso falar! Esse não anularam!
Porque as armas eram viciadas.
E criminosamente municiadas.
Por quem não lutava para o bem das populações.
Mas sim! Para obter os bens das suas possessões.
Portugal! Sempre foste um País de serviços.
Hoje, infelizmente, restas um país de políticos vícios.
Com a politicagem a viver e a comer imperialmente
Anafada e contente.
Como se tivesse-mos um império milionário.
O todo planetário.
Mas o trabalhador! Esse coitado, verga-se desgraçado.
Ao imposto do político império forçado.
Vegeta pelo político kafequiano império escravizado.
E na justiça do político império, deambula martirizado.
Portugal! Não te deixes amesquinhar!
O Luso Padrão! Ainda é pedra a brilhar!
E o Luso falar! Ainda é planetário cantar!
Por todo o planetário altar.
Portugal! Os Americanos tiveram coragem!
E fizeram a sua lunar viagem.
Também passaram os seus tormentos!
Sentados em sofisticados instrumentos.
Mas tu, Portugal! Foste ao mundo!
Pelo mar profundo.
Em tosca caravela.
Com a Cruz de Cristo na tua Lusa alva vela.
E com um Portugal valente
Ao abraço de mais planetária gente!
Eduardo Dinis Henriques

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AO MEU PORTUGAL